terça-feira, janeiro 26, 2021

Tag: racismo na TV

Por que os negros não apresentam programas de televisão

Em pesquisa organizada pela Vaidapé, levantamos os dados sobre os apresentadores e apresentadoras de televisão no Brasil para quantificar o racismo nas emissoras de TV Por Henrique Santana e Iuri Salles, do Vaidapé Depois que a Vaidapé decidiu quantificar o número de apresentadores pretos no país, entramos em contato com as principais emissoras de TV da rede aberta: Cultura, SBT, Rede Globo, Rede Record, RedeTV!, Gazeta e Bandeirantes. A dificuldade em conseguir números claros fornecidos pelas empresas fez com que a gente organizasse uma pesquisa para dimensionar como é a divisão racial entre os apresentadores da televisão brasileira. Checamos 204 programas das sete emissoras citadas que foram transmitidos entre o segundo semestre de 2016 e o primeiro de 2017. O resultado foi um levantamento de 272 apresentadores que compõem as grades de programação. Ainda que a maioria dos programas sejam exibidos em rede nacional, para os casos que variam de região para região ...

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Teaser de nova série DEAR WHITE PEOPLE da Netflix expõe racismo e faz criticas ao blackface

'Dear White People' estreia na plataforma dia 28 de abril. Por Amauri Terto, do  HuffPost Brasil O teaser de Dear White People (Cara Gente Branca), nova série da Netflix, tem causado polêmica no YouTube. A produção é derivada do filme independente homônimo que estreou sob elogios no Festival Sundance de Cinema em 2014. No vídeo, a personagem Samantha White, jovem negra e locutora de uma rádio no campus de sua faculdade, faz uma crítica ao blackface. O contexto é o seguinte: ao microfone, ela enumera as fantasias de Halloween que são aceitas para pessoas brancas: "Pirata, enfermeira, qualquer um dos 43 presidentes americanos..." Ao final, a jovem destaca a fantasia que está no topo da lista de inaceitáveis: "Eu", diz. Em seguida, aparecem várias imagens de mulheres e homens brancos com o rosto pintados com tinta marrom imitando negros. Assista a seguir: Para quem não sabe, o blackface é uma técnica ...

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“A sociedade branca bebe, come e dança a cultura negra”: Antônio Pitanga

Pai e filha, os atores Antônio e Camila Pitanga falam sobre a política e a história do negro no Brasil e sobre o documentário biográfico 'Pitanga' porLarissa Ibúmi Moreira no Carta Capital  Marcando sua estreia como cineasta, Camila Pitanga esteve na 20ª Mostra de Cinema de Tiradentes para a exibição do aclamado Pitanga, documentário dirigido em parceria com Beto Brant, que conta a trajetória artística, política e filosófica de seu pai, o também ator Antônio Pitanga, em conversas descontraídas com seus amigos, ex-amores e companheiros de profissão. Projetado em praça pública, no histórico Largo das Forras, o filme sensibilizou a plateia, fez rir e inspirar, alçando o prêmio de melhor longa-metragem pelo júri popular. Está previsto para estrear nos cinemas em abril deste ano. Os Pitanga, pai e filha, conversaram com CartaCapital sobre o documentário, a questão da mulher negra e a política e a história do negro no Brasil. Confira: CartaCapital: No documentário, você afirma que ...

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“Mais Você” da a receita: Quando tudo estiver muito ruim, faça um blackface para ser comentado

O quadro “Jogo de Panelas” já estreou no centro de uma polêmica, na manhã desta segunda-feira (12), no "Mais Você", da TV Globo. Isso porque um dos integrantes do reality culinário resolveu pintar o rosto de preto e gerou uma série de críticas ao programa. por Janifer Vargas no MSN Reprodução/Rede Globo Tudo aconteceu quando o primeiro anfitrião da disputa, o barbeiro William, preparou um jantar com o tema de “Sexo Oposto” e se fantasiou de “Nega Maluca”, com direito a vestido rosa, peruca Black Power e tinta pelo corpo. A prática, conhecida como ‘blackface’, é considerada um ato racista, por banalizar a cor da pele dos negros e todo o histórico de lutas contra o preconceito. Não demorou muito para internautas demonstrarem insatisfação com a sequência. “E o ‘blackface’ no ‘Mais Você’, hein, amadas? Quando vocês vão aprender que fantasia de ‘Nega Maluca’ é deveras desrespeitoso e racista? Só ...

