segunda-feira, novembro 23, 2020

    Tag: justiceiros

    “Justiceiros” que torturaram jovem são presos por tráfico de drogas

    “Justiceiros” que torturaram e amarraram jovem em poste são presos por tráfico de drogas; na época, eles foram defendidos pela apresentadora Rachel Sheherazadedo Pragmatismo Político Oito jovens de classe média alta foram presos na manhã de quinta-feira acusados de associação com o tráfico de drogas no Rio de Janeiro. Segundo a polícia, entre os detidos estavam jovens conhecidos como “justiceiros”, que amarraram um adolescente a um poste no Aterro do Flamengo no final de janeiro e passaram a agredir o rapaz, apontado como autor de furtos na região. As informações são da rádio CBN. Segundo o delegado Roberto Gomes Nunes, da delegacia do Catete, os jovens detidos praticavam crimes como roubo, furto de automóveis, estupro, além de tentativa de homicídio e associação ao tráfico. “É uma quadrilha e ela anda armada. Alguns desses componentes participaram da agressão a pessoas que cometiam crimes na localidade, inclusive um rapaz que foi preso ...

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    Fala de Sheherazade pode custar meio milhão ao SBT

    Ministério Público Federal iniciou uma ação civil pública em que pede a retratação de um comentário feito pela jornalista; para o procurador Pedro Antonio de Oliveira Machado, ao defender tortura a um assaltante de 15 anos, em fevereiro, a apresentadora Rachel Sheherazade estimulou a ação de "justiceiros" e violou o princípio da dignidade humana; ação pede ainda que a emissora de Silvio Santos seja condenada a pagar indenização de R$ 532 mil por dano moral coletivo O SBT terá de arcar com as consequências da falta de noção da apresentadora Rachel Sheherazade. Segundo a colunista Mônica Bergamo, o MPF (Ministério Público Federal) iniciou uma ação civil pública em que pede a retratação de um comentário feito pela jornalista. Sheherazade despertou a ira de internautas e de outros jornalistas por apologia ao crime no ar. Para o procurador Pedro Antonio de Oliveira Machado, ao defender tortura a um assaltante de 15 anos, ...

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    A torcedora e o marginalzinho

    do facebook de Rosilene Silva da Costa Racismo no Futebol O racismo presente no futebol gaúcho não pode ser visto apenas como um fato isolado de um ou outro clube - ele é o reflexo de como vivem os gaúchos. Eu não sou testemunha disso, mas vítima desta forma de viver: sou gaúcha e colorada. Apesar da polarização do futebol gaúcho, se nesta situação a punição fosse para o Internacional, eu comemoraria da mesma forma, pois são anos de preconceito nos estádios. Haverá quem conteste dizendo que a torcida gremista é mais racista. Talvez seja maior o número de racistas nesta torcida, que é mais branca por ser o Grêmio um clube, historicamente, mais elitizado. No entanto, os dois maiores clubes gaúchos carregam em sua história a proibição de entrada de negros em suas dependências e mesmo em seus times. Quem nunca ouviu falar sobre a Liga dos Canelas Pretas, fundada ...

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    Funcionário de loja arrasta mendigo no centro do Rio de Janeiro e revolta cariocas

    - Me solta. Me solta. - Gente, que absurdo. Não pode fazer isso. - Leva ele pra casa. Leva pra sua casa, pô. Comerciantes e clientes do Saara, no centro do Rio de Janeiro, ficaram chocados com a cena registrada no vídeo acima. Um morador de rua é arrastado por um funcionário de uma loja na associação de comerciantes. As pessoas que assistem à agressão reagem e argumentam que o mendigo não é "ladrão". "Ele não está roubando", diz uma mulher, revoltada. "Leva ele (sic) pra casa. Leva ele pra sua casa, pô", retruca o agressor. O diálogo foi capturado pelo vídeo original, removido do Youtube nesta manhã. Segundo a GloboNews, o mendigo costuma circular no Saara e ficar sentado na frente de lojas. O dono do comércio chegou a chamar o Corpo de Bombeiros para pedir a retirada do morador de rua do local. Esse procedimento também foi incorreto. ...

