quinta-feira, outubro 29, 2020

    Tag: Quenia

    Sala do Conselho de Segurança da ONU

    Quénia ou Djibuti: Quem entra no Conselho de Segurança da ONU?

    Durante a primeira ronda de votação decorrida nesta quarta-feira (17.06), nenhum dos dois conseguiu o mínimo de dois terços dos votos, ou seja, no mínimo 128 votos em casos de participação dos 193 membros das Nações Unidas. Em fevereiro, a União Africana (UA) indicou o Quénia para ser representante de África no Conselho de Segurança em votação secreta. Através de uma nota de protesto Djibuti exigia que a União Africana reconsiderasse a sua posição de indicar o Quénia, alegando ser inadmissível e contra as regras do organismo. Os membros da União Africana justificaram que queriam evitar que a África tivesse três países francófonos no Conselho de Segurança em 2021, com a adesão do Níger e da Tunísia. Mesmo assim, Djibuti recusou-se a retirar a sua candidatura. Interesses geopolíticos na origem da disputa? Bandeira da UA Roba Sharamo, diretor do Instituto de Estudos de Segurança em Adis ...

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    Quenianos observam sala de aula que desabou em Nairobi nesta segunda-feira (23) — Foto: Njeri Mwangi/ Reuters

    Desabamento de sala de aula mata crianças no Quênia

    Escola fica em área pobre de Nairobi, onde muitas famílias vivem em casas improvisadas. Do G1  Quenianos observam sala de aula que desabou em Nairobi nesta segunda-feira (23) — Foto: Njeri Mwangi/ Reuters Sete crianças morreram e 57 ficaram feridas no desabamento de uma sala de aula na manhã desta segunda-feira (23) na capital do Quênia, Nairobi. Após o incidente, centenas de pessoas se reuniram no entorno da “Precious Talent Top School”, em Dagoretti, uma área pobre onde muitas famílias vivem em casas improvisadas. Os funcionários do serviço de emergência fizeram buscas entre os escombros. De imediato, não ficou claro se alguém ficou preso sob os detritos. Michael Otieno, que mora na região, contou à Associated Press que as crianças deixaram o local chorando. O hospital St John Ambulance, cujos funcionários da operação de resgate, informou que sete crianças morreram. O porta-voz do governo, Cyrus Oguna, ...

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    Leitura de autores como o queniano Thiong’o ajudam a descolonizar nossa visão eurocêntrica

    Resta em nossa educação um misto de preconceito e prepotência acerca do que é “cultura de qualidade” ou “cultura superior”. A resistência às literaturas africanas é reflexo dessa educação colonizada Por Gustavo Brito Do Jornal Opção Os anos de colonização do continente Africano são o principal motivo para o estranhamento expresso na pergunta: “por que não Literatura Africana?”. De fato, apesar de a literatura produzida em África ter traços de irmandade continental devido, sobretudo, ao laço de expropriação e exploração que une os povos da terra, é impossível tratar o assunto no singular. São Literaturas Africanas. Outro efeito pós-colonial, advindo da imensa massificação cultural à qual somos submetidos, é permitir que ainda hoje se confunda um continente com um país; os países africanos vão muito além das savanas míticas povoadas por animais ferozes e povos famintos. Se assumirmos a produção literária como uma das características fundamentais da maturidade artística e intelectual ...

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    Ex-refugiada de origem somali é eleita deputada estadual em Minnesota

    Ilhan Omar se tornou, na terça-feira (8), a primeira americana muçulmana de origem somali a ser eleita para representar um Estado na Câmara, com uma clara vitória em Minnesota. Do HuffPost Brasil Sua vitória também é vista como uma vitória nas causas progressistas e um impulso para eleger mais mulheres e representantes de minorias para cargos públicos. Omar nasceu na Somália e passou quatro anos em um campo de refugiados no Quênia antes de imigrar para os Estados Unidos, aos 12 anos de idade. Ela contou ter ficado desapontada ao descobrir tamanha desigualdade racial, econômica e intolerância religiosa nos EUA. "É a terra da liberdade e da justiça para todos, mas precisamos trabalhar para isso", contou ela ao Huffington Post no mês passado. "Nossa democracia é incrível, mas é frágil. Ela aconteceu através de muitos progressos, mas precisamos continuar o progresso para torná-la, de fato, 'justiça para todos'". A desigualdade nos ...

