terça-feira, agosto 4, 2020

    Tag: Jarid Arraes

    (Foto: Divulgação/CLAUDIA)

    Jarid Arraes fala da importância de Conceição Evaristo em sua trajetória

    Em 1º de maio comemora-se o Dia da Literatura Brasileira. Em homenagem à data, CLAUDIA convidou Jarid Arraes para falar sobre mulheres que a inspiram. Nascida em Juazeiro do Norte, no Ceará, ela é escritora, poeta e cordelista. Seu quarto livro, “Redemoinho em Dia Quente”, venceu o Troféu APCA de Literatura na categoria Contos, em 2019. Ela também é autora dos livros “Um Buraco Com Meu Nome”, “As lendas de Dandara” e “Heroínas negras brasileiras em 15 cordéis”. Aos 29 anos, Jarid é uma das principais vozes contemporâneas da literatura de cordel, com mais de 70 obras publicadas nesse segmento. Uma jovem escritora em franca ascensão que, por muito tempo, acreditou ser impossível chegar a esse patamar. Foi na obra de Conceição Evaristo – vencedora do Prêmio CLAUDIA em 2017, na categoria Cultura – que ela encontrou inspiração para correr atrás do sonho de publicar livros. A seguir você confere ...

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    Selo Ferina estreia com anúncio de livro inédito de poemas de Jarid Arraes

    Obra marca lançamento do selo editorial que reúne conselho composto exclusivamente por mulheres Enviado para o Portal Geledés  Foto: Dani Costa Russo Com um conselho editorial composto exclusivamente por mulheres, e com vários viés de representatividade - majoritariamente por mulheres negras- , o Selo Ferina, criado pela escritora Jarid Arraes e pela editora Lizandra Magon de Almeida, chega ao mercado literário no próximo mês de julho com dois lançamentos: o primeiro livro de poemas de Jarid Arraes, intitulado “um buraco com meu nome”, com ilustrações à carvão feitas pela própria autora e a coletânea de contos do projeto#leiamulheres, com textos de escritoras de todo país. O livro de Jarid Arraes é dividido em quatro capítulos, chamados de “selvageria”, “fera”, “corpo aberto” e “caverna” e mostram uma nova vertente da escritora, já conhecida pela publicação de cordéis, especialmente do livro “Heroínas Negras Brasileiras”, publicado em 2017 pela Pólen Livros. Sobre Jarid Arraes Nascida em Juazeiro do Norte, ...

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    Conversamos com a autora independente Jarid Arraes

    A cordelista estará na Feira Plana, que começa hoje, em São Paulo Por Mariana Rudzinski no Elle Em seu sexto ano, a Plana Festival Internacional de Publicações começa hoje e vai até domingo (25) na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. A agenda desta edição, que propõe como tema o retorno ao nada, inclui várias atividades centradas no trabalho de mulheres. Entre os painéis gratuitos, está uma mesa com o grupo feminista Slam das Minas, que comemora uma década desse tipo de campeonato de poesia no país. A filósofa e colunista de ELLE, Djamila Ribeiro, compõe o painel “crítica da razão negra” ao lado do filósofo e advogado Silvio Almeida. Outra mesa imperdível é uma sobre os caminhos e oportunidades da escrita negra, com as escritoras Miriam Alves, Esmeralda Ribeiro e Jarid Arraes. Cearense baseada em São Paulo, Jarid, 27 anos, é uma cordelista e feministacom dois livros publicados (o terceiro ...

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    Dani Costa Russo/Divulgação

    Quando uma escritora negra independente é recorde de lançamento

    Já passava das 23h. Quase todas as luzes do shopping Frei Caneca estavam apagadas. Lojas fechadas. Com exceção de uma, no último andar. A Livraria Blooks. A fila que se formou no começo da noite para receber autógrafos permanecia firme e forte. Os últimos leitores só arredaram pé depois de terem seus livros assinados. Por Ana Squilanti, do Fale Com Elas Gabriela Pires e Jarid Arraes. Foto: Divulgação. Exaustas e realizadas, a escritora Jarid Arraes, a ilustradora Gabriela Pires, e a editora Lizandra Magon, da editora Pólen Livros, puderam então comemorar o sucesso que foi o lançamento de “Heroínas Negras Brasileiras em 15 Cordéis”, nesta última quinta-feira, 01 de junho. O livro foi o maior lançamento da editora. Foi também recorde de venda da Blooks neste ano, e um dos maiores em sua história. Duzentos e trinta livros foram vendidos, segundo Paulo Costa, supervisor da Livraria. No Brasil, onde os 72%* dos ...

