quarta-feira, setembro 16, 2020

    Tag: violência racial e policial

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    Combate à violência contra a juventude negra e de redução da letalidade nas operações realizadas pelos profissionais de segurança pública e privada

    - Dados extraídos do Mapa da Violência 2011, Os Jovens do Brasil (Julio Jacobo Waiselfisz, mapa da violência) revelam que, no total da população, o número de vítimas de homicídios de cor ou raça branca diminuiu em 22,3%, entre 2002 e 2008. Entre os negros (pretos e pardos), o percentual de vítimas de homicídio cresceu em 20,2%, no mesmo período. - Em 2002, foram vítimas de homicídios, proporcionalmente, 45,6% mais negros do que brancos. Em 2005, pelo mesmo motivo, morreram 80,7% mais negros que brancos e, em 2008, morreram 111,2% mais negros que brancos. O Estado do Paraná foi a única unidade da Federação em que houve mais homicídios contra brancos do que contra negros. - Entre os jovens (de 15 a 25 anos), os números revelam que a vitimização negra é ainda mais intensa do que no total da população. Entre 2002 e 2008, os homicídios contra os jovens ...

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    Violência Racial e Genocídio do Negro ( Afrodescendente ) no Brasil

    Violência Racial e Genocídio do Negro ( Afrodescendente ) no Brasil

    A cidade de São Paulo, tem ficado cada dia mais violenta e, esta violência incide em maior proporção sobre os negros, em conseqüência das raízes históricas deste país, que foi estruturado no trabalho escravo da época colonial e na exploração racial pós abolição da escravatura. O racismo que ganhou nova roupagem nos dias atuais é o principal fator pela condição de miséria do negro e da violência por ele sofrida, como demonstra os estudos realizados para verificar as condições de vida da população brasileira. Baseados no IDH ( Índice de Desenvolvimento Humano ) da ONU, Organização das Nações Unidas, onde o Brasil se encontra em 63º lugar, colocação de países de médio desenvolvimento humano. Os pesquisadores Wânia Sant'Ana e Marcelo Paixão fizeram o mesmo estudo para negros e seus descendentes isoladamente e a colocação é 120º, colocação que denota as péssimas condições de vida do negro brasileiro. Quanto à Educação, ...

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    Mapa da Violência 2011: Ministro da Justiça defende retomada da política de desarmamento

    Para Cardozo, desarmamento ajuda a derrubar índice de homicídio   O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse nesta quarta-feira (24) que o governo federal irá retomar políticas de desarmamento da população. A declaração foi dada após divulgação dos números do Mapa da Violência 2011 - Os Jovens do Brasil, que reúne dados de 1998 a 2008. Em 2003 foi instituído o Estatuto do Desarmamento e a campanha para a entrega voluntária de armas. A taxa de homicídios nacional, medida em mortes a cada 100 mil habitantes, caiu de 28,9 para 25,8 entre 2003 e 2005. Já Entre 2007 e 2008 voltou a subir, passando de 25,2 para 26,4 homicídios a cada 100 mil pessoas. - Se alguém tinha alguma dúvida de que a política de desarmamento tinha resultados, os números mostram isso de forma clara. Isso quebra os argumentos daqueles que acham que o armamento da população é uma ...

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    Atentado contra homossexual no Rio pode ter tido participação de militares

    Rio de Janeiro - Apesar de o Comando Militar do Leste negar a participação de militares no atentado contra um estudante que participou da Parada Gay, no último domingo, no Rio de Janeiro, a Polícia Civil não descartou essa possibilidade. Foi o que afirmou nesta terça-feira (16/11) o delegado Fernando Veloso, titular da delegacia do bairro do Leblon (zona sul da cidade), onde o caso foi registrado. “A investigação é recente, começou agora. Por enquanto, a gente não pode eliminar nenhuma possibilidade”, disse Veloso.O delegado confirmou o envio de um ofício ao Exército solicitando a relação completa dos militares que estavam de serviço no último domingo no Forte de Copacabana, que fica próximo ao local onde o estudante foi baleado. Além da presença dos oficiais com a lista, prevista para a próxima quinta-feira, Veloso também espera o comparecimento da vítima "para tentar fazer o reconhecimento, por foto, do suposto autor”.Em ...

