quinta-feira, outubro 29, 2020

    Tag: ditadura militar

    Torre das Donzelas reconstitui a prisão de mulheres durante a ditadura militar

    Documentário de longa-metragem tem direção de Susanna Lira e cria mosaico de depoimentos das ex-companheiras de cárcere com reconstituição ficcional Enviado para o Portal Geledés  Primeira cena reúne senhoras na faixa dos 60 e 70 anos que esboçam rascunhos em um quadro negro Modo Operante Produções / Divulgação Torre Das Donzelas é um documentário dirigido por Susanna Lira, com produção da Modo Operante Produções e distribuição da Elo Company. Com estreia prevista para 19 de setembro, o filme reúne mulheres que foram presas na década de 70, durante a ditadura militar, detidas no Presídio Tiradentes, em São Paulo. Conhecido popularmente como Torre das Donzelas, o cárcere é reconstituído em estúdio através das memórias compartilhadas pelas guerrilheiras e remete ao espectador a luta e resistência por liberdade e justiça. Com depoimento da ex-presidenta Dilma Rousseff e suas ex-companheiras de presídio, o filme vai além da narrativa histórica ...

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    Imagem: Carta Capital

    História para confrontar gente grande

    Da mesma forma, faz quarenta anos que se conta na tradição oral das rodas de samba paulistas que a composição de Geraldo Filme, Silêncio no Bixiga, fora entoada no enterro de Pato N´água, exímio sambista, que teria sido assassinado pelos esquadrões da morte, na então “cidade da garoa”, nos tempos mais sombrios da ditadura militar. Geraldo Filme, talvez já ciente dos apagamentos intencionais ou não da história, e frente ao contexto de forte repressão militar, deixou registrado na memória afetiva e intelectual afro-brasileira e popular o samba que até hoje faz parte das boas rodas de São Paulo. A homenagem que fez ao “sambista de rua” ficou conhecida também, em algumas versões, como um registro sensível da experiência negra durante os anos de chumbo. (…) Escolas Eu peço silêncio de um minuto O Bixiga está de luto O apito de Pato N’água emudeceu Partiu Não tem placa de bronze Não ...

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    Dezenas de organizações da sociedade civil respondem de forma conjunta a declaração do governo para celebrar o golpe civil militar

    31 de março, dia de reforçar a importância da construção democrática brasileira No Pacto pela Democracia No próximo dia 31 de março completam-se 55 anos do golpe civil militar no Brasil. Momento este que interrompeu, de forma grave, longa e dolorosa, o processo de construção democrática no país. As duas décadas de regime autoritário nos legaram a destituição ilegal de um presidente democraticamente eleito, o assassinato por razões políticas de 434 pessoas, a tortura de 20 mil cidadãos, a perseguição e destituição de 4.841 representantes políticos eleitos em todo o país, a censura de estudantes, jornalistas, artistas e pensadores entre tantos outros crimes, praticados pelo estado ou com a conivência deste, deixando cicatrizes institucionais cujas consequências são perceptíveis até os dias de hoje, isto sem mencionar as profundas sequelas que estas incontáveis violações a direitos humanos fundamentais deixaram nas vítimas diretas e indiretas em matéria de integridade física, mental e ...

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    A Passeata dos 100 mil foi ‘um dia glorioso para os brasileiros’

    Fotógrafo Evandro Teixeira recorda manifestação no Rio que entrou para a história política do país São Paulo – Desde 1957 no Rio de Janeiro, o baiano Evandro Teixeira, com 32 anos à época, saiu de manhã da redação do Jornal do Brasil com uma pauta: "grudar" no líder estudantil Vladimir Palmeira. "Havia uma notícia de que ele seria preso", lembra o veterano fotógrafo, que fez naquela quarta-feira, 26 de junho de 1968, imagens que ficariam para a história do país, que tentava voltar para a democracia e mergulhou no abismo da ditadura, com a edição, em dezembro, do Ato Institucional número 5 (AI-5). Por Vitor Nuzzi Do RedeBrasilAtual Mas, naquele dia, havia a convicção de que a situação política brasileira poderia mudar. "Foi um dia glorioso para nós, brasileiros", afirma Evandro Teixeira, que passou o dia inteiro acompanhando a manifestação. "Naquela  época não havia microfone ou carro de som, era no ...

