Tag: igualdade de gênero

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    A partir de 2019, time sem futebol feminino não joga Libertadores

    Exigência faz parte do programa de licenciamento implantado por CBF, Conmebol e Fifa. Marco Aurélio Cunha quer times usando 5% dos recursos do futebol masculino Por Martín Fernandez no Globo Esporte A partir de 2019, os clubes de futebol do Brasil que não tiverem um time feminino disputando competições nacionais estarão proibidos de disputar a Copa Libertadores. Esta é uma das principais exigências do regulamento de licenciamento de clubes da CBF, que foi apresentado nesta quinta-feira aos clubes. Tal exigência já fazia parte do regulamento de clubes da Conmebol. Dos 20 clubes que vão disputar a Série A em 2017, só sete têm times femininos. Exigência faz parte do programa de licenciamento implantado por CBF, Conmebol e Fifa (Foto: Reprodução) O licenciamento é um conjunto de requisitos que deverão ser cumpridos pelos clubes interessados em participar de competições da CBF, da Conmebol e da Fifa. Além do futebol feminino, há exigências ...

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    10 forma divertida como ensinar meninos sobre igualdade de gênero

    Basta ter olhos e ouvidos para saber que, assim como qualquer outro preconceito, o machismo é ensinado e transmitido para as crianças desde cedo, e através de pequenos detalhes – hábitos reiterados, divisões descabidas que acabam sendo reafirmadas e naturalizadas muitas vezes sem que sequer se perceba a natureza de tais aceitações. no Hypeness e Já falou para seu menino Não há razão para ainda existirem coisas “de menino” e “de menina” no trato e na educação hoje, e foi pensando em combater tais graves vícios que a página Já falou para seu menino escolheu o humor e a leveza como arma para lembrar aos pais e adultos de ensinar e incentivar a igualdade para seus meninos. A iniciativa nasceu das aulas de empoderamento infanto-juvenil que o projeto Escola do Ser ministra em Goiás, a fim de acender a empatia, a generosidade, a sensibilidade e o senso de igualdade nos meninos desde cedo. Através ...

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    Diretrizes visam igualdade de direitos entre meninas e meninos

    Uma resolução da Secretaria Especial de Direitos Humanos do Ministério da Justiça e Cidadania objetivando garantir a igualdade de direitos entre meninas e meninos nas políticas públicas de atenção e proteção de crianças e adolescentes foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (26) . Por Pedro Peduzzi, no Agência Brasil Photo by rawpixel.com from Pexels A norma apresenta recomendações a diversos órgãos públicos, bem como diretrizes voltadas a políticas de educação e de saúde sexual e reprodutiva para o público alvo. Por meio da medida, o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) pretende superar situações que desfavoreçam o pleno desenvolvimento das meninas. A resolução pede aos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes que assegurem a igualdade de direitos entre meninas e meninos, com prioridade para iniciativas que visem proteger as meninas contra as discriminações e violências de gênero. A ...

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    A brasileira que derrubou lei do Império Romano para dar seu sobrenome ao filho na Itália

    Quando perguntam seu nome completo, o filho de quatro anos de Manuela Magalhães, natural de Salvador e radicada na Itália há mais de uma década, faz questão de mencionar seus dois sobrenomes ─ o do pai, italiano, e o da mãe, brasileira. Por Luis Barrucho Do BBC Mas sua certidão de nascimento diz o contrário. Isso por causa de uma prática com origem no Império Romano pela qual toda criança nascida na Itália recebe automaticamente apenas o sobrenome paterno ─ mesmo que este não seja o desejo dos pais. A pedido deles, a BBC não divulgou o nome da criança. Atualmente, a imposição tem embasamento legal em artigos do Código Civil, e de dois decretos, um promulgado pelo então rei do país, em 1939, e outro pelo presidente da República, em 2000. "Depois do nascimento dele, fomos registrá-lo no cartório e o funcionário se recusou a incluir meu sobrenome", disse Manuela, ...

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    Male equals female concept with businessman hand holding against blackboard background.

    O que você pode fazer pela igualdade de gênero na infância?

