terça-feira, novembro 24, 2020

    Tag: arte africana

    Angola: Semba é tema de debate em festival internacional

    A promoção dos ritmos africanos, em particular o semba e kizomba, ganha corpo desde hoje, até ao dia 5 de Janeiro, na capital do país, com a realização da primeira edição do Luanda Semba Festival Internacional, que privilegia o intercâmbio cultural entre bailarinos e pesquisadores de várias nacionalidades, disse, ontem, ao Jornal de Angola, um dos membros da organização. Por Manuel Albano, Do Jornal Angola  Reprodução/Facebook No primeiro dia de debates, afirmou, esteve em discussão, numa das unidades hoteleiras de Luanda, o tema “Ritmos e Danças”, apresentado pelo professor de danças africanas Pedro Tomás “Pitchú”, do Ballet Kilandukilo, radicado em Portugal, há mais de 25 anos. Na sequência das actividades, foram a debate as origens do kizomba e semba, o afro house, Footwork, um estilo de house e street dance, kizomba-footwork, semba social e cultural shock e amareness. De acordo com o porta-voz da organização do festival, ...

    Leia mais
    Museu Quai Branly - Getty Images

    Os museus em França devem devolver os tesouros roubados a África, diz um relatório encomendado pelo presidente francês

    O documento, encomendado pelo presidente francês, pode ter um grande impacto nos museus europeus no Visão.Sapo Museu Quai Branly - Getty Images Está à vista de todos. Muitos museus europeus (sobretudo de antigas potências colonizadoras) estão cheios de obras de arte africanas. É um facto conhecido por todos que estes tesouros não foram propriamente oferecidos. Agora, um relatório de dois académicos, a quem o presidente francês Emmanuel Macron pediu propostas para a restituição de peças de herança cultural africana, vem dizer inequivocamente que as obras que foram retiradas e enviadas para França sem o consentimento dos países de origem devem ser devolvidas se os mesmos países de origem as pedirem. Este processo de restituição - continua o relatório dos académicos Bénédicte Savoy e Felwine Sarr, a que o jornal The New York Times teve acesso - deve ser feito de forma colaborativa, com a informação a ...

    Leia mais
    Quadro de Ben Enwonwu retrata a filha de um rei da tribo yoruba | Foto: Ben Stansall / AFP / CP

    “Mona Lisa africana” é reencontrada em Londres após 43 anos desaparecida

    Obra foi achada em apartamento no norte da capital inglesa e será leiloada no final do mês no Correio do Povo Quadro de Ben Enwonwu retrata a filha de um rei da tribo yoruba | Foto: Ben Stansall / AFP / CP "Eu penso nela como a Mona Lisa africana", refletiu o poeta Ben Okri enquanto olhava para o retrato de uma princesa nigeriana que recentemente apareceu em um apartamento de Londres. A obra pintada por Ben Enwonwu, em 1974, retrata Adetutu "Tutu" Ademiluyi, filha de um rei iorubá, assumiu um status quase mítico na Nigéria. Havia sido vista pela última vez um anos depois de sua final, mas agora está à venda após sua redescoberta surpresa. "É uma pintura lendária há 40 anos, todos continuam falando sobre ela, perguntando 'onde está Tutu?'", disse o escritor vencedor do prêmio Booker. Como figura cultural nigeriana proeminente no ...

    Leia mais

    CCBB do Rio recebe mostra sobre arte africana contemporânea

    Exposição que estreia em janeiro é a maior do gênero já realizada no país Do  NOTÍCIAS AO MINUTO © Courtesy Kudzanai Chiurai and the Goodman Gallery O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio recebe a partir de 20 de janeiro 'Ex Africa', a maior mostra sobre arte africana contemporânea já realizada no Brasil. A exposição reunirá trabalhos de 20 artistas, de oito países, numa cuidadosa seleção de mais de 80 obras. Fotografias, pinturas, esculturas, performances, vídeos e uma gigantesca instalação assinada pelo ganês Ibrahim Mahama (em cada cidade ele vai construir uma instalação particular, com materiais usados e doados por trabalhadores locais) se relacionam na exposição por meio de quatro eixos distintos: Ecos da História, Corpos e Retratos, O Drama Urbano e Explosões musicais. A interseção desses eixos mostra que o continente africano vive um contínuo e efervescente processo de renovação criativa e artística, sublinha o curador da exposição, Alfons ...

