Tag: musica negra

    Martina Arroyo

    Martina Arroyo

    Martina Arroyo nasceu em 2 de fevereiro de 1937 em Nova York, é soprano de ascendência portorriquenha e afro-americana. Realizou importante carreira internacional na ópera, durante os anos de 1960 e ao longo dos anos de 1980. Fez parte da primeira geração de cantoras negras de ópera a alcançar amplo sucesso e é encarada como parte de um grupo fundamental de intérpretes que ajudaram a derrubar as barreiras do preconceito racial no mundo da ópera. Destacou-se na Ópera de Zurich, entre 1963-1965, após o que foi um dos principais sopranos da Metropolitan Opera, entre 1965 e 1978. Enquanto ali estava, foi também presença constante nos melhores teatros de ópera do mundo, apresentando-se nos palcos de La Scala, Covent Garden, Opera Nacional de Paris, Teatro Colón, de Buenos Aires, Deustsche Oper Berlin, Ópera Estadual de Viena, Lyric Opera de Chicago e San Francisco Opera, entre outros. É muito conhecida por seu ...

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    Reri Grist

    Reri Grist nasceu em 29 de fevereiro de 1932 em Nova York e é soprano coloratura, uma das cantoras afro-americanas pioneiras na realização de uma importante carreira internacional na ópera. Ainda muito jovem, apresentou-se na Broadway em pequenos papéis e em musicais, ao lado de Ossie Davis, Ruby Dee, Lawrence Tibbet e Eartha Kitt. Em 1956 cantou em Carmen Jones, de Oscar Hammerstein, no papel de Cindy Lou, e também na primeira encenação do clássico musical West Side Story, em 1957. Logo após Leonard Bernstein contratou-a para cantar a parte de soprano na Sinfonia IV, de Mahler, com a New York Philarmonic. Nos anos seguintes apresentou-se sob a regência de Leonard Bernstein, Nadia Boulanger, Pierre Boulez e Michael Gielen. Sua estréia oficial na ópera ocorreu na Ópera de Santa Fe, em 1959, no papel de Adele, em Die Fledermaus, cantando, em seguida, o papel de Blondchen, da ópera O Rapto ...

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    Marian Anderson

    Foto de Marian Anderson, de autoria de Carl Van Vechten (1940) - A vida de Marian Anderson - Inglês - 20 minutos -   Marian Anderson nasceu em Filadélfia, Pennsylvania, em 27 de fevereiro de 1897 e faleceu em 8 de abril de 1993 em Portland, Oregon. Contralto, foi uma das mais festejadas cantoras do século vinte. Possuía voz extensa, vibrante, com qualidades intrínsicas de beleza. A maior parte de sua carreira como cantora consistiu de apresentações em concertos e recitais, por ocasião de grandes eventos musicais, e com importantes orquestras, nos Estados Unidos e na Europa, entre 1925-1965. Embora lhe oferecessem contratos para cantar em muitas e importantes companhias de ópera européias, declinou de todos eles, preferindo apresentar-se unicamente em concertos e recitais, o que não a impedia de cantar árias de ópera, nessas ocasiões. Gravou muitos discos, que refletiam seu amplo repertório, o qual abrangia música de concerto, ...

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    Sissieretta Jones

    Matilda Sissieretta Joyner, a Sissiereta Jones nasceu em Portsmouth, Virginia, Estados Unidos, filha de Jeremiah Malachi Joyner, pastor da Igreja Metodista Episcopal Africana, e de Henrietta Beale. Em 1876 sua família mudou-se para Providence, onde ela começou a cantor muito jovem na Igreja Batista de Pond Street, da qual seu pai era pastor. Em 1883 ela iniciou seus estudos formais de música na Academia de Música de Providence e posteriormente foi aceita no Conservatório de Música da Nova Inglaterra. Em 1887 apresentou-se no Music Hall, de Boston, para uma platéia de 5.000 pessoas. Em fevereiro de, após bem sucedidas excursões às Antilhas, cantou na Casa Branca para o presidente Benjamin Harrison. Apresentou-se para quatro presidentes consecutivos - Harrison, Grover Cleveland, William McKinley e Theodore Roosevelt, além da família real britânica. Participou do Grand Negro Jubilee, no Madison Square Garden, em Nova York, perante 75.000 pessoas. Cantou a canção Swanee River e seleções ...

