terça-feira, dezembro 1, 2020

    Tag: rolezinhos

    Comentário racista mobiliza Rolezinho das Caras Pretas em shopping de SSA

    Após ouvir comentário racista em uma loja do Salvador Shopping, localizado na capital baiana, a doutoranda Amanaiara Miranda resolveu desabafar no Facebook. O relato mobilizou o Rolezinho das Caras Pretas, que ocorrerá neste domingo (28), às 16h, no próprio conglomerado de lojas. Do Correio Nagô “No dia 13/05/2017 à tarde fui ao shopping Salvador comprar uma medicação e outros itens necessários que não encontrei no comércio da Boca do Rio. Ao chegar, fiquei numa felicidade por presenciar a cara preta de MAÍRA AZEVEDO estampada juntamente com outras caras brancas. Eu só não sabia é que essa felicidade não iria durar por muito tempo. O dia 13/05 caiu num sábado e o que estava acontecendo de diferente no shopping? O rolezinho dos/as jovens. Ao entrar numa loja e acompanhada com duas pessoas, também de cara preta e de meia idade que nem eu, ouvi uma mulher socialmente branca falar: hoje vai ser ...

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    Image processed by CodeCarvings Piczard ### FREE Community Edition ### on 2015-10-13 13:28:28Z | http://piczard.com | http://codecarvings.com

    Breve história do ódio: linchamentos, rolêzinhos e a reação racista à mobilidade social

    Os dia 31 de janeiro de 2014, cerca de 30 rapazes em 15 motos cercaram quatro adolescentes na avenida Rui Barbosa, no bairro carioca do Flamengo, aparentemente sob pretexto de que pareciam suspeitos. Dois meninos abordados conseguiram fugir. Por Luiz Eduardo Do Justificando Os outros dois viram uma pistola 9mm com um dos motoqueiros e não correram. Foram espancados. Um deles fugiu. Seu parceiro de infortúnio, um adolescente negro, foi amarrado pelo pescoço a um poste, onde o deixaram nu, sangrando como uma presa abatida. Os justiceiros foram embora. Logo surgiram mais notícias sobre a gangue de motoqueiros. Outros jovens pobres foram surrados e deixados nus, sob ameaça de linchamento. Enquanto batiam em suas vítimas, os motoqueiros as acusavam de terem cometido roubos e outros delitos. Os sinais parecem claros, mesmo que não fossem conscientes. Por que amarrar pelo pescoço a um poste? Por que deixar a vítima nua? Havia mensagens ...

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    Do Rolezinho a Ferguson: O Racismo em 2014

    Do Rolezinho a Ferguson: O Racismo em 2014

    O ano que termina foi marcado por um debate intenso acerca do racismo e o movimento negro protagonizou grandes discussões Por Joselicio Junior* O ano de 2014 foi muito intenso. Copa do Mundo no Brasil, eleições presidenciais com uma grande polarização política e ideológica. No debate racial o ano também foi bastante intenso e suscitou grandes discussões no país e no mundo. Entre o final do ano de 2013 e começo de 2014 umas das grandes polêmicas foram os fenômenos dos rolezinhos, em que os jovens organizaram grandes encontros em shoppings  para se divertir e foram duramente reprimidos pelos seguranças privados e pela polícia. Essas ações provocaram um grande debate, pois escancararam a segregação na sociedade brasileira e como ela é determinante para definir os espaços que negros, pobres e periféricos podem frequentar, ou de que forma podem frequentar. Sem a pretensão de instrumentalizar os rolezinhos – mas com o objetivo ...

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    Um ano após polêmica, ‘rolezinho’ vira negócio

    "Nós transformamos o 'rolezinho' em algo para a comunidade." A afirmação é de Jonathan David, de 22 anos, o MC Chaverinho. Um ano depois de virar polêmica na cidade, os encontros de adolescentes migraram dos shoppings para as praças. A brincadeira, que teve início com adolescentes cantando funk nos centros comerciais, tornou-se trabalho e negócio. Do Diáriode Pernambuco Se em 2013 os "rolezinhos" foram até proibidos por liminar da Justiça e mobilizaram tropas da Polícia Militar, por causa de episódios de violência, agora tentam apresentar-se como alternativa cultural. Chaverinho e outros parceiros MCs, chamados pela Prefeitura de São Paulo, criaram a Associação Rolezinho: a Voz do Brasil e firmaram acordo com a Secretaria Municipal de Igualdade Racial, no início do ano. De lá para cá, foram organizadas nove edições do chamado Rolezinho da Cidadania, que passou por bairros como Artur Alvim e Guaianases, na zona leste, e Parelheiros e o ...

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    O Reich tropical: a onda fascista no Brasil

    O germe do ódio está às soltas no Brasil pronto para linchar física e moralmente todo aquele que não for branco, heterossexual, rico e cheio de bens de consumo por Rosana Pinheiro-Machado A história do início do século 21 parece repetir a do século 20. De um lado, insurgências populares eclodem aqui e acolá. De outro, há o claro crescimento da extrema direita conservadora. Mas há uma diferença significativa, e profundamente preocupante, entre o passado e o presente. Desencantada de sua história e imersa em pequenos conflitos que causam grandes desgastes, a esquerda hoje está muito mais fraca do que há cem anos*. O desequilíbrio entre uma esquerda enfraquecida e uma direita que detém o monopólio do capital financeiro e informacional, sem sombra de dúvidas, pesa para um único lado. Se Celso Russomanno (PRB) e o Pastor Feliciano (PSC) não tivessem sido os deputados mais bem votados em São Paulo, ...

