segunda-feira, novembro 23, 2020

    Tag: questão de genero

    Direitos sexuais de mulheres são atacados pela violência de gênero

    A garantia do exercício dos direitos sexuais e reprodutivos em todo o mundo ainda tem sido um desafio nos projetos de vida de mulheres, meninas e jovens Do Jornal GGN (Foto: Arte de Lari Arantes) Violência de gênero é obstáculo para garantia de direitos sexuais e reprodutivos de mulheres e jovens Do Fundo de População da ONU no Brasil Segundo Emanuelle Góes, doutora em saúde pública e pós-doutoranda do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde, a violência baseada em gênero ocorre, por exemplo, quando as mulheres não têm direito a decidir sobre a maternidade A garantia do exercício dos direitos sexuais e reprodutivos em todo o mundo ainda tem sido um desafio que incide diretamente nos projetos de vida de mulheres, meninas e jovens. O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), orientado pelo Programa de Ação do Cairo, de 1994, trabalha diretamente ...

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    Oito teses sobre a Revolução Feminista

    A quinze dias do 8 de Março, uma proponente das greves feministas explica como elas tornaram-se gigantescas e também radicais; por que inventam nova classe trabalhadora; e de que modo se chocam com a essência da condição neoliberal Por Veronica Gago | Tradução: Antonio Martins, Do Outras Palavras Arte: Rafael Werkema/CFESS “Tiemblan los Chicago Boys. Aguanta el movimiento feminista” (Grafitti na fachada da Universidade Católica de Chile, 2018) 1. Com a ferramenta da greve feministas, mapeiam-se novas formas de exploração dos corpos e territórios, a partir de uma perspectiva simultânea de visibilização e insubordinação. A greve revela a composição heterogênea do trabalho em chave feminista, reconhecendo labores historicamente depreciados, mostrando sua engrenagem com a precarização geral e se apropriando de uma ferramenta tradicional de luta para transbordá-la e reinventá-la A greve internacional abriu uma perspectiva feminista sobre o trabalho. Porque a perspectiva feminista reconhece o trabalho ...

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    Mulheres são promovidas em entretenimento, mas não ao topo

    Mulheres ocupam apenas cerca de 25% dos cargos mais altos em empresas de mídia e entretenimento, apesar de serem promovidas com mais frequência, segundo nova pesquisa que revela a desigualdade de gênero no setor. Por Bloomberg, Do Money Times (Foto: rawpixel.com) Mulheres representam metade da força de trabalho no setor de mídia e entretenimento. Elas pedem para serem promovidas com mais frequência do que os homens e assumem cargos de gerência a uma taxa duas vezes maior do que a deles, segundo relatório da consultoria McKinsey & Co. Mas o avanço das mulheres na escada corporativa começa a desacelerar à medida que se aproximam do topo. Quase metade das 1.700 pessoas que responderam à pesquisa da McKinsey disseram que as mulheres são julgadas por padrões diferentes dos homens nesse setor. Mulheres na mídia e no entretenimento “experimentam ambiente de trabalho mais hostil do que os homens ...

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    Passistas e rainha da bateria falam sobre assédio em desfiles

    Hipersexualização das mulheres incentiva assédio a passistas e rainhas da bateria de escolas de samba; confira relatos de 3 mulheres que vivem essa rotina Por Lara Santos, Do Catraca Livre Mayra Barbosa vestida como musa da Escola de Samba (Foto: Arquivo pessoal) Se o Brasil é reconhecido mundialmente pelo Carnaval, deve-se principalmente pela majestosidade de cenários, figurinos, canções e pessoas que compõem os desfiles de escolas de samba que acontecem em todo o país. No entanto, a data também é retratada pela hipersexualização das mulheres, sobretudo das passistas e rainhas de bateria das agremiações. Essa visão, presente em propagandas, músicas, filmes e discursos, alimenta preconceitos e comportamentos machistas a respeito dessas mulheres nos desfiles e ensaios carnavalescos. Muitas pessoas entendem o fato de elas estarem vestidas com pouca roupa, de dançarem e sorrirem para a plateia, como um convite para o assédio. Mas não. É parte ...

