segunda-feira, julho 13, 2020

    Tag: padrão de beleza

    Foto- Reprodução:Instagram

    Profissionais relatam casos de racismo no mercado de maquiagem

    Foto- Reprodução:Instagram Por Elisa Soupin no Yahoo Faça o teste: procure no Google quem são as principais youtubers de beleza no país. Depois, olhe quem são as modelos mais bem pagas. Por último, faça uma busca pelos top maquiadores do Brasil. Quantas e quantos profissionais negros você encontrou? O racismo está presente, também, na beleza e na maquiagem, mas cada vez mais profissionais estão lutando contra - e derrubando - o preconceito. A maquiadora carioca Monica Reis, de 42 anos, lembra quando, aos 14, foi fazer um ensaio fotográfico. "Naquela época, era uma febre fazer esses books. Eu fui maquiada e me lembro de ter dito que a base estava diferente, mas a maquiadora disse que as pessoas negras geralmente queriam ficar mais claras. O resultado, quando eu olho hoje, é que parece que eu enfiei a cara na farinha", lembra ela. O caso não foi ...

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    Daniele da Mata, fundadora da DaMata MakeUp, exibindo no próprio rosto o que ensina em sua escola - Imagem Projeto Draft

    Primeira escola de maquiagem para pele negra do Brasil, a DaMata MakeUp quer educar o mercado da beleza

    DaMata Makeup oferece seis serviços de maquiagem para peles negras. O carro-chefe são as aulas de automaquiagem para iniciantes. por Letícia Ferreira no Projeto Draft Como muitos jovens negros, Daniele da Mata já tinha uma rotina superatribulada aos 15. Adolescente, vivia com a família em São José dos Campos (SP), passava os dias em Jambeiro, a 40 minutos, trabalhando como auxiliar de produção em uma fábrica de cosméticos, para então retornar a São José, onde frequentava o Ensino Médio à noite. Na fábrica, foram cinco anos passando por várias áreas. Uma experiência que se mostraria essencial, depois, em sua jornada de empreendedorismo. Daniele, 29, é a fundadora da DaMata Makeup, que se anuncia como a primeira escola de maquiagem para pele negra do Brasil. Aquele início de carreira também a ajudou a entender melhor o que é ser uma mulher negra. Entre fórmulas e cosméticos, ela se aproximou de um colega ...

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    Noiva dispensa maquiagem no dia do seu casamento

    Quem sabe o que faz um casamento perfeito são os próprios noivos. A blogueira Bisola Umoren sabe bem disso: tanto que a noiva dispensou a maquiagem no dia de trocar alianças. "Não sou de usar maquiagem", ela disse ao site Vanguard Allure. no Catraca Livre A foto de Bisola foi compartilhada no Twitter e no Facebook, e viralizou. "Eu não gosto de nenhuma forma de inconveniência ou desconforto no meu rosto, pescoço ou corpo. Não é uma questão religiosa, é apenas eu e a minha decisão pessoal", explicou ela. Para as fotos de noivado, a convenceram a usar maquiagem - e a nigeriana diz que não curtiu muito o resultado. "Eu me odiei porque não parecia comigo mesma. Eu estava mais sombria e velha", conta. She refused to wear make ups on her wedding day...Adwoa Mansa, can you do this? I dare you.??? pic.twitter.com/d5HWXJTkE6 — Bra Kofi (@Kofi_Batsa) 20 de agosto de 2016 Antes ...

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    Latinidades: padrão de beleza é predominantemente branco, diz professora dos EUA

    Diz um ditado popular que a beleza está nos olhos de quem vê. Será mesmo? Para a professora da Universidade de Drexel, nos Estados Unidos, Yaba Blay, a beleza é algo construído socialmente, e confere privilégios para quem a detém. Embora varie de local para local, ela diz que há um padrão mundial de beleza. Basta colocar a palavra beleza no Google que aparecem páginas e páginas, predominantemente de mulheres brancas. "No contexto da supremacia branca, vemos que o poder funciona como hierarquia, onde o branco está no topo, associado ao belo, e a negritude, na base, associada ao que é bárbaro, negativo e feio", diz Yaba. "A beleza negra é uma questão política", completa. Yaba Blay participou hoje (22) do Festival da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha (Latinidades), em Brasília. A produção de Yaba é referência global em identidades negras, estéticas e práticas culturais e políticas raciais. Ela é autora ...