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    "O voto do jovem da classe C vai ser preponderante"

    “O voto do jovem da classe C vai ser preponderante”

    O presidente do instituto Data Popular, Renato Meirelles, repercute pesquisa "A Relação dos Jovens com a Política", que mostra a importância do jovem da classe C nas próximas eleições. Apesar de 81% dos brasileiros entre 18 e 30 anos considerar a política um assunto importante, só 32% afirmam entender de política. "É como se a política fosse analógica e o jovem fosse digital", avalia Meirelles em entrevista a Sonia Racy, do Estadão Sete em cada dez brasileiros entre 18 e 30 anos acreditam que seu voto pode mudar o País. A informação foi revelada pelo presidente do instituto de pesquisas Data Popular, o publicitário Renato Meirelles, ao blog de Sonia Racy, do Estadão. O dado faz parte da pesquisa "A Relação dos Jovens com a Política", que mostra ainda que 58% dos jovens acham que o Brasil seria melhor sem partidos. "O voto do jovem da classe C vai ser preponderante (nas próximas eleições). ...

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    Racismo e agressão física a menores no Center Shopping de Uberlândia, Minas Gerais

    Tania Pacheco – Combate Racismo Ambiental Center Shopping de Uberlândia O episódio abaixo, registrado por celular por pessoas presentes, aconteceu no dia 31 de maio, num shopping de Uberlândia. Como pode ser visto (e é narrado, abaixo do vídeo, pelo Pai de um dos adolescentes), eles estavam simplesmente sentados, aguardando uma amiga que havia ido comprar seu lanche e que chega em seguida. A partir daí, o vídeo não necessita de comentários. E a indignação é de cada um/a de nós. Espero que efetivamente Marcos Paulo leve a questão à Justiça e vá até o fim. Não só por seu filho e companheiros dele, mas para ajudar também a acordar esta sociedade doente! Marcos Paulo, via  Mirt’s Sants: Ontem meu filho, sobrinho e mais dois amigos foram agredidos física e moralmente por pessoas que se dizem seguranças do Center Shopping e da Rodobam. Vejam nos vídeos como eles agrediram esses jovens negros, alegando que ...

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    Paulo Lins e a construção da identidade negra

    A construção da identidade negra através da cultura africana, a origem do samba, o surgimento das escolas de samba e a umbanda são temas do novo livro de Paulo Lins, “Desde Que o Samba é Samba”, lançado quinze anos após "Cidade de Deus", seu primeiro sucesso. “Porque quando o negro começou a votar, os políticos se viram obrigados a negociar os votos desta população negra através de seus líderes e os líderes da comunidade negra eram justamente as mães de santo e os sambistas”, comenta. O escritor fala também sobre o caso Amarildo, os rolezinhos e atuação da polícia militar nas favelas cariocas hoje e no período em que se passaram as histórias de Cidade Deus.  O escritor Paulo Lins, autor de Cidade de Deus, que deu origem ao filme homônimo, fala sobre o seu novo livro, “Desde Que o Samba é Samba”, em entrevista ao site Livre Opinião. Lançado 15 anos após ...

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    "Não quero estar associado a esse pessoal" Marcas de grife têm vergonha de seus clientes mais pobres, diz Data Popular

    “Não quero estar associado a esse pessoal” Marcas de grife têm vergonha de seus clientes mais pobres, diz Data Popular

    por Camila Neumam Os rolezinhos (encontros de jovens da periferia em locais frequentados pela classe média alta) causaram barulho não somente nos shoppings, mas no mercado das marcas de luxo.  Algumas delas consultaram o Instituto Data Popular, especializado em dados de mercado desse segmento, para pedir orientações de como desvencilhar sua imagem dos frequentadores das reuniões. "Boa parte das marcas tem vergonha de seus clientes mais pobres. São marcas que historicamente foram posicionadas para a elite e o consumidor que compra exclusividade pode não estar muito feliz com essa democratização do consumo", disse Renato Meirelles, diretor do Data Popular. Meirelles não informa quais marcas procuraram o instituto. Mas diz que os rolezinhos aumentaram a procura. "Algumas empresas me procuraram dizendo 'minha marca está virando letra de música, febre na periferia e não quero estar associado a esse pessoal'", disse. Segundo Meirelles, antes de qualquer mudança, ele orienta a empresa a entender o motivo desse público ...