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    A sentença de André Ribeiro: Praticar cooper na mesma hora de um roubo

    por  Leonardo Dallacqua de Carvalho Como um ritual, ao sentar no sofá em volta da televisão com alguns familiares, eu observava e absorvia o show do senso comum que projetavam ao sintonizarem programas de televisão que vendem entretenimento/informação a preço de sangue. Frases como: “se foi preso é porque alguma coisa fez”, “ninguém apanha à toa”, “onde há fumaça há fogo”, faziam parte do vocabulário diário dos telespectadores que me rodeavam. Isto é claro, quando não se entreolhavam ao ver a foto do sujeito e era possível decifrar a expressão “olha a cara do sujeito”. Fora da vida real, no acolchoado sofá, essas frases parecem uma matemática. Afinal, como imaginar quem cumpre seu dever de cidadão de bem, paga as contas e é trabalhador pode passar por este tipo de situação? Ainda mais quando estas frases são reforçadas por “autoridades” televisivas - que como vampiros vivendo de sangue dos outros ...

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    Professor ‘dá uma aula’ de Revolução Francesa para não ser linchado

    O professor André Luiz Ribeiro teve que dar uma aula sobre Revolução Francesa para não ser linchado - Reprodução/Facebook por Julianna Granjeia Confundido com um ladrão, um professor de História foi espancado por moradores da periferia de São Paulo e só conseguiu se livrar do linchamento quando, segundo ele, foi obrigado a dar uma aula sobre Revolução Francesa. Ainda assim, André Luiz Ribeiro, mulato de 27 anos, foi levado para a delegacia, onde ficou por dois dias, já que o dono do bar assaltado confirmou em depoimento que André seria o ladrão. O professor contou que, socorrido por bombeiros, teve de falar sobre a Revolução Francesa para provar sua inocência. Os bombeiros informaram que não houve “desrespeito ou deboche”. André conta que estava correndo na última quarta-feira no bairro Balneário São José, quando um bar foi assaltado. — Eu corro dez quilômetros todos os dias, estava de fone de ouvido, sem identificação ...

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    maria-rosario

    A naturalização da barbárie

    Maria do Rosário, deputada federal (PT-RS) e ex-ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, inicia hoje sua coluna quinzenal no Favela 247. Em seu artigo, ela cita os casos de justiçamentos que se espalham pelo país: "A valorização que setores da mídia deram ao ato dos chamados justiceiros naquele momento incentivou, claramente, ações violentas e ilegais que estão transformando cidadãos, que afirmam não mais acreditar nas instituições, em pessoas que praticam crimes" Por Maria do Rosário, para o Favela 247 A naturalização da barbárie Fabiane, Francisco, Márcio. Esses são alguns dos brasileiros e brasileiras que sofreram na pele a violência pela via dos linchamentos que se espalham por vários lugares do país. A frequência desses atos de barbárie deve colocar todo o país em alerta. Diante dos casos que se multiplicam, espalha-se um sentimento de naturalização da violência e de falência da sociedade e das instituições do Estado Democrático. A situação ...

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    Para especialistas, mídia estimula e deve responder por ações de justiceiros

    Sociólogo Lalo Leal argumenta que a excessiva repetição "dessas cenas de barbarismo banaliza a violência e contribui para reprodução de atitudes de espancamento coletivo"; âncora do SBT, a jornalista Raquel Sheherazade gerou polêmica nas redes sociais e entre outros jornalistas por defender a ação de um grupo que acorrentou um suposto infrator a um poste no Rio  por Redação Rede Brasil Atual São Paulo – Para estudiosos, os recentes casos de "justiça com as próprias mãos", que vêm acontecendo em todo o país, ganham destaque e são estimulados na mídia. Lalo Leal, sociólogo, professor de comunicação da USP e colunista da Revista do Brasil, afirma que os meios de comunicação de massa têm o dever de elevar o patamar civilizatório da sociedade, mas fazem o contrário e “estimulam a violência”. Após o caso que ganhou grande repercussão na mídia – o de um menor amarrado a um poste, no Rio de Janeiro, ...

