Tag: Donald Trump

    Foto: Remus Kotsell/Getty Images

    Trump proíbe entrada de estrangeiros nos EUA a partir do Brasil

    Os Estados Unidos anunciaram, neste domingo (24/05), que vão barrar cidadãos não estadunidenses que estiveram no Brasil até 14 dias antes de tentarem entrar no país. A decisão, segundo a Casa Branca, tem o objetivo de proteger a população americana do novo coronavírus. A medida, que passa a valer na próxima sexta-feira (29/5), foi tomada por meio de decreto do presidente Donald Trump, dois dias depois de o Brasil ultrapassar a Rússia e se tornar o segundo país do mundo em número de casos de covid-19, atrás apenas dos EUA. "Hoje o presidente tomou a ação decisiva para proteger nosso país, ao suspender a entrada de estrangeiros que estiveram no país (Brasil) durante um período de 14 dias antes de buscar a admissão nos Estados Unidos", diz um comunicado da secretária de Imprensa da Casa Branca, Kayleigh McEnany. "A ação de hoje vai garantir que estrangeiros que estiveram no Brasil ...

    Leia mais
    blank

    Por trás da foto: por que este atleta dos EUA se ajoelhou no pódio do Pan

    O esgrimista Race Imdoben pode ser punido por esse gesto, diz o Comitê Olímpico e Paralímpico Americano Da Veja  O protesto silencioso do esgrimista americano Race Imboden nos Jogos Pan-Americanos de Lima (09/08/2019) (Reprodução/Twitter) O esgrimista e modelo americano Race Imboden, 26 anos, se ajoelhou no primeiro lugar do pódio ao receber, ao lado de seu time, a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima, na última sexta (9). Por esse gesto, o Comitê Olímpico e Paralímpico Americano disse que o atleta pode sofrer sanções. Mas o que, afinal, significa o aceno? Em seu Twitter, Imboden explicou que foi um gesto político. Race decidiu “sacrificar” seu momento no topo, enquanto a bandeira dos Estados Unidos era hasteada, para conscientizar a população sobre as mazelas de seu país, que, ressalta, lhe é muito querido. O tuíte foi curtido por 44.100 pessoas e compartilhado por mais de 11.300. ...

    Leia mais
    Angela Merkel na quarta (17), dia de seu aniversário de 65 anos — Foto: Fabrizio Bensch/Reuters

    Merkel se solidariza com deputadas atacadas por Trump

    O presidente dos EUA disse que as parlamentares deveriam voltar a seus países; para Merkel, força dos EUA está na diversidade. Do G1 Angela Merkel na quarta (17), dia de seu aniversário de 65 anos — Foto: Fabrizio Bensch/Reuters Os ataques de Donald Trump contra quatro deputadas democratas "minam a força dos Estados Unidos", afirmou a primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel. Ela se solidarizou com as congressistas durante uma entrevista coletiva nesta sexta-feira (19). "Fico do lado oposto a estas declarações de forma decidida e me solidarizo com as mulheres atacadas", declarou a alemã. Merkel argumentou que a força dos EUA se baseia na sua diversidade, nas contribuições "de pessoas de muitas diferentes nacionalidades". Trump pediu no domingo (14) às deputadas que retornassem a seus países de origem, declaração pela qual foi acusado de racismo. Trump criticou o 'esquadrão' Embora não tenha mencionado nomes, Trump parecia ...

    Leia mais
    blank

    Pode o presidente ser (chamado de) racista?

    "Esses tuítes não foram racistas. Eu não tenho um único osso racista no meu corpo!”, postou o presidente dos EUA, Donald Trump, na última terça-feira (16). Por Thiago Amparo, da Folha de S.Paulo Era a resposta do mandatário a acusações, formalizadas em um pedido de impeachment rejeitado pelo Congresso dos EUA, de que teriam sido racistas os seus comentários sobre quatro congressistas democratas: Alexandria Ocasio-Cortez, Ayanna Pressley, Rashida Tlaib e Ilhan Omar. Dois dias antes, Trump havia pedido para que elas “voltassem para seus países e ajudassem a consertar os lugares totalmente quebrados e infestados de crime de onde vieram”. Todas as congressistas são cidadãs americanas e, com exceção de Ilhan Omar, que se naturalizou americana, nasceram em solo americano. Trump sabe bem disso. Ao invocar o inexistente "país de origem" das congressistas, Trump está invocando uma forma comum de racismo nacionalista, o que a escritora e artista Grada Kilomba ...