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    Sobre musas, preconceito, ofensas e esportes

    A cada quatro anos um ciclo se repete. Chegam os Jogos Pan-Americanos, no ano seguinte os Jogos Olímpicos e com esses dois megaeventos aparecem as “musas” inspiradoras. Tomadas da mitologia grega, não por acaso também o berço do olimpismo, essas figuras filhas de Zeus e Mnemosine dão o que falar na mídia esportiva. por Eliana Alves dos Santos Cruz via Guest Post para o Portal Geledés O curioso é que em grande parte das vezes (claro, tem gente que curte e pede pra receber esse título) as “musas atletas” se incomodam com a alcunha. Elas treinam absurdamente, se privam de muitas coisas, abrem mão de grande parte da juventude na labuta dos treinos, atingem resultados importantes e aí … musas. Quatro episódios de mulheres no esporte e a relação com a estética ao longo desses anos me chamam a atenção. Tudo polêmica, tudo nitroglicerina pura. O caso das nadadoras Mariana Brochado ...

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    A Lista das meninas mais bonitas

    "Cê lembra daquela famosa 'lista das meninas mais bonitas da sala' que os meninos faziam no ginásio?". Foi a pergunta que uma colega trouxe a tona numa reunião. E eu parei por dois minutos pra pensar… Claro que eu lembrava da lista e lembrava também em qual posição da lista eu me encontrava. Como poderia esquecer? por Lorena Pacheco via Guest Post para o Portal Geledés As ditas meninas mais belas da sala, do colégio ou da rua não se diferem muito do padrão Globo: sempre brancas, altas, magras, de cabelos longos e lisos, de preferência com os olhos claros… Nossa! Essa seria a mais querida, a "bonequinha", "princesa", "barbie" e tantos outros carinhosos adjetivos. E nós, mulheres menos bonitas, as últimas da tal lista, éramos as negras, gordas, do cabelo "ruim" e traços grossos. Mas isso não tem nada a ver, não é? É uma questão de gosto… É uma questão de "gosto" ...

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    Lupita Nyong’o é eleita a mulher do ano pela a revista Glamour

    2014, definitivamente, é o ano de Lupita Nyong'o. Depois de ser eleita a mulher mais bonita do ano pela revista People, ser chamada de "garota dourada de Hollywood" ao estampar a capa da revista Vogue americana, ser eleita a nova embaixadora da Lâncome, isso sem falar do maior título: o Oscar de melhor atriz por "12 anos de escravidão" que a fez ganhar notoriedade. por Andréa Martinelli no Brasil Post Lupita agora ostenta o título de mulher do ano, dado pela edição americana da revista Glamour. E não é para menos: a vencedora do Oscar ganhou o mundo, e redefiniu os conceitos de sucesso e beleza ao redor do mundo - por apenas ser quem é. O resto é história.   A atriz, que explodiu após seu desempenho no longa de Steve McQueen, atingiu rapidamente a fama, e conseguiu ter um impacto (nada momentâneo) nas indústrias da moda e do cinema, que é chamado de “Efeito Lupita” ...

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    Filme premiado ironiza padrão de beleza feminino e faz sucesso nas redes sociais

    Curta-metragem explicita o contraste entre a pressão sobre a imagem do corpo e a saúde física e mental das mulheres   Por: Letícia Orlandi Recentemente, a atriz e cantora mexicana Thalia publicou uma foto em seu Instagram ironizando os boatos de que havia retirado, ainda no início dos anos 90, parte das costelas. O objetivo seria alcançar sua marca registrada: a cintura finíssima. Na foto, Thalia aparece ao lado de um pote com ossos e diz "Para todos os meus fãs filipinos, aqui está a prova. Minhas famosas costelas. Eu mantive comigo durante todos esses anos. #mito". O que é ironia para a celebridade faz parte, no entanto, de um imaginário que constrói o padrão de beleza da mulher ocidental há séculos. No curta-metragem Supervenus, o diretor parisiense Frédéric Doazan faz uma crítica aos exageros dessa pressão. A obra foi premiada na edição de 2014 do Festival de Curtas de Bruxelas ...

