sexta-feira, janeiro 22, 2021

Tag: Racismo na Itália

Imagem: Voaportugues

Como é a vida dos africanos que estudam em Itália?

Em entrevista à Voz da América, Jovani Fernandes, estudante de Ciência Política e Relações Internacionais na Universidade de Florença, disse que estudar em Itália não é fácil. no Voaportugues “Isso porque é um país onde o nível de racismo é muito alto e, na maioria dos casos, isso dificulta a integração do estudante estrangeiro, nesse caso africano, aqui no território italiano”. Imagem: Voaportugues Segundo Fernandes, o estudante africano não tem acesso a muitas coisas, entre elas o trabalho part-time. Ele explica que não há muitas oportunidades e quando há, não são contratados simplesmente por serem negros, ou como os italianos dizem “di colore”. Fernandes diz que o número de estudantes africanos em Florença está a aumentar, devido à alta qualidade de ensino oferecida pelas universidades italianas. Ele está em Florença há três anos e lembra que antes de sair de Angola pensava que tudo era óptimo em ...

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imagem retirada do 247:https://www.brasil247.com/pt/247/revista_oasis/364013/Imigrantes-italianos-Quando-os-refugiados-eram-eles.htm

Imigrantes italianos. Quando os refugiados eram eles

A partir de 1861, cerca de 30 milhões de italianos emigraram em busca da sorte no estrangeiro. Deles, boa parte veio para o Brasil. Aqui, foram acolhidos com os mesmos preconceitos com que, hoje, com frequência, muitos italianos tratam os refugiados do Terceiro Mundo que, em desespero, batem às suas portas. Imagem retirada do Brasil 247: Link Por: Equipe Oásis no Brasil 247 Entre 1861 e 1985, quase 30 milhões de emigrantes deixaram a Itália. Foi como se a inteira população italiana do início do século 19 tivesse abandonado o país, deixando-o vazio. A maioria dos emigrantes italianos, mais de 14 milhões, partiu nos anos sucessivos à Unificação da Itália, durante o período que depois ficou conhecido como o da “grande emigração” (1876-1915). Imigrantes italianos empregados na construção de uma ferrovia nos Estados Unidos (1918).Imagem retirada do Brasil 247: Link A Grande Emigração Inteiras cidadezinhas, como ...

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A Itália e a campanha da xenofobia

A ultradireita italiana, as vésperas das eleições políticas, enxerga na imigração o mal do país Por Angela Giuffrida, Da Carta Capital    O atentado de Macerata contra os imigrantes provoca o repúdio de uma manifestação de 30 mil pessoas (Fabio Falcioni/Ropi/ZUMA Press/fotoarena) Pape Diaw, nascido no Senegal, chegou em Florença (centro da Itália) para estudar engenharia no fim dos anos 1970. Parte de um grupo de 15 estudantes africanos, ele causou curiosidade entre seus colegas italianos e na comunidade em geral, mas nunca enfrentou racismo. “Lembro que andava pela rua e as pessoas pediam para tirar fotos”, observou ele. “Éramos vistos como uma novidade, mas nunca fomos insultados. Quando íamos processar nossas licenças de residência, os policiais nos ofereciam café. Sim, a Itália pode estar atrás (de outros países) no que se refere à mentalidade, mas fomos bem recebidos.” Outros tempos. Diante das eleições nacionais em 4 de ...

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Cidade italiana causa revolta ao destinar vagas para grávidas

Uma medida da Prefeitura de Pontida, na Itália, causou revolta entre a população e nas redes sociais. A medida polêmica destina vagas de estacionamento para mulheres grávidas ou acompanhas de crianças pequenas, mas unicamente para as mulheres heterossexuais e com cidadania da União Europeia. no Catraca Livre O regulamento na cidade, que tem cerca de 3 mil habitantes, surgiu sob a justificativa de ser uma boa forma de melhorar o bem-estar de mulheres grávidas ou mães com bebês. As informações são de "O Globo". Um pequeno detalhe no texto medida, no entanto, revoltou a população e gerou uma onda de indignação. Os cartões gratuitos que permitem o estacionamento em determinadas vagas só seriam concedidos a mulheres que pertencessem a "um núcleo familiar natural", fossem "cidadãs italianas ou cidadãs de um país membro da União Europeia", excluindo, portanto, as mulheres não casadas, homossexuais ou sem cidadania europeia.  A medida foi chamada de ...

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O racismo a matou, brasileira de 13 anos adotada, pulou de uma janela da casa, em Campagna, na Itália

Ela se matou aos 13 anos. Pulou de uma janela da casa, em Campagna, na Itália,onde morava. Caiu no  vazio do chão da calçada depois de um vôo de seis metros. A morte a encontrou e quebrou-lhe as asas e o sonho de ter uma vida boa. por Arísia Barros no Cada Minuto Ela tinha só 13 anos, era preta,brasileira e foi adotada por italianos. Ela e mais dois irmãos. Fazia 6 anos que vivia  na Itália, chegou no país aos 7 anos e  lá o racismo a matou. Os colegas da escola a intimidavam.Ela tinha a cor inadequada, a pele era desigual. Os colegas da escola  usurpavam da menina preta, o direito de ser feliz, recomeçar a vida em outro lugar. Ela  não  era feliz, pois, se auto flagelava, imprimia na pele as feridas da alma  desesperada. Nem o psicólogo que a acompanhava alcançou a voz do racismo que ecoava, ...