    Leia mais

    Os antropólogos olham para a obra de Picasso. Até que enfim!

    O Museu do Quai Branly, em Paris, investiga a relação do pintor com a arte não ocidental. Por Isabel Salema Do Publico Depois da exposição dedicada às suas esculturas, pensávamos já ter visto todo o Picasso a que tínhamos direito. Mas ainda há mais a descobrir sobre o artista espanhol. E não se trata de explorar um pormenor qualquer para conseguir milhares de visitantes nas bilheteiras. O Museu do Quai Branly, em Paris, investiga a relação do pintor com a arte não ocidental que o levou a caminhos nunca antes explorados pela arte europeia e ao nascimento daquilo que hoje conhecemos como arte moderna. Picasso Primitivo, até finais de Julho, oferece “um olhar totalmente inédito”, diz o comunicado de imprensa da instituição, “sobre a estreita relação que une Picasso e as artes de África, Oceânia, Américas e Ásia”. Não se trata de procurar apenas “as provas de inspiração”, como se fez ...

    Leia mais

    “Definir a arte africana hoje é definir a própria África”

    Artistas contemporâneos do continente interpretam questões cruciais Por Ana Ferraz, do Carta Capital  As obras de alguns dos mais representativos artistas africanos contemporâneos poderão ser vistas na exposição AquiÁfrica, no Sesc Belenzinho (São Paulo. Até 28 de fevereiro), em São Paulo. Questões cruciais para o continente, tais como xenofobia, imigração, tradições culturais e sistemas de poder, são interpretadas por 13 pintores, escultores, cineastas e fotógrafos da Costa do Marfim, Mauritânia, Camarões, Congo, Angola, Senegal, Burkina Fasso, Nigéria, Zimbábue, Benin, República do Congo e Gana. “Definir a arte africana hoje é definir a própria África”, afirma a curadora Adelina von Fürstenberg. Entre os artistas que vieram ao País produzir o trabalho está o camaronês Barthélémy Toguo, autor de instalações baseadas em sistemas de acumulação de objetos. Em Estrada para o Exílio (foto), madeira, tecido, garrafas PET e sacolas constituem uma simbólica nau multicolorida. O fotógrafo Leonce Raphael Agbodjelou, do Benin, capta a vida ...

    Leia mais

    Livro reúne produção artística de 13 povos da África

    No recém-lançado 'África em Artes', o estudioso Renato Araújo analisa 15 das cem obras do acervo do Museu Afro Brasil, a maioria adquiridas após o fim do período colonial, representativas de 13 povos por Ana Ferraz Do Carta Capital Da esquerda para a direita: Máscara Mwana Pwo, Povo Tchokwe da Angola; Cachimbo, Povo Bamileque dos Camarões; Estatueta, Povo Attie da Costa do Marfim; Máscara Egungun, Povo Iorubá da Nigéria Quando o antropólogo alemão Leo Frobenius (1873-1938), há mais de 110 anos, descobriu na África cabeças de bronze que representavam os reis de Ifé – reinado que teria florescido entre os séculos XII e XV -, ficou emocionado e atônito. Tamanha era a sofisticação das esculturas, a rivalizar em beleza e perfeição com o que de melhor os gregos e romanos produziram, que o explorador teve certeza de estar diante de obras da mítica Atlântida. Depois de mais de cem anos ...

    Leia mais

    Sesc Vila Mariana propõe resgate da herança africana

    O projeto Sankofa - Memórias de Mão Dupla enfoca diversas linguagens, com destaque para a música de matriz africana Durante todo o mês de Novembro, o Sesc Vila Mariana apresenta o projeto Sankofa - Memórias de Mão Dupla, que busca a ressignificação das tradições e heranças africana mundo afora. O projeto conta com doze apresentações musicais, propondo uma amostra das releituras possíveis da rica tradição musical africana. Já na primeira semana do mês, os trabalhos iniciam-se com as apresentações de Lei Di Dai, que, em formato DJ e MC, apresenta a sonoridade Dancehall Reggae, e de Fernanda de Paula, enfocando cânticos de candomblé e também composições de nomes consagrados como Baden Powell, Vinícius de Moraes e Pixinguinha. As apresentações, gratuitas, acontecem na Praça de Eventos, às 13h30, nos dias 1, sábado (Lei Di Dai - também no dia 9, domingo) e no dia 2, domingo (Fernanda de Paula - também ...