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    A criminalidade negra no banco dos réus - desigualdade no acesso à justiça penal

    A criminalidade negra no banco dos réus – desigualdade no acesso à justiça penal

    Coordenação: Sérgio Adorno Equipe: - Amarylis Nóbrega Ferreira - Cristina Eiko Sakai - Leila Maria Vieira de Paula (Geledés) - Jacqueline Sinhoretto - Marcelo Gomes Justo - Sonia Maria P. Nascimento (Geledés) (pesquisadores) Assessoria: - Angélica Mello de Almeida (jurídica, Geledés) - Eliana Blumer Trindade Bordini (estatística) - Mauricio Pereira Nunes (informática) - Túlio Kahn (informática) - Carlos César Grama (informática) - Mário Eduardo Bianconi Baldini (informática) - Raquel Mitiyo Uyeda (informática) Instituto da Mulher Negra - Geledés, FORD, FAPESP e CNPq Resumo Pesquisa realizada em convênio entre NEV/USP e Geledés-Instituto da Mulher Negra (São Paulo). Apoio da Fundação FORD, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP. A igualdade jurídica constitui um dos princípios fundamentais da democracia moderna. Como se sabe, este modelo jurídico-político sustenta que todos os cidadãos devem gozar de iguais direitos ...

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    PMs acusados de matar motoboy deixam a prisão em SP

    Os 12 policiais militares acusados de assassinar o motoboy Eduardo Luís Pinheiro dos Santos, 30, no dia 10 de abril foram soltos na madrugada desta sexta-feira. Segundo os advogados deles, a libertação ocorreu devido o fim da prisão temporária de 30 dias. Por Afonso Benites, da Folha Getty Images Ainda não foi feito nenhum pedido de prorrogação da prisão do grupo. O promotor Marcos Hideki Ihara, do 2º Tribunal do Júri de Santana, informou, por intermédio da assessoria de imprensa, que só recebeu o relatório do caso ontem e, por isso, ainda não fez nenhum pedido de prorrogação de prisão. Os PMs Raphael Souza Cardoso, Nelson Rubens Soares, Alexandre Seidel, Wagner Aparecido Rosa, Ismael Pereira de Jesus, Rodrigo Monteiro, Antonio Sidnei Rapelli Júnior, Jair Honorato da Silva Junior, Fernando Martins Lobato, Andressa Silvestrini Sartoreto, Rafael Silvestre Meneguini e Jordana Gomes Pereira deixaram o presídio militar Romão Gomes pouco ...

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    Negro, não

    Indesculpável

    Por: Edson Lopes Cardoso Os promotores Maurício Lopes e Marcelo Rovere encaminharam denúncia à Justiça contra quatro soldados da PM paulista que assassinaram Alexandre Menezes dos Santos, no dia 8 de maio. Os promotores argumentam que não se pode dissociar o crime de suas circunstâncias agravantes que envolvem preconceito racial. A denúncia foi aceita por juíza da 1ª Vara do Tribunal do Júri.   Os quatro militares interrogados (Carlos Magno dos Santos Diniz, Ricardo José Manso Monteiro, Márcio Barra da Rocha e Alex Sandro Soares Machado) não souberam precisar o motivo que teria justificado a abordagem violenta e brutal. "Talvez", declararam os promotores, "pela única circunstância de se tratar de pessoa negra e pobre". Uma nota de rodapé no texto da denúncia dos promotores explica que o Boletim de Ocorrência registrou a vítima como parda.   Afonso Benites, da equipe de reportagem da "Folha de S. Paulo" (edição de 18 ...

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    13 de maio: da Lei Áurea à essência escravocrata da direita

    No ano de 1983, uma foto estampada na primeira página do Jornal do Brasilrenderia ao seu autor, o repórter-fotográfico Luiz Morier, o Prêmio Esso de fotojornalismo. Nela, um grupo de negros atados pelo pescoço por uma corda é levado pela polícia, após uma das frequentes batidas em favelas do Rio de Janeiro. Assemelhando-se àquelas pinturas do século 19, em que aparecia o capataz com seu chicote ao lado de escravos amarrados, a fotografia de Luiz Morier era encimada por um sugestivo título: "Todos negros" A pergunta remete a duas questões que permanecem dolorosamente atuais: por que a data referência da libertação dos negros continua sendo o 13 de maio e qual é seu exato significado? Talvez o questionamento mereça mais desdobramentos. Por que a crença de que vivemos numa democracia racial permanece tão enraizada no pensamento da maioria da população brasileira quando, ao nos determos no cotidiano social deste país, percebemos ...

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    Detalhamento dos óbitos

    Detalhamento dos óbitos

    Por: Edson Lopes Cardoso O que fizeram os jovens negros para merecerem um castigo tão extremo - a pena de morte? A pergunta tem que ser formulada desta maneira, porque numa sociedade sem racismo os culpados são os assassinados e sua conduta delituosa.   Por que temos tanta dificuldade para reagir diante dessa desumanidade? Séries estatísticas divulgadas com regularidade impressionante pela mídia, com base em fontes as mais diversas, são a expressão de uma tendência social que não deixa margem a dúvidas. Como disse Nélson Rodrigues numa crônica famosa: "nós não gostamos de negros". Demonstramos nossa verdade existencial mais profunda quando torturamos e matamos adolescentes criminalizados.   De outra forma, morre-se também nos baixos desvãos do poder. Após quase vinte anos de diálogo institucional, preferimos a adulação, a anulação do caráter, o oportunismo individualista. Preferimos o auto-elogio, as referências hipócritas ao "massacre de Sharpeville" em ritos e cerimônias cujo caráter ...

