quarta-feira, janeiro 20, 2021

Tag: rap feminino

Pearls Negras muda nome para Abronca e lança novo single; ouça “Chegando de Assalto”

Grupo feminino de hip-hop Pearls Negras assinou com o selo Heavy Baile Sounds, de Leo Justi, que lançou MC Carol Do ROLLING STONE BRASIL Foto: Fernando Schlaepfer/Divulgação O grupo feminino de hip-hop Pearls Negras mudou o nome e lançou uma nova música nesta sexta, 20. Agora chamado Abronca, o trio passeia por funk e trap e solta novas rimas na faixa “Chegando de Assalto”, que apresenta a nova abordagem do projeto. A canção tem produção de Leo Justi (ao lado de Allan Felix) e é o primeiro lançamento do trio pelo selo dele, o Heavy Baile Sounds, que lançou Bandida, álbum debute de MC Carol, em 2016. Justi recentemente trabalhou com nomes como Emicida e a cantora do Sri Lanka M.I.A., além de MC Carol. Conhecido pela mixtape Biggie Apple, de 2014, que fez o Pearls Negras estourar no exterior, o Abronca é formado por Slick, Jay e Mari. “Um novo nome ...

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Negrita Mc relata casos de racismo e diz, “tô sentido falta de ideologia no Rap”

O Racismo no Brasil tem sido um problema desde a era escravocrata e, nos dias de hoje, por mais velada que tente ser, ainda existe de uma forma bem escancarada. O racismo e a desigualdade de gênero produzem a falta de acesso ou o acesso de menor qualidade de serviços e direitos para a população negra, sobretudo para as mulheres. Mas, além disso, representa também a perpetuação de uma condição de desigualdade na sociedade. Por  Becca Vilaça, do RND Nessa quarta edição do Rima Dela, trocamos uma ideia com Débora Leão (19 anos), uma mina que manda muito nas rimas e não tem papas na língua. Nascida em Recife e moradora de Carpina, Zona da Mata de Pernambuco, a Mc ganhou o apelido de seus amigos com o significado de: ‘‘Negra que grita” e desde então, Negrita, tem dado voz a sua realidade através do Rap. Desde o inicio não foi fácil, ...

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Grupo de rap feminino Contaminação mostra estilo e talento na cena paulistana

Trio se apresenta neste sábado (27) no projeto Composição Urbana Por Juca Guimarães, do R7 O grupo de rap feminino Contaminação é uma das principais atrações do festival de cultura hip-hop Composição Urbana, que acontece neste sábado (27), no Jardim do Éden, na Vila São Remo, região do Butantã, zona Oeste da capital. O Contaminação tem um estilo inovador com letras pesadas e batidas dançantes para falar de temas feministas e de Direitos Humanos. O grupo, formado por MC Lion, Nathy pra Jah e Camila Sobrinho, vai tocar as músicas Brutalidade, Ladeira, dona Ana, Discriminação Social e Arrisca, entre outras composições próprias. O show terá participação especial da Yaisa Yaya e do DJ Murilo. O Contaminação é um grupo que une letras fortes e de protesto com um ativismo social. Além da música, elas também promovem o resgate da cultura africana através da dança e das tranças e penteados afros. MC ...

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O rap também se faz no feminino. Alguns nomes a reter

Desde os primórdios da cultura hip hop que esta tem sido representada principalmente pelo sexo masculino, nomeadamente no rap, onde o espaço para as rappers femininas na indústria parece curto e limitado. Este facto não se prende à falta de qualidade, mas sobretudo a aspectos culturais não só inerentes à indústria musical, mas como em todos os cargos representativos e com visibilidade. Contudo, é um paradigma que tem vindo a mudar. Por  MARCO BRANDÃO, do Shifter Esta nova geração de rappers, inspirada e motivada por figuras lendárias que foram mudando esta visão, tais como Erykah Badu, Lauryn Hill, Lil’ Kim ou Missy Elliot, seguiram a mesma linha de inovação. A forte competitividade e a necessidade de inovar para marcar posição, em simultâneo com uma maior abertura do mercado para as mulheres, traz consigo uma geração de MC’s capaz de equilibrar o mercado a curto/médio prazo. Em Portugal, a rapper Capicua acompanhada pela M7, tem vindo ...