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O mês da consciência negra e a representatividade na TV

Silêncio dos canais comerciais sobre tema ao longo de novembro reforça importância da comunicação pública para promoção da diversidade racial na mídia Por Ana Claudia Mielke* no Intervozes Recentemente fui convidada a participar de uma entrevista no programa VerTV, da TV Brasil, para falar do tema do arrendamento, isto é, a venda ilegal, de grades da programação de TV. Respondi prontamente que falava do tema, mas indiquei um colega que também compõe o Intervozes, por achar que, na posição de advogado, ele estaria mais preparado para realizar este debate. Ouvi a seguinte resposta do produtor: “mas nós queremos uma mulher, preferencialmente negra, participando do programa no estúdio”. Fiquei surpresa, porém, bastante contente com a ação. Contei esta história para introduzir um debate necessário, que é o papel da comunicação pública na promoção da diversidade étnico-racial. Embora muitas tenham sido as análises sobre o papel dos meios de comunicação comerciais na representação negativa ou ...

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Desenho que valoriza cultura negra é exibido na TV aberta

A partir do dia 13, o desenho irá ao ar de segunda a sábado, na Hora da Criança na TV Brasil Trata-se de um dos primeiros desenhos do gênero com protagonistas negros na televisão brasileira.  com informações da Rádio e Cultura Foz Os irmãos Guilhermina e Candelário são risonhos e muito imaginativos. Eles são negros e vivem às margens de uma praia na casa dos avós. Passam o dia brincando, fazendo descobertas e inventando coisas. Os irmãos Guilhermina e Candelário compõem uma família negra, muito parecida com milhões de famílias brasileiras, atualmente pouco representadas nos meios de comunicação. É um dos primeiros desenhos do gênero com protagonistas negros a ser exibido na TV aberta brasileira. E a partir do próximo dia 12, eles alegrarão o público com a integração à programação da Hora da Criança, na TV Brasil. Em homenagem ao Dia das Crianças, foram exibidos quatro episódios em sequência.

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Pouca presença de negros na TV leva a racismo na infância, dizem especialistas

Para marcar a passagem do Dia da Criança, TV Brasil começa a exibir hoje o desenho colombiano Guilhermina e Candelário, que mostra o dia a dia de dois irmãos negros no Rede Brasil Atual O estudante Anderson Ramos passou boa parte da 4ª série (hoje 5º ano) sendo chamado de "macaco", "preto fedido", "sujo" e ouvindo "piadas" por causa do cabelo crespo. As ofensas vinham de colegas da escola que, assim como ele, tinham 10 anos. O menino relatava os casos para a professora, que nada fez, e para a mãe, que demorou a entender que o filho estava sendo vítima de injúrias raciais. "Quando comecei a chorar muito para não ir à escola e pedi para raspar o cabelo, minha mãe percebeu que eu estava sofrendo com aquilo, mesmo sem eu saber direito o que era", afirma Ramos, hoje com 20 anos. "Quando a gente é criança, não tem ...

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As máquinas de vender intolerância e preconceito

Para compreender onda de fundamentalismo e crimes de ódio, que se espalha por países como EUA e Brasil, é indispensável examinar papel de certos programas de TV por Sandro Ari Andrade de Miranda no Outras Palavras O crescimento dos crimes de ódio é um fenômeno global! Sustentada por preconceitos e por valores fundamentalistas, temos observado uma onda de violência desmedida em diversos lugares do planeta, exatamente no momento em que explodem os meios de comunicação, o que, em tese, deveria garantir maior acesso à informação. O ataque a igrejas das comunidades negras nos Estados Unidos, o espancamento de casais homoafetivos nas metrópoles brasileiras ou, simplesmente, de pessoas que se acredita serem homoafetivos (como num caso recente onde pai e filho foram espancados por simples manifestação de carinho), o incêndio criminoso de mesquitas na França, o massacre diário de palestinos pelo governo de Israel, são apenas alguns exemplos de aberrações que vivenciamos ...