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    Apagadas da história, heroínas negras se tornam protagonistas em coletânea de cordéis

    Líderes quilombolas, escritoras e revolucionárias têm trajetórias ilustradas em Heroínas brasileiras em 15 cordéis; autora quer levar debate sobre racismo para salas de aula Por Helô D'Angelo Do Revista Cult Eva Maria do Bonsucesso, mulher negra no século 19, se envolveu em uma briga com um homem branco e rico, dono de escravos, mas acabou inocentada do caso depois de conseguir testemunhas a seu favor. Maria Firmina dos Reis lançou, por conta própria, o primeiro romance abolicionista do Brasil, fundou uma escola mista para meninos e meninas e enfrentou perseguições durante a vida toda. Teresa de Benguela foi rainha do quilombo do Quariterê, no Mato Grosso, organizando-o de maneira a criar um parlamento local, produzir armas, extrair metais do solo e organizar a colheita e o plantio para que jamais faltasse comida para seus moradores. Apesar de grandiosas, essas e muitas outras mulheres negras foram condenadas ao esquecimento histórico: apagadas de livros de história, banidas de ...

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    Jarid Arraes: “Escrevo para honrar minha ancestralidade”

    Em entrevista, a escritora caririense Jarid Arraes conta como busca suas origens ao escrever cordéis e literatura Por Aline Valek Do Carta Capital De pantufas roxas, ela apareceu à porta para me receber. Você sabe que está entrando no mundo de Jarid Arraes pela cor: o roxo começa a despontar aqui e ali, nas paredes, almofadas e até no seu cabelo, crespo e volumoso, recém-cortado na altura do queixo. Como escritora, Jarid também tem muito a revelar através de seu trabalho. Foi exatamente para descobrir isso que fui até ali – juro que não foi só pra comer bolo. Começamos a conversar sobre cordéis, seu ponto de partida na literatura. Foi no Cariri, região localizada no Ceará, que essa história começou. – Fui uma criança diferente dos meus amigos, cresci cercada de cultura popular nordestina – Jarid começou a contar. – Meu avô fundou uma associação de artesãos em Juazeiro do Norte, ...

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    Aqualtune: princesa no Congo, mas escrava no Brasil

    Para conhecer mais histórias de grandes mulheres negras no Brasil, conheça todos os cordéis biográficos em www.jaridarraes.com/cordel Por Jarid Arraes na Revista Fórum  AQUALTUNE por Jarid Arraes Aqualtune era africana Era princesa importante Rei do Congo era seu pai Homem mui preponderante E por isso era criada Como parte bem reinante. Lá no Congo era princesa Pois vivia tal e qual Mas haviam outros reinos Dos quais Congo era rival E por isso houve guerra Com desfecho vendaval. Na disputa dessa guerra O seu pai foi derrotado E vendidos como escravos Foi seu reino humilhado Mais de dez mil lutadores Também foram enjaulados. Aqualtune foi vendida Em escrava transformada Foi levada para um porto Onde foi então trocada Por moeda, por dinheiro Pruma vida aprisionada. Parou num navio negreiro Que ao Brasil foi viajar Nos porões do sofrimento Muito teve que enfrentar Pois não era ele cruzeiro Que alguém fosse desejar. ...

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    Ser negro ou não ser: a questão de Caio e de todo o Brasil

    Nessa terça (05), o namorado da Youtuber Jout Jout, Caio, sentou-se em frente às câmeras para levantar alguns questionamentos sobre a sua identidade racial e sobre a forma como os brasileiros encaram esse assunto. A reflexão foi motivada por atos de racismo de alguns seguidores do canal após “descobrirem” que Caio não era branco. E tudo isso se tornou muito relevante não apenas pela importância dessa questão, mas também porque o canal da Jout Jout é seguido por milhares de pessoas. Por Jarid Arraes Do Portal Fórum No vídeo, Caio fala que toda a discussão o pegou de surpresa, já que não se considerava negro, mas sim pardo. Caio chegou até a falar com o marido da mãe, que é um homem negro de Guiné-Bissau, e o mesmo se mostrou confuso, porque também não considerava Caio negro. Por outro lado, muitas outras pessoas o identificaram como negro, com todas as cinco letras ...