    Leia mais
    blank

    Quem são as 4 jovens congressistas que Trump atacou com mensagens consideradas racistas

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, causou uma polêmica racial neste fim de semana ao publicar mensagens no Twitter nas quais pediu que diversas congressistas de minorias étnicas "regressem aos seus países de origem" a fim de consertar os lugares "falidos e infestados de crime". Da BBC Jovens congressistas são especialmente críticas das políticas de Trump (Foto: GETTY IMAGES) Alexandria Ocasio-Cortez, Ilhan Omar, Rashida Tlaib e Ayanna Pressley, todas cidadãs americanas que foram eleitas para a Câmara dos Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados do Brasil), acusaram o presidente de ser racista. Em uma entrevista conjunta das quatro à imprensa americana, Pressley afirmou que Trump não conseguirá calá-las e pediu que os americanos "não mordam a isca" do que ela chamou de tentativa de desviar a atenção da opinião pública de problemas internos. "Essa é a agenda dos nacionalistas brancos", disse Omar. Trump não citou ...

    Leia mais
    blank

    Em resposta a Trump, jogadores e até dono dos Jaguars cruzam braços e ajoelham durante hino dos EUA

    Dono do Jacksonville Jaguars dá os braços aos jogadores durante hino nacional Em resposta às polêmicas relacionadas ao presidente Donald Trump, os jogadores do Jacksonville Jaguars, incluindo o ídolo Ray Lewis, se ajoelharam durante o hino dos Estados Unidos no início da partida contra o Baltimore Ravens, que acontece no estádio de Wembley, em Londres. Os atletas que continuaram em pé, no entanto, também mostraram união e ficaram de braços dados junto ao dono da franquia, Shad Khan. Do ESPN Ravens and Jaguars players locked arms while others knelt for the national anthem prior to the game in London. https://t.co/bP59FWysNd pic.twitter.com/tzgUpXIuXg — SportsCenter (@SportsCenter) 24 de setembro de 2017 Segundo o jornalista norte-americano Peter King, da Sports Illustrated, Khan é responsável por doar um milhão de dólares (aproximadamente R$ 3 milhões) para o presidente quando foi eleito, no último ano. Segundo o técnico Mike Tomlin, os atletas do Pittsburgh Steelers não participarão ...

    Leia mais
    blank

    Bush pai e filho condenam racismo e antissemitismo em resposta a Trump

    Os ex-presidentes americanos George H.W. Bush e George W. Bush, emitiram um comunicado na noite desta quarta-feira (16) condenando o preconceito racial e o antissemitismo, em resposta às declarações de Donald Trump, mas sem mencionar o nome do atual presidente. Do RFI "Os Estados Unidos devem sempre repudiar o preconceito racial, o antissemitismo e o ódio com todas as suas forças", afirmaram pai e filho na nota emitida em Kennebunkport, Maine, onde a família Bush mora. "Enquanto oramos por Charlottesville, recordamos as verdades fundamentais evocadas pelo cidadão mais proeminente dessa cidade (Thomas Jefferson): 'Todos os homens foram criados iguais e dotados pelo Criador de direitos inalienáveis", escreveram os republicanos Bush. "Sabemos que estas verdades são eternas porque vimos a decência e a grandeza de nosso país", concluem Trump isolado O presidente americano Donald Trump iniciou uma tempestade política quando afirmou, na última terça-feira (15), que os dois os lados eram responsáveis ...

    Leia mais
    blank

    Raoul Peck sobre ‘O Jovem Karl Marx’: “Vou ao passado para compreender a eleição de Trump”

    O realizador politicamente implicado aposta num cinema de causas a admitir certos efeitos. Porque, segundo ele, a democracia não é só votar e ficar sentado no sofá a ver reality shows. Do Comunidade Cultura e Arte Raoul Peck é um homem deste tempo. Não só da América que deixa de ser de Obama e passa a ser de Trump, mas também da Europa que parece também seduzida por um nacionalismo que poderá rimar com alguns ‘ismos’ nefastos. Em O Jovem Karl Marx, que agora chega às nossas salas, atreve-se a regressar onde tudo começou, ou seja, ao Manifesto do Partido Comunista, um outro ‘ismo’, até à identificação dos princípios capitalistas que Peck considera gerarem nefastas consequências e vícios atuais; mas refletiu também sobre os ecos do seu outro filme, Eu Não Sou o Teu Negro, o tal documentário que foi nomeado ao Óscar (estreia em maio), onde aborda o privilégio de raça através dos textos e ...

