Tag: judo

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    Judoca de ouro, Rafaela Silva é pedida em casamento na Disney

    A judoca brasileira Rafaela Silva, medalhista de ouro na Rio-2016, viveu uma nova emoção neste fim de ano, mas, desta vez, longe dos tatames. Por Dani Braga no Enfim Sós Judoca Rafaela Silva recebe aliança da noiva Thamara, na Disney (rafaelasilvaa/Instagram) A atleta fluminense foi pedida em casamento pela namorada, a ex-judoca Thamara Cezar, na Disney, com direito a aliança e proposta feita de joelhos. O casal postou fotos do momento nas redes sociais. Na legenda, Rafaela pediu “socorro”, enquanto a namorada disse que é “romantismo é uma de suas qualidades”. Seguidores das duas elogiaram a atitude de Thamara e comentaram sobre a “cara de brava” da medalhista olímpica: “Rafaela com cara de brava até nessa hora hahahahaha Lindonaaaas”. Rio-2016 Aos 24 anos, Rafaela proporcionou aos torcedores um dos momentos mais emocionantes dos Jogos do Rio. Ela se tornou primeira campeã olímpica do Brasil a oito quilômetros de onde nasceu e foi criada, ...

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    A vida de uma campeã olímpica: Rafaela Silva luta para não ser esquecida

    Rafaela Silva coroou quase duas décadas de trabalho com uma medalha de ouro. A história da menina que nasceu na Cidade de Deus e venceu o preconceito para ser campeã encantou durante a Olimpíada do Rio, mas e depois? Se há dois meses a judoca atingiu o topo do mundo com a maior conquista da carreira, hoje o objetivo é manter o ritmo para não ser esquecida. Por Gustavo Franceschini do UOL "A gente viu que a Sarinha foi campeã em Londres e agora em 2016 ninguém falou, só criticaram 2014 e 2015 dela pelos resultados. O nosso objetivo é que o trabalho não seja esquecido. A gente quer ser lembrada para o resto da vida", disse Rafaela Silva, em entrevista exclusiva ao UOL Esporte. A preocupação de Rafaela, ouro na categoria até 57 kg, reflete um pouco do que é o esporte olímpico no país. Os investimentos públicos ...

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    Rafaela Silva namora há três anos uma ex-judoca: ‘Agora eu me realizo nela’

    Não foi apenas a medalha de ouro e a glória olímpica que o judô deu para Rafaela Silva: o esporte também lhe trouxe um amor. Foi também no Instituto Reação, onde treina, que ela conheceu Thamara Cezar, com quem comemora três anos de namoro no próximo dia 27. no Extra Na hora da conquista da medalha, na última segunda-feira, Thamara estava longe da família de Rafaela porque prefere assistir às lutas afastada, e por isso as duas ainda não se viram. Mas a moça conta o que falou para a namorada quando conversaram pelo telefone, logo após o ouro: — Disse que ela era [email protected]$% e que tinha conseguido o que queria. Campeã sul-americana de judô duas vezes antes de encerrar a carreira , ela se derrete ao falar da amada: — Agora eu me realizo nela, a acompanho sempre nas lutas e treinos. Nos perfis da medalhista nas redes ...

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    O dia em que o judo venceu o racismo

    Depois de ter sofrido uma onda de críticas e comentários racistas quando foi precocemente eliminada nos jogos de Londres, em 2012, a judoca Rafaela Silva venceu muito mais que o ouro neste Rio 2016. no TSF É brasileira, é negra, tem 24 anos e é a nova campeã olímpica de judo. Rafaela Silva conquistou esta segunda-feira a medalha de ouro na categoria de -57 kg, na qual Telma Monteiro trouxe o bronze para Portugal. Venceu todas as cinco atletas que encontrou. Na final, derrotou a número um do ranking mundial, a mongol Sumiya Dorjsuren. Foi o esperado dia de glória de Rafaela Silva. A judoca não só ganhou o primeiro ouro para o Brasil nestes Jogos Olímpicos como fez história, ao tornar-se na primeira mulher brasileira a ser campeã mundial e olímpica de judo. Era uma vez na favela É conhecida pela "fome de competir", mas o caminho até ao ...