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Este é o italiano Fabrizio Trinchero, pouco antes de ser detido hoje no Aeroporto Tom Jobim

Italiano é preso suspeito de hostilizar judeu no Aeroporto do Galeão, no Rio

Este é o italiano Fabrizio Trinchero, pouco antes de ser detido hoje no Aeroporto Tom Jobim Estrangeiro pagou fiança e vai responder à Justiça por injúria racial. Advogado da vítima confirmou injúria e contou como ocorreu o crime. por Patricia Teixeira no G1 Um iltaliano foi preso em flagrante por suspeita de injúria racial nesta quarta-feira (19), no Aeroporto Antonio Carlos Jobim (Galeão), na Zona Norte do Rio. Segundo o advogado da vítima Ricardo Brajterman, Fabrizio Trinchero - o estrangeiro preso - ofendeu o judeu carioca Leo Rabinovich, de 20 anos. A detenção foi confimada por funcionários do aeroporto. O advogado conta que a voz de prisão foi dada pelo delegado Marcelo Nogueira, da Polícia Federal, que lavrou o auto de prisão em flagrante. Detido em flagrante, Trinchero foi levado para a delegacia da PF no aeroporto e foi autuado por injúria racial, crime pelo qual o italiano responderá à Justiça. ...

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‘Se for negro, não entra’: Polícia italiana impede refugiados de embarcar em trem para Alemanha

Vídeo: Em estação de Bolzano, na fronteira com a Áustria, autoridades exigem documentação apenas de imigrantes africanos; brancos não são parados Janaina Cesar no Opera Mundi Em Bolzano, cidade na Itália que fica na fronteira austríaca, refugiados negros são impedidos de embarcar nos trens que partem em direção a Innsbruck, na Áustria, e Munique, na Alemanha. A polícia bloqueia as portas dos vagões: se o passageiro for branco, a passagem é permitida, se for negro, pedem pelo passaporte. Como nenhum refugiado possui a documentação, são impedidos de entrar. As polícias italiana, austríaca e alemã trabalham em estreita colaboração. A força trilateral, como é conhecida, nasceu em 2002 com o objetivo de previnir assaltos em viagens internacionais, mas hoje impede que refugiados deixem a Itália. Todos os dias, por volta das 9h da manhã, cerca de cem refugiados chegam à estação de Bolzano, ponto de acesso para ir à Alemanha e ...

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Aluna do Ciências sem Fronteiras diz sofrer racismo e abre queixa na Itália

Aluna do Ciências sem Fronteiras diz sofrer racismo e abre queixa na Itália

Baiana tem 28 anos e faz intercâmbio na Università degli Studi di Siena. Ela é comparada a macaco em postagem de italiana em uma rede social. Henrique Mendes Uma estudante da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB), do campus situado em Santo Antônio de Jesus, afirma que foi vítima de injúria racial na Itália. A jovem registrou  queixa no Distrito Policial de Siena. Débora Reis da Cruz, 28 anos, está no país desde o dia 24 de agosto de 2013 pelo Programa Ciência Sem Fronteiras, que oferta bolsa de estudos para brasileiros. Em entrevista ao G1, ela detalha que teve uma foto publicada no Facebook que a compara com macaco. A denúncia foi registrada na delegacia no dia 23 de maio. No relato prestado à polícia, a estudante de Bacharelado Interdisciplinar em Saúde (BI) aponta que está sendo perseguida pela autora da publicação. De acordo com ela, a história começou logo ...

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Nem tudo era italiano...

Nem tudo era italiano …

Este brilhante trabalho foi apresentado originalmente em 1995 como dissertação de mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em História da PUC-SP com o título : "A população pobre nacional na cidade de São Paulo – virada do século (1890-1915). Foi publicado pela Annablume/FAPESP apenas três anos depois da defesa, em 1998 e, dez anos depois, já ganhava sua terceira edição, que é esta da foto ao lado. Carlos José Ferreira dos Santos é historiador e professor universitário da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), em Ilhéus-BA, tendo se graduado em história pela Unesp-Franca, mestrado pelo Programa em Estudos Pós-Graduados em História pela PUC-SP e doutorado pela FAU-USP. Nem tudo era italiano é uma pesquisa bastante original sobre as populações pobres nacionais que viviam na cidade de São Paulo na virada do século XIX para o XX. Intrigado pela imagem da São Paulo que emergia tanto de documentos oficiais da época quanto ...

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Imigrantes africanos trabalham como escravos na Itália

Imigrantes africanos trabalham como escravos na Itália

Enquanto os italianos e turistas viajam em férias, não muito longe das praias mais bonitas do litoral da península, são colhidos tomates, melões e melancias, por milhares de imigrantes africanos ou da Europa de Leste. O tomate que os italianos levam para casa, por exemplo, é provável que seja resultado de condições de trabalho e de vida inaceitáveis. Trata-se de seres humanos, que por um punhado de euros, são forçados a viver em barracos improvisados, sem instalações sanitárias, cuidados de saúde, eletricidade e desprovidos de dinheiro. E se tudo isso não fosse suficiente, ainda passam por ameaças constantes. Os ingredientes reais destes pratos são histórias, esperanças, medos e suor de homens que viajaram 18 horas atravessando o mar fugindo da fome e da guerra para procurar a virtude e conhecimento, mas acabam encontrando desumanidade. "Eles abrem os estábulos, e nos fecham ali dentro", disse Mohammad, 65 anos de idade. "Eu ...

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