terça-feira, novembro 24, 2020

    Tag: #memoriatemcor

    WALLACE TEIXEIRA/FUTURA PRESS

    “Chega de perseguir os negros e pobres”, gritou Elza Soares no Rock in Rio depois de citar Ágatha e Marielle

    Elza prestou homenagem à menina Ágatha Félix, Marielle Franco e ao músico Evaldo Rosa, para depois gritar "chega!" em coro com o público que a assistia; confira o vídeo Da Revista Fórum Foto: Wallace Teixera/Futura Press A cantora Elza Soares protestou neste domingo (29) durante seu show no Rock in Rio contra o genocídio do povo negro e pobre no Brasil. Elza prestou homenagem à menina Ágatha Félix, Marielle Franco e o músico Evaldo Rosa, para depois gritar “chega” em coro com o público que a assistia. “Ágatha Félix tinha 8 anos, o músico Evaldo Rosa levou 80 tiros. Marielle lutava pelos pobres, pelos negros, pelos pretos, pelo nosso povo. Chega!”, gritou a cantora. “Chega de perseguir os negros, chega de perseguir os pobres. Mulher negra, coragem, pra frente!”, continuou, sendo ovacionada pela plateia. Em outro momento do show, Elza destinou seu discurso às mulheres e ...

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    Reprodução/Globo

    Mais quantas Ágathas vão precisar morrer?

    Segurança Pública e Política de Morte no século XXI Por: Crislayne Zeferina enviado para o Portal Geledés  mães de vítimas de bala perdida fizeram manifestação no Rio (Foto: Reprodução/Globo) Zona norte do Rio de Janeiro, dia 22 de setembro de 2019, mais um enterro de uma criança que a bala do governador Wilson Witzel achou. Uma criança que tinha sonhos e perspectivas e só queria viver como outra qualquer, mas a necropolítica do senhor governador não deixou, pois a política de vida é selecionada e, nesta seleção, Ágatha, morta com um tiro nas costas, dentro de uma Kombi no Conjunto de Favelas do Alemão, não passou, como outras dez crianças, que também tiveram suas vidas retiradas por um Estado que se auto promove com a quantidade de corpos mortos. O Brasil vive o maior caos do mundo. Liberaram a chave do fascismo, do fundamentalismo e do ...

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    Ato ecumênico em frente ao Palácio Guanabara lembra a menina Ágatha, morta há uma semana Foto: Marcelo Regua / Agência O Globo

    Caso Ágatha: Falhas na obtenção de provas podem atrapalhar as investigações

    Kombi onde menina estava foi limpa antes de perícia; veja os pontos No O Globo Ato ecumênico em frente ao Palácio Guanabara lembra a menina Ágatha, morta há uma semana Foto: Marcelo Regua / Agência O Globo Falhas na condução das investigações sobre a morte da menina Ágatha Vitória Sales Félix, há uma semana, podem dificultar o trabalho da Delegacia de Homicídios da Capital (DH) para chegar à autoria dos disparos que atingiram a criança de 8 anos no Complexo do Alemão. Um dos principais erros foi a polícia não ter apreendido, de imediato, a Kombi onde a criança foi baleada. Na madrugada do dia 21, cerca de 24 horas após o crime, o veículo chegou a ser lavado numa ducha da comunidade, na Avenida Itaoca, na subida da comunidade, antes de ser periciado. Além disso, o carro só foi apresentado à DH um dia depois ...

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    “A lógica racista naturaliza e romantiza a violência sofrida pela população negra”

    De uns tempos pra cá me pus a observar um pouco mais as facetas do comportamento humano e chego a conclusão óbvia de que vivemos numa dualidade. O ano era 2012 quando fui apresentada à obra coreográfica de Marcela Levi e Lucía Russo, chamada Natureza Monstruosa. Com micronarrativas, a animalidade humana é exposta na sua forma mais pura e terrível e fala sobre o quanto nosso lado monstruoso nos assombra e é ativado em momentos comuns do cotidiano. Mas até que ponto essa monstruosidade é algo inconsciente? Ou será que damos lugar a ela quando invisibilizamos algo que não é inerente ao interesse pessoal? Pois bem, acho que primeiro vale uma ilustração bem básica, uma comparação que até certo ponto faz sentido. Por exemplo, o comportamento de um cachorro: animal sem racionalidade considerada que é capaz de ver outro da mesma espécie morto, putrificado e não ser impactado por isso. ...