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    Lili é uma vingadora e sua história foi inspirada na de sua criadora (Ilustração )

    Ilustradora abusada na infância faz HQ sobre o tema e é ameaçada de morte

    Este poderia ser um texto sobre Lili, a heroína adolescente de uma história em quadrinhos que resolve, como tantos outros heróis das HQs, aplicar aos criminosos sua própria noção de justiça. Abusada na infância, ela combate toda sorte de feminicidas e pedófilos. Por Janaina Garcia, da Universa Acontece que este virou um texto sobre a criadora de Lili, a ilustradora carioca Juliana Lossio Guerra, 24 anos. Isso porque, por causa de sua personagem, ela passou a sofrer ameaças contra sua vida. Elas começaram, segundo Juliana, depois de que páginas do Facebook ligadas a movimentos de direita passaram a compartilhar não somente a HQ com interpretações enviesadas como também fotos pessoais de Juliana e a associação dela à figura da "feminista maluca que odeia homens". Ela expôs o caso em seu perfil no Twitter. Na última sexta-feira (24), por meio de advogadas do Instituto Anjos da Liberdade, a ilustradora encaminhou as ameaças ao Ministério ...

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    O machismo faz a cama do fascismo, alertam líderes de movimento de mulheres da França

    A ascensão de governos de ultradireita em vários países do mundo aumenta os riscos de ataques às mulheres e aos direitos das mulheres. No governo Trump, por exemplo, nada menos que 32 Estados questionam na Justiça a legislação sobre o aborto. Por ELEONORA DE LUCENA E RODOLFO LUCENA, Da Tutaméia  Eleonora, Rodolfo, Christinne, Élisabeth e Izabella na conversa sobre feminismo, democracia e literatura (Foto: Imagem retirada do site Tutaméia ) É o alerta que fazem as advogadas Christine Villeneuve e Élisabeth Nicoli, dirigentes da organização francesa Aliança das Mulheres pela Democracia (AFD). Também diretoras da editora Des Femmes – Antoinette Fouque, elas estiveram no Brasil no início de novembro para o lançamento da edição bilígue de “Poemas de Recordação e Outros Movimentos” (Poèmes de La Mémoire et Autres Mouvements), de Conceição Evaristo. Falando ao TUTAMÉIA (com a gentil participação da brasileira Izabella Borges, professora da Sorbonne e ...

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    MULHERES COMO ADRIANA E PAULA SOBREVIVEM COM MENOS DE US$ 5,5 POR DIA E CONVIVEM COM FALTA DE SANEAMENTO E SERVIÇOS BÁSICOS PRECÁRIOS | FOTO: LOLA FERREIRA / GÊNERO E NÚMERO

    No Brasil, 63% das casas chefiadas por mulheres negras estão abaixo da linha da pobreza

    Indicadores do IBGE mostram que índice para residências comandadas por mulheres brancas e com filhos é de 39,6% Por Lola Ferreira, Maria Martha Bruno e Flávia Bozza Martins, do Carta Capital Mulheres como Adriana e Paula sobrevivem com menos de US$5,5 por dia e convivem com falta de saneamento e serviços básicos precários (Foto: Lola Ferreira/Gênero e Número) Fígado ou ovo pro almoço, quando é possível comprar alguma proteína, casa enlamaçada no período de chuvas, falta de remédio no posto de saúde e aproximadamente R$ 500 reais por mês para sustentar três filhos em dois cômodos pequenos às margens de um manguezal. Esta é a realidade da casa de Paula Roberta, 37, moradora de Guia de Pacobaíba, bairro-distrito do município de Magé, na Baixada Fluminense. De acordo com a última Síntese dos Indicadores Sociais, ela está abaixo da linha da miséria, com US$ 1,90 per capita ...

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    Ministro do STF, Barroso derruba lei que proibia discussões de gênero nas escolas

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, suspendeu nesta sexta-feira (13) a lei municipal de Londrina, no Paraná, que proibia debates e abordagens sobre gênero das salas de aula da cidade. Por Adriana Barreto, DA BN Justiça (Foto: Carlos Humberto/STF/Divulgação) Aprovada em 2018, a regulamento estabelecia que ficassem vedadas "adoção, divulgação, realização ou organização de políticas de ensino, currículo escolar, disciplina obrigatória, complementar ou facultativa, ou ainda atividades culturais que tendam a aplicar a ideologia de gênero e/ou o conceito de gênero". De acordo com o Globo, leis parecidas em Foz do Iguaçu e Paranaguá, também no Paraná, já haviam sido suspensas por decisão do STF. A liminar de Barroso foi após pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) e determinou que o caso fosse remetido para decisão do plenário da Corte. O tema só deve ser julgado pelos onze ministros ...