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    O mapa da violência racial

    Por Luciano Martins Costa, do Observatório da Imprensa O Estado de S.Paulo é o único dos grandes jornais brasileiros a dar atenção ao Mapa da Violência 2010 em sua edição de papel, na quarta-feira (31/3), embora outros órgãos da imprensa tenham publicado reportagens sobre o assunto em suas edições online de terça (30). O estudo, elaborado pelo sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, informa que o Brasil teve, em dez anos, mais de 512 mil assassinatos. A situação melhorou nas grandes cidades nos últimos anos, mas vem piorando no interior do país. Os últimos dados compilados, referentes ao ano de 2007, dizem que 117 brasileiros são assassinados todos os dias. O trabalho realizado pelo Estadão em cima das estatísticas tem maior importância do que as reportagens mais ou menos apressadas publicadas na internet pelos concorrentes porque trata de esquadrinhar os números para mostrar certas características perversas da distribuição da violência na sociedade ...

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    mapaviolencia

    Mapa da violência 2010 – Anatomia de Homicídios no Brasil

    Criada no início do processo preparatório da III Conferência Mundial contra o Racismo, essa lista tem como objetivo estabelecer um canal de informação entre as mulheres negras organizadas e a comunidade negra em geral. Serão discutidas questões relacionadas às discriminações de gênero, raça e classe, bem como outros temas de interesse desse comunidade. Utilizando recursos disponíveis na internet, esperamos propiciar um ambiente de trocas de opiniões, planejamento de ações e discussão de políticas públicas para a população negra. Fazem parte dessa lista as organizações de mulheres negras e pessoas interessadas na discussão dos temas dentro de perspectiva feminista negra. Pedimos a compreensão de [email protected] no sentido de nos ajudar a manter essa importante ferramenta de comunicação dentro de seus propósitos originais {rsfiles path="Mapa-da-Violencia2010.pdf" template="default"}

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    genocidio da juventude negra

    Ata da primeira reunião ordinária da comissão de direitos humanos da segunda sessão legislativa da décima quinta legislatura

    Aos doze dias do mês de fevereiro do ano de dois mil e quatro, às quatorze horas e trinta minutos, no Plenário José Bonifácio da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, realizou-se a Primeira Reunião Ordinária da Comissão de Direitos Humanos, da Segunda Sessão Legislativa da Décima Quinta Legislatura, presidida pelo senhor deputado Renato Simões. Presentes os senhores deputados Maria Lúcia Prandi, Rosmary Corrêa, Edson Aparecido (efetivos), Ana do Carmo e Marcelo Cândido (substitutos). Presentes ainda os senhores deputados Conte Lopes, Edson Ferrarini, Nivaldo Santana, Ubiratan Guimarães e Vaz de Lima, acompanhando os trabalhos da Comissão. Ausentes os senhores deputados Ítalo Cardoso, Roberto Alves, Havanir Nimtz, Giba Marson e Jorge Caruso. Os deputados Roberto Alves e Havanir Nimtz enviaram ofícios justificando as suas ausências. Havendo número regimental, o senhor presidente declarou aberta a reunião. Após, comunicou o objetivo da reunião: ouvir o depoimento de familiares e discutir os fatos que ...

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    Mulheres agredidas por PM serão indenizadas no Rio

    Ele as xingou, atacou com cabo de vassoura e ainda tentou atingi-las com foice e pá   O Estado do Rio de Janeiro terá que indenizar duas mulheres que foram agredidas por um policial militar. A decisão é do desembargador Sérgio Jerônimo Abreu da Silveira, da 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça. Cada uma receberá R$ 10 mil a título de dano moral. Elas contam que o policial vinha perseguindo seus filhos na rua e foram tirar satisfação. Descontrolado, o PM as xingou, atacou com um cabo de vassoura e ainda tentou atingi-las com uma foice e uma pá. Na 1ª Instância, o Estado foi condenado a pagar R$ 2.500 para cada. Inconformadas, elas recorreram e o desembargador decidiu elevar o valor da indenização. Para o relator do processo, desembargador Sérgio Jerônimo Abreu da Silveira, o agressor tem o dever, pela função que exerce, de proteger os cidadãos e não agredi-los. - O ...