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    Foto Marta Azevedo

    Com Ágatha foi-se a utopia da inclusão

    Morreu o sonho de uma família que acreditou na educação como passaporte da mobilidade social Por FLÁVIA OLIVEIRA, do O Globo FLÁVIA OLIVEIRA /Foto Marta Azevedo Quando percebi minha mãe morta, oito anos atrás, faltaram-me primeiro as pernas, depois a linguagem. Eu tive de permanecer sentada ou ser amparada, porque a orfandade faz desmoronar os alicerces. Ela também me devolveu ao antigo primário, quando a voz era aguda, o vocabulário restrito e os tempos verbais, uma confusão. Atravessei os primeiros dias de luto com comida quente, de preferência caldos, e muita raiva do amanhecer — eu ficara órfã e o tempo teimava em passar, a vida a correr. No sétimo dia, escrevi. Mas até hoje não sei se me conjugo filha única no presente ou no pretérito: sou ou fui. Foi assim que comecei a observar corpos e palavras dos enlutados — e a sofrer intensamente ...

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    Entrada do Hospital Municipal Souza Aguiar Imagem: Reprodução/Google Maps

    Vitória Ferreira da Costa de 11 anos é baleada no Rio quatro dias após a morte de Ághata

    Uma criança e uma mulher foram baleadas na tarde de hoje, no morro da Mineira, no Catumbi, região central do Rio de Janeiro. O caso será investigado pela 6ª Delegacia de Polícia da Cidade Nova. por Pauline Almeida no UOL Entrada do Hospital Municipal Souza AguiarImagem: Reprodução/Google Maps Populares socorreram Vitória Ferreira da Costa, 11, e a levaram ao Hospital Municipal Souza Aguiar. Ela estaria voltando da escola quando acabou atingida na perna, perto do joelho. Já uma mulher identificada como Antônia Fábia Rodrigues de Souza, de 33 anos, também foi baleada no morro da Mineira e deu entrada na mesma unidade de saúde, atingida na coxa. Segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde, o estado das duas é estável. Em nota, a Polícia Militar negou qualquer operação na comunidade no momento dos tiros. A versão é de que a menina e a mulher foram vítimas ...

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    As vítimas da violência em apenas uma semana no Brasil — Foto: Editoria de Arte / G1

    Monitor da Violência: 2 anos depois, 73% dos inquéritos de homicídios ainda estão em andamento no RJ

    Novo levantamento feito pelo G1 mostra que os inquéritos de 62 dos 84 casos registrados durante uma semana, em 2017 no estado continuam em andamento. Apenas 25% dos crimes têm um autor identificado e 12% têm suspeitos presos. Houve só uma condenação. Por Felipe Grandin, Henrique Coelho e Matheus Rodrigues, do G1 As vítimas da violência em apenas uma semana no Brasil — Foto: Editoria de Arte / G1 Levantamento exclusivo do G1 mostra que 73% dos inquéritos de homicídios continuam em aberto dois anos após o crime no Rio de Janeiro. Dos 84 casos registrados, 62 ainda estão em andamento. Os dados são do Monitor da Violência, um trabalho inédito que acompanha todos os casos de morte violenta ocorridos ao longo de uma semana. De 84 casos, 62 estão na fase de investigação; o autor do crime foi identificado em 20 casos (25%); houve prisão ...

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    Atriz Juliana Alves é uma das participantes do projeto Foto: 342 / Reproducao

    Artistas gravam vídeos em que leem cartas de crianças da Maré com relatos de violência

    O Movimento 342 lança nesta segunda-feira uma série de vídeos nos quais personalidades leem cartas escritas por crianças da Maré com relatos do cotidiano de violência na comunidade, conforme antecipou jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo. Ao todo, a atriz Deborah Bloch, o ator Fabio Assunção e outras 13 pessoas participam do projeto. Do Extra  Atriz Juliana Alves é uma das participantes do projeto Foto: 342 / Reprodução/Extra  O lançamento da iniciativa acontece três dias após a menina Ágatha Felix, de 8 anos, ser baleada no Complexo do Alemão. Entre os participantes do projeto está Monica Benício, viúva de Marielle Franco. Realizado pela ONG Redes da Maré em sua fase inicial, o trabalho resultou em 1500 cartas escritas por crianças e moradores da comunidade da Zona Norte do Rio e esteve no centro de uma polêmica em agosto. Naquela ocasião, as cartas foram encaminhadas ao ...

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    Protesto contra mortes de Ágatha e de outras crianças ocorreu em frente à Alerj, no centro do Rio / Eduardo Miranda/Brasil de Fato

    “Parem de nos matar”, pedem moradores em ato no Rio contra morte de Ágatha, de 8 anos

    Movimentos populares, civis, lideranças e moradores de favelas, estudantes e professores do ensino médio e universitário participaram de um grande protesto em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), nesta segunda-feira (23), contra a morte de Agatha Vitória Sales Félix, de oito anos. A menina foi vítima de um tiro de fuzil da Polícia Militar, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, na última sexta-feira (20). “Exigimos justiça pela Ágatha, não vamos deixar que ela vire mais uma nas estatísticas”, afirmou Daniele Félix, tia da menina, sendo acompanhada por um coro de pessoas presentes no ato. A tia de Ágatha estava acompanhada de outros familiares e disse que os pais da menina, que não foram ao ato, “estão destruídos”. “Somos vítimas da violência do Estado do Rio de Janeiro. Repudiamos essa situação de insegurança e terrorismo do governador contra as comunidades. Ele está nos forçando a ...

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    Geledés

    Polícia não chegou à autoria do crime em nenhum dos casos de crianças mortas por balas perdidas este ano

    Além do caso de Ágatha, três meninos e uma menina foram baleadas em 2019, mas apenas um inquérito foi concluído Por Vera Araújo, do O Globo Geledés Em nenhuma das investigações das quatro crianças mortas este ano, antes do caso de Ágatha Vitória Sales Félix, de 8 anos, a Polícia Civil chegou à autoria. Segundo dados da Secretaria de Estado da Polícia Civil, no homicídio mais antigo dos cinco, o da menina Jenifer Cilene Gomes, de 11 anos, morta em fevereiro, a vítima teria sido atingida durante troca de tiros entre "traficantes de facções rivais", numa comunidade no bairro da Triagem. A polícia informou que, "até o momento", não há indícios da participação de policiais. Jenifer estava na porta do bar da família, na Triagem, quando foi atingida por uma bala perdida. Na época, parentes da menina acusaram policiais militares. Em 2012, dois irmãos de Jenifer ...

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    'O inaceitável é que tenha tiroteio todo dia e a sociedade não está nem aí', diz ex-comandante da PM. (Foto: Reuters)

    Policial aprende a ser autoritário na favela e submisso fora, diz ex-comandante da PM do Rio

    "Sabe aqueles filmes americanos de faroeste onde as pessoas dizem que lá tudo pode acontecer?", pergunta o coronel da reserva Ubiratan Ângelo, ex-comandante-geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro e hoje coordenador de segurança pública da ONG Viva Rio. "No Rio de Janeiro está acontecendo a mesma coisa", ele mesmo responde à pergunta feita à BBC News Brasil. Por Luiza Franco, da BBC 'O inaceitável é que tenha tiroteio todo dia e a sociedade não está nem aí', diz ex-comandante da PM. (Foto: Reuters) O coronel que comandou a PM fluminense em 2007 e 2008 comentava a morte de Ágatha Félix, menina de oito anos atingida por tiros nas costas enquanto estava dentro de uma kombi, no Complexo do Alemão, conjunto de favelas na zona norte do Rio. Moradores e parentes de Ágatha dizem que o tiro foi disparado pela polícia. A versão da polícia ...

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    Vista aérea do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro (RJ) (Giuseppe Cacace/AFP)

    Grupo Prerrogativas denuncia o genocídio negro no Brasil

    "O Brasil tem uma dívida histórica com a população negra e só será efetivamente democrático quando a luta antiracista for pauta central. Seguimos pela equidade racial e por reparação histórica para o povo Preto. Nossos mortos têm voz e por eles nenhum minuto de silêncio", diz a nota divulgada pelo grupo de juristas No Brasil 247 Vista aérea do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro (RJ) (Giuseppe Cacace/AFP) O Grupo Prerrogativas se soma a luta antirracista e se propõe a pensar organicamente, de maneira aprofundada, medidas contundentes para o enfrentamento do Genocídio Negro no Brasil, o que por princípio, que não pode ser feito, sem o diálogo e a troca com as lideranças de movimentos negros e sociais que há décadas denunciam a necropolítica estatal. NOTA DO GRUPO PRERROGATIVAS É com indignação, pesar e profunda tristeza que recebemos a notícia de mais uma vida que ...

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    Camila Pitanga, Angelica e outros artistas se manifestam sobre morte da menina Ágatha

    Famosos se mostram indignadas com situação, transmitem sentimentos à família e criticam postura do governador No O Globo Ilustração: Pevê Azevedo/Instagram/@peveazevedo Vários artistas usaram suas páginas nas redes sociais para se manifestar sobre a morte de Ágatha Vitória Sales Félix, de 8 anos. A menina foi baleada nas costas quando estava dentro de uma van no Complexo do Alemão na última sexta-feira. "Quem consegue viver nessa cidade e achar isso normal? Quem consegue não se revoltar?", perguntou a atriz Leandra Leal. Já a apresentadora Angelica transmitiu seus sentimentos à família e chamou Ágatha de anjo. "O que falta pra gente entender que a morte de Agatha é o fracasso dessa indiferença?", questionou a atriz Camila Pitanga. Outros artistas criticaram a postura do governador Wilson Witzel que, dois dias após o assassinato, ainda não se manifestou sobre o assunto. Foi o caso da cantora Zelia Duncan, que ...

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    Geledés

    Morre criança de 8 anos baleada pela PM no Complexo do Alemão

    A política de segurança pública do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, fez mais uma vítima: Agatha Félix, criança de 8 anos que foi baleada na favela Fazendinha, do Complexo do Alemão, morreu na madrugada deste sábado (21). De acordo com relatos de testemunhas, Agatha estava dentro de uma Kombi, indo para casa, quando foi atingida por um tiro que teria sido disparado por um policial da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). O agente teria desconfiado de um motociclista e disparou, acertando, porém, a criança dentro do veículo. Ela chegou a ser socorrida no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, Zona Norte de Rio de Janeiro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. “Quem tem que dar informações é quem deu o tiro nela. Matou uma inocente, uma garota inteligente, estudiosa, obediente, de futuro. Cadê o policiais que fizeram isso? A voz deles é a arma. Não é a ...

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    Essas e as outras 6.800 chicotadas

    Dentro de uma unidade da rede de supermercados Ricoy, na zona sul de São Paulo, um adolescente negro de 17 anos foi chicotado em vídeo produzido por seus próprios torturadores. Pause por um minuto. Pondere o que comunica a violência, e para quem. Pense no poder da imagem. Do corpo negro adolescente fazemos um palco para o espetáculo da violência: curtido, compartilhado, desumanizado. Não é apenas o corpo negro nu que os torturadores querem açoitar. Filmando-no, querem destituí-lo de sua própria humanidade. No estado de São Paulo, entre 2008 e 2017, 6.800 adolescentes entre 15 e 19 anos foram vítimas de homicídio, sendo que a probabilidade de um adolescente negro ser morto é 75% maior do que a de um adolescente branco. Apesar dos avanços em São Paulo na redução de homicídios da população em geral neste período (15,3 para 10,6/100 mil habitantes), adolescentes tem sido mortos a proporções ainda ...

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    “Nos EUA, houve um aumento nas taxas de detenção entre negros e latinos, o que me levou à uma nova pesquisa” diz Natalie Byfield

    Natalie Byfield, de 59 anos, socióloga e professora associada do Departamento de Sociologia e Antropologia da Universidade St. John, em Nova York, deu uma palestra na quarta-feira 28 na FFLCH (USP), São Paulo, sobre um tema que vem há anos pesquisando: a abordagem policial na cidade nova-iorquina e suas consequências para a população negra. A socióloga debruça-se sobre questões como a hegemonia, especificamente a construção e reprodução das desigualdades no mundo ocidental moderno e a resposta da justiça social a elas. Seu trabalho centra a subjugação da negritude em seus exames de opressão e desigualdades sob o capitalismo. Natalie também explora a resistência que contesta essa subjugação. Como ela mesmo contou à coluna Geledés no debate, seus estudos começaram quando era repórter e realizou a cobertura jornalística do caso Central Park Five, que ficou internacionalmente conhecido por ser marcado pela ausência de evidências sobre a culpabilidade de cinco adolescentes negros ...

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    Policiais militares fazem operação na Vila do João, uma das comunidades da Maré, no dia 6 de fevereiro. REDES DA MARÉ (FACEBOOK)

    Uma ação mais humana por outra Maré é possível

    O momento que vivemos chama atenção pela profusão de acontecimentos dramáticos que atravessam o nosso cotidiano. Mal conseguimos digeri-los e logo nos vemos diante de novos fatos a nos desafiar. Estamos, sem dúvida, diante de uma onda que nos exigirá intensa força e vigor para resistir a tempos que pensávamos já termos superado no Brasil. A maioria de nós certamente não imaginava que teríamos de nos articular para não perder o fio leve de democracia que se esboçava, neste país, desde o fim da ditadura, na década de 80. No Estado do Rio de Janeiro, numa perspectiva ainda mais peculiar, temos experimentado tempos nunca vividos em relação ao aumento de violências no que concerne ao seu quantitativo e à sua forma de se materializar. As favelas e as periferias são as áreas onde essas violências se manifestam de forma enfática, num processo que se aprofunda ao longo do tempo, independente de algumas experiências, como ...

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    “Que a sociedade exerça o seu poder para se opor ao pacote anticrime de Moro” diz Maria Sylvia

      Nesta segunda-feira 20, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entregou a Rodrigo Maia, o presidente da Câmara, um relatório sobre o pacote anticrime do Ministro da Justiça, Sérgio Moro, em que manifesta “expressa oposição” a temas relevantes como a execução antecipada da pena e mudanças da legítima defesa para os agentes de segurança pública. Entre as recomendações feitas pela OAB está a recomendação de que deputados e senadores aprofundem a discussão em conjunto com outros projetos do mesmo tema. O pacote anticrime de Sérgio Moro foi amplamente discutido, no início do mês, pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) - órgão principal e autônomo da Organização dos Estados Americanos (OEA), com a participação do movimento negro. O debate aconteceu no 172º Período de Sessões da CIDH, em Kingston, na Jamaica. Entre as organizações que fizeram parte estavam do encontro estava o Geledés – Instituto da Mulher Negra, representado ...

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    Reprodução/WSB TV

    ‘Só matamos pessoas negras’, diz policial ao parar motorista branca nos EUA; vídeo

    A câmera de uma viatura policial da Geórgia, nos Estados Unidos, registrou o momento em que um agente frisa a uma motorista branca que ela não precisava se preocupar com a abordagem. “Você não é negra. Lembre-se: nós só atiramos em pessoas negras. Nós só matamos pessoas negras, certo?”, argumentou o tenente Gregg Abbott, no vídeo revelado pela “WSB TV”. O canal recebeu as imagens e submeteu ao Departamento de Polícia do Condado de Cobb, cuja chefia abriu uma investigação interna e alega ter transferido o tenente para serviços administrativos até concluir a apuração. Segundo o chefe policial, Mike Register, Abbott mandou a motorista branca parar por suspeita de que ela estivesse ao volante sob influência de substâncias proibidas. Na gravação, ela se recusa a pegar o celular, com medo de que o agente atirasse nela por imaginar que a suspeita pegaria uma arma no carro. “É que eu já ...

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    Morte Habib’s: vídeo mostra funcionários arrastando garoto desmaiado pela rua

    Imagens de câmeras de segurança próximas ao restaurante, na zona norte de São Paulo, mostram dois funcionários arrastando o menino João Vitor, de 13 anos, com brutalidade, pela rua. O garoto, que parece estar desmaiado, não consegue ficar de pé e vai perdendo a roupa pelo caminho, até que é largado na calçada, minutos antes de morrer. De acordo com a polícia, os homens que aparecem nas imagens, são o gerente e o supervisor do estabelecimento. Uma testemunha contou que, fora do ângulo de gravação, o menino foi agredido. Na mesma loja, em 2002, um adolescente de 14 anos morreu baleado por um segurança da lanchonete. Clientes também reclamam da constante truculência dos vigilantes. Até agora, os funcionários da rede não foram ouvidos pela polícia; a empresa também não forneceu para a polícia nenhuma das imagens das 32 câmeras de segurança do local.  

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