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    Nova York – Brasileiro estreia no Fashion Gallery com baixinhos e evita magreza excessiva

    Brasileiro estreia com 'baixinhos' e evita magreza excessiva Por: Marina Massote Gustavo Carvalho apresentou na última sexta-feira (5), na Fashion Gallery de Nova York, sua coleção primavera/verão 2015. Essa é a primeira vez que o estilista participa da semana de moda de Nova York. Impossibilitado de estar presente na própria estreia devido a problemas burocráticos para a emissão do visto Americano, Gustavo conversou com o Terra por email sobre a importância de desfilar na cidade: “Eu acredito que devemos sempre buscar novas formas de explorar o nosso trabalho. Ter a oportunidade de conhecer um novo mercado é bastante útil nesse momento em que a marca começa a andar”, escreveu o estilista. Gustavo também contou que as jaquetas são as vestimentas que não podem faltar em seu armário e disse que sempre desenha algumas para si mesmo. Sua peça favorita não poderia ter sido deixada de fora do desfile, que apareceu ...

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    Candidata do Psol critica pautas despolitizadas e machistas da grande mídia

    Em tempos onde partidos ainda precisam debater uma agenda que amplie a participação de mulheres nos cargos públicos, veículos de comunicação, pautados pelo que tratá maior número de cliques, e não por qualidade, preferem despertar o interesse do internauta usando a beleza de algumas candidatas a discutir propostas. Foi o que aconteceu com o Uol na semana passada, segundo Isa Penna, candidata do Psol à Câmara de São Paulo. O repórter Vinícius Segalla assinou, no dia 21, a matéria "Conheça algumas das mais belas candidatadas das eleições de 2014", texto que despertou a ira das próprias postulantes e de militantes de movimento feministas. Isa, 23, estudandte de direito, fez duras críticas à iniciativa e pediu que sua imagem fosse retirada da galeria. Nesta segunda (25), o Uol ainda não havia atendido ao pedido ou mesmo acrescentado o posicionamento da candidata no portal. "Este tipo de matéria, além das diversas 'cantadas' ...

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    Documentário mostra como a mídia enxerga a mulher brasileira

    Alta, magra, cabelos lisos e loiros, heterossexual e jovem: este é o padrão de mulher que a mídia brasileira apresenta hoje. Se levarmos em conta que apenas 47% das brasileiras se consideram brancas, esse padrão já se mostra errado. Mas o que há por trás disso? No documentário ”Mulheres brasileiras: do ícone midiático à realidade” são expostas as relações que esse padrão veiculado tem com a própria mídia e com as mulheres “reais”. Criado pelas organizações Paz com Dignidad e Revista Pueblos, o vídeo traz entrevistas com ativistas e pesquisadoras, que indicam que o que permitiu a criação desse padrão foi o fato de toda a comunicação de massa brasileira estar nas mãos de algumas poucas famílias. Com isso, surge a necessidade de competição por audiência e a figura da mulher é usada como mera ferramenta para causar reações e garantir espectadores. O mesmo acontece com a figura feminina na publicidade, mesmo quando o produto ...