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Sabrina interpreta a Júlia, filha de Regina em Babilônia (Foto: Felipe Monteiro/Gshow)

Sabrina Nonata, filha de Camila Pitanga em Babilônia, conta que sofreu preconceito

Uma cena linda encantou o público recentemente em Babilônia. A sempre faceira Júlia (Sabrina Nonata) conta para a mãe, Regina (Camila Pitanga), e para a avó, Dora (Virginia Rosa), que sofreu preconceito na escola. A bela sequência, que emocionou as três atrizes, ganhou destaque nos últimos dias. REVEJA: Júlia conta para Regina o que aconteceu na escola: A pequena Sabrina Nonata revela que, dias antes de gravar, havia passado por uma situação parecida na escola: "Uns meninos mais velhos começaram a implicar com a minha cor e falaram umas coisas feias." Sem se abater, ela levou a lembrança do que aconteceu na vida real para a hora de gravar e se emocionou muito. "A cena ficou muito linda e estou muito feliz por ter feito. Foi uma das cenas mais lindas minhas", comemora. Sabrina e Camila (Foto: Arquivo Pessoal) Sabrina conta também que teve grande ajuda ...

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‘The Walking Dead’: série é acusada de racismo na internet

A série de fantasia "The Walking Dead", que retornou no domingo passado com a segunda metade da quinta temporada, já foi elogiada pela diversidade de seus personagens. O grupo mais recente de sobreviventes conta com quinze pessoas, dos quais oito são brancos, sendo um deles uma criança. Porém, o último episódio da trama de zumbis levantou críticas de alguns fãs sobre a função dos atores negros e asiáticos. Como os dois personagens centrais são homens brancos, os produtores não poupam as minorias de mortes dramáticas. no BrasilPost Quem não viu o novo episódio da quinta temporada da série e não quiser estragar surpresas é melhor deixar este texto aqui. Exibido no domingo nos Estados Unidos e na segunda-feira no Brasil, pelo canal Fox, a série se despediu de um personagem querido do público, o negro Tyreese (interpretado por Chad Coleman), que foi mordido por um zumbi. Desde então, o Twitter ...

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A Negação do Brasil – O negro nas telenovelas brasileiras

O documentário é uma viagem na história da telenovela no Brasil e particularmente uma análise do papel nelas atribuído aos atores negros, que sempre representam personagens mais estereotipados e negativos. Baseado em suas memórias e em fortes evidências de pesquisas, o diretor aponta as influências das telenovelas nos processos de identidade étnica dos afro-brasileiros e faz um manifesto pela incorporação positiva do negro nas imagens televisivas do país.   Leia também Quando um homem esfrega teoria na nossa cara: sobre Jean Wyllys e a mulher negra que ousa falar

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Cadê o negro no cinema nacional?

Cena de Cidade de Deus: "negro como bandido"  - Foto: Divulgação   O prestígio do filme O Dia de Jerusa (2014) apenas no exterior – ao menos por enquanto –  indica que os diretores e produtores brasileiros (em sua maioria brancos) ainda têm receio de bancar histórias negras protagonizados por atores negros de maneira não estigmatizada e estigmatizante. Por  Mariana Queen Nwabasili Especial para o R7* A restrição ao filme no Brasil é só exemplo de um paradoxo muito nítido, ao menos para nós, negras e negros brasileiros: somos 53% da população do País, mas, se não for de maneira estereotipada (negro como bandido, negra extremamente sexualizada), não nos vemos nas produções cinematográficas e teledramáticas nacionais. Exemplo dos EUA É preciso que façamos um movimento já feito nos Estados Unidos, onde tantos seriados de sucesso se basearam na realidade dos negros periféricos e em ascensão, e que já foi atentado pelos países europeus: ...

