Tag: redes sociais

Imagem: Geledes

Polícia identifica homem e apreende bandeira nazista após vídeo circular nas redes sociais

A Polícia Civil de Santa Catarina apreendeu uma bandeira nazista utilizada por um homem na sacada de um apartamento em Florianópolis. Após a identificação do envolvido, o advogado que o representa compareceu a delegacia. Um vídeo, que circulou nas redes sociais na semana passada, mostra o homem balançando uma bandeira estampada pela suástica. Segundo a polícia, o inquérito que apura o ato foi finalizado e encaminhado ao Judiciário. Em comunicado, o órgão informou que “foram tomadas as devidas medidas legais e aberta investigação para apurar autoria da possível prática do crime previsto na Lei 7.716/89”, que define atos que envolvam discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. Após a circulação das imagens, o Ministério Público de Santa Catarina também se manifestou e informou que acompanhava as investigações dos policiais através do Necrim (Núcleo de Enfrentamento aos Crimes de Racismo e Intolerância), que atua dando suporte às ...

Leia mais

Natália de Sena Carneiro – Coordenadora de Redes Sociais e Comunicação Institucional

Nos últimos anos vem atuando como Estrategista Digital / Gerenciamento de projetos digitais e Redes sociais de Geledés    Projetos no Portal Geledés  “Nossas Histórias” é uma realização da Rede de Historiadoras Negras e Historiadores Negros em parceira com o Portal Geledés e o Acervo Cultne Durante toda quarta-feira, um texto produzido por historiadoras negras e historiadores negros é publicado no Portal com objetivo de fortalecer as reflexões voltadas à superação do racismo no Brasil e à democratização do conhecimento mediante práticas de letramento histórico. Coletiva Negras que Movem, integrada à área colaborativa “Guest Post” do Portal Geledés, divulgando semanalmente artigos de integrantes do Programa de Aceleração do Desenvolvimento de Lideranças Femininas Negras: Marielle Franco do Fundo Baobá .    Campanhas e parcerias  Exposição de Geledés no Google Arts & Culture: Em setembro de 2020, fomos convidados pelo Google Arts & Culture para conhecer a plataforma e se possível criar ...

Leia mais
Fred durante protesto antirracista antes de partida do Manchester United pela Liga Europa - Foto: Oli Scarff/AFP

Um em cada cinco jogadores brasileiros na elite europeia sofreu racismo em rede social

Figuras de macaco. Rostos de gorila. Bananas. Ofensas à cor de pele da mãe. "Preto". "Neguinho". Zombaria por causa do cabelo. "Mono de merda". No final de semana em que parte do futebol europeu decidiu boicotar as redes sociais por acreditar que elas fazem pouco para combater o racismo, os jogadores brasileiros têm muitos motivos para protestar. Levantamento feito pela Folha nas contas de Instagram dos atletas do país que atuam na elite do continente mostra que 23% dos que liberam de forma irrestrita os comentários em suas fotos receberam ao menos uma mensagem racista nesta temporada, iniciada em agosto de 2020. A pesquisa englobou as cinco principais competições nacionais de acordo com o coeficiente da Uefa (federação europeia): Alemanha, Espanha, França, Inglaterra e Itália. São 105 jogadores brasileiros em clubes de primeira divisão nesses países. Desse total, 18 decidiram bloquear a conta (o que exige pedir autorização para seguir), não permitir comentários ou ...

Leia mais

Thierry Henry deixa redes sociais para protestar contra racismo e gera debates

O ex-jogador francês Thierry Henry, de 43 anos, decidiu cancelar todas suas contas nas redes sociais em protesto contra a falta de iniciativa dos administradores dessas plataformas para combater o racismo. Henry, que atualmente é treinador, expressou sua insatisfação pública com a morosidade das redes sociais em coibir insultos racistas e a facilidade que os infratores têm de se manifestar publicamente, conservando o anonimato. “Oi pessoal, a partir de amanhã de manhã (sábado), irei me retirar das redes sociais até que as pessoas no poder sejam capazes de regular suas plataformas com o mesmo vigor e ferocidade com que fazem atualmente quando você infringe direitos autorais”, afirmou o ex-atacante, em sua conta no Twitter. “O grande volume de racismo, intimidação e consequente tortura mental para os indivíduos é muito tóxico para ser ignorado. Tem que haver alguma responsabilidade. É muito fácil criar uma conta, usá-la para intimidar e assediar sem ...