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    Por uma educação que reconheça as lideranças negras

    Texto escrito especialmente para o portal do Instituto Paulo Freire. Por Jarid Arraes, na Revista Fórum Seja na mídia, no entretenimento ou até no conhecimento disseminado nas escolas, as mulheres negras permanecem preteridas e afastadas do lugar de reconhecimento. Enquanto crianças e adolescentes, não aprendemos nas aulas de história que existiram mulheres negras líderes quilombolas ou estrategistas que organizavam revoltas e ações contra a escravidão; pelo contrário, ainda hoje se repete a ideia de que as pessoas negras não reagiam contra o regime escravista. Somado ao machismo, o esquecimento é o legado destinado para as diversas mulheres e quilombolas, símbolos de resistência e luta da nossa história, como Dandara dos Palmares, Tereza de Benguela e Luísa Mahin. Costumo dizer que se eu tivesse conhecido Dandara dos Palmares na escola, muitas coisas seriam diferentes na minha vida. Somente na idade adulta, com esforço e dedicação da minha própria parte, tive acesso ...

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    O racismo também mata mulheres

    Hoje, 25 de novembro, Dia Internacional da Luta Pelo Fim da Violência Contra a Mulher, é uma data importante para se falar dos dados levantados pelo Mapa da Violência 2015: em 10 anos, os feminicídios cometidos contra mulheres negras cresceram 54%, enquanto os feminicídios contra mulheres brancas caíram 10% no mesmo período. Por Jarid Arraes, do Revista Fórum  Diante desses dados, é necessário que façamos um questionamento: por que os índices de feminicídio das mulheres brancas diminuíram, enquanto os das mulheres negras aumentaram? Se a conscientização sobre o  machismo apresentando o grupo de mulheres como um grupo universal fosse uma estratégia eficiente, os índices de feminicídio não teriam aumentado tanto para um grupo de mulheres que possuem a cor da pele como característica em comum. As mulheres negras engajadas nos movimentos de mulheres falam disso há muito tempo: a universalização de mulheres como um grupo que possui as mesmas necessidades e ...

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    Por uma consciência negra e feminista

    Enquanto as mulheres brancas reivindicavam o mercado de trabalho, as mulheres negras vinham de um longo histórico de escravidão e trabalho braçal pesado.   Por Jarid Arraes , no Negro Belchior #AgoraÉQueSãoElas Devido ao dia 20 deste mês, Novembro é considerado o mês da consciência negra. Essse período é uma oportunidade para memorar Zumbi dos Palmares, líder do quilombo de Palmares e importante guerreiro na luta contra a escravidão no período colonial. No entanto, embora Zumbi seja uma importante figura histórica – sobretudo para a população negra no Brasil -, ainda nos falta recordar os nomes femininos que também resistiram como lideranças de quilombos, revoltas e comunidades negras na luta contra o racismo e a escravidão. Heroínas como Dandara dos Palmares, Tereza de Benguela, Aqualtune e Luisa Mahin precisam ser trazidas à tona para que suas vidas e feitos, assim como os de Zumbi, sejam devidamente reconhecidos. Em uma sociedade ainda pautada ...

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    Getty Images / Peter Cade

    Meninas que não podem ser crianças

    Segundo uma recente pesquisa feita pela Plan International no Brasil, parte da campanha Por Ser Menina, muitas meninas brasileiras são forçadas a deixar de ser crianças para assumirem funções e papéis impostos por causa do seu gênero. Esse quadro começa pela divisão de trabalho doméstico, que é diretamente associado como obrigação das meninas e não dos meninos. Por isso, as garotas que fizeram parte da pesquisa revelam uma triste realidade: enquanto limpam, lavam, passam e cuidam dos irmãos mais novos, os garotos da mesma casa e família têm mais tempo livre para estudar e brincar. Por Jarid Arraes, do Questão de Gênero  Getty Images / Peter Cade Isso também se reflete em violações de direitos, como meninas menores de 16 anos trabalhando, principalmente como empregadas domésticas e babás. Outras funções desempenhadas pelas garotas da pesquisa envolvem trabalhos como catação, engraxate e vigia de carros, ou ainda o ...

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    Cordel Infantil – A menina que não queria ser princesa

    Era uma vez uma menina Dotada de esperteza Nascida lá no sertão Batizada de Tereza Era muito da danada Arretada de brabeza. Por Jarid Arraes, do Questões de Gênero Ela muito curiosa Gostava de aventura Carregava bela fama De fazer muita loucura Não fazia nove horas E na queda ela era dura. Acontece que Tereza Não era aquela biboca O povo que exagerava E gostava de fofoca Da vida dela cuidava Feito mimada dondoca. As carolas da igreja Só faziam cochichar Da menina espevitada Que vivia a badernar Queriam Tereza quieta Ajoelhada pra rezar. Foi que a mãe aperreada Teve então uma clareza Mandou trazer um livro Com história de princesa Segura do seu sucesso Deu o livro pra Tereza. A menina interessada Logo se botou a ler Subia e descia o olho Mas não podia entender A princesa era frouxa E nada sabia fazer. Por causa daquele traje A princesa não ...

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    A violência sexual precisa ser contextualizada

    Na última terça-feira, fui convidada para uma exibição gratuita do documentário India’s Daughterorganizada pela Plan International do Brasil, com a presença de outras blogueiras, ativistas, jornalistas e pessoas ligadas a organizações não governamentais. India’s Daughter é um documentário muito pesado; não é fácil conhecer os piores detalhes de um estupro coletivo e ouvir estupradores e advogados de defesa o tempo inteiro afirmando a inferioridade feminina. O documentário foi muito bem dirigido e conseguiu impactar de forma profunda a audiência. Por Jarid Arraes Do Portal Fórum Algo similar aconteceu com a publicação do novo vídeo da Lady Gaga, que marca o lançamento de “Til It Happens To You” – música feita para o documentário “The Hunting Ground“, que fala de estupros em universidades. O vídeo foi classificado por muitas pessoas como forte, pesado e difícil de assistir. TantoIndia’s Daughter quanto Til It Happens To You cumprem um importante papel social: expor a ...

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    Projeto que dificulta atendimento a vítimas de estupro será votado na terça-feira

    Após divergências, o Projeto  de Lei que visa dificultar o acesso à interrupção da gravidez e ao auxílio prestado por profissionais de saúde às vítimas de estupro teve votação adiada para a próxima terça-feira Por Jarid Arraes Do Portal Fórum Na última quinta-feira (17), foi discutido na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) o Projeto de Lei 5069/2013, que visa dificultar o acesso à interrupção da gravidez e ao auxílio prestado por profissionais de saúde às vítimas de estupro. A matéria de autoria do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deverá ser votada na próxima semana após modificações feitas pelo deputado Evandro Gussi (PV-SP) adequando a proposta às terminologias do Código Penal. Caso seja aprovado, o projeto pode fazer com que as vítimas de violência sexual precisem de uma comprovação do estupro para ter acesso ao aborto e ao atendimento gratuito no SUS. Uma grande quantidade ...

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    Capitolina e o poder das garotas

    Esqueça as dicas quentes sobre como conquistar garotos ou as regras de roupas e maquiagens para impressionar rapazes; na revista adolescente Capitolina, os assuntos são importantes e fazem real diferença na vida das garotas. Matérias sobre sexualidade sem tabus, conteúdo sem machismo e discussões sobre relacionamentos abusivos dividem o espaço com colunas sobre jogos, cinema e moda para todos os tipos de corpos. E o sucesso é tão grande que se transformou em livro! Por Jarid Arraes, do Questões de Gênero  Algumas das autoras no lançamento na Bienal do Livro do Rio de Janeiro (Imagem: Reprodução / Facebook) Em seu primeiro volume, “Capitolina – O poder das garotas” traz muitos textos que devem ser lidos não somente por meninas adolescentes, mas também por seus pais e responsáveis, amigos e por toda a família. Nele, questões como identidade de gênero e racismo são abordadas de maneira didática, entre ...

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    Por que elas continuam com seus agressores?

    O roteiro é recorrente: sempre que uma mulher é espancada, mutilada ou morta por um parceiro, principalmente quando algum tipo de agressão já havia ocorrido, muitas pessoas questionam as atitudes que não foram tomadas pela vítima. “Por que não se separou?” e “por que não fez a denúncia?” são algumas das indagações mais frequentes. Afinal, por que alguém permaneceria em um relacionamento em que se é surrada e humilhada? Por  Jarid Arraes, do Questões de Gênero  Mas na vida real e na hora fatídica de tomar uma decisão, muitos fatores estão presentes para dificultar a libertação da mulher agredida. Os efeitos da violência psicológica são obstáculos muito duros; para uma mulher que escuta o tempo inteiro que não tem valor, que é xingada, que tem sua aparência física debochada e suas capacidades intelectuais menosprezadas, pode ser muito difícil compreender que a situação da violência não é parte da vida e ...

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    É preciso avançar para construir uma sociedade em que os homens não negligenciem seus papéis domésticos e paternos

    O aparecimento de propagandas com homens sorridentes e crianças felizes em seus braços indica que o Dia dos Pais está chegando. Entre anúncios e mensagens compartilhadas nas redes sociais, chama atenção a quantidade de pessoas que não parabenizam seus pais, mas agradecem às suas mães por terem desempenhado duas funções durante toda a vida. Na realidade que ultrapassa os sorrisos da televisão, muita gente não teve um pai presente e faz questão de falar sobre isso. Por Jarid Arraes, da Revista Fórum  Com relação às questões de gênero, sobretudo quando os papéis desempenhados por homens e mulheres são o foco do debate, não é difícil constatar que ainda são necessários muitos avanços. Vivemos uma realidade em que os homens se envolvem muito pouco na criação e educação das crianças, principalmente quando isso implica em fazer mais do que “ajudar” e requer a divisão igualitária das funções domésticas, como o cuidado com ...

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    A lenda de Jarid, Dandara e das guerreiras de nossa terra

    A história e as lendas de heroína quilombola inspiram livro de Jarid Arraes Por Maíra Carvalho Branco Ribeiro Do Revista Capitolina Escritora de cordel urbana e conectada, com pegada feminista: como montar esse quebra-cabeça? Jarid Arraes consegue com destreza. Feminista e jornalista-escritora, ela está lançando seu primeiro livro de prosa,  As lendas de Dandara. Autora da coluna na Revista Fórum e de trinta cordéis, ela produziu dez contos sobre a guerreira quilombola Dandara dos Palmares, companheira de Zumbi dos Palmares, que mostram uma história que muitos brasileiros esqueceram. A Jarid conversou com a Capitolina sobre como foi escrever seu primeiro livro e como ela achou nas palavras a melhor maneira de se expressar. Jarid, você é jornalista, feminista, escritora. O que veio primeiro na sua vida, a escrita ou o feminismo? Como foi esse processo? Sabe que é até difícil definir isso? Eu escrevia muita coisa desde muito novinha, cheguei a ganhar algumas ...

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    Livro “As Lendas de Dandara” será lançando em São Paulo

    As Lendas de Dandara é um livro que mistura ficção, história e um toque de fantasia, onde são narrados dez contos sobre a guerreira quilombola Dandara dos Palmares, companheira de Zumbi dos Palmares. Escrito por mim, Jarid Arraes, e ilustrado por Aline Valek, o livro conta sobre a vida de Dandara desde o seu nascimento, explicando sua origem, suas conquistas e suas lutas. Por Jarid Arraes Do Portal Fórum Com muita aventura, suspense, acontecimentos sobrenaturais e até um pouco de romance, o livro conta de uma maneira mágica a forma como Dandara, desde sua infância, fez feitos dignos de uma lenda. Os contos são inspirados em fatos reais da história do Brasil e valorizam a cultura afrobrasileira e a memória de Dandara, tão frequentemente esquecida da historiografia oficial e cuja existência é cercada de controvérsias. Devido a escassez de dados oficiais a seu respeito, eu senti a necessidade de criar narrativas ...

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