sexta-feira, abril 16, 2021

Tag: jornalismo

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Juízes premiam jornalistas comprometidos com direitos humanos

Com o objetivo de valorizar as ações e atividades desenvolvidas no Brasil por jornalistas que estejam comprometidos e promovam, efetivamente, a defesa dos direitos humanos no mundo do trabalho, a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), entidade que representa nacionalmente mais de 3.500 juízes do Trabalho em todo o Brasil, promove a 6ª edição do Prêmio Anamatra de Direitos Humanos. O Prêmio este ano distribuirá um total de R$ 40 mil reais para a categoria Imprensa, que está dividida nas subcategorias impresso (jornal, revista ou internet), televisão, rádio e fotografia (veiculada em jornal ou revista). Além da premiação em dinheiro, o vencedor em cada subcategoria receberá a estatueta inspirada no “Cilindro de Ciro”. As inscrições para o Prêmio já estão abertas e vão até o dia 30 de setembro. As ações e os projetos inscritos deverão ter sido implementados ou executados no período de junho de 2012 ...

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De que classe social era a vítima? por Fausto Salvadori

Um repórter conta por que acredita no novo canal sobre segurança pública e direitos humanos, a Ponte Tem coisas que a gente aprende a aceitar que são do jeito que são, que sempre foram assim e não serão diferentes. Tipo: “Fausto, checa essa história de dois caras que foram mortos lá no Parque Trianon. Se forem garotos de programa, faz uma nota por telefone, mesmo. Se for alguém de classe média, aí vale a pena ir até o local e fazer matéria. Pode até ser manchete.” Eu era um moleque de 22 anos, recém-formado em Jornalismo, quando ouvi essa ordem, dita por um chefe do antigo Jornal da Tarde. Fiquei chocado. Eu me chocava com as coisas na época. Até me indignava, acredita? É que eu era um moleque, com muito menos pêlo no rosto e barriga no abdome do que tenho hoje. E um monte de sonhos ainda intactos ...

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Quem vai adotar os vira-latas?

Quem vai adotar os vira-latas?

Por Luciano Martins Costa A imprensa brasileira já vinha fazendo lentamente o caminho de volta para a realidade ao reconhecer que a Copa do Mundo no Brasil é, até aqui, um grande sucesso e uma ampla coleção de recordes. Até a revista Veja, que há alguns anos abandonou o jornalismo, já ensaiou o processo de transição do pessimismo para a celebração, caso os fatos continuem a desafiar suas próprias previsões. Faltava a Rede Globo de Televisão, que vinha remoendo em suas entranhas a contraditória situação de beneficiária e contestadora do evento. Não falta mais: na edição de quinta-feira (26/6), o Jornal Nacional dedicou 2 minutos e 21 segundos a uma espécie de mea culpa sem culpa. Ou, melhor, a emissora reconhece que havia um excesso de pessimismo no noticiário durante o período que antecedeu o pontapé inicial na bola, mas a culpa não foi da imprensa brasileira: segundo a Globo, foi apenas a imprensa internacional ...

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Mainardi X A diretora da BBC Brasil

Mainardi X A diretora da BBC Brasil

Paulo Nogueira Antigamente, Diogo Mainardi era intensamente comentado pelos artigos raivosos que escrevia na Veja contra Lula. No jornalismo pós-Lula, Mainardi foi o primeiro “sicário da plutocracia”, para usar a feliz expressão do economista americano Paul Krugman. Hoje, Mainardi é notícia quando leva surras de mulheres no Manhattan Connection, o programa da Globo que lhe deu ocupação quando sua coluna na Veja acabou. Primeiro, foi Luiza Trajano, que, depois de corrigir informações erradas com as quais Mainardi tentava desqualificar o Brasil, se propôs a enviar a ele e-mails com dados precisos. Agora, foi a vez da diretora de redação da BBC Brasil, Sílvia Salek, convidada a participar do Manhattan Connection. Mainardi, ao abordá-la, despejou nela uma de suas características mais marcantes: o ódio pelo Brasil, o desprezo a tudo que se refira à terra em que nasceu. Afirmou ter morado quatro anos na Inglaterra, na década de 1980, sem que ...

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Imprensa e jornalismo: nada a ver. A desinformação como tática

Imprensa e jornalismo: nada a ver. A desinformação como tática

Por Luciano Martins Costa Imprensa e jornalismo: nada a ver Por mais arriscado que seja fazer diagnósticos em situações de alta complexidade, pode-se afirmar que o motor da sucessão de tumultos que assola o Brasil desde o ano passado é a desinformação. Já se afirmou aqui que pior do que a mentira é a meia-verdade, e pode-se comprovar essa assertiva com a observação do processo pelo qual a imprensa brasileira tem contribuído para a construção do mau humor coletivo que vai se espalhando de forma avassaladora pela sociedade. O processo é clássico e seu exemplo maior continua sendo a estratégia de comunicação que Joseph Goebbels desenvolveu na Alemanha nos anos 1930 e que em uma década fez com que a insanidade de um pequeno grupo de ativistas contaminasse o país onde a modernidade havia plantado suas raízes no século anterior. No entanto, é preciso fazer uma retificação importante no paradigma ...