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O negro na mídia

Em 20 de novembro comemoramos o Dia da Consciência Negra. A escolha da data não foi por acaso. Remete à morte do líder negro Zumbi dos Palmares, ocorrida em 1695. Conforme é do conhecimento de todos, os negros foram arrancados de suas terras na África e escravizados durante mais de três séculos e meio no Brasil. Após a abolição da escravatura, os negros libertos não receberam qualquer tipo de assitência estatal, transformando-se em verdadeiros párias da sociedade brasileira. Segundo o sociólogo Florestan Fernandes, o afrodescendente também foi excluído da nascente “sociedade de classes” no Brasil, pois não exerceu a função de proletariado (destinada ao imigrante europeu) e muito menos ocupou posições de capitalista. Lembrando um clássico samba-enredo da Estação Primeira de Mangueira, apesar de livres do açoite e da senzala, os negros continuam presos na miséria da favela.   Por Francisco Fernandes Ladeira no, Observatório da Imprensa   Sendo assim, ...

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Pepê e Neném falam em humilhação após Felipeh compará-las a motoboy

Neném chora após ter o visual criticado por Felipeh Campos durante a segunda votação de "A Fazenda 7" Depois de terem o visual criticado por Felipeh Campos durante a votação para a segunda roça de "A Fazenda 7", as cantoras Pepê e Neném afirmaram que foram humilhadas pelo jornalista e ex-dublador. Ao justificar seu voto na dupla para a segunda roça da temporada, Felipeh criticou não só atitudes das cantoras no confinamento, mas também a carreira e o modo como elas se vestem. "Esse figurino de motoboy me incomoda um pouquinho", disse Felipeh, causando a indignação de Andréia Sorvetão e Débora Lyra. O jornalista também disse que Pepê e Neném estão no "ostracismo" e depois que passou a conviver com Pepê e Neném em "A Fazenda 7" entendeu os motivos pelos quais elas deixaram de fazer sucesso. Pepê e Neném pediram direito de resposta antes de darem seu voto, mas ...

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Luis Miranda (Foto: Artur Meninea / TV Globo)

Ator que vive Dorothy de “Geração Brasil” diz que mercado é pior para negro

Aos 44 anos de idade e 30 de carreira, Luis Miranda vive um momento especial. Pela primeira vez, o ator integra o elenco de uma novela como o transgênero Dorothy Benson, mãe do guru pop Brian (Lázaro Ramos)  de "Geração Brasil". Conhecido por seu intenso trabalho no teatro e no cinema, ele explicou por que demorou tanto para atuar em folhetins. "O ator negro tem pouco mercado. Ou é famoso e tem um papel legal ou está sempre fazendo o papel do entregador de pizza. Os convites que tinham me feito antes eram muito ruins. Nunca tinha aparecido um convite bacana. Você pode ser bom ator em filme, mas a panela televisiva é muito difícil de penetrar", contou ao UOL. Luis disse que além de o convite ser interessante, o que também contou foi o fato de Filipe Miguez ter escrito Dorothy ...

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martiniquefammeI

Você sabia que o Caribe só dá “flor ariana” na imaginação do autor de novela brasileiro?

As evidências mais explícitas da manutenção do projeto racista de "embraquecimento" do Brasil é a postura de concessionários públicos que atuam na mídia. São posturas marcadas pelo flagrante e impune desrespeito ao quadro de miscigenação racial do Brasil, em nome da manutenção de uma estética perversa resumida em um mantra cruel, enquanto institucionalizada, qual seja: "branquear para melhorar". por Adelson Silva de Brito no Correio Nagô Depois de uma novela como foi "lado a lado" onde "se pretendeu" dar a um casal de protagonistas negros o mesmo status dos seus pares, no caso um casal de protagonistas brancos, os arautos da pseudo-democracia racial, encastelados no círculo velado decisório da mesma emissora que dá emprego a um senhor de nome Ali Kamel, autor do livro "Não somos racistas – Uma reação aos que querem nos transformar em uma nação bicolor", na sequência, traz uma "flor do caribe" ariana. E por mais ...

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