terça-feira, novembro 24, 2020

    Tag: Movimento Negro

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    Letramentos de Reexistência: culturas e identidades no movimento hip hop

    CONVITE: DEFESA DE TESE por: Ana Lúcia Silva Souza A tese dialoga com minha trajetória de vida. Minha família mineira, negra, festeira e falante, movimento negro, sociologia, educação de jovens e adultos, formação de educadores, docência universitária, linguística aplicada e...proximidade com ativistas do universo hip-hop. Horas e horas de conversas, risos, brigas e reflexões - em especial com Dimenor, Débora, LGe, Natas, Soneca. Vejam imagens de nossos primeiros encontros.   E mais um pouco sobre o trabalho. A tese caracteriza o movimento cultural hip hop como uma agência de letramento e seus ativistas, em suas comunidades de pertença e naquelas em que estão em contato, como agentes de letramento. Tomando por base uma perspectiva sócio-histórica, as análises dos dados explicitam que os letramentos singulares praticados pelo grupo de participantes da pesquisa têm lhes permitido redimensionar suas identidades, ressignificando papéis e lugares sociais a eles atribuídos por uma sociedade ainda marcada ...

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    Revolta dos Búzios

    A Conjuração Baiana, também denominada comoRevolta dos Búzios ou Revolta dos Alfaiates(uma vez que seus líderes exerciam este ofício), foi um movimento de caráter emancipacionista, ocorrido no ocaso do século XVIII, na então Capitania da Bahia, no Estado do Brasil. Diferentemente da Inconfidência Mineira (1789), se reveste de caráter popular.  Antecedentes Sendo a então Capitania da Bahia governada por D. Fernando José de Portugal e Castro (1788-1801), a capital, Salvador, fervilhava com queixas contra o governo, cuja política elevava os preços das mercadorias mais essenciais, causando a falta de alimentos, chegando o povo a arrombar os açougues, antes da ausência de carne. O clima de insubordinação contaminou os quartéis, e as ideias nativistas que já haviam animado Minas Gerais, foram amplamente divulgadas, encontrando eco sobretudo nas classes mais humildes. A todos influenciava o exemplo da independência das Treze Colônias Inglesas, e idéias iluministas, republicanas e emancipacionistas eram difundidas também por uma ...

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    osmundo

    Movimento Negro e a Crítica das Representações Raciais – Osmundo de Araujo Pinho

    "...Is arising. The sun is arising " . A mensagem otimista e radiante de Bob Marley expressa bem a transfiguração típica das formas culturais do Atlântico Negro que transcendem a dor e o sofrimento do "terror racial" em formas de representação de uma identidade em trânsito fundada na luta por libertação e dignidade (Gilroy, 2001). Estas formas são parte integrante da luta e do ambiente político simbólico e material que ao ser representado se inscreve. Ora, não existindo saber político fora de sua representação o momento da ação política "deve ser pensado como parte da história de sua forma de escrita" (Bhabha, 2000: 15). Não existe um campo exterior à representação para pensar o conjunto dos problemas da emancipação e da dominação destacados de sua contingência e de sua materialidade, nesse sentido, este texto faz parte da história de escritura dedicada à reinvenção de posições de sujeito afrodescendentes no Brasil ...

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    História recente dez anos dos movimentos negros

    Hamilton Cardoso Há uma década, apenas, em 1978 os movimentos negros travaram, principalmente na cidade de São Paulo, o seguinte debate: o que fazer, no dia 13 de Maio, data da abolição da escravatura? Hoje o debate pertence a toda sociedade. A Globo, por exemplo, diz Axé. Na época, duas tendências da esquerda digladiavam-se, ao mesmo tempo que se contrapunham ao setor mais tradicional, favorável a comemorações da abolição. Uma delas queria uma postura passiva: "não devemos fazer nada, no dia 13", diziam. "Não devemos, sequer trabalhar". A outra queria uma denúncia ativa, com ampla participação, sob forma de protesto, de todas atividades comemorativas. Os ativistas partiam de algumas premissas: uma delas era o reconhecimento de que, independente da reflexão ou do caráter da abolição decretada no Brasil, a maior parte da população negra sempre comemorou no candomblé e na umbanda, nas congadas e escolas de samba e outras entidades ...