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Crise no jornalismo estimula aumento de blogs científicos

Do blog de Sônia Aranha, no GGN Por: Elton Alisson, de Salvador Agência FAPESP – A crise pela qual passa o jornalismo mundial, causada em parte pela convergência para novas plataformas digitais, tem afetado a cobertura jornalística de ciência e estimulado o surgimento de blogs científicos em diversos países, inclusive no Brasil. A avaliação foi feita por Juliana Santos Botelho, pesquisadora e coordenadora da Coordenadoria de Comunicação Científica (CCC/Cedecom) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em um painel sobre o uso de mídias sociais na comunicação da ciência durante a 13th International Public Communication of Science and Technology(PCST), realizada entre os dias 5 e 8 de maio em Salvador, na Bahia. Com o tema central “Divulgação da ciência para a inclusão social e o engajamento político”, o encontro ocorreu pela primeira vez na América Latina e reuniu pesquisadores de mais de 50 países para debater práticas e estratégias de comunicação e divulgação ...

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Prémios “CNN Multichoice African Journalist Awards” distinguem meios de comunicação africanos

A CNN International e a MultiChoice lançaram oficialmente os “CNN MultiChoice African Journalist Awards 2014”. Esta competição, válida apenas para cidadãos africanos que trabalhem no continente, acolhe candidaturas de jornalistas que criem conteúdos destinados ao público africano. “Desde o início, estes prémios descobrem e premeiam o melhor jornalismo de todo o continente africano. Tendo em conta que agora ainda mais contadores de histórias africanas podem partilhar o seu trabalho connosco, contamos receber mais candidaturas de grande qualidade. As categorias deste ano reflectem também a realidade africana actual dos meios de comunicação multiplataforma. Como principal serviço noticioso de África, temos o maior prazer em cumprir o nosso papel no apoio ao excelente jornalismo que estes prémios divulgam todos os anos”, explicou Tony Maddox, Vice-Presidente Executivo e Director Geral da CNN International, em nota de imprensa enviada ao VerAngola. Nico Meyer, CEO da MultiChoice Africa, afirma que: “Neste nosso 10.º ano como ...

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Encarte especial do Jornal do Senado vence prêmio sobre violência de gênero

Encarte especial do Jornal do Senado vence prêmio sobre violência de gênero

O Jornal do Senado foi um dos vencedores do Prêmio Nacional de Jornalismo sobre Violência de Gênero, que é promovido pelo grupo feminista Casa da Mulher Catarina e tem o apoio, entre outras entidades, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), da Presidência da República. O trabalho premiado foi o encarte “O Inferno das Mulheres”, publicado em 4 de julho de 2013. O especial explica as origens da violência contra a mulher no Brasil, mostra como se criou a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) e apresenta os trabalhos da comissão parlamentar de inquérito (CPI) do Congresso que investigou o problema em 2012 e 2013. Apesar da lei, os assassinatos e espancamentos de mulheres crescem ano a ano no país. O objetivo do Prêmio Nacional de Jornalismo sobre Violência de Gênero é valorizar o papel dos meios de comunicação nos “esforços para a prevenção, a punição e a eliminação ...

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Rosane Borges/ Foto: Ayalla Salvador

Jornalismo, imagem e poder: repertório para as representações raciais

  "Toute image du pouvoir se fonde sur un pouvoir de l´image (Toda imagem do poder fundamenta-se sobre um poder da imagem). Dominique Colas   Que as mídias, inclua-se aí as chamadas redes sociais, converteram-se em vetor constitutivo das realidades sociais é fato incontornável; que são responsáveis por organizar e hierarquizar a agenda de debates, definindo as prioridades temáticas que incidem no espaço público ninguém mais duvida. Não é sem propósito que anotações de pesquisadores de diversos canteiros teóricos convergem para uma constatação inevitável: com o enfraquecimento de instituições e discursos antes ordenadores do tecido social, os sistemas de informação infundem-se como protagonistas na promoção de laços sociais, de partilha, porque agenciadores dos regimes de visibilidade em voga. Acentua essa tendência, o fluxo ininterrupto de recursos imagéticos a que somos submetidos pelos múltiplos canais de comunicação, onde artefatos diversos jorram nas telas (de TV, do computador, dos celulares) e em outros suportes. Decididamente, somos banhados nas imagens que se põem à ...

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Hamilton Cardoso (Foto: Imagem retirada do site Piseagrama)

Hamilton Cardoso

Hamilton Cardoso (1953-1999) Sensibilidade, inteligência e solidariedade na luta contra o racismo  No dia 25 de Abril de 2004 a"Folha de S. Paulo" publicou uma foto com articuladores das "Diretas Já". Hamilton está lá, no movimento pelas Diretas Já, em 1984. 20 anos depois era um dos ausentes, entre aqueles que voltaram para a foto atualizada, revivendo duas décadas de avanço da democracia. Certamente, se aqui estivesse faria um balanço para dizer que, além das formalidades e de obtermos alguma representação e visibilidade, como coletivo pouco caminhamos. Apoiaria os programas de cotas, mas certamente diria que são insuficientes. Hamilton Bernardes Cardoso nasceu em Catanduva, em 10 de julho de 1953. Filho de Onofre Cardoso, músico, e de Deolinda Bernardes Cardoso, responsável pela estruturação da família e educação dos filhos. Segundo filho de quatro irmãos, cresceu em São Paulo e tinha muito orgulho de ter estudado no Colégio Caetano de Campos. ...

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