sexta-feira, março 5, 2021

Tag: religiosidade

Adeptos das religiões afro-brasileiras foram as maiores vítimas de intolerância religiosa no país em 2019 (Foto: Marcelo Camargo/ABr)

Manifesto pede que candidaturas respeitem Estado laico; mil pastores disputam eleição

Cerca de 80 organizações da sociedade civil e centros religiosos assinaram um manifesto, divulgado na semana das eleições municipais, para pedir comprometimento das candidaturas com a laicidade do Estado. O Brasil é um Estado laico há 130 anos. Ou seja, desde 1890, diferentes legislações estabelecem que o governo não tem posição religiosa definida e que todo cidadão tem liberdade de praticar sua religião. Além disso, o Estado também deve evitar que grupos religiosos exerçam interferência em questões políticas. "Nosso país vive uma onda crescente de ódio, de violências raciais, de classe, gênero e religiosas. Não podemos reeditar a história de opressão, perseguição e discriminação religiosas, patrocinada pelo fascismo (ou pela ideia de que há um Deus verdadeiro e um Deus falso)", diz o manifesto. Segundo levantamento do portal Metrópoles, 2.093 candidatos nas eleições 2020 se identificam como líderes religiosos. A maioria são pastores, 1.012. A lista também inclui padre, bispo, ...

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(Foto: Imagem retirada do site Alma Preta)

Negritude, sororidade e afro-religiosidade

Analiso aqui dois livros recém-lançados, ambos de escritoras negras: Filha do Fogo, de 2020 e Yõnu, 2019, de Elizandra Souza e Raquel Almeida, respectivamente. Ambos publicados por selos editoriais independentes e periféricos criados pelas próprias autoras. As duas são poetas e vivem a inédita experiência de publicar um livro dedicado exclusivamente à prosa, no caso ao conto. As autoras são da mesma geração; nasceram nos anos 1980 e são de família nordestina. Raquel é de Pirituba, Zona Oeste e Elizandra é do Grajaú, Zona Sul de São Paulo. Ambas se iniciaram no candomblé recentemente e seus livros são carregados da espiritualidade que emana das religiões de matriz africana. Raquel e Elizandra engajaram-se no movimento cultural periférico antes da consolidação das redes sociais, fenômeno que explodiu na segunda década deste século. São anteriores, portanto, ao feminismo negro contemporâneo que é protagonizado pela geração tombamento e que discute questões como apropriação cultural, ...

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Famílias sem religião estão fazendo um trabalho melhor do que as demais

Um fenômeno moderno são as famílias seculares, famílias em que pai e mãe não se identificam com religiões nem crenças. Nos Estados Unidos, eles são chamados de “Nones”, por que afirmam não acreditar em nada em particular. Do Hype Science Lá, este fenômeno está dando origem a outro: o das crianças que “crescem sem Deus”. O número delas tem crescido, de cerca de 4% nos anos 1950 a 11% após 1970, segundo um estudo de 2012. Atualmente, cerca de 23% dos adultos nos Estados Unidos alegam não ter religião, e mais de 30% dos americanos entre 18 e 29 anos dizem o mesmo. E como são estas crianças, que crescem sem agradecer as refeições ou ir ao culto dominical? Como é a moral e a ética deste povo? O professor de gerontologia e sociologia Vern Bengston supervisionou o Longitudinal Study of Generations (Estudo Longitudinal de Gerações) durante 40 anos, o ...

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Plano de Aula: A história local dos afro-descendentes

Plano de Aula: A história local dos afro-descendentes

Objetivos Plano de Aula: A história local dos afro-descendentes. Estabelecer relações entre passado e presente, discutindo mudanças e permanências nas relações sociais. Estabelecer uma ponte entre o conteúdo estudado e sua vida cotidiana por meio de estudos da história local. Compreender e valorizar elementos das culturas africanas e de afrodescendência. Ampliar o conceito de cidadania, discutindo questões como respeito à diversidade, religiosidade e sincretismo, preconceito, direitos, inclusão. Anos 7º, 8º e 9º anos Tempo estimado 3 aulas e atividades extra-classe em prazo a ser definido pelo professor. Material necessário Câmeras fotográficas, gravadores ou mp3 player, computador com acesso à internet. Introdução A importância de se estudar a história de africanos e de afro-descendentes está relacionada às profundas relações que guardamos com a África. No geral, somos frutos dos encontros e confrontos entre diferentes grupos étnicos como indígenas, europeus, africanos e outros. Entendemos que história do Brasil e história da África estão ...

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