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    A favela do Quênia que exporta alta moda para as passarelas europeias

    Do BBC A favela de Kibera, a favela do Quênia citada, no Quênia, é considerada a maior do mundo - tem mais de 2,5 milhões de habitantes. Seus ares têm mudado recentemente por causa de iniciativas como projetos de jornalismo cidadão, feito por seus próprios moradores, e uma linha de montagem de alta costura organizada pela ONG Wakuu. Basicamente, a organização une o talento das costureiras quenianas à cultura do país para produzir peças que mesclam o estilo ocidental e as estampas africanas. Destaque em desfiles europeus, como a Semana Africana de Moda de Amsterdã, na Holanda, a Wakuu também vende as peças no mercado global. "Adoro meu trabalho, porque ele me permite ter uma vida melhor", diz Anastasia, uma das costureiras que faz parte do projeto financiado pela ONG. "Trabalhamos duro para que os clientes que atingimos possam ser tocados por nós, e então comprem nossos produtos", resume ela. ...

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    Lupita Nyong’o volta ao Quênia em ensaio para a Vogue: ‘Quero criar oportunidades para outras pessoas negras’

    É Lupita Nyong’o quem estampa a capa e o recheio da Vogue americana de outubro. Prepare-se, porque a atriz vencedora do Oscar e atual ícone do ativismo negro em Hollywood está simplesmente um deslumbre. Por  Amauri Terto, do HuffPost Brasil Ela voltou ao Quênia, terra natal de seus pais e onde foi criada (vale lembrar que Lupita nasceu no México) para ser clicada pelo prestigiado fotógrafo Mario Testino. Além das fotos repletas de cores e exuberância, a edição traz uma entrevista com a estrela do novo e promissor filme da Disney, A Rainha de Katwe. Na trama baseada em uma história real, ela dá vida à Nakku Harriet, mãe da protagonista Phiona (vivida pela estreante Madina Nalwanga). Como o nome sugere, a produção se passa em uma região de Uganda, o que Lupita comemora: “Eu quero criar oportunidades para outras pessoas negras, porque sou sortuda o suficiente de ter uma plataforma ...

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    De cortes de cabelo a canetas: conheça o vilarejo onde tudo se chama Obama

    Durante sua visita ao Quênia, a partir desta sexta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, poderá encontrar seu nome por toda parte em uma cidadezinha. Do BBC Durante sua visita ao Quênia, a partir desta sexta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, poderá encontrar seu nome por toda parte em uma cidadezinha. Trata-se de Kogelo, a oeste da capital Nairóbi, o povoado da família Obama e local onde está enterrado o pai do presidente. Do nome das crianças, de escolas, lojas até de um penteado – quase tudo leva o nome de Obama. Barack Obama ficará no Quênia até segunda-feira. Sua viagem está sendo tratada como a mais importante visita de um chefe de Estado ao país e, para Kogelo, é como a volta de um filho adotivo - ainda que, segundo autoridades americanas, não haja planos do presidente passar pela cidade. A esperança da população é que ...

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    Atração da Flip 2015, escritor queniano Ngugi wa Thiong’o fala sobre dilemas da África

    Em entrevista exclusiva, um dos principais autores do continente defende a preservação das línguas locais POR GUILHERME FREITAS, do O Globo    Na década de 1960, enquanto a África vivia o colapso dos regimes coloniais europeus, uma nova geração de escritores africanos despontou no cenário mundial com obras que refletiam sobre as lutas por independência no continente. Eram jovens intelectuais recém-saídos da universidade, que se dividiam entre a participação ativa na campanha pela libertação de seus países, muitas vezes pegando em armas, e a criação de uma literatura africana moderna, ancorada no diálogo entre as tradições locais e a herança ocidental. Ngugi wa Thiong’o entrou na linha de frente desse movimento em 1967, quando publicou seu terceiro romance, “Um grão de trigo”. Lançado apenas quatro anos depois da independência do Quênia, que deixou de ser colônia britânica em 1963, o livro era ao mesmo tempo uma afirmação da cultura queniana ...