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    Rafaela Silva dá ao Brasil sua primeira medalha de ouro na Rio-2016

    Foi sangrando, foi tenso, mas foi a primeira medalha de ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. O ouro é de uma carioca, nascida em uma favela e que começou a lutar em um projeto social. Rafaela Silva é a nova campeã dos leves (57kg) do judô, após bater a mongol Sumiya Dorjsuren, atual líder do ranking mundial, nesta segunda-feira (08). Por Bruno Doro, do UOL  “Treinei muito depois de Londres porque não queria repetir o sofrimento. Depois da minha derrota, muita gente me criticou, disse que eu era uma vergonha para minha família, para meu país. E agora sou campeã olímpica", comentou após a conquista. "Para uma criança que saiu da comunidade com cinco anos e começou no judô por brincadeira é demais. Eu dedico a todo mundo", disse Rafaela. Rafaela Silva enfrenta Sumiya Dorjsuren, da Mongólia, na decisão do ouro no judôimagem: Toru Hanai/Reuters Com sua ...

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    Rafaela Silva é a 1ª brasileira na semifinal do judô da Rio-2016

    Traumas servem para que você supere seus medos. Não que a judoca Rafaela Silva tenha algum. Mas nesta segunda-feira, na Arena Carioca 2, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, ela deixou para trás um pesadelo que a acompanhava há quatro anos. Por Ana Cora Lima e Bruno Doro, da UOL  A brasileira que nasceu na Cidade de Deus, a comunidade carente retratada pelo cineasta Fernando Meireles, está na semifinal dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Ainda não é uma medalha, mas a vitória que a levou até lá foi simbólica: ela derrotou Hedvig Karakas, a mesma húngara que a tirou dos Jogos de Londres, em 2012, episódio que levou a depressão e quase a tirou do esporte. Após derrotar a vice-líder do ranking mundial, a sul-coreana Jandi Kim, nas oitavas de final, Rafaela enfrentou Karakas com as arquibancadas vibrando. Sua família estava lá. A irmã, Raquel, que faz parte ...

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    Os judocas do Congo que eram presos em jaulas após derrotas e hoje sonham com medalha no Rio

    No Brasil desde 2013, os judocas congoleses Yolande Bukasa e Popole Misenga estarão na equipe de atletas refugiados que vão competir sob a bandeira do Comitê Olímpico Internacional nos Jogos do Rio 2016. Por Rodrigo Pinto, da BBC  No entanto, mais do que brigar por medalhas, Yolande e Popole esperam aparecer na TV durante a competição e, assim, serem vistos por suas famílias, de quem estão distantes há quase 20 anos. "Não sei se estão vivos", diz Yolande, que vive de favor na Cidade Alta, favela na Zona Norte do Rio. "Em uma competição no Brasil, todas as pessoas na África vão querer ver, vão assistir na televisão", emenda Popole, que mora com a esposa brasileira e filho em um quarto e sala na favela Cinco Bocas, em Brás de Pina. Os congoleses vieram ao Brasil disputar uma competição internacional três anos atrás. Mas contam que o chefe da delegação congolesa ...

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    Honorato diz que ainda existe racismo no judô do país

    Ex-atleta foi o único homem negro a conquistar uma medalha olímpica na modalidade Na Band Ao abordar a tonalidade das suas medalhas, as feições do ex-judoca Carlos Honorato, de 41 anos, são tomadas pelo orgulho. O medalhista de prata na categoria médio na Olimpíada de 2000, em Sydney, entretanto, não consegue esconder seu constrangimento quando o assunto é o preconceito contra a sua cor de pele, que ainda existe. “Na minha época, a questão de raça era mais forte. Eram poucos como eu que estavam disputando as provas de judô pelo Brasil”, explica o ex-atleta, que atualmente vive em São Paulo, em entrevista ao Metro Jornal. Entre os 16 pódios conquistados pelos homens brasileiros na modalidade, só um teve um representante negro, que foi o próprio Honorato. Na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) realizada pelo IBGE e divulgada no fim do ano passado, 53% dos brasileiros se declararam ...

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    Sem contato do COI, judocas refugiados mantêm esperança em vaga olímpica

    Os judocas refugiados Popole Misenga e Yolande BukasaVinicius Lisboa/Agência Brasil A agenda de entrevistas de Popole Misenga e Yolande Bukasa é concorrida. Os judocas congoleses refugiados no Brasil desde 2013 têm contado sua história a jornalistas do mundo todo, de quem costumam ouvir que "já estão na Olimpíada" do Rio de Janeiro. Conforme se aproximam os jogos, no entanto, a ansiedade só cresce, porque ainda não houve qualquer contato do Comitê Olímpico Internacional (COI) garantindo que eles estão ao menos entre os candidatos a integrar a delegação de refugiados que foi anunciada no último dia 3. no Agência Brasil "Estamos esperando", conta Popole, de 23 anos. "Como muita gente vem fazer entrevista, de muitos países, e fala que já estamos lá, a gente ainda acredita". Acolhidos pelo Instituto Reação, na zona oeste do Rio, os dois treinam desde abril do ano passado com o objetivo de disputar a Olimpíada. O treinamento, no entanto, já deveria ...

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    Judoca belga Sarah Loko sofre racismo em aeroporto de São Paulo: ‘Vou à Justiça’

    A judoca Sarah Loko passou por uma situação constrangedora no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, na última segunda-feira. Francesa de cidadania belga, a atleta negra alega que foi vítima de preconceito racial por parte de uma funcionária da companhia aérea LAN, responsável por checar os passaportes na hora do embarque do voo 8096, previsto para 17h40. no ESPN Em viagem pela América no Sul desde a última semana para disputar competições classificatórias para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto, Sarah já passou pelo Peru, onde conquistou a medalha de prata na categoria de 63kg, e precisou fazer uma conexão na capital paulista para embarcar rumo a Buenos Aires, na Argentina. Foi então que, na fila para entrar no avião, a judoca precisou responder a várias perguntas feitas pela funcionária e esperar que todos embarcassem para então poder passar. Segundo Sarah, a mulher que a ‘interrogou' ...

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    Campeã mundial, Rafaela Silva fica com o bronze no Pan de Toronto

    Rafaela Silva é uma das atletas mais consistentes da seleção brasileira de judô. Aos 23 anos, ela tem duas medalhas em Mundiais, uma delas de ouro, e já tinha sido prata no Pan há quatro anos. Neste domingo, a carioca somou mais um pódio à coleção com um bronze em Toronto. Por Bruno Doro Do Uol  A judoca garantiu o terceiro lugar ao bater a Venezuela Anriquelis Barrios na disputa pelo bronze. Agressiva, ela foi para cima logo no começo da luta e conseguiu jogar a rival de costas no chão. Os árbitros chegaram a marcar ippon, mas voltaram atrás e anotaram um wazari. Em desvantagem, a venezuela foi para cima e chegou a machucar a boca de Rafaela, que após um choque viu sua boca sangrar por conta do aparelho. No fim, porém, venceu o ataque inicial da brasileira, que venceu a luta e pôde comemorar o bronze. Na semi, ...

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    CAN - PAN/JUDÔ - ESPORTES - A judoca brasileira Erika Miranda (de branco) exibe a medalha de ouro da categoria até 52kg dos Jogos Pan-Americanos 2015 após derrotar a canadense Ecaterina Guica, no Mississauga Sports Centre, em Toronto, no Canadá, neste sábado. Érika venceu a luta. 11/07/2015 - Foto: MÁRCIO FERNANDES/ESTADÃO CONTEÚDO

    Judoca Érika Miranda conquista 1º ouro para o Brasil no Pan de Toronto: ‘No País onde reina o futebol, quem manda é o judô’

    O brilho da judoca Érika Miranda, da categoria até 52 kg, fez tremular a bandeira brasileira no lugar mais alto do pódio e fez tocar pela primeira vez nos Jogos Pan-Americanos de Toronto o hino nacional. No Brasil Post Após ter passado pela dominicana Maria Garcia e a equatoriana Diana Diaz, ela encarou a canadense Ecaterina Guica e ganhou com eficiência. "No Brasil, onde reina o futebol, quem manda é o judô", brincou. Foi a primeira vitória em Pan-Americano de uma judoca na categoria até 52 kg. "Estou muito feliz de ser a primeira pessoa. Espero que seja a primeira de muitas que ainda vão vir e torço para o Brasil conquistar muitas medalhas aqui em Toronto", afirmou a atleta, que teve uma ótima campanha na competição.   Para chegar ao esperado ouro, Érika teve de controlar a ansiedade, que costumava ser um problema. "Eu fiz um trabalho psicológico e ...

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    Mulheres negras conquistam o Mundial de Judô 2013 – por Bia Cardoso

    por Bia Cardoso  Durante os dias 26 de agosto a 1° de setembro, aconteceu no Rio de Janeiro o Campeonato Mundial de Judô 2013. O judô é um esporte que no Brasil sempre teve popularidade, sendo praticado por muitas crianças, produzindo bons resultados em competições internacionais. O que me chamou atenção nessa competição específica foi a grande quantidade de mulheres da seleção brasileira feminina que chegaram ao pódio e o fato de muitas serem negras. De um total de sete medalhas conquistadas pela delegação brasileira, seis foram resultados das mulheres. Rafaela Silva ganhou ouro, Érika Miranda e Maria Suelen Altheman ganharam prata, Sarah Menezes (que já havia conquistado uma medalha de ouro nas Olimpíadas de Londres 2012) e Mayra Aguiar ganharam bronze. Além das medalhas individuais, a seleção feminina ganhou prata na competição por equipes. Uma vitória impressionante para uma competição que reúne as melhores judocas do mundo. O Brasil ...

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    Vítima de racismo nas Olimpiadas de Londres, Rafaela Silva é medalha de ouro feminina do judô brasileiro

    Da Cidade de Deus ao topo do mundo, Rafaela supera racismo e trauma   Rafaela Silva conquistou nesta quarta-feira o ouro do peso leve do Mundial de Judô e atingiu o melhor momento em sua breve carreira. O título é também uma recompensa por sua árdua trajetória até chegar ao topo do mundo. Nascida na Cidade de Deus, a judoca teve no esporte um meio para se desenvolver e é campeã mundial um ano depois de sofrer uma pesada derrota na Olimpíada de Londres. A carioca encontrou o judô por meio do Instituto Reação, mentalizado pelo medalhista olímpico Flávio Canto, e escapou das tentações das ruas humildes - ela chegou a ver um primo seguir para o tráfico de drogas. Atualmente, Rafaela mora em Jacarepaguá e estuda psicologia. "A mãe dela a colocou no judô por que dava muito trabalho em casa. Ficava o dia inteiro na rua soltando pipa ...

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    Teddy-Riner

    Teddy Riner multicampeão francês de judô acusa badalado bar de Paris de racismo

      O pentacampeão mundial e campeão olímpico de judô Teddy Riner fez um desabafo inflamado neste final de semana por meio de uma rede social e acusou o Buddha Bar, de Paris, de racismo. Em depoimento pelo Facebook, o multimedalhista relatou um incidente ocorrido na última sexta-feira durante uma apresentação de um grupo brasileiro no restaurante, que também funciona como danceteria, e afirmou que ele e o irmão foram mal tratados por serem negros. Segundo Rinner, em determinado momento da apresentação de dança brasileira, diversas pessoas da plateia se levantaram e se aproximaram das escadas do palco para tirar fotos do grupo. Entretanto, ainda de acordo com o texto do judoca, apenas ele e o irmão foram abordados por uma garçonete. "Uma garçonete encostou no meu irmão e pediu a ele que mostrasse seu cartão de débito ou algum documento de identidade. Meu irmão disse que nós só estávamos assistindo ...

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    O pentacampeão mundial e campeão olímpico de judô Teddy Riner fez um desabafo inflamado neste final de semana por meio de uma rede social e acusou o Buddha Bar, de Paris, de racismo. Em depoimento pelo Facebook, o multimedalhista relatou um incidente ocorrido na última sexta-feira durante uma apresentação de um grupo brasileiro no restaurante, que também funciona como danceteria, e afirmou que ele e o irmão foram mal tratados por serem negros. Segundo Rinner, em determinado momento da apresentação de dança brasileira, diversas pessoas da plateia se levantaram e se aproximaram das escadas do palco para tirar fotos do grupo. Entretanto, ainda de acordo com o texto do judoca, apenas ele e o irmão foram abordados por uma garçonete. "Uma garçonete encostou no meu irmão e pediu a ele que mostrasse seu cartão de débito ou algum documento de identidade. Meu irmão disse que nós só estávamos assistindo ao ...

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    frances-teddy-em-toquio

    Aos 21 anos, fenômeno francês do judô busca recorde com penta mundial

    Teddy Riner tem apenas 21 anos e surpreende pelos 2,08 m de altura, distribuídos em 128 kg. Mas não só por isso. A partir desta semana, o francês tem a chance de se tornar o maior vencedor do judô masculino, buscando seu quinto título no Mundial de Tóquio. Riner, um fenômeno da modalidade, já conquistou três ouros em mundiais e tentará no Japão mais dois, entre os dias 9 e 13, na capital do país oriental. Para isso, entrará no tatame entre os lutadores de mais de 100 kg e também na categoria absoluto, sem limite de peso. Oriundo da ilha de origem francesa Guadaloupe, situada no Caribe, ele tentará superar os únicos quatro homens que já atingiram o tetra mundial: os japoneses Naoya Ogawa, Shozo Fujii e Yasuhiro Yamashita, além do compatriota David Douillet. "Meu primeiro objetivo é conseguir o título na categoria até 100 kg, que já me ...

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