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    ‘Vermelho Chumbo’ destaca atualidade de violências típicas da ditadura militar

    O espetáculo “Vermelho Chumbo”, cujo enredo aborda aspectos ocultos da ditadura militar no Brasil, estreia neste sábado (17), às 19h, na Casa Antuak, no bairro de Dois de Julho, em Salvador (clique aqui e leia). Resultado do trabalho realizado pela primeira turma de alunos formados do curso de teatro profissionalizante do Centro Cultural Ensaio, a montagem teve seu texto construído coletivamente, a partir de processo de pesquisa. “Dentro do projeto de criação, os meninos começaram a levar uma série de materiais. E ai eu coloquei a possibilidade de que o texto fosse feito por nós, em um trabalho colaborativo. Então, neste sentido, eles que criaram o texto, a base de músicas, notícias da época e depoimentos, abordando também alguns temas específicos, como racismo, baseado no movimento negro da década de 70”, explica Daniela Chávez, professora de improviso e teatro contemporâneo, responsável também pela direção do espetáculo. Encenada por Alex Moura, Amanda ...

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    (Foto: Lucíola Pompeu)

    Culpas ultrassecretas

    O livro Lugar Nenhuma de Lucas Figueiredo relata o (pouco) que foi feito pelos governos democráticos pós-ditadura para evitar que as Forças Armadas escondam os documentos que revelam seus crimes Por Fernanda Pompeu Do Fernanda Pompeu Neste 2016 comemora-se trinta e um anos da volta da democracia ao Brasil. Mas a história de mais de duas décadas de ditadura, iniciada com o golpe de 1964, ainda não foi completamente passada a limpo. Isto é verdade, particularmente, com os chamados documentos secretos da repressão. De todos os atores, as Forças Armadas – Exército, Marinha e Aeronáutica – são as que seguem firmes no pacto do silêncio. Insistem no teatro do ninguém sabe, ninguém viu. Essa fuga de responsabilidades fere a memória histórica recente do País. Porém não só. O ocultamento de provas que registram investidas contra adversários do regime militar condena familiares das vítimas a continuado e insolúvel sofrimento. Impedir que circunstâncias ...

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    Esqueço não

    Janaína de Almeida Teles, nascida em 1967, tem pedigree político. É filha de Amelinha e César Teles – dois ativistas pelos direitos humanos de longa viagem. Sobrinha da Criméia de Almeida, sobrevivente da Guerrilha do Araguaia. Irmã de Edson Teles, estudioso do período militar. Prima de João Carlos Grabois, o Joca, nascido na prisão. Historiadora e pesquisadora com livros publicados, Janaína dedica-se a procurar restos mortais dos desaparecidos políticos e a reconstituir possíveis últimos momentos de luta e de vida dos mortos e desaparecidos. Valente, ela e sua família denunciaram à justiça o torturador coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra. Podemos defini-la, também, como um misto de ativista e estudiosa da memória pública. Por Fernanda Pompeu em seu blog  No ano de 1972 você tinha cinco anos e seu irmão quatro. Após prenderem seus pais, policiais levaram vocês dois para o DOI-CODI (um dos mais temíveis órgãos de tortura da ditadura ...

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    O sono da memória

    Seria bom se as ideias viessem sempre acompanhadas de suas consequências. As pessoas pensariam melhor no que dizem e pregam, para não terem remorso depois Por Luis Fernando Veríssimo Do O Globo Não há problema em publicar o “Mein Kampf” do Hitler, cujos direitos de edição recém caíram em domínio público. O livro interessa a historiadores e estudiosos da psicologia de massa e a qualquer pessoa curiosa sobre o poder das suas ideias, um poder capaz de galvanizar uma nação e mudar radicalmente a sua história. Eu só acho que as novas edições de “Mein Kampf” deveriam vir com um DVD encartado, com cenas dos cadáveres empilhados e dos moribundos esquálidos descobertos em Auschwitz e outros campos de extermínio, no fim da Segunda Guerra Mundial. Cenas terríveis dos esqueletos das cidades bombardeadas e dos milhares de refugiados tentando sobreviver em meio aos escombros, enquanto o mundo ficava sabendo, nos julgamentos dos ...