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    “Eu sou negra e sou bela”: mulheres contando a própria história

    “Eu sou negra e sou bela”: mulheres contando a própria história

    Há 15 anos, a IPIB abriu as portas para a ordenação feminina. Somos gratos a Deus por esse grande avanço. Com isso, abriu-nos, também, outras possibilidades de configurar o ministério pastoral na instituição. Para nós mulheres -precursoras neste caminho- restam o desafio de exercer o ministério a partir da própria mulher, ou seja, de abdicar do patriarcalismo que está impregnado em nossas mentes, corpo e alma. Esse patriarcalismo impõe um padrão de pastorado pautado na figura do varão/homem. Temos de buscar estabelecer outro paradigma de pastoreio. Isso porque a vocação masculina é uma e outra deve ser a nossa vocação enquanto mulheres. Ainda estamos em fase de solidificação do ministério feminino; para muitas pessoas, é algo relativamente novo. Porém, ao analisarmos os textos bíblicos, é possível perceber, em todas as fases da formação do povo de Deus, que a mulher sempre exerceu um papel primordial na liderança da comunidade. Assim, ...

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    O “pente que me penteia” vêm de África: Histórias de identidade racial e afetividade

    Imagem - Fat people of color, tumblr Em um mundo que tem como padrão de beleza, algo praticamente inatingível pra grande maioria das mulheres, branco, magro, loiro, que exclui e influencia na auto-estima de milhares de mulheres, a aparência acaba sendo um fator de extrema importância, para debater a afetividade da população negra, em especial das mulheres. por Luana Soares no Blogueiras Negras Eu, enquanto uma mulher negra, gorda e Black, certamente não me encaixo neste padrão. Em especial, meu cabelo é o ponto chave deste não-padrão que vivo diariamente. Duro, pinxaim, volumoso, bombril, são alguns dos nomes pelo qual, o tipo de cabelo que tenho vem sendo chamado ao longo da história, apelidos racistas que buscam inferiorizar e invisibilizar estas madeixas, que desde sempre cresceram pra cima, afirmando o lugar ao qual pertenço. Um lugar chave e originário de diversos outros lugares. Este lugar á Mãe África. Terra dos meus antepassados ...

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    A ditadura do corpo perfeito

    A ditadura do corpo perfeito

    A ditadura do corpo ideal e o preconceito velado: A beleza é tão somente uma contemplação subjetiva e relativa, não deveria ser enquadrada em padrões que excluem e discriminam. “Com a estética, o sujeito entra em uma relação sensível com o mundo que se diferencia conscientemente da natureza objetiva concebida a partir da revolução copernicana. A subjetividade torna-se então, por meio do sentimento representado, o fundamento de uma presença estética de uma natureza”. Rolf Kuhn¹.    A palavra estética refere-se à cognição pelos sentidos, ou seja, a “compreensão pelos sentidos”. É um ramo da filosofia que perpassa e ultrapassa o campo visual já que compreende um conjunto de sensações que refletem a percepção da beleza. Além das avaliações e julgamentos do que é o belo, contempla-se também a emoção que ela suscita nos seres humanos. Essa concepção está presente especialmente na arte, mas diz respeito a toda a natureza. Dessa ...

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    barbie plussize

    A ditadura do corpo ideal e o preconceito velado – Por: Amanda Nunes

    “Com a estética, o sujeito entra em uma relação sensível com o mundo que se diferencia conscientemente da natureza objetiva concebida a partir da revolução copernicana. A subjetividade torna-se então, por meio do sentimento representado, o fundamento de uma presença estética de uma natureza”. Rolf Kuhn¹.  A palavra estética refere-se à cognição pelos sentidos, ou seja, a “compreensão pelos sentidos”. É um ramo da filosofia que perpassa e ultrapassa o campo visual já que compreende um conjunto de sensações que refletem a percepção da beleza. Além das avaliações e julgamentos do que é o belo, contempla-se também a emoção que ela suscita nos seres humanos. Essa concepção está presente especialmente na arte, mas diz respeito a toda a natureza. Dessa forma, infere-se uma questão: “o que é a beleza?” e com ela, o chavão de que gosto não se discute. É claro que não se pode definir objetivamente a beleza, ...