    Há exatamente um ano, o mundo tinha seus olhos voltados para Nova York onde foram definidos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs). Eles pautarão os esforços para a construção de um mundo sustentável até 2030 e, para isso, estabelecem 17 objetivos e 169 metas que devem ser alcançados no menor tempo possível. Neste sentido, foi definido um objetivo específico para a igualdade de gênero, uma mostra clara de que todos - homens e mulheres, meninos e meninas, devem ser considerados dentro dos objetivos. Do Brasil Post O mundo reconheceu que, independente de gênero, todos têm os mesmos direitos, mas na prática isso não acontece - meninas e mulheres estão em desvantagem. Falamos muito sobre objetivos para 2030, mas em pleno século 21, meninos e meninas ainda são tratados de forma desigual. Essa realidade só será mudada quando a sociedade começar a questionar seus hábitos, mudar o comportamento e a forma ...

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    Diplomata brasileira foi essencial para menção à igualdade de gênero na Carta da ONU

    A inclusão da igualdade de direitos de homens e mulheres na Carta da ONU, documento lançado em 1945 que criou as Nações Unidas, foi fruto da insistência de diplomatas latino-americanas lideradas pela cientista brasileira Bertha Lutz, que enfrentou forte oposição das delegações norte-americana e britânica. Da Onu  Essa foi a conclusão de pesquisadoras da Universidade de Londres, que tentam “reescrever a história” e dar o devido crédito às diplomatas do Sul, responsáveis pela inserção do tema da igualdade de gênero em um dos mais importantes tratados internacionais do século XX. A Carta da ONU, documento elaborado durante a conferência de San Francisco (Estados Unidos) em 1945 que deu origem às Nações Unidas, foi um dos primeiros tratados internacionais a mencionar em seu texto a necessidade de igualdade de direitos entre homens e mulheres. Esse feito, por muito tempo atribuído a diplomatas de países desenvolvidos, na verdade foi fruto da insistência ...

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    Prefeitos eleitos não assinam pacto da ONU por igualdade de gênero

    O programa Cidade 50-50, da ONU Mulheres, tem por objetivo promover a paridade entre homens e mulheres, mas por enquanto tem baixa adesão por Ingrid Matuoka no Carta Capital Dos mais de 5,5 mil prefeitos eleitos em 2016 no Brasil, nenhum assinou o compromisso com o projeto “Cidade 50-50: todas e todos pela igualdade” da ONU Mulheres. Ainda. O programa tem por objetivo fazer da paridade de gênero uma política pública que comece a ser aplicada desde os vereadores e prefeitos para atingir uma rede nacional de comprometimento efetivo com a causa. Lançado no final de setembro, o projeto foi criado em parceria com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com o Instituto Patrícia Galvão e com o Grupo de Estudos sobre Democracia e Diversidades da Universidade de Brasília. Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres no Brasil, afirma que tem esperanças de que prefeitos e vereadores eleitos se unam ao movimento. “Estamos preocupados com a baixa eleição de ...

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    Mulheres ganharão tanto quanto homens, mas só daqui a 136 anos

    Levantamento mostra disparidade salarial entre gêneros nos EUA No O Globo A desigualdade de salários entre homens e mulheres nos Estados Unidos tem diminuído mais lentamente desde 2001 e, se continuar nesse ritmo, a igualdade de gêneros no mercado de trabalho americano só será alcançada por volta de 2152, segundo um relatório publicado pela American Association of University Women (AAUW). As mulheres ganham o equivalente a 79,6% do salário dos homens — a melhor performance desde 1960. Críticos dessa métrica argumentam que é preciso levar em conta, porém, a quantidade de horas trabalhadas e a diferença entre as carreiras mais ocupadas por homens e mulheres. O ceticismo em relação a esse indicador é válido, diz Catherine Hill, vice-presidente de pesquisa da AAUW. Esse número é amplo e leva em conta profissionais com diferentes idades e ocupações. Segundo Catherine, o indicador é interessante para mostrar tendências, como a redução da diferença ...