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    Stephanie Ribeiro, Joice Berth, Milly Lacombe e Ana Paula Xongani falam sobre militância nas redes

    Haters, saúde mental, likes e aprendizados. Quatro mulheres que usam as redes sociais para sua militância dividem o ônus e o bônus de encarar a arena digital Por Carol Ito e Dandara Fnseca, Da Revista Trip (Foto: Alex Batista) Mesmo sem ter acesso à sua lista de seguidores, podemos afirmar: você provavelmente segue alguma ativista digital ou formadora de opinião que debate questões sensíveis da atualidade no Instagram ou no Twitter. Acertamos? Pois bem: convidamos quatro mulheres que estudam assuntos relacionados a gênero, raça, política e outras temas (hoje considerados) polêmicos para refletirem sobre as dores e delícias de dar a cara a tapa nas redes sociais. Vamos nessa? Stephanie Ribeiro 26 anos, arquiteta e urbanista (Foto: Alex Batista) “Eu sempre falei sobre gênero, raça e assuntos que se interseccionam com essas questões. Não é que eu queira necessariamente influenciar pessoas, são ...

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    Três mulheres vencem o prêmio Oceanos de literatura

    Portuguesa Djaimilia Pereira de Almeida, autora de 'Luanda, Lisboa, Paraíso', ficou com o primeiro lugar Por Bruno Molinero, Da Folha de S.Paulo Djamilia Pereira de Almeida, autora do livro 'Luanda, Lisboa, Paraíso' (Foto: Agência Ophelia/ Divulgação) A escritora portuguesa Djaimilia Pereira de Almeida foi anunciada a vencedora do prêmio Oceanos deste ano, com o livro "Luanda, Lisboa, Paraíso", publicado pela Companhia das Letras. O prêmio de literatura em língua portuguesa paga ao vencedor R$ 120 mil e foi anunciado em cerimônia no Itaú Cultural, em São Paulo, na manhã desta quinta-feira (5). Em seu segundo romance, Almeida narra a viagem de um pai com seu filho de Luanda para Lisboa, em direção à favela de Paraíso, para que esse pai passe por um tratamento médico em Portugal nos anos 1980. Segundo o júri, "Djaimilia Pereira de Almeida compõe, através de linguagem viva, um relato sensível sobre ...

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    Mulher só ganha mais que homem quando ela é branca e ele é negro

    Brasileiras recebem 27% a menos do que eles; e negros ganham 73,88% abaixo dos brancos Por Queila Ariadne, Do O Tempo No mercado de trabalho brasileiro, mulher branca ganha, em média, 35% a mais que homem negro (Foto: Pixabay) A brasileira ganha, em média, 27% a menos do que o homem. A diferença é histórica, mas não é uma unanimidade. A partir de recortes da base de dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Economia e Estatística (IBGE), existe uma única situação em que ela recebe mais do que ele: a mulher branca tem um rendimento médio 35% maior do que o do homem negro. Quando essa comparação é invertida, a mulher negra recebe menos da metade (R$ 1.394) do que um homem branco (R$ 3.138). No contexto racial, os brancos, em geral, ganham 73,88% a mais do que os ...

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    Aberto processo seletivo, até 23/10, para o cargo de Gerente de Projetos sobre o fim da violência contra as mulheres

    A ONU Mulheres Brasil anuncia processo seletivo para a contratação de Gerente de Projetos. A vaga é para trabalhar no escritório sediado em Brasília, com expectativa de início no dia 15 de novembro de 2019. A instituição busca profissional para contribuição no desenvolvimento, planejamento estratégico, implementação, assistência, construção de parcerias e monitoramento de projetos e programas que objetivam o fim da violência contra as mulheres. Da ONU Mulheres Brasil  (Foto: Imagem retirada do site ONU Mulheres Brasil )   São requisitos obrigatórios para concorrer à vaga: fluência em Português e Inglês; conhecimento básico em Espanhol; mestrado ou graduação equivalente em Economia, Administração Pública ou áreas correlatas; experiência de no mínimo seis anos em formulação, implementação, monitoramento e análise de desenvolvimento de programas a projetos em nível nacional ou internacional. São requisitos desejáveis: experiência na área de igualdade de gênero, direitos humanos das mulheres e/ou fim da ...