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    Racial Violence: A reading on homicide data in Brazil

    In Observance of Human Rights Day 2009 "Embrace diversity end discrimination" Global Rights and the Institute of Black Woman - Geledes, from Brazil,  invite you  to share the findings of a two year project on racial profiling and police brutality against Afro Brazilian Youth. Racial Violence: A reading on homicide data in Brazil With Rodnei Jerico Da Silva, Director of the S.O.S project of Geledes and Suelaine Carneiro, Coordinator of the Research Department We hope that you will join us! This presentation will be in Portuguese, with simultaneous interpretation into English A light lunch will be provided Rodnei Jerico Da Silva is a lawyer,  He is the current coordinator of the S.O.S. racism project, a program that offers legal assistance to victims of racial discrimination. He has a graduate degree on human rights  from the University of Sao Paulo and he has a specialization of International Law from Columbia University. Suelaine ...

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    em-depoimento-a-policia-ele-afirmou-que-ja-havia-matado-quatro-pessoas

    Polícia mata mais do que assassinos em três regiões

    Fonte: Estado de São Paulo -   As mortes em supostos confrontos com a polícia já são um problema maior do que os homicídios em três regiões do Rio. Segundo os números do Instituto de Segurança Pública, em São Cristóvão/Mangueira, Grande Tijuca e em Copacabana/Leme há mais assassinatos concentrados nas mãos de policiais do que na de civis. Para o diretor do Fundo Brasil de Direitos Humanos e professor da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas, Oscar Vilhena, a informação revela que a situação no Rio está totalmente fora de controle. "Não há nenhum indício, em nenhum lugar do mundo, que uma polícia violenta resulta em uma sociedade mais segura." O tema também foi discutido entre a Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navanethem Pillay, e o governador Sérgio Cabral, na manhã de ontem. Pouco depois do encontro, em visita à Unidade de Policiamento Pacificadora (UPP) ...

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    genocidio da juventude negra

    A violência racial no Brasil – Todo camburão tem um pouco de navio negreiro

    Marcelo Yuka "Todo camburão tem um pouco de navio negreiro" O que há de comum entre um guerrilheiro vietcong em combate contra o exército norte-americano - o mais poderoso da Terra - na guerra do Vietnã, na década de 1960, e um jovem negro do Capão Redondo, periferia de São Paulo, hoje? Ambos morrem cedo, muito cedo, com vantagem para o guerrilheiro vietcong. Enquanto um combatente no Vietnã, enfrentando a maior potência militar do planeta, tinha uma expectativa média de vida de oito anos, o jovem negro do Capão Redondo não deve esperar viver mais do que cinco, a partir do momento em que passa a pertencer aos quadros dos soldados do tráfico. Os dados do antropólogo Luiz Eduardo Soares, ex-secretário Nacional de Segurança Pública, podem assustar ou soar alarmistas, mas o que fazem mesmo é dar uma idéia mais aproximada da realidade de que, apesar das aparências de paz, ...

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    A violência racial no Brasil - Todo camburão tem um pouco de navio negreiro

    A violência racial no Brasil – Todo camburão tem um pouco de navio negreiro

    Marcelo Yuka "Todo camburão tem um pouco de navio negreiro" O que há de comum entre um guerrilheiro vietcong em combate contra o exército norte-americano - o mais poderoso da Terra - na guerra do Vietnã, na década de 1960, e um jovem negro do Capão Redondo, periferia de São Paulo, hoje? Ambos morrem cedo, muito cedo, com vantagem para o guerrilheiro vietcong. Enquanto um combatente no Vietnã, enfrentando a maior potência militar do planeta, tinha uma expectativa média de vida de oito anos, o jovem negro do Capão Redondo não deve esperar viver mais do que cinco, a partir do momento em que passa a pertencer aos quadros dos soldados do tráfico. Os dados do antropólogo Luiz Eduardo Soares, ex-secretário Nacional de Segurança Pública, podem assustar ou soar alarmistas, mas o que fazem mesmo é dar uma idéia mais aproximada da realidade de que, apesar das aparências de paz, ...

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    Violência Racial: Uma leitura sobre os dados de homicídios no Brasil

    Há uma morte negra que não tem causa em doenças; decorre de infortúnio. É uma morte insensata, que bule com as coisas da vida, como a gravidez e o parto. É uma morte insana, que aliena a existência em transtornos mentais. É uma morte de vítima, em agressões de doenças infecciosas ou de violência de causas externas. É uma morte que não é morte, é mal definida. A morte negra não é um fim de vida, é uma vida desfeita, é uma Átropos ensandecida que corta o fio da vida sem que Cloto o teça ou que Láquesis o meça. A morte negra é uma morte desgraçada (BATISTA, ESCUDER e PEREIRA, 2004). Os dados estatísticos de mortalidade por homicídios vêm ocupando destaque nas discussões sobre violência no Brasil. O tema é foco de análises e debates em instituições acadêmicas, organizações da sociedade civil e pela sociedade em geral, que procura ...

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