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    Mulheres de Quênia e Etiópia obtêm autonomia financeira e subvertem papéis de gênero por meio do atletismo

    Nos dois países conhecidos pelo talento para as pistas, sucesso das mulheres no esporte confronta machismo e transforma as vidas das atletas e de suas famílias; jornalistas espanhóis lançam documentário que registra revolução social em curso Por Hugo Domínguez Do O pera mundi Fevereiro de 2014. Uma caravana de corredores cruza a linha de chegada da Meia Maratona de Barcelona. Quase 22 quilômetros depois, os participantes voltam caminhando para casa. Para a maioria deles, inclusive para os vencedores, as consequências da corrida não terão grande importância. No entanto, para um pequeno grupo de pessoas, terminar a prova entre os primeiros transforma a vida delas e a de muitos que as cercam. Esse é o caso das atletas com passaporte queniano ou etíope. A corrida de grande distância em seus países está conseguindo remover as constrições sociais dos papéis de gênero atribuídos a homens e mulheres. Na Etiópia e no Quênia, o machismo ...

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    Maratonista ‘exausta’ engatinha os últimos 400 m e chega em 3º

    Concluir uma maratona já não é fácil, imagine fazer isso engatinhando. Foi o que a atleta queniana Hyvon Ngetich fez no fim de semana. Do BBC A corredora de 29 anos estava liderando a prova quando foi acometida pelo cansaço, na altura dos 37 quilômetros; a prova tem 42. Incapaz de seguir correndo, ela seguiu adiante como pode - recusando a oferta de uma cadeira de rodas. Quando entrou nos últimos 400 m da maratona, ela se viu obrigada a engatinhar, e, mesmo assim, chegou em terceiro lugar. Em entrevista à BBC, ela disse não se lembrar de ter engatinhado. "Não me lembro do que aconteceu no final. E eu não vi a linha de chegada. Eu acordei em um centro médico e eles me contaram que eu terminei a prova". "Eu perguntei: 'Eu terminei a prova?'. Eles disseram 'Sim, aqui está sua medalha'. Aí eu disse: 'Não pode ser, ...

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    Entre os guerreiros Maasai do Quênia, quem pula mais alto ganha atenção das jovens

    Recebi uma boa notícia hoje: minha exposição de 35 fotografias intitulada “Viajologia”, que está acontecendo no Metrô de São Paulo, será prorrogada e fará uma quarta escala em fevereiro. Desta vez, a estação Paraíso, confluência entre as linhas 1 e 2, receberá as imagens que oferecem uma volta ao mundo por 17 países e quatro continentes. HAROLDO CASTRO (TEXTO E FOTOS) DO QUÊNIA, do Época Revendo o material, gostaria de escrever hoje sobre as duas fotos do Quênia apresentadas na exposição. A primeira imagem é a do “adumu”, dança dos jovens guerreiros Maasai, uma espécie de competição que destaca aqueles que pulam mais alto e de forma mais reta. Interessados em impressionar as jovens donzelas que assistem ao espetáculo, os guerreiros Maasai consideram as danças como as melhores ocasiões para flertar com as meninas que, um dia, serão suas futuras esposas. Eles demonstram uma vitalidade singular e dançam durante horas, ...

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    Meninas choram em cerimônia de mutilação genital no Quênia

    Veja imagens feitas por um fotógrafo que acompanhou o passo-a-passo do ritual No, Terra  As imagens fortes revelam um pouco do que deve ter sentido cada uma das meninas da tribo Pokot que participou do ritual de mutilação genital de um vilarejo rural em Baringo, no Quênia. A mutilação genital feminina (FGM, na sigla em inglês) é uma prática que consiste em retirar parte ou todo o órgão sexual de mulheres e crianças. Nos casos mais extremos, a mutilação total é realizada nos lábios vaginais e clitóris (processo chamado infibulação). A ONU estima que, hoje, 150 milhões de mulheres ao redor do mundo sofrem ou já sofreram com a prática. Embora a 'tradição' tenha sido declarada ilegal em muitos países africanos - o Egito é um exemplo - ela ainda sobrevive em comunidades menores e famílias. Ao mutilar suas filhas, as mães acreditam que garantem um melhor futuro com melhores maridos a elas, já que a prática é vista como uma forma ...