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    Látex NÃO!

    Por Rafuska Q, começou essa petição para Movimento Primavera Feminista. Do AVAAZ (Foto: Imagem retirada do site AVAAZ) O movimento primavera feminista começou em 2017 para dar visibilidade a uma pauta feminina pouco explorada. Os preservativos vaginais, usados tanto por mulheres cis e homens trans. Na prática, gays, travestis e mulheres trans também usam essa ferramenta de proteção à contracepção e IST’s e Hiv, mas nosso foco inicial são as mulheres cis, as que mais utilizam esse insumo na prática. Há muitas barreiras a serem derrubadas com relação ao uso do preservativo vaginal. Entre elas estão a falta de conhecimento sobre o próprio corpo, vergonha e culpa no expressar livremente de sua sexualidade, falta de conhecimento sobre o preservativo em si. Todos esses aspectos já tornavam a ampla utilização desse método, um desafio, mas em 2017, já no início do desmonte das políticas ...

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    Empresa de construção civil composta só por mulheres é destaque na Bienal de Arquitetura de São Paulo

    A Concreto Rosa realiza os mais diversos serviços garantindo segurança e confiança para as clientes Por Paula Jacob, Da Casa Vogue (Foto: Imagem retirada do site Casa Vogue) Focando na presença e possibilidade de mudança social da arquitetura no cotidiano das pessoas, a Bienal de Arquitetura de São Paulo chega a sua 12ª edição sob o tema Todo Dia. Entre os destaques da edição deste ano está a Concreto Rosa, empresa de construção civil composta apenas mulheres. “Os grandes nomes do mercado não estão interessados em fazer pequenos serviços. Eles querem ir na sua casa, quebrar sua parede e cobrar 3 ou 4 mil reais por isso. Nós oferecemos uma solução prática, porque os pequenos serviços precisam ser feitos”, explica a fundadora, Geisa Garibaldi, em entrevista à Casa Vogue. Após finalizar um curso profissionalizante no Senai do Rio de Janeiro, Geisa percebeu a falta de incentivo ...

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    Mover-se para além da dor

    Para sermos livres, devemos escolher além de só sobreviver à adversidade Por Djamila Ribeiro, Da Folha de S.Paulo (Foto: Lucas Lima/UOL) Sempre me fascinou a maneira pela qual muitas feministas negras escreveram de modo a nos inspirar a viver além da dor, de não permitirmos que nossa existência seja somente marcada por violências. Por mais que seja assim, posto que a sociedade é estruturada por racismo, machismo e capitalismo, muitas trazem a importância de encontrarmos nossas próprias definições. A autora bell hooks —assim em minúsculo, a pedido dela—, é uma importante feminista negra americana, dessas que nos fazem refletir nesse sentido. Em um texto, ela questiona o álbum “Lemonade”, de Beyoncé. Segundo a autora, por mais que o disco use narrativas de mulheres negras, ele seria mais um produto que confina essa mulher a um lugar de submissão. Diz hooks: “Para sermos verdadeiramente livres, devemos escolher ...

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    “Violência contra lésbicas e bissexuais se dá muito no âmbito familiar”, diz ativista

    Rivânia Rodrigues, integrante do Candace, fala sobre a luta das mulheres lésbicas contra a violência Por Iyalê Thayrine | Monyse Ravena, Do Brasil de Fato Rivânia faz parte da Rede Nacional de Lésbicas e Bissexuais Negras Feministas (Foto: Malu Aquino) A luta pela Visibilidade e o Orgulho Lésbico no Brasil é relembrada todos os anos no dia 29 de agosto. Em entrevista ao Brasil de Fato Pernambuco, Rivânia Rodrigues, integrante do Candaces - Rede Nacional de Lésbicas e Bissexuais Negras Feministas, falou sobre o surgimento da data como uma agenda de luta das mulheres lésbicas, comentou a respeito do dossiê sobre lesbocídio (termo utilizado para designar assassinatos de lésbicas) no Brasil, perpassado por questões de raça e geracionais, além de falar sobre como lidam os órgãos oficiais com as violências de gênero. Brasil de Fato: Como a data surge e como ela incorpora o calendário de ...