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    Como a ditadura foi sendo tratada nos livros de história

    Da Revista de História Por Luis Nassif, do GGN Hoje revolução, amanhã golpe Nos livros didáticos, narrativas sobre a ditadura mudaram de acordo com o contexto Helenice Aparecida Bastos Rocha Ao longo das últimas cinco décadas, escrever sobre a ditadura militar brasileira nos livros didáticos tem sido uma missão espinhosa, cercada de desafios. A partir de 1964, e durante 21 anos, os autores que ousassem contar uma história que não agradasse ao regime estavam sujeitos a censuras e ameaças de penalização. Com a abertura política ao final desse período, vieram a público obras pautadas em memórias da ditadura, expondo seus horrores. Muitos livros didáticos passaram então a se posicionar criticamente em relação à ditadura e aos militares, evocando uma literatura de denúncia. Finalmente, na virada do século XXI, entra em cena o debate sobre a participação social de outros segmentos no regime, além dos militares. Vem daí a ampliação do ...

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    Comandante do Exército ridiculariza grupos que pedem “intervenção militar”

    “É curioso ver essas manifestações. Em São Paulo, em frente ao Quartel-General, tem um pessoal acampado permanentemente. Eles pedem intervenção militar constitucional (risos). Queria entender como se faz”, ironizou o comandante Eduardo Dias da Costa Villas Bôas Faz pelo menos quatro meses que um grupo de homens e mulheres – e até crianças, vistas no local amiúde – montou um acampamento na calçada em frente ao portão principal de acesso ao quartel-general do Exército, no Ibirapuera, Zona Sul da capital paulista, para pedir um golpe militar contra a presidenta Dilma Rousseff. Em nota oficial, o responsável pelo Comando Militar do Sudeste, general João Camilo Pires de Campos, informa que o comando não irá se posicionar sobre o acampamento: “O Comando Militar do Sudeste não se manifesta sobre atos políticos. “O posicionamento do Exército Brasileiro, em qualquer circunstância, é de atuar com isenção e dentro da legitimidade e legalidade, conforme o previsto ...

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    (Foto: Reprodução/ Documentário O Negro da senzala ao soul)

    O Negro da senzala ao soul: Um documentário da TV Cultura 1977

    Gabriel Priolli resgata um vídeo que conta a história do Movimento Negro e sua organização, que foi ao ar na TV Cultura de São Paulo em 1977. É surpreendente a sua atualidade e contemporâneidade em 2015. Nós do Movimento Negro Brasileiro temos muito pouco material televisivo da época da ditadura. Apesar de movimentarmos milhões de negros brasileiros por todo o país com consciência, dignidade, reconhecimento e “soul”. Nossa invisibilidade na “mídia” oficial era quase que total. Este documentário portanto se insere então no rol dos vídeos, que todos os negros e negras contemporâneos e futuros, terão a obrigação de ver caso queiram sabem um pouco mais de seu presente, através do que foi feito em um passado recentíssimo. Marcos Romão (Mamapress) “Quando a classe média, o branco começou a a entrar nas escolas de samba, a gente começou a se sentir um pouco, como se estivesse sendo expulso de lá”. ...

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    O golpe, por Fernando Brant

    Do 50 anos de textos O golpe Por Fernando Brant, do GGN Devemos nos lembrar sempre, para que não ocorra de novo. Eu tinha 17 anos e acompanhava com muito interesse a movimentação política. Lia jornais, ouvia rádio e vi, ao vivo, pela televisão, o comício do dia 13 de março, no Rio. Estudava no Colégio Estadual, instituição pública de ensino exemplar. Nos intervalos e nas salas de aula, as conversas sobre cultura e arte, e o olhar sorrateiro para as meninas que subiam e desciam pela rampa, dominavam o ambiente e foram ponto de partida para o que sou hoje. Passando a Semana Santa em Diamantina, recebia assustado os rumores de uma possível quartelada, enquanto Dom Sigaud abençoava os frequentadores dos botequins da cidade. Voltamos para Belo Horizonte a tempo de acompanhar de casa os acontecimentos. Na Rádio Nacional, os amados artistas pregavam pela legalidade. Na Rádio Inconfidência, destoando, animadores ...