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    Pelo esporte e pela igualdade de gênero: Uma vitória leva à outra

    A ONU Mulheres, o Comitê Olímpico Internacional e a Always se uniram para celebrar um programa esportivo comunitário que visa o desenvolvimento de autoconfiança e de habilidades de liderança em meninas adolescentes, como parte do legado das Olimpíadas de 2016 no Rio Do Onu Mulheres Coincidindo com o início dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, a ONU Mulheres, o Comitê Olímpico Internacional e a Always/Whisper celebram hoje a iniciativa “Uma vitória leva à outra”, um programa que empodera mulheres e meninas através do esporte. No evento, Phumzile Mlambo-Ngcuka, Diretora Executiva da ONU Mulheres, Nawal El Moutawakel, ex-Vice-Presidente do Comitê Olímpico Internacional e Presidente da Comissão de Coordenação da XXXI Olimpíada, Rio 2016, e Juliana Azevedo, Vice-Presidente da Procter & Gamble (Always/Whisper), enfatizaram que o seu objetivo em comum é investir nas habilidades e no treinamento de meninas para apoiar uma geração de mulheres mais fortes, confiantes e ...

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    Prêmio Sadako Sasaki em prol da Igualdade de Gênero 2016

    O legado humanitário de Sadako Sasaki, voltado para a difusão da cultura de paz, está diretamente ligado à sua história de força e sensibilidade; quando Sadako Sasaki percebeu que a guerra era a causa de todo aquele mal, devido à doenças e sequelas resultantes da exposição à explosão da bomba atômica, ela desejou com todas as forças do seu coração, que nenhuma criança jamais sofresse novamente por causa das guerras. no Mundo Sustentável O Prêmio Sadako Sasaki almeja promover a integração das culturas do Oriente e do Ocidente, através do compartilhamento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, da Organização das Nações Unidas, com ênfase no Objetivo 5: Alcançar a Igualdade de Gênero e empoderar mulheres e meninas. Sadako Sasaki acreditou na solidariedade internacional, e nós acreditamos que a solidariedade internacional deve ser incentivada entre as crianças e as suas famílias, ainda nos primeiros anos escolares, por um Planeta 50-50 ...

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    michaeljung/iStock / 360/Getty Images

    Como educar para a igualdade desde a infância

    Seis ações para redefinir os papéis de gênero e transformar as normas sociais  Por CLARA ALEMANN, do El Pais  Foto: michaeljung/iStock / 360/Getty Images Todas as pessoas, mas em especial pais e mães criando meninos e meninas, podem tomar ações concretas para que os adultos de amanhã cresçam livres de estereótipos, possam desenvolver seu potencial e não se vejam limitados por seu gênero. Os primeiros anos de vida são críticos para alimentar o desenvolvimento cognitivo e socioemocional de meninos e meninas. É nesse período que eles constroem sua identidade através dos laços que estabelecem com os adultos e os modelos de relacionamento que observam. Também aprendem, através das pautas da criação, quais comportamentos, gostos e habilidades são esperados em função de seu gênero. Há seis ações que podem contribuir para a redefinição dos papéis de gênero e transformar gradualmente as normas sociais que sustentam as desigualdades, desde ...

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    Como ‘saiaços’ se tornaram arma para debater igualdade de gênero nas escolas

    No ano passado, o professor Vitor Pelegrin, 30, participou de um desfile de 7 de Setembro usando um adereço que o distinguia dos demais homens presentes: uma saia. Segundo ele, a escolha do vestuário provocou recentemente seu afastamento da escola municipal Caic Zeferino Vaz, em Campinas (a 93 km de São Paulo). Por Felipe Souza Do BBC A prefeitura, por outro lado, afirma que o afastamento de Pelegrin, há duas semanas, ocorreu porque ele queria discutir sua atuação no desfile, em vez de planejar o ano letivo com os outros professores. Na ocasião, Pelegrin e outra professora entraram no desfile dos estudantes com uma faixa de protesto para pedir igualdade de gênero: "Já raiou a liberdade", dizia uma das frases estampadas. A Secretaria Municipal da Educação informou que a ação começou a ser investigada após pais e professores reclamarem do ato não programado. É um entre diversos casos de “saiaços” que ...