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    Marie Selika Williams queen of staccato

    Marie Selika Williams

    Em 1878 o soprano Marie Selika Williams, conhecida como a"rainha do staccato", tornou-se a primeira negra a se apresentar na Casa Branca. Marie Selika nasceu c.1849 em Natchez, Mississipi, Estados Unidos. Logo após seu nascimento, a família mudou-se para Cincinatti, Ohio, onde ela, ainda criança, começou a estudar música, graças à proteção de um rico benfeitor local. Quanto tinha vinte e poucos anos, mudou-se para San Francisco, Califórnia, a fim de estudar com a Signora G. Bianchi, sob cuja orientação fez sua estréia como soprano de concertos, em 1876. Pouco antes de 1878 foi apresentada e se casou com um colega, o barítono Sampson Williams, também conhecido como Signor Velosko, o tenor havaiano. Marie Selika Williams Em 18 de novembro de 1878, apenas dois anos após sua estréia, Marie Selika Williams cantou no Salão Verde da Casa Branca para uma platéia que incluía o presidente Rutherford ...

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    Shirley Verrett

    Shirley Verrett

    Nascida em 31 de maio de 1931 em New Orleans, Louisiana, é um meio-soprano e soprano americano. Gozou de grande fama e partir do final da década de 1960 e foi muito admirada por sua voz brilhante, beleza e grande versatilidade. A estréia de Shirley Verrett na ópera deu-se em 1957, em O Rapto de Lucrécia, de Benjamin Britten. Sua estréia na Europa ocorreu em Colônia, Alemanha, em 1959, em Rasputin, de Nabokov.  Foi muito aclamada pela crítica por seu desempenho na ópera Carmen, de Bizet, no Festival de Spoleto, em 1962. Apresentou-se pela primeira vez na Metropolitan Opera em 1968, em Carmen, e no La Scala, de Milão, em 1969, em Sansão e Dalila. Seus papéis, como mezzo soprano, incluíram Cassandra e Didon (Berlioz), Amneris, Eboli, Dalila, Azucena, Leonora em La Favorita, Orfeu, de Gluck e Neocles (L´Assedio di Corinto), de Rossini. A partir do final da década de ...

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    Leontyne Price

      Mary Violet Leontyne Price nasceu em 10 de fevereiro de 1927 em Laurel, Mississipi, Estados Unidos. Soprano, é muito conhecida por cantar o papel de Aida, de Verdi. Nascida no Sul Profundo, onde imperava a segregação, alcançou fama internacional durante um período de mudança racial nas décadas de 1950 e 1960, sendo a primeira afro-americana a tornar-se prima-donna na Metropolitan Opera, em Nova York. Sua voz foi notada pelo brilhante registro superior, pelos aveludados registros médio e baixo, pelo fraseado e pela ampla extensão.   Após retirar-se do universo da ópera em 1985, deu recitais por mais doze anos. Entre as muitas honrarias que recebeu destacam-se a Medalha Presidencial da Liberdade (1965), Kennedy Center Honors (1980), a Medalha Nacional das Artes (1985), inúmeras distinções honoríficas em universidades e dezenove Prêmios Grammy, mais do que qualquer outra cantora clássica.   A jovem Leontyne Price   Sua primeira e importante apresentação ...

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    Marian Anderson

    Foto de Marian Anderson, de autoria de Carl Van Vechten (1940) - A vida de Marian Anderson - Inglês - 20 minutos -   Marian Anderson nasceu em Filadélfia, Pennsylvania, em 27 de fevereiro de 1897 e faleceu em 8 de abril de 1993 em Portland, Oregon. Contralto, foi uma das mais festejadas cantoras do século vinte. Possuía voz extensa, vibrante, com qualidades intrínsicas de beleza. A maior parte de sua carreira como cantora consistiu de apresentações em concertos e recitais, por ocasião de grandes eventos musicais, e com importantes orquestras, nos Estados Unidos e na Europa, entre 1925-1965. Embora lhe oferecessem contratos para cantar em muitas e importantes companhias de ópera européias, declinou de todos eles, preferindo apresentar-se unicamente em concertos e recitais, o que não a impedia de cantar árias de ópera, nessas ocasiões. Gravou muitos discos, que refletiam seu amplo repertório, o qual abrangia música de concerto, ...