    Leia mais
    blank

    Por que mulheres usaram branco durante o discurso de Trump no Congresso

    Símbolo do movimento sufragista nos Estados Unidos, cor foi usada por 66 mulheres democratas durante o discurso de Trump aos congressistas Por Tory Oliveira, da Carta Capital  Escolha da cor branca foi uma homenagem ao movimento sufragista Em um protesto silencioso, mas marcante, 66 mulheres do Partido Democrata usaram branco durante o primeiro discurso de Donald Trump ao Congresso dos Estados Unidos, na noite de terça-feira 28. A cor escolhida é símbolo do movimento sufragista nos Estados Unidos, que lutou pelo direito das mulheres ao voto no final do século XIX e no início do século XX. "Vestimos branco em união contra qualquer tentativa do governo Trump de retroceder nos incríveis avanços que as mulheres fizeram no último século e continuaremos a apoiar o avanço de todas as mulheres", declarou a congressista democrata Lois Frankel, da Flórida, em pronunciamento. "Nós não retrocederemos". A iniciativa partiu das democratas do The House Democratic ...

    Leia mais
    Eva Blay - professora , sociologa da FFLCH. Reg. 056-16 - foto Cecília Bastos

    Por que os homens não amam as mulheres?

    Eva Alterman Blay é professora sênior de Sociologia da FFLCH-USP e ex-senadora da República   Do Jornal da USP Essa é a grande questão do romance e filme suecos Os homens que não amavam as mulheres. O ódio se expressa no estupro, no incesto, na tortura e no assassinato. Depois de meio século de feminismo, pensávamos ter alcançado algum avanço no respeito às mulheres. Nos Estados Unidos, Trump desqualifica todas as conquistas das mulheres, desrespeita seus corpos, abusa, e se considera o grande patriarca. É o retorno a uma sociedade racista em que, até os anos 1960, os negros eram tratados como semiescravos, os judeus não podiam morar em certos prédios de NY e em várias cidades do interior do país, os latinos eram a casta nefasta. O recém-eleito presidente pretende apagar os avanços democráticos, retoma um critério nazista ao selecionar os imigrantes, logo ele que vive num país cuja ...

    Leia mais
    blank

    Trump e o fim do casamento entre democracia e capitalismo neoliberal

    Ao criar medidas protecionistas e impedir os fluxos da globalização do capital, ele se coloca em dissensão com o sistema estabelecido Por Pedro Estevam Serrano, da Carta Capital  Foto: Reuters/Kevin Lamarque Em artigo anterior, defendi que o potencial nocivo do governo de Donald Trump não deveria ser subestimado. Mal esquentou a cadeira da Presidência e, com uma canetada, proibiu a entrada de viajantes de oito nacionalidades – países com predomínio de população muçulmana – em território americano. Sem qualquer pudor, baniu também a recepção de refugiados sírios, que estão no centro de uma tragédia humanitária. Ao assumir um discurso anti-humanista que abdica de qualquer resquício da moralidade própria da vida democrática concebida desde o século XVIII, o novo presidente americano representa, talvez, a maior ameaça concreta à civilização advinda do poder estatal, hoje, no mundo. Trump, de fato, não se peja em criticar valores próprios de uma vida humanística – solidariedade, ...

    Leia mais
    blank

    Governo sueco ‘responde’ a Trump com uma foto de mulheres do gabinete

    Vice-primeira-ministra assina uma proposta ambiental rodeada por sete colaboradoras do Executivo Do El Pais  A ‘número dois’ da Suécia, com colaboradoras do Governo. EL PAÍS A vice-primeira-ministra da Suécia, Isabella Lövin, respondeu ao presidente dos Estados Unidos. E o fez com uma fotografia em que aparece rodeada por sete mulheres do gabinete do país nórdico. Essa imagem imita uma das primeiras divulgadas pela Casa Branca sobre Donald Trump, em que aparecia assinando uma ordem acompanhado apenas por homens. Lövin postou em suas redes sociais a imagem em que é vista, com a caneta na mão e uma pasta aberta, rodeada por colaboradoras do Executivo – uma delas, grávida. “Somos um Governo feminista, como mostra essa foto. É o observador que deve a interpretar essa imagem”, disse a número dois do Governo da Suécia. Fotografia de 23 de janeiro no Salão Oval. EFE Na fotografia da Casa Branca, que provocou uma onda ...