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    Getty Images

    Número de mulheres que fazem doutorado no exterior ultrapassa o de homens

    Mulheres são maioria entre os doutores brasileiros titulados no exterior em 2014 - mais de 60%, de acordo com estudo divulgado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). No entanto, as doutoras ainda estão em desvantagem em relação aos homens - ganham, em média 16,5% a menos. Enquanto 71,4% dos doutores estão empregados, entre as doutoras, esse índice cai para 48,82%. por Mariana Tokarnia na Agência Brasil O estudo mostra que no Brasil há 14.173 doutores titulados no exterior entre 1970 e 2014. Desse total, 8.357, ou 59%, são homens e, 5,786, ou seja, 41%, são mulheres. Até 2011, os homens eram os que mais saíam do Brasil para obter a titulação. Em 1970, apenas 12 mulheres haviam se titulado no exterior, enquanto os homens eram 29. A partir de 2012, esse cenário muda, e as mulheres doutoras ultrapassam os homens. Em 2014, 464 mulheres fizeram o doutorado fora, os ...

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    Aaron Favila / AP

    “Nenhuma mulher se deve ajoelhar aos pés de nenhum homem”

    Serena Williams lembrou ao diretor executivo do Indian Wells que a final feminina do US Open esgotou muito antes da masculina. Do SAPO Desporto Serena Williams foi dura nas palavras quando confrontada com as declarações do diretor executivo do torneio de Indian Wells. Recorde-se que Raymond Moore criticou de forma veemente o circuito feminino do ténis, ao afirmar, entre outras coisas, que qualquer atleta do WTA se deveria ajoelhar aos pés de jogadores como Roger Federer e Rafael Nadal por aquilo que eles têm feito para a imagem do tênis. Também Novak  Djokovic defende que os homens deviam ganhar mais já que, defende, geram mais receitas que as mulheres. A norte-americana, número 1 do circuito feminino de ténis, não gostou do que ouviu e já deu o ´troco`. "Para já, acho que nenhuma mulher se deve ajoelhar aos pés de nenhum homem de nenhuma forma e por qualquer razão que seja. ...

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    Djokovic questiona igualdade salarial no tênis

    Tenista sérvio entrou em polêmica sobre igualdade de gêneros Do Jornal do Brasil  O melhor tenista do mundo entre os homens, o sérvio Novak Djokovic, questionou neste domingo (20) a equiparação entre as premiações entre homens e mulheres. Dizendo que esse se tratava de um tema "delicado", o sérvio defendeu que os atletas devem ganhar mais do que as mulheres porque "atraem mais atenção, mais espectadores e vendem mais ingressos". "Eu aplaudo as mulheres e digo isso honestamente. Elas lutaram pelo que mereciam e conseguiram. Mas, por outro lado, a ATP deveria lutar por mais porque as estatísticas mostram que temos muito mais espectadores nos jogos. Essa é uma das razões pelas quais penso que deveríamos ganhar mais", ressaltou Djoko. O tenista ainda disse que tem um "respeito enorme" pelas mulheres e entendem "pelo que passam com seus corpos, que são tão diferentes dos homens.. ...

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    Reduzindo a disparidade de gênero na indústria da tecnologia

    Acabo de voltar do encontro anual do Fórum Econômico Mundial, em Davos, onde líderes do mundo inteiro se reuniram para discutir as implicações de uma nova revolução industrial. Esta quarta revolução industrial (depois das provocadas pelo motor a vapor, pela eletricidade e pelos eletrônicos) está usando a tecnologia digital para revolucionar quase todas as partes de nossas vidas num ritmo sem precedentes, de carros que andam sozinhos a assistentes baseados em inteligência artificial. Por Susan Wojcicki, no HuffPost Brasil  Uma das maiores implicações, detalhada no relatório The Industry Gender Gap (a disparidade de gênero na indústria, em tradução livre), é o prejuízo que essa revolução pode causar para o progresso das mulheres, pois elas têm pouca representação no setor de tecnologia. As forças de mercado estão transformando indústrias, favorecendo habilidades técnicas, e as mulheres respondem por apenas 26% dos empregos. Pior ainda, elas só tendem a conquistar um emprego de CTEM ...