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    Leontyne Price

    Mary Violet Leontyne Price nasceu em 10 de fevereiro de 1927 em Laurel, Mississipi, Estados Unidos. Soprano, é muito conhecida por cantar o papel de Aida, de Verdi. Nascida no Sul Profundo, onde imperava a segregação, alcançou fama internacional durante um período de mudança racial nas décadas de 1950 e 1960, sendo a primeira afro-americana a tornar-se prima-donna na Metropolitan Opera, em Nova York. Sua voz foi notada pelo brilhante registro superior, pelos aveludados registros médio e baixo, pelo fraseado e pela ampla extensão. Após retirar-se do universo da ópera em 1985, deu recitais por mais doze anos. Entre as muitas honrarias que recebeu destacam-se a Medalha Presidencial da Liberdade (1965), Kennedy Center Honors (1980), a Medalha Nacional das Artes (1985), inúmeras distinções honoríficas em universidades e dezenove Prêmios Grammy, mais do que qualquer outra cantora clássica. Sua primeira e importante apresentação no palco foi no papel de Mistress Ford, ...

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    Sissiereta Jones

    Matilda Sissieretta Joyner nasceu em Portsmouth, Virginia, Estados Unidos, filha de Jeremiah Malachi Joyner, pastor da Igreja Metodista Episcopal Africana, e de Henrietta Beale. Em 1876 sua família mudou-se para Providence, onde ela começou a cantor muito jovem na Igreja Batista de Pond Street, da qual seu pai era pastor.   Em 1883 ela iniciou seus estudos formais de música na Academia de Música de Providence e posteriormente foi aceita no Conservatório de Música da Nova Inglaterra. Em 1887 apresentou-se no Music Hall, de Boston, para uma platéia de 5.000 pessoas. Em fevereiro de, após bem sucedidas excursões às Antilhas, cantou na Casa Branca para o presidente Benjamin Harrison. Apresentou-se para quatro presidentes consecutivos - Harrison, Grover Cleveland, William McKinley e Theodore Roosevelt, além da família real britânica.   Participou do Grand Negro Jubilee, no Madison Square Garden, em Nova York, perante 75.000 pessoas. Cantou a canção Swanee River e ...

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    Mattiwilda Dobbs

    Mattiwilda Dobbs nasceu em 11 de julho de 1925 em Atlanta, Georgia, Estados Unidos, onde seus pais eram líderes da comunidade afro-americana. É um soprano coloratura e uma das primeiras cantoras negras a seguir importante carreira internacional na ópera. Dona de voz pequena, porém vibrante, foi admirada por sua refinada técnica vocal e por suas expressivas interpretações. Após vencer o Concurso Internacional de Música em Genebra, Suíça, em 1951, estreou profissionalmente na ópera por ocasião do Holland Festival, no papel de Rouxinol, em Le Rossignol, de Stravinsky, em 1952. Em breve ela se apresentava nos principais festivais e teatros de ópera na Europa. Estreou no Festival de Glyndebourne, no papel de Zerbinetta, em Ariadne auf Naxos, em 1953. No mesmo ano apresentou-se no Teatro La Scala, como Elvira, em L´italiana in Algeri. Foi também a primeira vez que um artista negra cantou naquele teatro. Em Londres cantou na Royal Opera ...

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    Marie Selika Williams

    Em 1878 o soprano Marie Selika Williams, conhecida como a"rainha do staccato", tornou-se a primeira negra a se apresentar na Casa Branca. Marie Selika nasceu c.1849 em Natchez, Mississipi, Estados Unidos. Logo após seu nascimento, a família mudou-se para Cincinatti, Ohio, onde ela, ainda criança, começou a estudar música, graças à proteção de um rico benfeitor local. Quanto tinha vinte e poucos anos, mudou-se para San Francisco, Califórnia, a fim de estudar com a Signora G. Bianchi, sob cuja orientação fez sua estréia como soprano de concertos, em 1876. Pouco antes de 1878 foi apresentada e se casou com um colega, o barítono Sampson Williams, também conhecido como Signor Velosko, o tenor havaiano. Em 18 de novembro de 1878, apenas dois anos após sua estréia, Marie Selika Williams cantou no Salão Verde da Casa Branca para uma platéia que incluía o presidente Rutherford Hayes e a sra. Hayes. No repertório, ...