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    Assassinos! Artigo de Roberto Romano

    “O horror nazista recomeça no mundo e no Brasil. O antissemitismo, sua fonte maior, tem novos ensaios nos massacres cometidos por “justiceiros” movidos por alguns jornalistas, blogueiros e redes sociais”, comenta RobertoRomano, professor da Universidade Estadual de Campinas, em artigo publicado pelo jornal O Estado de S.Paulo, 11-05-2014. Eis o artigo. Os deuses têm sede de sangue e dirigem a multidão, como enuncia Elias Canetti, rumo à horda de caça ou de fuga. Os gestos da matilha humana reiteram milênios de preconceitos, calúnias contra minorias, genocídios programados por dirigentes religiosos ou políticos. O assassinato de Fabiane Maria de Jesus, acusada de magia negra e uso de crianças em rituais satânicos, repete a brutalidade do “homem, lobo do homem”. Vejamos os antecedentes históricos daquela tragédia, examinemos o sacrifício ritual de crianças. O fato é antigo como a sociedade humana: destruir, oferecer, consagrar são os elementos do sacrifício que, segundo o clássico antropólogo Marcel Mauss, tende a verter o sangue da vítima voluntária ou designada ...

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    Vigiar, punir e exibir! – Por: CELSO VICENZI

    Novos casos de linchamento relembram: transformar violência em espetáculo é uma forma de mascarar a brutalidade oculta que permeia sociedade Por Celso Vicenzi | Imagem: Katerina Apostolakou As pessoas que amarram seres humanos em postes ou os imobilizam com travas de bicicleta – cenas que se repetem de diferentes maneiras pelo Brasil, assim como os linchamentos – têm as mesmas motivações daqueles que pregaram Cristo na cruz. Não há diferenças, por mais cristãos que os contemporâneos imaginem ser. Salvo a distância no tempo, são atos com um mesmo propósito, o de exibir a punição para servir de exemplo. São os mesmos que queimaram entre 100 mil e 500 mil mulheres nas fogueiras da Inquisição Católica, na Europa, acusadas de bruxaria (há quem fale em 9 milhões). Não diferem dos que enforcaram Tiradentes, o esquartejaram e penduraram sua cabeça em Vila Rica e pedaços de seu corpo nos lugares em que fizera seus discursos revolucionários. Para ...

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    "Por que justiçamentos não são acompanhados de repulsa?"

    “Por que justiçamentos não são acompanhados de repulsa?”

    por Rodrigo Martins  Para a ministra dos Direitos Humanos, o discurso de ódio é um problema grave, que será alvo de ação do governo federal Em resposta à onda de linchamentos que toma conta do noticiário nacional, o governo federal planeja uma ofensiva contra os grupos que disseminam o ódio na internet. De acordo com a ministra dos Direitos Humanos, Ideli Salvatti, a ideia é monitorar as redes sociais para identificar criminosos e denunciá-los à Justiça. Seria uma estratégia semelhante à usada no combate à pedofilia, mas abarcando um número maior de violações: ataques racistas e homofóbicos, incitação ao crime e às execuções extrajudiciais. “Na próxima semana, receberei o especialista Fábio Malini,  da Universidade Federal do Espírito Santo, para ver como esse monitoramento poderia ocorrer de forma eficaz”, antecipou a CartaCapital. Confira, a seguir, os principais trechos da entrevista. CartaCapital: A que a senhora atribui a ...

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    E se ela fosse culpada?

    A morte de Fabiane de Jesus, linchada por seus vizinhos, causou comoção porque ela era inocente. Para especialista, o site que divulgou o retrato falado da vítima também não tem culpa   por:  Marina Rossi Por meio de vídeos postados na Internet no último sábado era possível ver a aglomeração de gente em torno do corpo agonizante de Fabiane Maria de Jesus, de 33 anos, mãe de duas filhas. Ela fora linchada até a morte porque uma página no Facebook havia postado um retrato falado de uma mulher que supostamente fazia magia negra e estava sequestrando crianças em Guarujá, litoral de São Paulo. A comunidade de Morrinhos, bairro periférico da cidade, viu o retrato falado na Internet e associou a Fabiane Maria. O boato se espalhou e, no sábado, quando Fabiane estava chegando em casa, foi atacada, amarrada e espancada por mais de duas horas. A vítima não resistiu e ...