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    Proibidão: “O Banquete dos Mendigos” em 1974

    Publicado no youtube em 18 de março de 2014 Valeu Ras Adauto, Valeu Vik Birbek por escavarem esta jóia! Por Marcos Romão do Mamapress O Banquete dos Mendigos é um álbum-duplo gravado ao vivo no dia 10 de dezembro de 1973 no Museu de Arte Moderna do Rio Janeiro em show de comemoração dos 25 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, foi lançado pela RCA. Em plena ditadura militar artistas se reuniram neste banquete idealizado e dirigido por Jards Macalé. Censurado pela ditadura o álbum só foi liberado em 1979. Em 1974 ele chegou a ser distribuído para divulgação, mas foi proibido antes de chegar às lojas. Os artistas que se apresentaram foram: Paulinho da Viola, Pedro dos Santos, Jorge Mautner, Edu Lobo, Luiz Gonzaga, Johnny Alf , Raul Seixas , Soma, Chico Buarque e MPB4, Milton Nascimento, Gonzaguinha, Dominguinhos, Gal Costa, Luiz Melodia, Edison Machado. Mais informações em ...

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    Presa na ditadura foi mais torturada por ser homossexual

    Ex-escriturária passou oito anos sem sair de casa e hoje recebe indenização Por  Evandro Éboli Do O Globo BRASÍLIA - Presa pela ditadura aos 20 anos, em julho de 1974, a então escriturária Sandra Carnio, que trabalhava no escritório de uma vinícola em Jundiaí (SP), passou 12 dias detida nas instalações do Doi-Codi, no II Exército em São Paulo. Foi submetida a uma série de torturas: pau de arara, choque elétrico e cadeira do dragão, outra modalidade de descargas elétricas emitidas por fios espalhados no corpo da pessoa. Sandra também foi ameaçada com um revólver na cabeça, encapuzaram-na e não a deixavam dormir. A violência deixou marcas. A tortura física e psicológica contra Sandra ficou ainda mais cruel quando os agentes que a subjugavam perceberam que ela era homossexual. A violência aumentou. Sandra hoje tem 62 anos e vive uma relação de 34 com sua companheira. Ao lembrar o período, ...

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    Como explicar pra minha filha pequena homens defendendo ditadura?

    Pequenina amorinha, por Victor Sá no Brasil Post Quando passeávamos pela Avenida Paulista no dia 12 de abril de 2015 flagramos algo muito, mas muito feio mesmo. E nosso dever é fazer uma denúncia pública e urgente. Vamos aproveitar esse espaço: "Ao longo dos quarteirões entre a Praça do Ciclista e a Avenida Brigadeiro Luís Antônio, minha pequena filha e eu testemunhamos pessoas defendendo a ditadura militar. Eles estavam vestidos com a camisa da seleção brasileira de futebol, e munidos com, segundo minhas contas, sete caminhões de som com os dizeres desavergonhados pedindo intervenção militar. Por isso, venho publicamente denunciar aos órgãos cabíveis o crime de apologia à tortura, intolerância e terror." Ufa, denúncia feita. E por sorte, formiguinha, muitos veículos de imprensa estavam presentes e não será difícil identificar os criminosos. Isso tudo ocorreu, em plena luz do dia, aos olhos da polícia militar, inclusive. Imagino que a PM estivesse fazendo ...

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    Conheça e acesse o relatório final da Comissão Nacional da Verdade

    Repressão policial nos tempos da ditadura. O relatório final da Comissão Nacional da Verdade foi entregue hoje em cerimônia oficial no Palácio do Planalto à presidenta Dilma Rousseff. Dividido em três volumes, o relatório é o resultado de dois anos e sete meses de trabalho da Comissão Nacional da Verdade, criada pela lei 12528/2011. no Historia Hoje Instalada em maio de 2012, a CNV foi criada para apurar e esclarecer, indicando as circunstâncias e a autoria, as graves violações de direitos humanos praticadas entre 1946 e 1988 (o período entre as duas últimas constituições democráticas brasileiras) com o objetivo de efetivar o direito à memória e a verdade histórica e promover a reconciliação nacional. Para isso, a CNV adotou preceitos internacionais e delimitou que as graves violações de direitos humanos são as cometidas por agentes do Estado, a seu serviço ou com a conivência/aquiescência estatal, contra cidadãos brasileiros ou estrangeiros. ...