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    Simonal, de alto a baixo

    - Fonte: Ilustrada - O equilíbrio entre "vir de baixo" e "estar por cima" transforma-se em tragédia individual   Foto: Divulgação / Globo Filmes  COM MUITA categoria, e sem espírito de pilantragem, o documentário "Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei" faz com o espectador aquilo que o cantor fazia com o público: leva-o de um lado para o outro, balançando para a esquerda ou para a direita, conforme a música. Durante a primeira metade do filme, não há quem não se renda ao charme de Simonal. Mas a palavra "charme" não expressa bem suas qualidades. Um cantor como Yves Montand, por exemplo, tem o maior charme do mundo. Seduz o público com uma mistura de gentileza com despreocupação, de muito magnetismo com certo desligamento também. Mas Simonal parece "metido" demais para ser charmoso; está tão convicto do próprio sucesso que não se curva à necessidade de "seduzir" o ...

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    Photo by Kevin Winter/Getty Images

    Cassandra Wilson volta mais próxima do blues

    Intérprete de jazz, que diz sentir afinidade com o gênero do sul dos EUA, se apresenta com destacados músicos de Nova Orleans  Ela só esteve uma vez no Brasil, em 1994, quando substituiu às pressas o cantor Mel Tormé, no extinto Free Jazz Festival. Agora, consagrada como uma das maiores intérpretes do jazz na atualidade, Cassandra Wilson, 53, retorna para se apresentar amanhã e sexta em São Paulo (no Bourbon Street e no HSBC Brasil, respectivamente) e, no domingo, no Vivo Rio. "Os dias que passei aí foram excitantes, mas não tive tempo para conhecer a Bahia, o que quero muito fazer desta vez. Sinto que essa será uma experiência que vai enriquecer minha vida", diz a cantora à Folha, por telefone, de sua casa em Jackson (no Mississipi, sul dos EUA), onde nasceu. Quem acompanha a carreira de Cassandra desde os anos 80, quando seu vozeirão expressivo despontou no ...

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    Wanessa (Foto: Divulgação/Alexandre Pio)

    Com rappers americanos, Wanessa e Negra Li buscam R’n’B à brasileira

    Cantora sexy de voz delicada vira parceira musical de rapper encrenqueiro e deixa sua baladinha pop com uma levada mais "hip hop". A fórmula usada à exaustão por musas do R'n'B como Jennifer Lopez, Beyoncé e Mariah Carey, demorou, mas finalmente ganhou versão brasileira. Com o toque de Midas de produtores que entendem de mercado, Wanessa Camargo, Negra Li e, ainda no forno, Karin Hils, seguem os passos das colegas americanas e se aventuram em uma cena pouco explorada por aqui. Ja Rule, rapper desbocado que já rimou em faixas de J.Lo, Mariah e Mary J. Blige, é o mais novo amigo de infância de Wanessa Camargo. O americano e a "neta de Francisco" cantam "Fly", faixa em inglês que fará parte do próximo álbum da cantora, "Meu momento", com lançamento previsto para este mês. A parceria pretende marcar uma virada na carreira de Wanessa. Em entrevistas recentes, a moça ...

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    Imprensa internacional confirma câncer de pele de Michael Jackson

    Fonte: Terra - Gente - Foto: Reuters Embora os assessores do astro neguem, a mídia internacional continua afirmando câncer de pele de Michael Jackson. A capa da edição desta quinta-feira (21/5) do tablóide inglês The Sun estampa a seguinte manchete: "Michael Jackson está com câncer de pele - mas a lenda irá continuar com os shows britânicos". Nem aparecer sem a sua habitual máscara, ajudou o pop star a espantar os rumores sobre a doença. De acordo com a publicação, os médicos irão retirar camadas da pele do peito e do nariz do cantor para análise. Após os testes, eles decidirão se Jackson precisará ou não se submeter à quimioterapia. Os organizadores dos 50 shows que o cantor prometeu realizar em Londres dizem que não há relação entre o adiamento das apresentações e a possível doença de Jackson. "A mudança das datas não tem nada a ver com a sua ...