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    Mulheres de sucesso ainda são exceção; na foto Andrea Menezes (Standard Bank), Marise Barroso (Masisa), Adriana Machado (GE), Claudia Sender (TAM), Luiza Helena Trajano (Magazine Luiza), Sylvia Coutinho (UBS), Chieko Aoki (Blue Tree) e Andrea Marquez (Bunge) - Germano Lüders / EXAME

    Brasil está entre os 60 piores países do mundo para mulheres

    São Paulo – Além de erradicar a pobreza, mitigar a fome e melhorar serviços de educação e saúde, os estudos do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU procuram também o empoderamento feminino e a igualdade de gênero como forma de desenvolvimento social. Por Raphael Martins, do Exame Na edição publicada ontem (14) de “O Trabalho como Motor do Desenvolvimento Humano”, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) traz também o Índice para o Desenvolvimento de Gênero, que elenca indicadores de IDH separados entre homens e mulheres, buscando as lacunas que ainda os distanciam, em especial em educação e renda. Ao contrário do IDH, o Índice para o Desenvolvimento de Gênero deve ser próximo de zero para ser considerado satisfatório. Entram números de caráter reprodutivo (natalidade na juventude, mortalidade de mães, etc), saúde, capacitação educacional e presença no mercado de trabalho. Lidera a lista a Eslovênia, com 0,016 de índice, ...

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    Igualdade de gênero. Porquê ela é boa para todos – incluindo os homens

    Sim, todos sabemos que é a coisa certa a fazer. Mas Michael Kimmel torna engraçado, surpreendente e prático o caso de tratar igualmente homens e mulheres no local de trabalho e em casa. Não é um jogo que resulta em empate zero a zero, mas na vitória mútua que irá resultar em mais oportunidades e mais felicidade para todos. Vídeo: TED – Ideas Worth Spreading. Tradução: Mila Rapizo. Maricene Crus No Brasil 247 Autor do best-seller "Angry White Men" (Homens brancos irados) Michael Kimmel é importante estudioso do homem e da masculinidade. Sociólogo, Kimmel é o atual diretor-executivo do Center for the Study of Men and Masculinities na Stony Brook University, onde leciona sociologia e estudos sobre gênero. Ativista em prol da igualdade de gêneros, ele foi recentemente proclamado (o mais importante feminista homem da atualidade” pelo jornal britânicoi The Guardian.   Vídeo: Tradução integral da palestra de Michael Kimmel ...

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    O feminismo das poderosas atrapalha as mulheres comuns?

    Atrizes que ganham milhões bradam por igualdade salarial com os homens. Mas há quem as critique por tratar do problema de forma elitista Por MARCELO MOURA E HARUMI VISCONTI, do Época “Por que eu recebo menos que os meus colegas homens?”. A pergunta é o título de um artigo publicado em 13 de outubro pela atriz americana Jennifer Lawrence, a mais bem paga de Hollywood. A renda da atriz de 25 anos atingiu a marca de US$ 52 milhões em apenas um ano. Mesmo assim, não ultrapassou o salário dos colegas de Trapaça (2014). Jennifer soube disso por acidente, graças ao vazamento de e-mails sigilosos do estúdio responsável pelo filme, a Sony, em 2014. A própria Jennifer, no texto, explica que não precisa de mais milhões. O que ela lamenta, por meio de uma autocrítica, foi ter negociado mal e ter se esforçado demais para agradar, diferente do que seus colegas ...

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    Viva Maria: Prêmio destaca iniciativas pela igualdade de gênero

    Viva Maria hoje saúda todas as pessoas que foram agraciadas na 10ª Edição do Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero que se baseia em concurso de redações, artigos científicos e projetos pedagógicos. Por Mara Régia Do Radio Agencia Nacional Esse prêmio é uma iniciativa do Programa Mulher e Ciência da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República em parceria com a ONU mulheres e o CNPq Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Na última terça-feira quem esteve na cerimônia de premiação em Brasília por certo se sentiu provocado pela qualidade dos trabalhos científicos apresentados por estudantes de doutorado, mestrado, graduação e ensino médio. Os títulos dos artigos são prova disso. estudante Maria Beatriz Pinto , por exemplo do Colégio Stella Matutina de Minas Gerais, Santos Dumont, escreveu uma Carta a Pagu, onde agradece todos os feitos extraordinários dessa rebelde do século XX que foi jornalista, tradutora, militante revolucionária, escritora ...

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