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A dona do Rapjazz – MBP entrevista Tássia Reis

Há alguns meses atrás fui apresentada a um som que foi me arrebatando aos poucos,uma voz gostosa, daquelas que você não consegue parar de escutar. A música era assim: Por Karina Vieira do Meninas Black Power “Eu fico sempre na moral Mas, sabe? Más noticias abalam o meu astral Eu tô legal, não tá ruim Tô forte, tô viva, tô bem longe do fim Acho, né? Sempre levando uns toco, a vida dando uns soco Há quem ache que é pouco, mas não é Mas nem ligo pros outros, quero chegar no topo Loucura racha coco. Sem ibope pra mané Sem desperdiçar energia Várias patifarias querendo me arrastar Não dou ideia pra essas heresias Sou de periferia, tipo, ruim de se enganar Mas deixa os bicos zoar Ninguém vai assumir, mas todos querem brilhar Minha intuição quer cantar, tira um segundo pra ouvir Que eu não costumo falhar...” Corri pra descobrir a ...

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rapper

Depois de escapar de casamento forçado, refugiada afegã faz sucesso no rap

Sonita Alizadeh é uma refugiada afegã de 18 anos, cuja família foi forçada a se mudar para o Irã quando ela tinha apenas 8. Por ser imigrante ilegal, ela não podia ir à escola lá. Então ela encontrou uma ong que dava aulas para crianças afegãs ilegais. Lá ela aprendeu karatê, fotografia, guitarra, e começou a cantar rap. por Luana Moreno no Brasil Post Sua música logo ganhou projeção, e ela conheceu um produtor iraniano que a ajudou a polir seu estilo e fazer vídeo clips. Tudo era perfeito, até que um dia sua mãe virou para ela e disse: "Você tem que voltar ao Afeganistão comigo. Tem um homem lá que quer se casar com você. Seu irmão está noivo e precisamos do seu dote para pagar o casamento dele." O pretendente pagaria nove mil dólares por Sonita, e assim seus pais poderiam pagar pelo casamento de 7.000 dólares de seu ...

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Sobre rap e guerra de gêneros!

A segregação de gênero no rap é algo que me incomoda especialmente por eu ser mulher. Sabemos que toda a sociedade é enraizada no patriarcado e a consequência disso é a reprodução do machismo nas atitudes e no discurso dos demais. Por Aika Cortez, do Marcha Mundial das Mulheres Ao longo dos anos diversas mulheres e até homens que entendem a condição de oprimido e o significado e a essência de Hip Hop vem lutando com suas armas pra mudar tal realidade. Por outro lado ainda há uma parte que está pouco se f***** pra isso e que repercute discurso de ódio, discriminação e segregação, principalmente através das redes sociais. Uma delas essa semana foi a critica a Liga Feminina de MCs, no Rio de Janeiro. Nessa sociedade onde o patriarcado é enraizado se você for mulher e quiser fazer rap você tem que se esforçar o dobro, porque quando você entra ...

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Entrevista: Negra, rapper e professora, eis a garra de preta rara

“Mulher pode cantar rap, pode fazer o que ela quiser”. Quem fala tem propriedade para tal. Preta Rara, de 29 anos, há 10 anos luta por seu espaço no rap e ainda leva o gênero para escola em que atua como professora há 4 anos. E para comemorar a gravação de seu primeiro CD, ainda este ano, ela traz a Festa Audácia no próximo dia 6, a partir das 23 horas, no Bar Allegra (Praça Mauá/Santos). A entrada é R$10. Por Rachel Munhoz  Do Revista Relevo A Festa Audácia integra o projeto Noites Negras – um semestre de música negra universal no Centro de Santos, com programação que vai até julho. E na semana que comemora o mês da Mulher, Preta Rara vai receber em sua festa as rappers Pamelloza e Yzalú, além do DJ residente Beto Machado. “A viagem sonora será do rap ao jazz, do funk soul ao afoxé”, ...

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Rap feminino presente na Baixada Fluminense

Portal Enraizados traz resenha do disco “O Sorriso de Mana Lisa”, da rapper e liderança feminina da Baixada Fluminense, Lisa Castro. O álbum traz beats produzidos por seu marido Átomo, DJ Reinaldo Carvalho, Léo da XIII e pela própria Lisa. A grande novidade do disco são as poesias recitadas ao longo do álbum, que marca a volta de Lisa aos palcos da Baixada e do Rio de Janeiro Por Hulle Brasil para o Portal Enraizados no Brasil 247 O rap feminino da Baixada está vivo Uma legítima representante do rap feminino da Baixada Fluminense acaba de lançar seu primeiro disco solo: Lisa Castro. Muitos anos após subir ao palco pela primeira vez, agora com uma filha de 05 anos - que inclusive participa do disco - Lisa Castro, liderança feminina mais do que reconhecida no Estado do Rio de Janeiro, lança o disco “O Sorriso de Mana Lisa”. A criatividade do nome já nos deixa ...

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