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    No Dia da Visibilidade Lésbica, mulheres retratam suas gerações

    Dos 17 aos 60 anos, lésbicas contam das conquistas e medos de suas gerações Por Ricardo Ampudia | Karime Xavier, Da Folha de S.Paulo Da esquerda para direita: Priscila Prates, 33, Renata Meccatti, 32, Daniela Castelani, 49, e Daiana Bastos, 17 (Foto: Karime Xavier/Folhapress) No Dia da Visibilidade Lésbica, comemorado nesta quinta (29), a Folha reuniu quatro gerações de mulheres homossexuais para contar como lidam com sexualidade e como veem o Brasil de hoje. Daiana Bastos, 17 Secretária Filha de família evangélica, ser lésbica não era uma possibilidade para ela até os 14, quando descobriu esse universo e começou a repensar sua própria sexualidade. Acredita que o ativismo, nas suas diferentes formas, é fundamental para quebrar o preconceito na sociedade “Minha geração vê um apoio cada vez maior à luta, mas, se melhorou, é porque tiveram outras que lutaram por nós e fizeram ser o que ...

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    Alagoas é o terceiro estado com mais casos de casamento na infância e na adolescência no Brasil.

    Por Arísia Barros, Do Cada Minuto (Foto: UNFPA/ Ruth Carr) O impacto do abandono escolar é bastante mencionado por mulheres que tiveram casamento na infância. Eliane Almeida do Nascimento, 30 anos, é de Piranhas, interior de Alagoas, o terceiro estado com mais casos de casamento na infância e na adolescência no Brasil. Com vontade de sair de casa e ser dona de casa, ela se casou com 13 anos. Na época, seu marido tinha 23 -- em média, no casamento infantil, os maridos são nove anos mais velhos que as meninas, segundo a pesquisa "Ela Vai no Meu Barco". Os pais não aceitaram o casamento. A decisão de abandonar os estudos veio pouco depois do casamento, quando ela estava apenas no 2º ano do Ensino Fundamental (hoje 3º ano). Casada há 17 anos, tem quatro filhos e reflete sobre as várias dificuldades que passou na vida. ...

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    O erótico como poder

    Nunca é fácil demandar o máximo de nós mesmas Por Djamila Ribeiro, Da Folha (Imagem: Lucas Lima/UOL Estilo) “O erótico não é sobre o que fazemos; é sobre quão penetrante e inteiramente nós podemos sentir durante o fazer. E uma vez que saibamos o tamanho de nossa capacidade de sentir esse senso de satisfação e realização, podemos então observar qual de nossos afãs vitais nos coloca mais perto dessa plenitude.” Esse é um trecho do artigo “Os Usos do Erótico: O Erótico como Poder”, da feminista e pensadora negra Audre Lorde, que nos traz reflexões muito profundas sobre transcender as normas impostas para poder sentir o erótico como força vital. Em uma sociedade patriarcal e racista, Lorde argumenta que o erótico foi destituído do seu sentido real, tornando-se algo superficial, mecanizado, confinado somente “ao quarto” e utilizado para benefício dos homens, uma vez que foi esvaziado ...

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    Marcha das Margaridas e Indígenas demostram força e resistência, contra atual Governo que retira direitos e conquistas das mulheres

    A Marcha das Margaridas e Indígenas, foi encerrada nesta quarta-feira (14). Em um grande ato tomou conta das ruas da capital no Brasil, ecoando no mundo. A mobilização reuniu mais de 100 mil mulheres de diversos setores, movimentos  e categorias, por soberania popular, democracia, justiça, igualdade e  fim da violência de gênero. Por Mônica Aguiar, Do Blog Monica Aguiar  A mobilização teve a participação da Marcha das Mulheres Indígenas (Foto: Andressa Zumpano/CPT) A grande concentração lilás e vermelha ocorreu entre o Pavilhão do Parque da Cidade e o Congresso Nacional, seguindo pelo Eixo Monumental até o gramado do Senado federal. A Marcha das Margaridas,  teve como eixo  central"Margaridas na Luta por um Brasil com Soberania Popular, Democracia, Justiça, Igualdade e Livre de Violência",  reuniu caravanas de todas as regiões do Brasil e representantes de cerca de 25 países de diferentes continentes, em uma verdadeira ciranda que traduziu  a  força e resistência da luta de todas as mulheres. Combater  as ...

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