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    Hamilton Cardoso (Foto: Imagem retirada do site Piseagrama)

    Hamilton Cardoso

    Hamilton Cardoso (1953-1999) Sensibilidade, inteligência e solidariedade na luta contra o racismo  No dia 25 de Abril de 2004 a"Folha de S. Paulo" publicou uma foto com articuladores das "Diretas Já". Hamilton está lá, no movimento pelas Diretas Já, em 1984. 20 anos depois era um dos ausentes, entre aqueles que voltaram para a foto atualizada, revivendo duas décadas de avanço da democracia. Certamente, se aqui estivesse faria um balanço para dizer que, além das formalidades e de obtermos alguma representação e visibilidade, como coletivo pouco caminhamos. Apoiaria os programas de cotas, mas certamente diria que são insuficientes. Hamilton Bernardes Cardoso nasceu em Catanduva, em 10 de julho de 1953. Filho de Onofre Cardoso, músico, e de Deolinda Bernardes Cardoso, responsável pela estruturação da família e educação dos filhos. Segundo filho de quatro irmãos, cresceu em São Paulo e tinha muito orgulho de ter estudado no Colégio Caetano de Campos. ...

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    Foto: Marcus Steinmayer

    Sueli Carneiro – Coordenação Executiva – Portal Geledés – app JUNTAS

    Sueli Carneiro - Coordenação Executiva [email protected] Filósofa, doutora em Educação pela Universidade de São Paulo; coordenadora executiva de Geledés Instituto da mulher Negra; coordenadora da área de Direitos Humanos de Geledés; editora do Portal Geledés e coordenadora do Projeto PLP 2.0 aplicativo de combate a violência contra a mulher vencedor do Desafio de Impacto Social Google .  É também diretora vice-presidente do Fundo Brasil de Direitos Humanos. É ativista do Movimento Feminista e do Movimento Negro do Brasil; autora de artigos sobre gênero, raça e direitos humanos em diversas publicações nacionais e internacionais. É também membro do Grupo de Pesquisa “Discriminação, Preconceito e Estigma” da Faculdade de Educação da USP, membro do Conselho Consultivo do projeto Saúde das Mulheres Negras do Conectas em parceria com o Geledés, do Conselho Consultivo da Ouvidoria da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, do Conselho Consultivo do Projeto Mil Mulheres, e membro da Articulação ...

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    Folha Imagem

    CNE Relatório de Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva

    O Movimento Negro honrou-me, em 2002, ao indicar, aos senhores Presidente da República e Ministro da Educação, meu nome, que foi aceito, para compor o Conselho Nacional de Educação, ocupando função de conselheira junto à Câmara de Educação Superior.Ao final do mandato, em abril 2006, consultados meus registros pessoais e os feitos pela assessoria do CNE, foi possível constatar que, nestes 4 anos, examinei cerca de 160 processos, relatei 148, formulei 4 indicações, participei de 8 comissões internas, de 3 comissões externas, de 8 reuniões do Fórum Brasil de Educação, de 20 reuniões de debates a respeito  de temáticas contundentes na Educação Brasileira, visitei 9 instituições de ensino superior, coordenei reuniões de trabalho com outros representantes do Movimento Negro que entre 2002 e 2003 exerciam funções em órgãos públicos em Brasília, elaborei 7 documentos de diferente natureza .Entre estes documentos, destaco a proposta que foi entregue à Comissão de Transição ...

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    Oliveira Silveira morreu em 2009, mas deixou 12 livros publicados (Foto: Neco Varella / AE)

    Oliveira Silveira

    "OLIVEIRA SILVEIRA  por  OLIVEIRA FERREIRA DA SILVEIRA" Poeta negro brasileiro, nascido em 1941 na área rural de Rosário do Sul,Estado do Rio Grande do Sul. Filho de Felisberto Martins Silveira, branco brasileiro de pais uruguaios, e de Anair Ferreira da Silveira, negra brasileira de cor preta, de pai e mãe negros gaúchos. Graduado em Letras – Português e Francês com as respectivas Literaturas – pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,UFRGS. Docente de português e literatura no ensino médio. Atividades jornalísticas. Ativista do Movimento Negro. Oliveira Silveira foi um dos criadores do Grupo Palmares, de Porto Alegre. Estudou a data e sugeriu a evocação do 20 de Novembro, lançada e implantada no Brasil pelo Grupo Palmares a contar de 1971,tornando-se Dia Nacional da Consciência Negra em 1978, denominação proposta pelo Movimento Negro Unificado contra a Discriminação Racial, MNUCDR. Como escritor, publicou até 2005 dez títulos individuais de poesia – ...

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