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    Linchamentos não são aleatórios e atingem mais pobres, defende pesquisadora

    Linchamentos não são aleatórios e atingem mais pobres, defende pesquisadora

    Por Alex Rodrigues Para Ariadne Natal, do NEV-USP, pessoas com maior poder aquisitivo gozam de uma rede de proteção mais eficiente. “Tanto que é muito raro identificarmos uma vítima de classe média entre as vítimas de linchamento. E não porque não haja, entre a classe média, quem cometa crimes” Ao contrário do que aponta o senso comum, linchamentos como o que vitimou a moradora de Guarujá (SP), a dona de casa Fabiane Maria de Jesus, não podem ser vistos meramente como uma ação irracional. A conclusão é da pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP), Ariadne Natal, autora de tese sobre casos de justiçamentos sumários ocorridos na cidade de São Paulo e região metropolitana, entre 1980 e 2009. “Qualquer pessoa que tenha participado do linchamento da Fabiane vai dizer que tinha certeza de que a dona de casa era o mal encarnado. Que era preciso ...

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    “Não sabia se ela era inocente ou não”, diz eletricista preso por linchamento de dona de casa

    “Não sabia se ela era inocente ou não”, diz eletricista preso por linchamento de dona de casa

    Um dos suspeitos de participar do linchamento da dona de casa Fabiane de Jesus disse em entrevista à imprensa, na delegacia sede de Guarujá, que não sabia se a dona de casa era ou não inocente. O eletricista Valmir Dias Barbosa, 47 anos, foi preso nesta terça-feira (6) pelo crime. A dona de casa foi atacada por várias pessoas no sábado e morreu na segunda, depois de dois dias internada. “Aconteceu e aconteceu. Não posso fazer mais nada. Eu também tenho filhos e o papo que rolava é que estavam matando crianças. Não sabia se ela era inocente ou não. A foto era idêntica (ao retrato falado), disse ele. O retrato falado foi circulado por redes sociais, especialmente o Facebook, mas não tem ligação com o suposto crime, já que não houve registro de sequestro de crianças no Guarujá. A polícia informou que o eletricista não resistiu à prisão. Ele ...

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    Justiceiros assassinaram com 20 tiros um homem que era inocente

    Justiceiros assassinaram com 20 tiros um homem que era inocente

    A acusação não comprovada de estupro de três enteadas teria sido o motivo para que justiceiros, provavelmente moradores do bairro de Ilha dos Aires, em Vila Velha, no Espírito Santo, assassinassem o auxiliar de serviços gerais Marcelo Pereira da Silva, de 31 anos. Ele foi morto a tiros, na manhã de sábado, um dia depois de ter sido acusado de abusar das crianças. Segundo a polícia local, que ainda neste domingo buscava o responsável pelos disparos, a notícia que motivou o assassinato não é verdadeira. Segundo a polícia civil, as meninas – de 11, 10 e três anos – foram submetidas a exame no Departamento Médico Legal (DML), “que não comprovou o estupro”, segundo o site de notícias Plantão Brasil. “Marcelo já havia sido agredido por moradores do bairro na quarta-feira, quando sua ex-namorada, mãe das crianças, denunciou o abuso. Na ocasião, foi socorrido pela polícia militar e liberado depois que ...