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    Programa de pesquisa britânico é condenado por racismo contra médicos quenianos

    Pesquisadores teriam sido passado para trás em promoções e financiamentos Seis médicos quenianos foram indenizados em cerca de R$ 700 mil, no total, em compensação por terem tido suas carreiras "empacadas" por "racismo institucional" em um programa de pesquisa em parceria com o Reino Unido, noticiou na terça-feira a revista Nature. A decisão foi proferida no dia 18 pelo tribunal industrial do Quênia, que considerou que os médicos enfrentaram "discriminação sistemática" enquanto trabalharam no Instituto de Pesquisa Médica do Quênia - Programa de Pesquisa do Wellcome Trust, maior instituição de caridade em saúde do Reino Unido. Samson Gwer, Michael Mwaniki, Nahashon Thuo, John Wagai, Moses Ndiritu e Albert Komba alegaram que foram passado para trás em promoções e financiamentos do programa, tocado em parceria com a Universidade de Oxford. Os médicos também relataram que não recebiam o devido crédito por sua pesquisa e que eram sucessivamente submetidos a contratos de curto prazo enquanto seus colegas ...

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    Presidente da Capes recebe homenagem e anuncia ‘Capes África’

    Novidade atenderá no continente africano 19 centros de pesquisa a serem montados em dez países como Moçambique, Quênia e Nigéria O continente africano terá uma Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior: a Capes África. A instituição atenderá 19 centros de pesquisa a serem montados pelo Banco Mundial em dez países africanos, entre eles Nigéria, Quênia e Moçambique. A novidade foi anunciada pelo presidente da Capes, por Jorge Guimarães, durante a cerimônia de entrega da Medalha Henrique Morize,no dia 23/5, no Rio de Janeiro. Na ocasião, o gestor foi homenageado pelos seus 10 anos à frente da Capes.O presidente da Capes também recebeu uma comenda da Ordem do Mérito José Bonifácio, honraria máxima da UERJ que já foi concedida a presidentes da República. De acordo com Jorge Guimarães, a Capes África "será um 'clone' da nossa Capes ou algo semelhante com o mesmo modelo", declarou. Para definir o formato que será adotado, uma ...

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    (Foto: imagem retirada do site Encyclopaedia Britannica)

    Hoje na História, 27 de maio de 1963, o líder pró-independência e ex-prisioneiro Jomo Kenyatta é eleito primeiro-ministro do Quênia

    Jomo Kenyatta Presidente do Quênia de 1964 a 1978 20-10-1891, Ichaweri 22-8-1978, Mombaça Do Klick Educação Após deixar a Inglaterra, onde estudou e fundou, com Kwame Nkrumah, a Federação Pan-Africana, Kenyatta liderou a etnia quicuia. Detido em 1952, foi condenado a sete anos de prisão, acusado de encabeçar a Rebelião Mau-Mau. Libertado em 1959, permaneceu sob prisão domiciliar até 1961. Um dos lutadores mais populares e influentes da independência africana, assumiu, em 1961, a direção do Kenya African National Unity (Kanu). Em 1963, tornou-se primeiro-ministro do recém-independente Quênia e, em 1964, foi nomeado presidente da República com o título honorário de Mzee (velho senhor em suaili). Apesar dos conflitos internos, reuniu os clãs tentando harmonizar as antigas estruturas sociais com a nova realidade social da descolonização. Governou de forma autocrática, com um sistema de partido único. Foi sucedido por Daniel Arap Moi. Quênia: Jomo Kenyatta e a independência O queniano ...

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