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    Protesto de estudantes realizado na avenida principal de Curitiba, no Paraná, contra a ditadura militar ARQUIVO - AE

    O desafio de ensinar História quando a História foi extinta nas escolas

    Ensinar a história em um período que a disciplina foi abolida do currículo escolar. Esse foi o desafio dos professores durante o regime militar (1964-1985) no país. Além do fato de os professores passarem por ‘treinamento’ oferecido pelo sistema, as matérias de História e Geografia foram substituídas pelo chamado “Estudos Sociais”. Nessa disciplina o mesmo professor teria de ensinar as duas matérias com livros didáticos que obrigatoriamente passavam pelo crivo da censura. O resultado geralmente era um ensino superficial. por Diego Antonelli , do Gazeta do Povo Protesto de estudantes realizado na avenida principal de Curitiba, no Paraná, contra a ditadura militar ARQUIVO - AE Para tratar desse assunto, as professoras Maria Auxiliadora Schmidt, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), e Kátia Abud, da Universidade de São Paulo (USP), lançaram na semana passada o livro “50 anos da ditadura militar – capítulos sobre o ensino de ...

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    Manifestação em SP manda recados para governo federal e ultraconservadores

    Os golpistas precisam saber, em vida, que sua versão da História morreu

    O golpe e a ditadura cívico-militar de 1964 ainda são temas que não fazem parte de nosso cotidiano em comparação com outros países que viveram realidades semelhantes e que almejam ser boas democracias. Por aqui, lidamos com o passado como se ele tivesse automaticamente feito as pazes com o presente. por Leonardo Sakamoto no Blog A Comissão da Verdade entregou o seu relatório final, nesta quarta (10), encaminhando 29 propostas para governos e órgãos públicos a fim de assegurar que as violações aos direitos humanos na ditadura militar continuem ocorrendo ou voltem a acontecer. Uma delas é que as forças armadas assumam a responsabilidade, inclusive legal, pelos atos cometidos. Outra, que as polícias estaduais sejam desmilitarizadas. Pouco me importa o que pensam os verde-oliva da reserva que tomam seu uísque nos Clubes Militares enquanto, saudosos, lançam confetes ao Dia da Revolução (sic). Demonstrações de afeto a um período autoritário são peça de museu, então que ...

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    “Quebrava os dentes e cortava as mãos”, disse Malhães; veja frases da comissão

    Os quase três anos de trabalho da Comissão Nacional da Verdade, que se encerra nesta quarta-feira (10), foram pontuados por frases marcantes dos depoentes -- tanto dos militares que participaram dos atos de violação dos direitos humanos quanto das vítimas, que relataram as torturas sofridas. Reveja algumas frases que marcaram os trabalhos do grupo. No UOL Frases da Comissão da Verdade Pedro Kirilos / Agencia O Globo Quebrava os dentes. As mãos, daqui pra cima Paulo Malhães, coronel reformado do Exército, meses antes de morrer assassinado, descrevendo o que fazia para evitar a identificação de corpos, em 26 de março de 2014   Gabriel Telles/Alerj Dois meses depois da minha prisão e já dividindo a cela com outras presas, servi de cobaia para uma aula de tortura Dulce Pandolfi, historiadora, presa e torturada na década de 1970, em depoimento à Comissão da Verdade do Rio, em ...

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    Para os que desejam um novo golpe militar

      "É meu dever dizer aos jovens o que é um golpe de estado" - Por: Hildegard Angel  O relato tocante de uma vítima da ditadura Portal Memórias da Ditadura é lançado com material didático para estudantes 11 filmes para entender a ditadura militar no Brasil  Livro reúne histórias de crianças presas, torturadas ou exiladas durante a ditadura no Brasil

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