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    Os justiceiros do Flamengo e Keisha Thomas a jovem negra que protegeu um neonazi de ser espancado pela turba

     por Marcos Sacramento A atitude de uma adolescente negra nos anos 90 teria muito a ensinar a Rachel Sheherazade, a apresentadora de extrema-direita do SBT, se Rachel não fosse o que é. Em 1996, Keshia Thomas, então com 18 anos, evitou o linchamento de um simpatizante da Ku Klux Klan, durante um protesto contra a organização racista. Tudo aconteceu em uma manifestação da KKK em Ann Arbor, Michigan, cidade natal de Keshia. Multicultural, liberal e centro de movimentos pelos direitos civis, a cidade não era o lugar mais receptivo para os 17 membros da organização racista. Cerca de 300 militantes anti-KKK foram protestar contra a marcha. Entre eles estava Keshia. O grupo empunhava cartazes e gritava para os mascarados da Klan, quando alguém avistou na multidão um homem com uma camisa com o emblema dos Confederados e um SS tatuado no braço. Os liberais perseguiram o simpatizante da Klan, o agrediram ...

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    As Lições de Sheherazade: Preto, pobre e com problemas mentais é amarrado a um poste por duas horas

    As Lições de Sheherazade: Preto, pobre e com problemas mentais é amarrado a um poste por duas horas

    Francisco do Nascimento sofre de distúrbios mentais e, para contê-lo, em vez de chamar o serviço público de saúde, ‘justiceiros’ de plantão optaram por prendê-lo A onda de prender pretos pobres a postes não é exclusividade do Rio de Janeiro. Francisco do Nascimento, 32, sofre de distúrbios mentais e, para contê-lo, em vez de chamar o serviço público de saúde, ‘justiceiros’ de plantão optaram por amarrá-lo a um poste, onde permaneceu por mais de duas horas, para exposição pública. O fato ocorreu num sábado, às 15h, na Rua Bárbara de Alencar, centro comercial do Crato, como mostrou a jornalista Raquel Paris, em seu blog. O motivo do ataque ao cidadão foi um surto, durante o qual teria quebrado alguns vidros de uma loja. “Francisco do Nascimento, morador do bairro São Miguel possui histórico de outros atentados, como pôr fogo no carro de um vizinho. Ele também possui diversas entradas no Hospital ...

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    O pelourinho improvisado: O racismo e seus tentáculos no seculo XXI

    O pelourinho improvisado: O racismo e seus tentáculos no seculo XXI

    Dia 2 de fevereiro, dia de Iemanjá. Enquanto o samba acontecia na Pedra do Sal, a poucos quilômetros dali, no bairro do Flamengo, puseram um negro nu preso pelo pescoço num pelourinho improvisado. Ele estava assaltando pessoas (ou foi o que disse quem publicou a foto). Pra servir de exemplo aos pretos ladrões. Recentemente, um caso semelhante aconteceu na praia. Esse jovem não estava na Pedra do Sal ouvindo a alta poesia da música negra, tomando cerveja e conversando com seus amigos sobre o trabalho do mestrado não porque tenha um delírio malévolo de assaltar pessoas, fruto de uma natureza mais maligna ou menos humana que qualquer pessoa, mas porque não existe espaço objetivo pra dignidade e felicidade de todos no projeto capitalista, racista e violento de país que dirige o Brasil. Sem entender isso, não se entende nada e, facilmente, até mesmo sem perceber, se cai no colo dos fascistas. Não ...

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    Willie Lynch

    A Carta de Willie Lynch

    QUEM ERA WILLIE LYNCH? Willie Lynch foi um proprietário de escravos no Caribe (Caraíbas) conhecido por manter os seus escravos disciplinados e submissos. Acredita-se que o termo "linchar" (to lynch, lynching: em inglês), se deriva do nome dele. Enquanto que a maioria dos europeus se confrontava com problemas como fugas e revoltas de escravos, Willie Lynch mantinha um controle e ordem absoluta sobre os seus serventes negros. Esse poder despertou o interesse dos fazendeiros da América do Norte. Em meados de 1712, Willy Lynch faz a longa viagem do Caribe para a América do Norte. Após a sua chegada ao estado da Virgínia, e após constatar os problemas que os seus colegas enfrentavam com os escravos seqüestrados da África, Willy Lynch decide escrever uma carta onde ele revelaria seu segredo para manter os seus escravos na linha. A CARTA DE WILLIE LYNCH "Verifiquei que entre os escravos existem uma série ...

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