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    Natalie Cole (Foto: Getty Images)

    Natalie Cole faz transplante de rim

    A cantora norte-americana Natalie Cole, 59 anos, foi submetida a um transplante de rim. Citados pela Associated Press, os seus agentes garantem que a cirurgia correu bem e que a cantora está agora a recuperar. Devido ao período pós-operatório, a interprete de «Unforgettable» irá adiar a digressão de Verão prevista para próximos meses. Natalie Cole tem problemas renais desde 2008, altura em que começou a ser submetida à hemodiálise. Em Fevereiro desse ano tinha-lhe sido diagnosticada uma hepatite C. Após um tratamento renal que não correu bem, a cantora passou a procurar um doador compatível.

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    Dolores Duran

    Dolores Duran

    Dolores Duran, nome artístico de Adiléia Silva da Rocha, (Rio de Janeiro, 7 de junho de 1930 - Rio de Janeiro, 23 de outubro de 1959) foi uma cantora e compositora brasileira. Adiléia da Silva Rocha, conhecida como Dolores Duran, era filha de um sargento da Marinha. Começou a cantar muito cedo e seu primeiro prêmio foi aos dez anos de idade, no Programa de Ary Barroso, "Calouros em Desfile". As apresentações ao programa tornaram-se freqüentes, fixando-a na carreira artística. Seu pai faleceu quando Adiléia tinha 12 anos e, a partir de então, teve que sustentar a família, cantando em programas de calouros e trabalhando no rádio como atriz. Adota o nome artístico Dolores Duran a partir dos 16 anos. Autodidata, cantou músicas em inglês, francês, italiano e espanhol, a ponto de Ella Fitzgerald lhe dizer que foi na voz dela que ouviu a melhor interpretação que já havia ouvido de "My ...

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    wilson_simonal

    Wilson Simonal

    Wilson Simonal de Castro (Rio de Janeiro, 26 de fevereiro de 1939 - 25 de junho de 2000) foi um cantor brasileiro de muito sucesso nas décadas de 1960 e 1970. Simonal teve uma filha, Patricia, e dois filhos, também músicos: Wilson Simoninha e Max de Castro. Sa Marina{mp3}sa_marina{/mp3} Início da carreira e o sucesso Simonal era militar do Exército e começou a carreira cantando calipsos e música em inglês nos bailes do 8º grupo de Artilharia da Costa. Em 1961, foi crooner do conjunto de calipso Dry Boys, integrando também o conjunto Os guaranis. Apresentou-se no programa Os brotos comandam, apresentado por Carlos Imperial, um dos grandes responsáveis por seu início de carreira. Cantou nas casa noturnas Drink e Top Club. Foi levado por Luiz Carlos Miéle e Ronaldo Bôscoli para o Beco das Garrafas, que era o reduto da bossa nova. Em 1964, viajou pelas América do Sul ...

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    Reprodução/youtube

    Elizeth Moreira Cardoso

    Elizeth Moreira Cardoso (Rio de Janeiro, 16 de julho de 1920 - 7 de maio de 1990) foi uma cantora brasileira. Reprodução/youtube Elizeth Moreira Cardoso, A Divina, é considerada como uma das maiores intérpretes da canção brasileira e um das mais talentosas cantoras de todos os tempos, reverenciada pelo público e pela crítica. Nasceu na rua Ceará, no subúrbio de São Francisco Xavier, e cantava desde pequena pelos bairros da Zona Norte carioca, cobrando ingresso (10 tostões) das outras crianças para ouvi-la cantar os sucessos de Vicente Celestino. O pai, seresteiro, tocava violão e a mãe gostava de cantar. Primeira apresentação Desde cedo precisou trabalhar e, entre 1930 e 1935, foi balconista, funcionária de uma fábrica de saponáceos e cabeleireira, até que o talento foi descoberto aos dezesseis anos, quando comemorava o aniversário. Foi então convidada para um teste na Rádio Guanabara, pelo chorão Jacob do Bandolim. ...

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