    Leia mais
    blank

    Para onde marcham as mulheres contra Trump?

    O que uniu esta verdadeira multidão foi a vontade de afirmar que há, nos EUA e em todo o Mundo, uma maioria que não está disposta a aceitar tudo o que Trump é. Por Mariana Mortágua Do Esquerda.Net No último sábado, centenas de milhares de pessoas juntaram-se à Marcha das Mulheres em mais de 670 cidades de todo o Mundo. O que uniu esta verdadeira multidão foi a vontade ou, mais do que isso, a necessidade de afirmar que há, nos EUA e em todo o Mundo, uma maioria que não está disposta a aceitar tudo o que Trump é. Uma multidão que se recusa a ser indiferente à normalização do sexismo e do assédio, que rejeita o retrocesso homofóbico e que não aceita a política do racismo e da homofobia. Esta não foi a primeira vez que um protesto convocado a partir dos movimentos de mulheres se transformou num evento ...

    Leia mais
    blank

    Discurso de Janet Mock na Women’s March

    Outro discurso que me impactou bastante na Women’s March, evento que mobilizou centenas de milhares de mulheres ao redor do mundo por justiça social, igualdade de direitos e contra o avanço conservador no mundo, que tem como símbolo máximo a eleição de Donald Trump para a Presidência dos Estados Unidos, foi o da Janet Mock. Por JULIANA BORGES, do CRÔNICASNABELAVISTA Janet Mock é uma ativista transexual negra, escritora, formada em Jornalismo pela New York University, apresentadora de TV e que também contribui na linha editorial da Marie Claire e People Magazine. Foto: Janet Mock Tradução livre do discurso da ativista e autora trans Janet Mock na Women’s March. “Então, aqui estamos nós. Estamos aqui não apenas para estarmos juntas, mas para nos movimentar, certo? E nosso movimento requer que nós façamos mais do que aparecer e dizer as palavras certas. Requer que nós saiamos das nossas zonas de conforto e sejamos confrontadoras. ...

    Leia mais
    People gather in front of the U.S. Embassy on Pariser Platz beside Brandenburg Gate in solidarity with women's march in Washington and many other marches in several countries, in Berlin, Germany, January 21, 2017. REUTERS/Hannibal Hanschke

    ‘Hear our voice’: Mulheres em mais de 30 países marcham contra Trump

    Um dia após a sua posse do novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, milhares de mulheres de mais de 30 países foram às ruas neste sábado (21), contra ele e a favor de seus direitos. Por Marcella Fernandes, do HuffPost Brasil Na capital americana, Washington, milhares foram às ruas. Do lado de fora das estações de metrô era possível ver longas filas para participar da Women’s March on Washington (Marcha das Mulheres em Washington). O ponto central do movimento é que os direitos das mulheres são direitos humanos. To strong women! #WomensMarch #WhyIMarch Uma foto publicada por Women's March (@womensmarch) em Jan 21, 2017 às 4:15 PST A marcha saiu do Lincoln Memorial, monumento próximo ao Capitólio, prédio que abriga o Congresso norte-americano, com destino à Casa Branca. I have to say, after weeks of feeling despaired, a little helpless and pretty pissed off, #WomensMarch is filling me with hope. Thanks ...

    Leia mais
    WASHINGTON, DC - JANUARY 20: U.S. President Donald Trump delivers his inaugural address on the West Front of the U.S. Capitol on January 20, 2017 in Washington, DC. In today's inauguration ceremony Donald J. Trump becomes the 45th president of the United States. (Photo by Chip Somodevilla/Getty Images)

    Trump deleta seções sobre clima, direitos civis e LGBT do site da Casa Branca

    Mal o novo presidente americano, Donald Trump, tomou posse, e a Casa Branca já atualizou o seu site com algumas novidades polêmicas. A seção dedicada às mudanças climáticas, bandeira defendida pelo ex-presidente Barack Obama, por exemplo, foi apagada da página oficial, assim como qualquer menção ao aquecimento global. Também não há mais seções no site sobre direitos civis e público LGBT. As informações são da Agência Ansa. NO  HUFFPOST BRASIL Chip Somodevilla/Getty Images A nova política deve-se ao fato que o novo ocupante da Casa Branca e boa parte do Partido Republicano minimizam os efeitos causados pelas alterações no clima e a necessidade de se investir na chamada "economia verde". Por outro lado, a página oficial traz algumas das medidas que o magnata promete adotar como novo presidente dos Estados Unidos. Entre as iniciativas anunciadas, está a construção de um "escudo espacial" para proteger o país ...

