terça-feira, novembro 24, 2020

    Tag: favela

    Crédito: Pedro Dimitrow

    Rene Silva: mobilização e comunicação na favela

    Aos 26 anos, Rene Silva é um dos jovens comunicadores mais originais do Brasil. Ele cresceu no Morro do Adeus, uma das favelas que integram o Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Com 11 anos de idade, criou um jornal comunitário com a ajuda do professor e assim começava o Voz das Comunidades, que, em 2010, ganhou atenção internacional depois de fazer uma cobertura em tempo real da intervenção militar no Complexo do Alemão. Enquanto os profissionais da imprensa não conseguiam acessar o conflito, Rene, na época com 17 anos, relatava através das redes sociais o que estava vivenciando em sua comunidade. Hoje, com 15 anos de existência, o Voz das Comunidades mantém correspondentes em nove favelas cariocas, um jornal impresso, um portal e um aplicativo próprio. Em meio à situação emergencial que foi desencadeada pela pandemia de coronavírus, o Voz das Comunidades também mobilizou um gabinete de crise junto de ...

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    Ruas movimentadas da comunidade de Paraisópolis, em SP Foto: Agência O Globo

    Favelas vão à luta: Maré faz vaquinha e Paraisópolis cria área para isolar infectados

    Numa iniciativa para tentar frear a disseminação do novo coronavírus em Paraisópolis, líderes comunitários que atuam numa das maiores favelas de São Paulo decidiram reservar duas escolas públicas para acolher pessoas que estejam com sintomas leves da doença e que preferem ficar isoladas a ter que dividir a casa com outros parentes, muitos deles idosos. Por meio de doações, estão sendo preparadas cerca de 500 vagas, com camas, chuveiros e produtos de higiene pessoal, além de equipamentos para atender os pacientes. Os locais não terão atendimento ambulatorial. Como a favela tem mais de cem mil pessoas vivendo em cerca de de 21 mil domicílios, associações locais já preveem a necessidade de aproveitar outras escolas para dar conta de uma demanda que pode crescer nas próximas semanas. — A ideia é que as pessoas com sintomas tenham um local seguro, com atendimento, e principalmente sem o risco de contaminar seus parentes ...

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    Favela da Maré. (Foto: Getty Images/AFP/V. Almeida)

    A favela não venceu

    O exemplo de sucesso como mensagem de opressão Por Startup da Real, no Medium Favela da Maré. (Foto: Getty Images/AFP/V. Almeida) Você talvez não tenha ouvido falar de Margareth Teixeira, 17 anos. Mãe de um filho de 1 ano e 7 meses, a jovem estava na sétima série do ensino fundamental. Seu sonho de sucesso era ter uma casa própria e passar no concurso da polícia militar. Ex-moradora de Duque de Caxias, Margareth tinha medo de morar na Favela do Quarenta e Oito, em Bangu. No dia 13 do último mês, a jovem foi morta com 10 tiros de fuzil, seu filho estava no colo quando foi baleada. A criança foi ferida de raspão na cabeça e no pé. Margareth Teixeira estava indo encontrar o marido na igreja. A jovem foi mais uma das vítimas das operações da polícia militar do Rio de Janeiro que, só ...

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    O protagonismo é da favela

    Protagonismo da favela: Rene Silva e o Voz das Comunidades apontam o futuro do jornalismo

    Dá pra perceber que no Voz das Comunidades o lema não é ignorar a violência crescente, sim mostrar que a favela também é espaço de cultura e criatividade. no Hypeness imagem-Hypeness - O protagonismo é da favela A descentralização da comunicação certamente passa pelo avanço da tecnologia. No entanto, abundância tecnológica não é suficiente para que histórias deixadas de lado pela grande mídia sejam contadas. Por isso, o trabalho realizado pelo jornalista Rene Silva no Voz das Comunidades é tão importante. Atualmente ele está com 24 anos, mas seu nome ficou famoso bem antes disso. Em 2010, aos 17 anos, ele deixou a mídia hegemônica no chinelo ao narrar pelo Twitter a ocupação do Complexo do Alemão pelas Forças Armadas. Desde então, a plataforma expandiu, atuando em nove comunidades do Rio de Janeiro. A linha editorial é a de promover uma visão humanizada, diferente do estigma ...

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    “Volte pra favela” por Olivia Santana

    Foi este o brado insultuoso, semelhante ao autoritarismo dos capitães do mato, que a mim foi dirigido quando participava de um evento da Federação Baiana de Automobilismo, no dia 4 de fevereiro passado, no Hotel Catussaba. O destempero, extravasado como um impulso incontido, revelava o sentimento profundo daquela senhora, acompanhada e apoiada por sua amiga, irritada por estar dividindo com uma negra assumida e resolvida coma sua autoestima, o amplo espaço de um hotel de “elite”, como ela disse. por Olívia Santana enviado para o Guest Post de Geledés Realmente nasci na favela, como a maioria das negras e negros do nosso país.  Sou filha de uma doméstica que me criou com amor e admirável esforço, dando-me o pouco, que também era o melhor que ela tinha. Senti, cedo, o injusto e desproporcional peso de ser mulher, negra e pobre. Percebi que o estudo e a luta me seriam indispensáveis ...

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    Primeira favela brasileira surgiu há 120 anos

    Em 1897, aproximadamente 10 mil soldados voltaram da Guerra de Canudos e se instalaram no atual Morro da Providência, no Rio. O local, que já era habitado por ex-escravos, se transformou na primeira favela brasileira Barracos pendurados na pedreira do morro da Favela, em 1920 - Foto: Reprodução Do A C Historico Há exatos 120 anos surgia a primeira favela brasileira, que ainda não era chamada desta forma. O pequeno assentamento, formado inicialmente por ex-escravos, ganhou a partir de 1897 uma grande quantidade de novos moradores, criando uma verdadeira comunidade. Localizada no atual Morro da Providência, no Rio de Janeiro, a ocupação inicialmente se restringia a algumas dezenas de casebres, que ao longo do ano receberam mais de 10 mil novos vizinhos, em especial ex-soldados que retornavam da Guerra de Canudos. Os primeiros moradores do assentamento no eram habitantes do antigo cortiço "Cabeça de Porco", que havia sido demolido tempos ...

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    Cartão para moradores de favela, Cufa Card será lançado no Rio

    O Cufa Card será lançado oficialmente nesta terça-feira, em Madureira, na Zona Norte do Rio. O cartão pré-pago é voltado para consumidores e empreendedores das favelas e poderá ser usado em qualquer estabelecimento que aceita a bandeira MasterCard no Brasil. Os interessados não precisam ter conta em banco ou comprovar renda. Também não será realizada consulta a órgãos de proteção ao crédito, como SPC e Serasa. Por Marcela Sorosini Do Extra O cartão poderá ser usado para saques em caixas eletrônicos. Pelo aplicativo, será possível consultar o saldo, colocar crédito no celular, pagar contas pelo celular e fazer transferências para outros cartões Cufa Card. Não serão cobradas taxas por esses serviços. O cliente pagará uma mensalidade de R$ 8, que será revertida em um crédito de R$ 10 para celulares pré-pagos. O usuário só paga a taxa se tiver o dinheiro em conta, caso contrário, não contrai dívida alguma. — De ...

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    Moradores fazem manifestação contra fechamento da biblioteca da Rocinha

    Moradores da Rocinha fizeram um ato nesta quarta-feira (28) contra o fechamento da Biblioteca Parque C4 Rocinha. A passeata começou às 16h em frente à biblioteca e seguiu até a passarela, com a participação de moradores, artistas e produtores culturais. Fonte: Jornal do Brasil por, Davison Coutinho O fechamento da biblioteca é resultado da crise que afeta o estado do Rio de Janeiro e o contrato com a organização social que a administra se encerra no fim deste mês. A biblioteca foi inaugurada em 2012 pelo então governador Sergio Cabral. O espaço é uma reivindicação antiga dos moradores e atendia diversos leitores, estudantes e grupos culturais, oferecendo diversas atividades culturais. Mais uma vez, a população é quem paga a conta. Por culpa da corrupção de um governo que afundou o estado, os moradores da Rocinha vão pagar pelos vestidos, jóias, lanchas, mansões e guardanapos que nunca usaram. O movimento #SOMOSC4 divulgou o seguinte ...

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    A favela do Quênia que exporta alta moda para as passarelas europeias

    Do BBC A favela de Kibera, a favela do Quênia citada, no Quênia, é considerada a maior do mundo - tem mais de 2,5 milhões de habitantes. Seus ares têm mudado recentemente por causa de iniciativas como projetos de jornalismo cidadão, feito por seus próprios moradores, e uma linha de montagem de alta costura organizada pela ONG Wakuu. Basicamente, a organização une o talento das costureiras quenianas à cultura do país para produzir peças que mesclam o estilo ocidental e as estampas africanas. Destaque em desfiles europeus, como a Semana Africana de Moda de Amsterdã, na Holanda, a Wakuu também vende as peças no mercado global. "Adoro meu trabalho, porque ele me permite ter uma vida melhor", diz Anastasia, uma das costureiras que faz parte do projeto financiado pela ONG. "Trabalhamos duro para que os clientes que atingimos possam ser tocados por nós, e então comprem nossos produtos", resume ela. ...

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    Como uma funkeira “negra e gorda” virou símbolo de beleza e voz da favela

    Carolina tem 23 anos e aprendeu na escola, ainda criança, aquele que seria seu rito de sobrevivência no Morro do Preventório, comunidade no bairro de Charitas, em Niterói (RJ): bater para se defender. A vida toda ela ouviu piadas sobre seu peso, sua cor, suas origens. E sempre respondeu "na porrada". Por Renata Mendonça Do Uol "Sofri um pouquinho na escola. Mas nada de chorar, de ficar deprimida. Eu saía na porrada, apanhava e batia. Fui criada assim. Chegava em casa toda marcada e falava: 'Não, não aconteceu nada'", resume. Criada pelos avós, ela foi morar sozinha aos 14 anos, quando o avô morreu. Logo desistiu de brigar, e da própria escola, antes mesmo de iniciar o ensino médio. "Eu queria ser juíza, mas, quando meu avô morreu, percebi que era só sonho de criança. Que o pobre, o negro, para chegar até juiz é um mar sem barco." Os anos passaram ...

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    As 8 melhores respostas ao tuíte mais ‘close errado’ da Olimpíada

    Desde a vitória da judoca Rafaela Silva, que garantiu o primeiro ouro do Brasil na Olimpíada do Rio de Janeiro, um tuíte está repercutindo muito mal. no HuffPost A frase é do jornalista André Forastieri, conhecido por textos polêmicos como este (Angelina Jolie: a heroína cretina). Medalha de ouro para uma negra favelada ajuda as negras faveladas em exatamente nada. — André Forastieri (@forastieri) 8 de agosto de 2016 Muita gente criticou o tom da opinião dele. Selecionamos as 7 melhores respostas a Forastieri: Não só ajuda, como inspira. @forastieri A Glória Maria foi uma das minhas inspirações para exercer a profissão de jornalista. Falou pouco, mas falou bosta — Thalita (@thalitahora_) 8 de agosto de 2016 Sabe o que não ajuda em nada mesmo? @forastieri inspiração? modelo? prova de que é possível? Esse teu comentário ajuda em exatamente menos que nada. — João C. (@Joaoc79) 8 de agosto de 2016 ...

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    Esconderam a favela com adesivo das Olimpíadas

    Com o intuito de diminuir o número de arrastões nas vias expressas - Linhas Vermelha e Amarela - em 12 de março de 2010 a prefeitura do Rio de Janeiro começou a instalação das polêmicas barreiras acústicas que separam as favelas das pistas de alta velocidade. Por Walmyr Junior. do Jornal do Brasil  Segundo a prefeitura, na época, as barreiras serviriam para proteger os moradores das diversas comunidades da cidade do barulho dos carros e do risco de atropelamentos. Sabemos que a realidade é outra, as barreiras cumpririam o papel de isolar, segregar e esconder as favelas que seriam vistas pelos turistas que viriam do aeroporto do Galeão. Pois bem, não bastasse à barreira criada pela prefeitura e o isolamento da favela, na última semana a prefeitura do Rio decidiu colorir todas as barreiras, que eram transparentes, com o adesivo das olimpíadas. O problema é que Complexo da Maré é isolado ...

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    ‘Vivemos na realidade do medo’, diz moradora sobre assédio a mulheres em favela do Rio

    Sou nascida e criada na favela da Maré, na zona norte do Rio. A quantidade de assédio que sofremos na favela pode parecer surpreendente aos olhos dos outros, mas para quem vive no dia a dia, não é. por Thaís Cavalcante no BBC Já ouvi cantadas grosseiras de todo tipo de homem enquanto voltava pra casa. Mesmo ignorando todas as vezes, não é fácil lidar com isso. A gente aprende a lei da convivência, vivendo mesmo. Como boa parte das mulheres, penso em reagir, mas acabo seguindo em frente. Não tenho alternativa. Independente do poder armado, o morador sabe que reagir a qualquer coisa desse tipo é burrice. Foi isso que fiz no dia em que um militar mexeu comigo. Ele queria que eu respondesse "bom dia, soldado" após ouvir o que ele disse. Cheguei a tremer. Quando aconteceu a ocupação militar na Maré, houve muitas reclamações de abuso de ...

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    Sabemos que os mais pobres sempre vão sofrer mais

    A constante e crescente tensão nas favelas do Rio de Janeiro, e consequentemente as mortes que vão ocorrendo em uma escala ascendente, vem preocupando seus moradores, moradores da cidade que circulam ou trabalham nelas e suas instituições. Por Mônica Francisco Do Jornal Do Brasil Em um momento de turbulência nacional, de incertezas políticas em um quadro que manifesta cada vez menos investimentos nas áreas sociais, que aliás, sempre foram a nossa maior chaga, produzida por um quadro brutal de desigualdades ao longo de mais de quatro séculos e diminuição de possibilidades para muitos cidadãos e cidadãs. Há cinco dias "celebrávamos " o silencioso 13 de Maio; e ainda que a  avaliação de muita gente seja de que apesar de tudo, a luta do movimento negro produziu positivas conquistas adquiridas pelos descendentes das populações escravizadas pelos portugueses que aqui viviam, muito ainda há por se conquistar, muitas das conquistas advindas das políticas ...

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    Nós por nós, na luta e no luto

    “JULGUEM A MIM”, postou no Facebook um grande ativista das favelas do Rio de Janeiro após uma chacina em Acari que matou 5 jovens, nesta segunda-feira (4), resultado da operação conjunta de extermínio de jovens da favela realizada pelas polícias federal e a CORE. Por Raull Santiago Do Anistia “JULGUEM A MIM”, escreveu com dor aquele que durante tantos anos luta contra o que torna a se repetir não apenas em Acari, mas em Manguinhos, no Complexo do Alemão e nas favelas, não vê o fim da matança de seu povo. Esta é a última postagem que vi ainda há pouco na rede social enquanto me preparava para escrever esse texto aqui no bairro Georgetown, em Washington, nos Estados Unidos. Vários dias se passaram desde aquele 25 de fevereiro no Brasil, uma quinta feira, quando no lançamento do relatório anual da Anistia Internacional (O estado dos Diretos Humanos no mundo), Renata ...

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    No mês da Consciência Negra, um momento de reflexão

    “A tragédia do homem é o que morre dentro dele enquanto ainda está vivo!”

    Na semana que passou, uma frase dita por meu filho me inspirou para a construção deste artigo. Curiosamente, por acaso (será?) fui ler o enunciado que apresenta o objetivo da existência desta coluna, Comunidade em Pauta, e vi que a importância de participar de um projeto que acompanha o processo de avanços que a população das favelas e periferias obtiveram, ampliando estas vozes para além dos tradicionais meios comunitários (extremamente importantes) tem sido fundamental e inovador, ou vice-versa. Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil   Embora tenha havido esse avanço, o componente dramático disso tudo é que na maioria das vezes, não há a possibilidade de se dar de maneira digna, voz e vez a esse público, quando se tem parte da mídia que reforça de maneira irresponsável a cristalização de estereótipos que nestas áreas custam a vida destas pessoas. Me peguei fazendo uma reflexão em voz alta sobre a ...

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    Estão roubando o pouco que conquistamos

    Esta matéria de Cleber Araújo Santos é a terceira de uma série de matérias de opinião sobre o impeachment por comunicadores populares que estamos publicando aqui no RioOnWatch Do Combate Racismo Ambiental  Cleber Araújo Santos, de 40 anos, foi nascido em Monte Pascoal na Bahia. Hoje, como morador do Complexo do Alemão, através das redes sociais mostra a favela em suas mais diversas formas e momentos. Atualmente, divulga fatos diários na Página Complexo Alemão e no perfil da Mariluce Mariá, artista plástica que pinta e tem um stand de vendas na estação Palmeiras, local esse que recebem pessoas do mundo inteiro e lhes possibilita ampliar os contatos e mostrar a sua realidade. Sou morador de Favela, vivo no Complexo do Alemão e sinto na pele o que é viver na periferia. Um ambiente hostil e com muitas dificuldades, marcado pela exclusão e indiferença social de uma cidade partida e totalmente excludente. O Rio de Janeiro tem duas realidades ...

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    Violência no Alemão chega ao extremo com grande número de feridos

    Operações policiais no conjunto de favelas do Alemão deixaram oito feridos, entre militares e moradores, apenas entre sábado (16) e domingo (17). O portal Voz das Comunidades relata as circunstâncias em que as vítimas foram atingidas, sendo grande parte delas por balas perdidas. Os confrontos entre policias e moradores têm se intensificado nos últimos meses, gerando pavor para os mais de 180 mil moradores do Alemão Por Betinho Casas Novas Do Brasil247 Sem controle: violência no Alemão chega ao extremo com grande número de feridos Número de feridos são de 8 pessoas baleadas em menos de 24 horas GUERRA: O complexo do Alemão viveu durante as últimos 24 horas momentos de tensão em uma guerra não declarada. Desde sexta feira sequências e mais sequências de tiroteios são ouvidos em diversas partes do Alemão. Na Sexta Feira (15), 5 pessoas foram atingidas por balas perdidas durante confrontos entre policias e traficantes no Alemão. ...

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    Luta contra o golpe é questão de sobrevivência

    Afirmação é da jornalista Elizandra Souza, editora da Agenda Cultural da Periferia e moradora do Grajaú, Zona Sul de São Paulo, que em entrevista ao Observatório da Sociedade Civildisse: "Nossa luta contra o golpe é questão de sobrevivência para o jovem negro periférico e para a gente que está ali no front. E, afinal, foram os movimentos sociais que reelegeram a Dilma no segundo turno e sabemos como foi o governo Lula e suas conquistas importantes. Nós nos organizamos no projeto Periferias Contra o Golpe, porque tem jovens morrendo, a questão é sobrevivência. (...) Nós não estamos do lado de quem quer o golpe, quem detém os meios de comunicação e as cadeiras do Congresso. Está uma luta árdua para defender a democracia, mas nós que somos da periferia já nascemos lutando" Por Marcela Reis Do Brasil247 Na periferia, ‘luta contra o golpe é questão de sobrevivência’, diz jornalista Em entrevista, ...

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    Naturalização e exotização da favela

    Termos as favelas existindo hoje ainda como solução habitacional para superar ou melhor, desviar o foco do débito que existe nesta área com a maiores parte da população trabalhadora, já é um escândalo histórico. Por Mônica Francisco Do Jornal do Brasil Submeter essa população pagadora de impostos, ao contrário do que pensa uma outra parcela da população, ao desabastecimento de água por longos períodos, é uma das piores humilhações. É de todo indigno. É a constatação de um dos maiores erros cometidos por nossa pátria. Com a naturalização e a exotizacão do lugar, consolidou-se a negação do diretor a morar. Mas de todas as  práticas que são o retrato da manutenção do racismo institucional e das injustiças ambiental, social e econômicas, a recorrência das ações que produzem a morte violenta dos seus moradores e moradores e as mortes decorrentes de outras causa, tendo o meio ambiente em que estão submetidos como causa ...

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