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    muros escola

    Minha experiência em sala de aula: sobre padrões de beleza e solidariedade feminina

    Recentemente, tenho me interessado mais em discussões sobre a condição da mulher. Na verdade, o interesse é antigo, desde criança achava injusto comentários do tipo: "isso não é coisa de mocinha!". Mais tarde, escolhi estudar Ciências Sociais. Com as leituras, acesso a dados estatísticos e a convivência no curso, a questão foi se tornando urgente. Passei a me informar mais sobre o tema e a sentir a necessidade real de discuti-lo. Nesse contexto, decidi dar uma aula sobre "Padrões de Beleza" e seus efeitos nas mulheres, em uma turma de primeiro ano do Ensino Médio. Achei que seria uma boa experiência para desenvolver minha capacidade de comunicar sobre questões de gênero. por Texde Ellen Silva. Fui empolgada, mas não foi uma boa aula. Acredito que isso tenha se dado por razões diversas: eu estava MUITO rouca, cansada devido a um final de semana intenso; os alunos não me conheciam; a ...

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    Não somos nós

    Não somos nós

    Pesquisa inédita do Instituto Patrícia Galvão e Data Popular sobre "Representações das mulheres nas propagandas na TV" revela que 56% dos entrevistados, homens e mulheres, não enxergam brasileiras reais na propaganda Para 65% o padrão de beleza nas propagandas está muito distante da realidade das brasileiras e 60% consideram que as mulheres ficam frustradas quando não se veem neste padrão. Na percepção da sociedade, as mulheres nas propagandas são majoritariamente jovens, brancas, magras e loiras, têm cabelos lisos e são de classe alta. Por outro lado, a maior parte dos entrevistados deseja que a diversidade da população feminina brasileira esteja mais representada: 51% gostariam de ver mais mulheres negras e 64% gostariam de mais mulheres de classe popular nas propagandas. 80% consideram que as propagandas na TV mostram mais mulheres brancas; e 51% gostariam de ver mais mulheres negras ** 83% veem as mulheres reais como sendo em sua maioria ...

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    padraodebeleza

    Mulheres não se identificam com padrão de beleza mostrado na TV

    Para 65% dos entrevistados, o padrão de beleza feminino mostrado nos comerciais de TV é diferente da realidade por Joana Rizério,  “Eu gosto de minhas cicatrizes, dobrinhas e marcas”. A administradora Ludmila Lemos, 26 anos, não é a única que gostaria de ver mais mulheres “normais”, como ela, aparecendo nos comerciais de TV. Segundo a pesquisa Representação das Mulheres nas Propagandas de TV, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Data Popular, 65% dos 1.501 homens e mulheres de 100 municípios brasileiros ouvidos acham que o padrão de beleza feminino mostrado nos comerciais de TV é diferente da realidade. Enquanto a chamada classe C representa 53% da população brasileira e ganha, em média, R$ 1.450, a pesquisa aponta que 73% consideram que as propagandas na TV mostram mais mulheres de classe alta, enquanto 83% dos homens e mulheres ouvidos veem as mulheres reais como sendo de classe popular. ...

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    kate

    Após parto, mulheres sentem pressão dos parceiros para recuperar corpo

    Parte das mulheres não sabia que barriga não some logo após o parto Uma em cinco mulheres se sente pressionada a recuperar o corpo pré-gravidez depois de dar à luz porque o marido ou namorado não fica satisfeito com sua aparência, de acordo com uma nova pesquisa. Um estudo conduzido pela BioOil mostrou que a maioria das novas mães se sentem inseguras quanto à aparência logo após a gravidez, com muitas admitindo que ficam emocionalmente instáveis, estressadas e pressionadas a exibir um corpo bonito. A pesquisa contou com 793 grávidas de três meses, que foram questionadas sobre como se sentiam sobre seus corpos naquele momento.Seis meses depois, após o parto, os pesquisadores repetiram a mesma pergunta a elas. Surpreendentemente, 20% das novas mães disseram se sentir pressionadas a recuperar as formas de antes da gravidez por parte dos parceiros. Outras formas de pressão vêm da mídia e de outros membros da família. Metade das mulheres admitiu que elas mesmas se preossionaram para retornar ...

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