    Leia mais
    blank

    As mulheres marcham contra Trump

    Norte-americanas explicam por que estão preocupadas com o novo presidente republicano Por Ingrid Matuoka, da Carta Capital  Neste sábado 21, um dia após assumir a presidência dos Estados Unidos da América, Donald Trump receberá um recado em alto e bom tom: as mulheres vão se fazer ouvidas durante os próximos quatro anos – por elas e por todos os grupos minorizados. Reunidas na Avenida da Independência de Washington D.C., a poucos metros do Capitólio dos Estados Unidos, centro legislativo do governo, mulheres vão protestar por direitos humanos e igualdade entre todos, de qualquer etnia, gênero e religião. Questões como legalização do aborto, liberdade de imprensa, de acesso à saúde e por um desenvolvimento sustentável também estão na pauta. A movimentação teve início logo após o resultado da eleição, em novembro. Inconformada com a vitória do magnata, a aposentada havaiana Teresa Shook lançou no Facebook um evento convidando mulheres a protestar na ...

    Leia mais
    Carlos Barria/Reuters

    Obama é ovacionado em discurso após posse de Donald Trump: “Sim, nós fizemos”

    Ex-presidente dos EUA falou à apoiadores base de Maryland Do R7  Foto: Carlos Barria/Reuters O ex-presidente Barack Obama discursou na base Aérea Andrew, em Maryland, nos Estados Unidos, após deixar a cerimônia de posse do presidente Donald Trump, nesta sexta-feira (20). Ao chegar ao local, ele e sua mulher, Michelle Obama, foram ovacionados com os gritos de "Sim, nós podemos!". — Michelle e eu estivemos realmente ficamos nos preparando para essa coisa de adeus. Obama elogiou todos que fizeram campanha e relembrou que no início as pessoas mal sabiam pronunciar o seu nome. — Apesar das críticas, todos vocês se juntaram, de pequenas  e das grandes cidades, e realmente decidiram acreditar . Este foi o privilégio da minha vida. Ao final do discurso, o ex-presidente finalizou "sim, nós fizemos".

    Leia mais
    blank

    8 coisas que podem mudar no mundo com a chegada de Trump ao poder

    A chegada do republicano Donald Trump à Casa Branca pode provocar mudanças significativas nas relações dos Estados Unidos com o mundo. Diante de declarações recentes e promessas de campanha de Trump, a BBC Brasil lista oito coisas que, potencialmente, podem mudar depois que Trump tomar posse e assumir o comando dos EUA. Fonte: BBC Brasil 1. Mudanças na maior aliança militar do mundo Críticas de Trump à Otan fazem com que se especule sobre a possibilidade de os EUA exigirem novas regras para os membros do blocoO presidente eleito há muito vem tecendo críticas à Organização do Tratado Atlântico Norte (Otan), a maior aliança militar do mundo, que é encabeçada pelos EUA e era vista como um dos pilares da política externa norte-americana há mais de 60 anos. Trump já declarou que a Otan está obsoleta e descreveu seus membros como aliados ingratos que têm se beneficiado da generosidade dos ...

    Leia mais
    blank

    Para cantar na posse de Trump, cantora exige música sobre intolerância e racismo

    Rebecca Ferguson recebeu um convite para cantar na posse do presidente eleito dos Estados Unidos Donald Trump, que assume o cargo em cerimônia no dia 20 de janeiro, e parece estar disposta a aceitá-lo. Fonte: Virgula por, João Vieira  Porém, com uma condição. A cantora quer apresentar a canção Strange Fruit, um clássico sobre intolerância e racismo eternizado nas vozes de Billie Holiday e Nina Simone, ambas, assim como Rebecca, negras. “Vou se permitirem que eu cante Strange Fruit, uma música com imensa importância histórica, proibida no passado por ser muito controversa”, disse ela sobre a exigência. Vale lembrar que, durante toda a sua campanha, Trump foi constantemente acusado de ser racista, machista, homofóbico, xenofóbico e intolerante por conta de suas declarações em comícios. “É uma música que dialoga com todos os negros vítimas de racismo nos Estados Unidos e lembra que o amor é a única coisa que pode destruir ...

    Leia mais
    Página 1 de 2 1 2

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Instagram

    Twitter

    Facebook

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist