Tag: hip hop

Racionais MC's celebram supremacia no hip hop pelo País

Racionais MC’s celebram supremacia no hip hop pelo País

Jotabê Medeiros Grupo de rap se apresenta em São Paulo neste sábado As 6.947 pessoas que compraram ingresso para ver neste sábado o show único que comemora os 25 anos dos Racionais, no Citibank Hall, foram as mais rápidas no gatilho: os ingressos começaram a ser vendidos no dia 16 de junho e em um mês estavam esgotados. A mais importante banda de hip hop do País toca, à 1 hora da madrugada de domingo, hits que nasceram na periferia e hoje alcançaram status em todo o espectro social: Negro Drama, A Vida É Desafio, Vida loka, Jesus Chorou, Artigo 157, Da Ponte Pra Cá. Antes de eles entrarem no palco, DJ Paty DeJesus, MC Rincon Sapiência, Flora Matos e Emicida entretêm a plateia para o rolo compressor do grupo. Mano Brown, Edi Rock, Ice Blue e KL Jay fizeram um acerto para que o show seja transmitido pela página do Sky Live (www.facebook.com/skylivebr) neste domingo, ...

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Debates, música e arte para comemorar o Dia da Mulher Negra

O coletivo Mjiba promove evento no próximo domingo (3) para enaltecer a data e também celebrar 10 anos de atividades do grupo Instituído na República Dominicana em 1992, durante o Congresso de Mulheres Afro-Latinas-Americanas e Afro-Caribenha, o Dia da Mulher Negra é comemorado desde então no dia 25 de julho. Com o intuito de celebrar a data, bem como comemorar os 10 anos de atividades do grupo, o coletivo de mulheres negras da zona sul de São Paulo, o Mjiba, realiza neste domingo (3) a quinta edição do Mjiba em Ação. O evento será realizado no CEU Três Lagos e terá, entre suas atividades, apresentações musicais, intervenções artísticas e debates relacionados à figura da mulher negra. “Vamos dialogar com as jovens mulheres negras e reunir as diversas línguas artísticas como música, dança, literatura, teatro e artes visuais”, disse Elizandra Souza, uma das organizadoras do evento e do coletivo. O encontro começará às 14h e ...

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O quadro FLASH BLACK trás essa semana o especial das revistas “Pode crê “

O blog Olha Onde a Favela Chegou volta a lançar o especial “FLASH BLACK”,  só que dessa vez iremos publicar uma série especial com capas de revistas, fanzines e jornais importantes que mesmo com muita dificuldade de distribuição, contribuíram (e muito!) com a difusão da Cultura Hip Hop brasileira. Levando na medida do possível informações aos adeptos do Hip Hop a cerca do que rolava em cada época. Viagem nessa epopéia e vem com “nóis”!!! Na primeira postagem traremos pra vocês as capas das primeiras edições da revista PODE CRÊ! (que foi publicada entre 1993 e 1994), lendária revista idealizada pelo Geledés (Instituto da Mulher Negra), a revista PODE CRÊ!  É oficialmente a primeira revista brasileira especializada em Hip Hop de que se tem notícia. Em sua primeira edição (fevereiro/março 1993), a revista PODE CRÊ! Trás em sua capa na menos que Mano Brown dos Racionais, no auge dos seus 23 anos (hoje ...

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Com gosto apurado, Jerome Meyinsse, pivô rubro-negro mostra seu talento como trompetista

Do alto de seus 2,07m, americano Jerome Meyinsse revela refinado conhecimento musical: "Nos Estados Unidos, também são raros os atletas que tocam" Pagode, samba, sertanejo, hip hop, funk. Independentemente da modalidade, esses geralmente são os gêneros musicais preferidos da maioria dos atletas profissionais. Mas toda regra tem sua exceção. No time de basquete do Flamengo, que encara o Paulistano no próximo sábado, às 10h10, em busca do seu terceiro título do NBB em seis edições, ela atende pelo nome de Jerome Meyinsse. Nascido em Baton Rouge, na Lousiana, o pivô de 2,07m se agarra às raízes e tem o jazz na ponta da língua. Literalmente. Trompetista na adolescência, o americano foi influenciado pelo pai Joseph e tocou na banda da escola antes de ter que optar entre a música e o esporte. O basquete venceu a queda de braço, mas a paixão pela música permanece viva até hoje nas veias ...

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Emicida: “Sou um soldado do rap”

Emicida: “Sou um soldado do rap”

 YUMBER VERA ROJAS A nova estrela do hip hop brasileiro volta a Buenos Aires como parte dos shows da Feira do Livro realizada na capital argentina A cabeça raspada e suas pálpebras inclinadas até as bochechas, como as orelhas que parecem querer independência de seu corpo, dão a Emicida, à primeira vista, uma leve semelhança com Forest Whitaker. No entanto, apesar de não ter visto The Crying Game, o rapper brasileiro se dá muito bem na interpretação, o que potencializa a analogia entre o músico e o ator, que personificou Idi Amin no filme O Último Rei da Escócia. Embora seus videoclipes, onde imprime uma caracterização imponente, tenham sido sua experiência mais próxima do cinema, além de sua participação como repórter para a MTV local e para um programa da televisão pública de São Paulo. “Não é o mesmo trabalhar como jornalista na televisão e fazer hip hop. O primeiro tem suas limitações, por ...

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Big Richard

O Hip Hop é expressão da cultura popular e como tal deve ser reconhecido, diz pesquisador

'O hip hop é muito mais que música e dança. Ele busca conscientizar, educar, humanizar, promover, instruir e divertir, além de reivindicar direitos e o respeito nas relações sociais', esse foi o tom dado por Big Richard, sociólogo e professor da Universidade Católica de Brasília, ao refletir sobre a influência do hip hop na formação cultural e social no Brasil. Joanne Mota, da Rádio Vermelho em São Paulo Big Richard, que também é membro da Nação Hip Hop Brasil, também falou dos trabalhos realizados na Comissão de Cultura no Congresso Nacional, que pretende debater o Projeto de Lei do ex-deputado Maurício Rands (PT-PE), que declara o movimento Hip Hop manifestação de cultura popular. "O Hip Hop é expressão da cultura popular e como tal deve ser reconhecido", diz pesquisadorSegundo ele, se antes o hip hop era considerado, de forma preconceituosa, um “movimento de periferia”, hoje tomou as ruas, as mais diversas classes sociais, as ...

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A presença de Amílcar Cabral na música RAP na Guiné-Bissau e em Cabo-Verde - Por: Redy Wilson Lima e Miguel de Barros

A presença de Amílcar Cabral na música RAP na Guiné-Bissau e em Cabo-Verde – Por: Redy Wilson Lima e Miguel de Barros

 Nos anos de 1990, com a vaga de democratização na Guiné-Bissau e em Cabo-Verde, quer o PAIGC quer o PAICV, partidos tidos como “força, luz e guia do povo”, perdem esse estatuto, pondo fim simultaneamente à cadeia de domesticação dos espíritos, precipitando assim uma descoletivização social das organizações juvenis sob o prisma comunista. Isto fez com que os jovens reinventassem formas de sociabilidades no seio dos grupos de pares, num contexto marcado pela globalização e afro-americanização do mundo, em que a cultura hip-hop, através do seu elemento oral, o rap, aparece como veículo da liberdade de expressão e de protesto dos grupos urbanos em situação de maior precariedade. Este artigo pretende analisar de que forma os jovens guineenses e cabo-verdianos recontextualizaram através do rap, na nova conjuntura dos dois países, o discurso pan-africanista e nacionalista de Amílcar Cabral, tendo em conta o risco de branqueamento da memória coletiva e histórica; a ...

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Alma Preta

Deputada Leci Brandão Propõe a criação da Semana Estadual do Hip-Hop

De acordo com o Projeto de Lei 306/2012 , a Semana Estadual do Hip-Hop será celebrada anualmente, sempre na semana do dia 21 de novembro, data em que é comemorado o Dia do Hip-Hop em São Paulo. Pelo projeto, apresentado no dia 7/05 e publicado nesta quinta-feira (10/05) no Diário Oficial, caberá à Secretaria de Estado da Cultura realizar e promover diversos eventos ao longo da semana, que será encerrada com o Encontro Paulista de Hip-Hop, já criado pela própria Secretaria. Os eventos, competições e outras ações relacionadas à cultura hip-hop deverão contar com a participação de instituições públicas, entidades da sociedade civil, agências de financiamentos, empresas e outras organizações. Com esse projeto, "buscamos potencializar o apoio do Poder Público ao movimento hip-hop, que mobiliza especialmente jovens das nossas periferias, que através da arte e da cultura denunciam a exclusão e a opressão a que estão submetidos e apontam para ...

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Letramentos de Reexistência: culturas e identidades no movimento hip hop

CONVITE: DEFESA DE TESE por: Ana Lúcia Silva Souza A tese dialoga com minha trajetória de vida. Minha família mineira, negra, festeira e falante, movimento negro, sociologia, educação de jovens e adultos, formação de educadores, docência universitária, linguística aplicada e...proximidade com ativistas do universo hip-hop. Horas e horas de conversas, risos, brigas e reflexões - em especial com Dimenor, Débora, LGe, Natas, Soneca. Vejam imagens de nossos primeiros encontros.   E mais um pouco sobre o trabalho. A tese caracteriza o movimento cultural hip hop como uma agência de letramento e seus ativistas, em suas comunidades de pertença e naquelas em que estão em contato, como agentes de letramento. Tomando por base uma perspectiva sócio-histórica, as análises dos dados explicitam que os letramentos singulares praticados pelo grupo de participantes da pesquisa têm lhes permitido redimensionar suas identidades, ressignificando papéis e lugares sociais a eles atribuídos por uma sociedade ainda marcada ...

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Projeto Rappers

Projeto Rappers – Memória Institucional de Geledés

Desenvolvemos de 1992 a 1998 um projeto específico para a juventude negra chamado Projeto Rappers. Não foi um projeto que decorreu de uma definição institucional; ele foi provocado por demanda de jovens negros pertencentes a bandas de rap da cidade de São Paulo. Esses jovens chegaram ao Geledés trazendo-nos questões muito complexas que nos questionaram institucionalmente nos impulsionando a assumir responsabilidades e protagonismo em relação às diferentes facetas da violência que se abate sobre os jovens negros na cidade de São Paulo. O que ocorria naquele momento? Bandas de rap formadas por esses jovens que se exibiam nas periferias de São Paulo para um público semelhantes a eles, com músicas com denúncias contundentes sobre as condições de marginalização social, racismo, preconceitos e violência a que estão expostos os jovens negros eram sistematicamente vítimas da violência policial que, via de regra, os tiravam dos palcos em que se apresentavam com agressão ...

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Revista Pode Crê! Memória institucional

Esta revista foi pensada inicialmente para ser apenas uma cartilha, pois não tínhamos a dimensão exata da necessidade que os jovens tinham  de se ver contemplados num veículo de comunicação de massa. A edição do primeiro número da revista nos mostrou o impacto que ela produziu na auto-estima dos jovens negros de todo o país; o orgulho que eles expressavam  por disporem de um veículo de comunicação que os retrata, que discute os problemas que os afligem e, fundamentalmente, é feita por eles e para eles.

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