    Leia mais

    Exposição ‘Histórias Mestiças’ é inaugurada

     O Brasil foi o último país do continente americano a abolir a escravidão, em 1888. O País recebeu nada menos que 40% dos africanos trazidos à força para a região. Foram 3,8 milhões de vítimas do tráfico negreiro, mais do que os 2,5 milhões dos colonizadores portugueses estabelecidos na colônia no século 16, dos quais só 10% eram mulheres. O resultado foi a criação de um Brasil africanizado - e miscigenado. Por falta de mulheres, os colonizadores violentaram escravas negras e ameríndias, gerando descendentes mestiços e estigmatizados. A arte africana não teve melhor sorte por aqui. Muito menos a arte dos índios. A exposição Histórias Mestiças, que será aberta nesta sexta-feira, 15, no Instituto Tomie Ohtake, busca corrigir essa distorção, ao mostrar como essas manifestações - tanto a dos africanos como a dos aborígines - marcam o imaginário artístico brasileiro. Com curadoria do crítico Adriano Pedrosa e da antropóloga Lilia ...

    Leia mais
    Arte africana, influente e relegada

    Arte africana, influente e relegada

    As primeiras obras, hoje denominadas por “arte africana”, foram expostas ao mundo ocidental ainda em meados do século 19, mas o foram por motivo perverso. Os chamados “impérios coloniais europeus”, tentando justificar o sanguinário uso de força durante suas invasões, trouxeram estatuetas e máscaras como provas do atraso cultural e intelectual dos povos africanos que se refletiriam nas proporções irrealistas desses exemplares. Nas máscaras não estariam representados os traços humanos por incapacidade de técnica ou inadequada percepção dos artistas africanos. As reproduções do corpo humano eram desajeitadas, grotescas mesmo, devido à incapacidade desses povos de medir, de avaliar. no Blog do Rógerio Cerqueira Leite   Incapazes foram esses europeus do século 19, que não perceberam a profunda simbologia, a expressão mística e a abstração, expressas magistralmente nessas aparentes distorções da realidade e que só viriam a ser um recurso consciente da arte ocidental séculos depois de cotidianamente vivenciada por centenas de ...

    Leia mais

    As Máscaras Africanas

    Saiba os significados das máscaras africanas | FOTO: Divulgação Conheça a história e saiba os significados das máscaras africanas TEXTO: Priscila Gorzoni | FOTO: Divulgação | Adaptação web: David Pereira Máscara tem origem no latim mascus ou masca = "fantasma", ou no árabe maskharah = "palhaço", "homem disfarçado". Principais funções de uma máscara são: disfarce, símbolo de  identificação, esconder revelando, transfiguração, representação de  espíritos da natureza, deuses, antepassados, seres sobrenaturais ou  rosto de animais, participação em rituais (muitas vezes presente, porém sem utilização prática), interação com dança ou movimento,  fundamental nas religiões animistas e mero adereço. Uma das sociedades que mais se expressam simbolicamente através de suas expressões artísticas e tornou-se conhecida através de suas máscaras são as etnias africanas. Dentro da África encontram-se várias sociedades, onde cada uma possui traços específicos e particulares respeitando seu contexto cultural. Dentro da arte africana, as esculturas são as expressões de maior destaque e mais conhecidas universalmente. Diferente da concepção artística ocidental, a arte africana possui ...

    Leia mais
    Plano de Aula: A arte africana e suas influencias

    Plano de Aula: A arte africana e suas influencias

    TEMA: A arte africana e suas influências JUSTIFICATIVA: A arte africana e suas influencias. A cultura africana oferece elementos relacionados a todas as áreas do conhecimento onde será trabalhado em todas as séries do ensino fundamental e Médio. O Ensino da História sempre privilegiou as civilizações que vieram em torno do Mar Mediterrâneo. O Egito estava entre elas, mas raramente, relacionadas a África, tanto que, junto com os outros países do Norte do Continente, pertence a chamada África Branca, termo usado que despreza os povos negros que ali viveram antes das invasões dos persas, gregos e romanos. O Continente Africano era dividido em Reinos antes da chegada dos Europeus. O Reino do Congo era dividido em aldeias familiares, distritos e províncias, e todos os governadores eram conselheiros do rei. Esses são comparados com o modo de vida do negro em nosso país, na época da escravidão, nos quilombos e nos dias ...

    Leia mais

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Twitter

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist