Tag: Patrimônio Cultural

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    Serena Williams avança às quartas-de-final de Roland Garros

    - Fonte: CGN Notícias - A americana Serena Williams, número dois do mundo, derrotou a canadense Aleksandra Wozniak com facilidade, parciais de 6-1 e 6-2, esta segunda-feira na quadra central de Roland Garros e garantiu vaga nas quartas-de-final do Aberto da França.           A americana Serena Williams, número dois do mundo, derrotou a canadense Aleksandra Wozniak com facilidade, parciais de 6-1 e 6-2, esta segunda-feira na quadra central de Roland Garros e garantiu vaga nas quartas-de-final do Aberto da França. A americana, campeã de Roland Garros em 2002, buscará uma vaga nas semifinais contra a russa Svetlana Kuznetsova, sétima cabeça-de-chave e finalista de Roland Garros em 2006, que derrotou em três sets, parciais de 6-4, 1-6 e 6-1, a polonesa Agnieszka Radwanska.           Matéria original: Serena Williams avança às quartas-de-final de Roland Garros

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    Aleijadinho

    Cristo carregando a cruz, Santuário de Congonhas do Campo Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, (Vila Rica, 29 de agosto de 1730 - Vila Rica, 18 de novembro de 1814) foi um escultor, entalhador, desenhista e arquiteto no Brasil colonial. Com um estilo relacionado ao barroco e especialmente ao rococó, é considerado o maior expoente da arte colonial em Minas Gerais (comumente chamada barroco mineiro) e no Brasil colônia em geral. Toda sua obra foi realizada em Minas Gerais, especialmente nas cidades de Ouro Preto, Sabará, São João del-Rei e Congonhas do Campo. Os principais monumentos que contém suas obras são a Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto e o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. Biografia Muitas dúvidas cercam a vida de Antônio Francisco Lisboa. Praticamente todos os dados sobre sua vida são derivados de uma biografia escrita em 1858 pelo jurista Rodrigo José Ferreira ...

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    Jonathan Moore/Getty Images

    Spike Lee filma Kobe Bryant em estreia de gala

    "Kobe Doin" Work" (exibido hoje às 19h30) é o primeiro filme da série "30 for 30" que a ESPN produziu para comemorar seus 30 anos de existência. Em vista disso, 30 cineastas realizaram 30 documentários sobre personagens e fatos ligados a esportes de 1979 para cá. Por INÁCIO ARAUJO, da Folha de S.Paulo  Foto: Jonathan Moore/Getty Images A estreia é de gala, pois trata-se de Spike Lee, um dos mais célebres realizadores americanos da atualidade, tratando de Kobe Bryant, provavelmente o mais talentoso jogador de basquete pós-Michael Jordan. Kobe, para quem não sabe, sempre jogou pelos Los Angeles Lakers, e Spike desde sempre torce para os Knicks, o time de Nova York. Esse último dado é o mais importante: Spike é torcedor de carteirinha, desses que acompanham o jogo das cadeiras de pista, quase dentro da quadra. Sua ideia em "Kobe Doin" Work" (não deviam traduzir isso? ...

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    PAN / HISTORIA - JOAO CARLOS D EOLIVEIRA. O JOAO DO PULO. MEDALHA DO SALTO TRIPLO NO PAN AMERICANO NO MÉXICO. FOTO : ARQUIVO/AE

    Há dez anos, o Brasil perdia João do Pulo

    Uma batida de pé direito no chão e a frase em voz alta: "Hoje, um novo recorde mundial". Assim, começava o ritual de um dos maiores nomes do esporte brasileiro rumo a mais uma conquista nas pistas de atletismo de todo o mundo. Seu nome? João Carlos de Oliveira, recordista mundial do salto triplo (1975) e bicampeão pan-americano do salto em distância (1975/79). Mas pode chamá-lo também de João do Pulo. Por Mariana Kneipp, do  Globo Esporte  Há dez anos, o Brasil perdia um de seus representantes mais ilustres para uma cirrose hepática, um dia após o ídolo completar 45 anos de idade. Quase meio século vivido com muitas vitórias e um carisma, que o deixou conhecido como o "atleta da alma", como conta seu técnico Pedro Henrique de Toledo, o Pedrão, convidado pelo próprio João para treiná-lo quando tinha 19 anos, dois antes de bater o recorde mundial do salto ...

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    “Ôrí” é uma grande tradução da cultura afro-brasileira

    "Ô rí", segundo consta, em ioruba significa "cabeça" e, por extensão, "consciência". "Ôrí", o filme, agora relançado no cinema depois de 20 anos, é a tentativa da socióloga e cineasta Raquel Gerber de traçar um painel poético e militante da consciência negra no Brasil, em suas múltiplas facetas. Fonte: Folha de São Paulo - O filme começou a ser realizado em 1977, com o registro do Congresso dos Povos de Origem Africana, em São Paulo, e sofreu influências visíveis do diretor Glauber Rocha -Gerber foi amiga dele e estudiosa de sua obra. "Ôrí", com sua montagem descontínua e sua mistura de registros, organiza-se em núcleos temáticos: as raízes étnicas, os rituais religiosos, as lutas históricas, as formas de expressão cultural. De um debate acadêmico a uma noite de "black music" no Chic Show de São Paulo, de um ensaio da escola de samba Vai-Vai a um ritual de candomblé, de ...

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    Documentário “Ôrí” discute cultura negra no Brasil

    Fonte: Írohín Jornal Online   Foto: Reprodução/ Documentário "Ôrí" SÃO PAULO (Reuters) - O documentário "Ôrí", lançado nos cinemas em 1989, volta às telas de São Paulo e Rio de Janeiro nesta sexta-feira com poucos traços de envelhecimento. Fruto de um trabalho colaborativo da cineasta e socióloga Raquel Gerber e da historiadora Beatriz Nascimento, morta em 1995, o filme é um decalque das discussões sobre a cultura negra durante as décadas de 1970 e 1980, que ainda parecem surpreendentemente atuais no país. Resultado de 10 anos de pesquisa, o documentário está longe de ser usual. Raquel Gerber realizou um trabalho impressionista, que mescla conteúdo espiritual, posicionamento político e devaneios acadêmicos. O trabalho é um mosaico narrativo bem construído, que foge de mensagens panfletárias no final da projeção. Para montar esse quebra-cabeça, a diretora mostra depoimentos de pessoas-chave do movimento negro, em filmagens realizadas em vários Estados brasileiros (Rio de Janeiro, ...

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    Após incidente racista, Hamilton é homenageado na Espanha

    Folha: Gazeta Esportiva Barcelona (Espanha) No mesmo local no qual sofreu insultos racistas em fevereiro do ano passado, Lewis Hamilton recebeu uma homenagem dos administradores do circuito de Barcelona. Nesta sexta-feira, o piloto inglês ganhou uma placa no autódromo mencionando o título mundial conquistado no ano passado. Com isso, o jovem condutor da McLaren passa a figurar na "calçada dos campeões", junto de nomes como Ayrton Senna e Michael Schumacher. "É emocionante estar aqui, estar em Barcelona, na Catalunha, um dos meus circuitos favoritos", comentou o primeiro negro da história da Fórmula 1. "Ser reconhecido como um campeão do mundo é uma coisa muito, muito especial para mim. Vou sempre carregar isso comigo. Quero agradecer ao povo da Catalunha pelo contínuo apoio", destacou. Matéria original: Após incidente racista, Hamilton é homenageado na Espanha

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    Usain Bolt vence prova de 150 m nas ruas de Manchester

    Fonte: O Estado de São Paulo Jamaicano, o homem mais rápido do mundo, mostra que continua em forma e dá show na Inglaterra MANCHESTER - O jamaicano Usain Bolt voltou a mostrar neste domingo porque é o homem mais rápido do mundo. Campeão olímpico e recordista dos 100 e 200 metros rasos, o atleta venceu uma prova de 150 metros em evento promocional na cidade inglesa de Manchester. A corrida foi disputada em uma pista improvisada na rua com apenas quatro competidores. A prova, disputada para promover a corrida de 10 km de Manchester, marcou o retorno de Bolt às pistas depois de passar por uma cirurgia no pé, em razão de um acidente de carro. Bolt venceu a disputa com tranquilidade, marcando o tempo de 14s36. Dessa forma, ele quebrou o recorde simbólico da distância, que pertencia ao canadense Donovan Bailey, com 14s99. Esta prova não é disputada em ...

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    Foto: Jon Hrusa/EFE

    A Copa da África

    Mundial-10 é "montanha-russa" - Por FÁBIO ZANINI . da Folha de S.Paulo Foto: Jon Hrusa/EFE Diretor-executivo do comitê organizador da Copa da África do Sul de 2010, Danny Jordaan, 57, teve de acrescentar a crise financeira internacional à lista de dores de cabeça que enfrenta para entregar o torneio no prazo exigido pela Fifa. A recessão, que também afeta a economia sul-africana, secou o financiamento externo para grandes obras e deve ter impacto no número de turistas que viajam para ver o torneio. Ele chegou ao posto com a ajuda de sólidas conexões políticas. Ex-deputado pelo partido governista, o Congresso Nacional Africano, o mestiço Jordaan é um caso raro de um não negro na elite política do país. Nesta entrevista concedida em Johannesburgo, ele diz que o pior já passou e que as dúvidas sobre se a África do Sul teria condições de organizar o Mundial, ...

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    Dolores Duran

    Dolores Duran

    Dolores Duran, nome artístico de Adiléia Silva da Rocha, (Rio de Janeiro, 7 de junho de 1930 - Rio de Janeiro, 23 de outubro de 1959) foi uma cantora e compositora brasileira. Adiléia da Silva Rocha, conhecida como Dolores Duran, era filha de um sargento da Marinha. Começou a cantar muito cedo e seu primeiro prêmio foi aos dez anos de idade, no Programa de Ary Barroso, "Calouros em Desfile". As apresentações ao programa tornaram-se freqüentes, fixando-a na carreira artística. Seu pai faleceu quando Adiléia tinha 12 anos e, a partir de então, teve que sustentar a família, cantando em programas de calouros e trabalhando no rádio como atriz. Adota o nome artístico Dolores Duran a partir dos 16 anos. Autodidata, cantou músicas em inglês, francês, italiano e espanhol, a ponto de Ella Fitzgerald lhe dizer que foi na voz dela que ouviu a melhor interpretação que já havia ouvido de "My ...

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    O Poder das Grandes Mães – Gelede

    Mascara Gelede Entre os iorubás, o poder feminino é sintetizado por um termo coletivo, Awon Iyá wa, “nossas mães”, que são particularmente homenageadas na ocasião do festival Gęlędę realizado entre março e maio, antes do começo das chuvas.  O objetivo do Gęlędę é precisamente aplacar as terríveis mães ancestrais para que a fecundidade dos campos se possa processar.  As cantigas evocam de maneira não equívoca as características que fazem das Grandes Mães, designadas ainda mais diretamente pela forma singular Iya mi, “minha mãe”, as donas de tão poderoso axé: "Mãe destruidora, hoje te glorifico: O velho pássaro não se aqueceu no fogo. O pássaro doente não se aqueceu ao sol. Algo secreto foi escondido na casa da Mãe... Honras a minha Mãe! Mãe cuja vagina atemoriza a todos. Mães cujos pêlos púbicos se enroscam em nós. Mãe que arma uma cilada, arma uma cilada. Mãe que ...

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    A representação das Máscaras Gelede

    "Os olhos que contemplaram Gęlędę viram o espetáculo máximo. Ojú to ba ri Gęlędę ti de òpin ìron." As máscaras consistem de uma cabeça que representa um ser humano ou um animal, às vezes com uma superestrutura.  Tal estrutura ou amplifica um tema presente no segmento mais baixo ou, mais frequentemente, desenvolve um tema diferente.  Algumas superestruturas se apóiam diretamente na cabeça ou no penteado da máscara, outras se apóiam em plataformas retangulares ou circulares que se projetam para os lados ou se erguem acima da cabeça.  Na tradição yórubà (e africana) as máscaras são esculpidas num único bloco de madeira.  Algumas retratam humanos, animais e objetos. (...)  Embora existam poucas variantes no formato da máscara Gęlędę, seu imaginário não conhece limites.  Literalmente tudo o que existe sob o sol, isto é, pertencente ao reino das “donas do mundo”, inspira os criadores destas máscaras.  Elas, ao representarem yorùbás e aqueles ...

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    Máscaras masculinas de Ọrọ Ęfę – Gelede

    As máscaras masculinas e seus portadores, que cantam, são fundamentais na cerimônia de Ęfę , não somente porque suas cantigas contêm e transmitem força, mas também pelo fato de serem visualmente realçadas por ricas máscaras e trajes. Tais máscaras... (...) transmitem imagens masculinas de poder físico e espiritual, de status e de liderança sagrada. Através delas, dos trajes e dos movimentos, elas também refletem a influência histórica e cultural do Islã. Menos óbvias, mas sempre presentes, são as referências oblíquas às mães onipotentes. (...) Apesar das variações quanto à forma e iconografia desses mascarados masculinos que cantam, certos temas recorrem em quase todos eles. Um dos temas mais dominantes é a masculinidade, que se expressa numa ação abertamente agressiva, força física e coragem, projetada nas persistentes imagens de caçadores, guerreiros e referências a Ogum: barbas, espingardas, facas, facões, amuletos, folhas de palmeira e tornozeleiras de ferro com chocalhos. A cor ...

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    Máscaras noturnas das mães – Gelede

    As imagens sagradas que surgem imediatamente após as máscaras de abertura expressam os aspectos temíveis das mães. Representam a essência de Gęlędę e constituem, conforme explicam os informantes, o próprio "alicerce" (ìpilęsę) da sociedade. Tais máscaras possuem duas formas distintas, porém conceitual e funcionalmente relacionadas. Dramatizam o lado espiritual da feminilidade em dois de seus aspectos - uma mulher barbada, frequentemente denominada a Grande Mãe (Iyanla) e o Pássaro Espírito (Ęyę Ọrọ). A simplicidade, a audácia do motivo e a grande escala distinguem a máscara da Grande Mãe. Ela possui duas partes: a cabeça e um comprido prolongamento abaixo do queixo. (...) A cabeça é hemisférica para poder se encaixar na parte superior da cabeça e da testa do dançarino. Os traços são fortes, pesados, claramente definidos. Olhos protuberantes dominam frequentemente o rosto, as cabeças são raspadas ou simplesmente indicam a repartição dos cabelos, uma variedade de estilos de penteados ...

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    Máscaras da Noite de ĘFĘ – Gelede

    Além da eficácia das palavras, o espetáculo Ęfę é uma exibição de máscaras e trajes imensamente diversificados. Tamanha diversidade sugere uma certa antiguidade e ilustra toda uma gama de imagens criativas destinadas a apaziguar e entreter os "deuses da sociedade" em todo o oeste da Iorubalândia. Ao mesmo tempo, inúmeros temas persistem e relembram a origem mítica de Gęlędę.

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    As Máscaras de Gelede

    As energias que se tornam visíveis na dança Gęlędę, valorizadas pelos trajes, têm um paralelismo na fascinante imaginária de suas máscaras. Ao retratar praticamente tudo o que pode ser visto no universo iorubá, as máscaras Gęlędę documentam e comentam o domínio das mães, isto é, o mundo. Apesar da enorme diversidade das imagens em Gęlędę , a forma ou morfologia das máscaras pouco varia. Em contraste, a morfologia das mascaradas noturnas de Ęfę, tais como Arabi, as mães noturnas ou Ọrọ Ęfę, variam significativamente de uma região a outra e até mesmo entre as comunidades. Reconhecimento dos papéis Os Iorubá dividem todas as máscaras Gęlędę em categorias masculinas (akǫgi) e femininas (abogi), algumas vezes baseadas no tema retratado na máscara. Por exemplo, uma máscara com um penteado feminino seria denominada abogi (literalmente "madeira feminina"); uma que usasse um gorro masculino seria identificada como akǫgi (literalmente "madeira masculina"). Um tema relacionado ...

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    Mascaradas de encerramento – Gelede

    Assim como as mascaradas introdutórias trazem o festival ao mundo, outras mascaradas marcam a conclusão da noite de Ęfę e a transição do segmento noturno ao segmento diurno do espetáculo. A conclusão da noite de Ęfę em Ketu, Anago e das regiões setentrionais de Ęgbado é marcada pela aparição de um tipo diferente de mascarado, um dançarino numa perna-de-pau muito alta, vestido com volumoso traje de ráfia e uma máscara esculpida em forma de hiena, denominada koriko, ikoko ou ayoko (Beier 1958: 14; Huet 1978: pl. 85; Bernolles 1973: 23). O dançarino segura, em ambas as mãos, longos bastões de madeira, usando-os para equilibrar-se e para fazer gestos ameaçadores, que complementam a mandíbula escancarada da hiena, repleta de dentes. (...)Em outras localidades, a hiena pode ser acompanhada ou substituída por outra máscara, semelhante quanto ao conceito a algumas máscaras introdutórias, aquelas que representam Exu/Elegba. Nas vizinhanças de Ketu, um mascarado ...

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    Uma sacerdotisa da divindade Are é acompanhada por um mascarado que a honra retratando seu papel ritual. Ilaro, 1978.

    Mascarados que cantam – Gelede

    Os acompanhantes Assim como as máscaras preliminares preparam o caminho para a aparição das mães sagradas, acompanhantes mascarados cantam e dançam para anunciar a iminente chegada do principal personagem, Ọrọ Ęfę. Os personagens importantes raramente aparecem em público sem seu séquito e Ọrọ Ęfę não constitui exceção, sobretudo porque seu desempenho é uma missão perigosa, que exige procedimentos e propiciações apropriadas, para assegurar sua segurança e a bem sucedida realização de sua tarefa ritual. Em muitas regiões, um mascarado que canta precede imediatamente Ọrọ Ęfę . Consideradas subordinadas a Ọrọ Ęfę , as máscaras usadas assumem diferentes formas. Entre os povos iorubá de Ketu, o mascarado acompanhante de Ọrọ Ęfę , o qual entra cantando, é denominado Tètèdé, literalmente "Aquela-Que-Vem-Antes", nome que se dá ao primeiro gêmeo que nasce, se for do sexo feminino. Considerada a caçula, ela vem experimentar o mundo para seu irmão (Moulero 1971). Outros definem Tètèdé ...

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    Mascaradas de abertura – Gelede

    Em muitos locais as cerimônias de abertura de Ęfę incluem elaborados programas de máscaras. Uma delas é a de Ogbagba, que, segundo se diz, representa Exú/Elegba, o divino mediador, cuja vestimenta se reporta aos reinos da cultura e da natureza - tecidos e folhas. Em algumas instâncias, Ogbagba assume duas formas. Sua aparição inicial é como a de "um jovem rapaz com gorro branco e saia de ráfia", quando as pessoas cantam: "Chega Exu, com folhas claras" (Beier, 1958: 9). Mais tarde, Ogbagba aparece como um adulto, usando folhas de bananeira e tornozeleiras de ferro. A combinação do gorro branco e da saia de ráfia, a transformação de jovem em adulto, os trajes de folhas, que serão jogadas no monturo, na periferia da localidade, apreendem a liminaridade e a imprevisibilidade de Exú/Élégba. Outro tipo de máscara é a de Arabi Ajigbalę, "Aquele-que-Varre-toda-Manhã",completamente coberto de fibra de ráfia e panos, com ...

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