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    luizabairros

    Nota de solidariedade da CUT a Luiza Bairros

    Secretaria de Mulheres e Secretaria Nacional de Combate ao Racismo repudiam ofensa de jornalista à Ministra Escrito por: CUT Nacional Com surpresa e indignação nos deparamos com um texto do jornalista Cláudio Humberto, colunista do Jornal Metro, onde ele ofendeu Luiza Helena de Bairros, Ministra-Chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Brasil, após ela se manifestar sobre as recentes repressões ao "rolezinho". Ele se sentiu confortável o bastante para chamar uma Ministra de Estado de anta, ao mesmo tempo que defende a tese de que não existiriam brancos no país. O Racismo brasileiro já foi amplamente denunciado por movimentos e intelectuais. Em dezembro de 2013 a ONU, através de uma comissão especial em visita ao Brasil, mais uma vez declarou: "Os afro-brasileiros não serão integralmente considerados cidadãos plenos sem uma justa distribuição do poder econômico, político e cultural", reforçando a ideia do racismo como estruturante das ...

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    Sobre “rolezinhos” nos shoppings e a intolerância - Por: Dennis de Oliveira

    Sobre “rolezinhos” nos shoppings e a intolerância – Por: Dennis de Oliveira

    Quando eu tinha 14 anos, eu e um amigo meu de escola fomos ao Shopping Center Ibirapuera para procurar emprego. Estávamos, para nossos padrões, com a nossa melhor roupa. Claro que a nossa ida ao shopping não era motivada apenas pela necessidade de emprego, mas também tínhamos intenção de passar por lá – fazer um "rolezinho". O Shopping Ibirapuera era, para nós, um lugar sofisticado, que a gente reservava para fazer os passeios mais "chiques" – não comprávamos absolutamente nada (até porque grana não havia), no limite íamos ao cinema quando dava ou comíamos um lanchinho. Era uma sexta feira, final da tarde, quando de repente um barulho denunciava que alguém tinha soltado alguma bombinha (destas de festas juninas) dentro do shopping. Uma mulher aparentando uns 30 anos nos viu e cochichou ao vigilante. Atônitos, eu e meu colega fomos agarrados – um em cada mão – pelo brutamontes que ...

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    Kaique e os rolezinhos: o lugar de cada um – por Eliane Brum

    A lógica que criminalizou os rolezinhos é a mesma que levou a polícia a registrar a morte do adolescente Kaique Augusto Batista dos Santos como suicídio, antes de qualquer investigação. Kaique e os rolezinhos: o lugar de cada um - por Eliane Brum A morte do adolescente Kaique Augusto Batista dos Santos e os rolezinhos não coincidem apenas no calendário. Dizem de um lugar: onde é “natural” encontrar um jovem negro e pobre, onde não é “natural” encontrá-lo. A lógica que determina a criminalização prévia dos rolezinhos e a não criminalização prévia da morte de Kaique – acontecimentos que moveram São Paulo e parte do país nos últimos dias – é a mesma. Ela indaga por territórios e revela leis não escritas. Primeiro, quem é Kaique, já que sobre os rolezinhos estamos bem mais informados. O adolescente foi encontrado morto no sábado (11/1), próximo a um ...

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    Polícia notifica jovens em shopping por reconhecer o ‘naipe’

    Polícia notifica jovens em shopping por reconhecer o ‘naipe’

    por Gisele Brito, São Paulo – O grupo com oito rapazes só andava. Mas quando chegaram, por volta das 17h, todos sabiam que eram eles. Os seguranças, que já estavam descrentes na "ameaça" do rolê, começaram a fazer sinais. “Fica de olho”, disse um para o outro. Eu também sabia. Havia chegado uma hora antes e circulado pelo shopping Center Norte, cujo slogan é "Shopping da família". A maioria dos clientes e dos vendedores era branca, às 15h30. Nenhum dos que circulavam entre as lojas usava tênis colorido de corrida. Quando eles chegaram, todos sabiam que eram eles porque usavam esses tênis de cor berrante, camisetas com estampas coloridas, bonés e correntes de ouro. Um figurino de R$ 1.000. E tinham jeitão que avisava: era um rolezinho. Fora a indiscrição da indumentária do grupo, não faziam nada diferente de quem vai passear num shopping. O primeiro que veio me cumprimentar tinha ...

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    Os loucos, os normais e o Estado por ELIANE BRUM

    Rolezinhos: O que estes jovens estão “roubando” da classe média brasileira – por Eliane Brum

    Os novos “vândalos” do Brasil O rolezinho, a novidade deste Natal, mostra que, quando a juventude pobre e negra das periferias de São Paulo ocupa os shoppings anunciando que quer fazer parte da festa do consumo, a resposta é a de sempre: criminalização. Mas o que estes jovens estão, de fato, “roubando” da classe média brasileira? O Natal de 2013 ficará marcado como aquele em que o Brasil tratou garotos pobres, a maioria deles negros, como bandidos, por terem ousado se divertir nos shoppings onde a classe média faz as compras de fim de ano. Pelas redes sociais, centenas, às vezes milhares de jovens, combinavam o que chamam de “rolezinho”, em shopping próximos de suas comunidades, para “zoar, dar uns beijos, rolar umas paqueras” ou “tumultuar, pegar geral, se divertir, sem roubos”. No sábado, 14, dezenas entraram no Shopping Internacional de Guarulhos, cantando refrões de funk da ostentação. Não roubaram, ...

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