Leia mais
Júlia Rocha (Imagem retirada do site ECOA)

O que será dos profissionais de saúde que distorcem a ciência?

A semana de sofrimento e morte promovida em Manaus pela incompetência logística e pelo desdém das lideranças políticas que tinham a obrigação de proteger as pessoas da morte por desassistência mas que, deliberadamente, escolheram nada fazer foi, sem dúvida, das coisas mais tristes que muitos de nós viu e vai ver na vida. Tão incômodo e doloroso quanto ver as cenas das pessoas morrendo sufocadas por falta de oxigênio dentro de unidades de saúde foi ver o desespero dos colegas profissionais da saúde chorando, implorando por ajuda, pedindo recursos ao telefone, nas redes sociais e na televisão. Contudo, não estávamos todos desesperados e chorosos em meio ao caos. Uma parte dos profissionais de saúde brasileiros estava usando suas redes sociais para incentivar seus milhares de seguidores a desafiar as autoridades e o vírus. Faziam em seus stories verdadeiras convocações para que as pessoas saíssem às ruas sem máscara, sem evitar aglomerações, ...

Leia mais
Getty Images

Algoritmos de plataformas e redes sociais ainda precisam de muita discussão para fugir de estereótipos

A inteligência artificial já domina várias atividades da nossa vida. Está no aplicativo do banco, no pedido online do mercado, em nossas redes sociais. Mas também pode ser racista, machista e discriminar pessoas por sua religião ou orientação sexual. Segundo alguns pesquisadores da área, isso acontece porque os algoritmos reproduzem as falhas do comportamento social vigente. Sistemas de reconhecimento facial já foram usados para justificar a prisão de homens negros que, mais tarde, comprovou-se que eram inocentes. Programas de celular e filtros de redes sociais estimulam mudanças em fotos que permitem afinar o nariz e clarear a pele, reforçando estereótipos discriminatórios de beleza. Um usuário do Google Fotos denunciou em 2015 que a plataforma havia rotulado a foto de um casal negro com a legenda "gorilas". A empresa afirmou na época que tomaria as medidas necessárias para evitar a repetição de erros como esse. Com o Flickr aconteceu um problema semelhante. No lugar de gorilas, a plataforma rotulou com a palavra "macacos" fotos de ...

Leia mais
O tom da rede social há muito reflete a América corporativa: sóbrio, monolítico, branco. Agora, os usuários negros estão se manifestando —e dizendo que o site está limitando sua voz - Richard A. Chance/The New York Times

Usuários negros acusam LinkedIn de apagar postagens com temática racial

Num dia de setembro, Elizabeth Leiba abriu o aplicativo LinkedIn e viu uma postagem de Aaisha Joseph, uma consultora de diversidade com quase 16 mil seguidores na plataforma. "Preciso que as #companhias parem de enviar seus dedicados Negros Domésticos para 'lidar com os negros' que eles consideram fora de controle", dizia o texto. "Não é realmente um bom visual —na verdade, é muito #supremacistabranco e #racista." O post era exatamente o tipo de coisa que Leiba, gerente de design educacional no City College em Fort Lauderdale, na Flórida, estava procurando. Hoje em dia, quando ela pega seu telefone em busca de uma conversa ruidosa, opiniões provocativas e as últimas novidades, ela se pega acessando o LinkedIn, que desde a morte de George Floyd se tornou um fórum animado para a expressão negra. "Eu entro no Twitter e fico entediada", disse Leiba, 46. "Então volto para o LinkedIn porque está pegando ...

Leia mais
(Foto: Getty Images)

Nova geração usa redes sociais para bater de frente com o racismo sem meias palavras

“Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes”, diz uma parte do hit “AmaRelo”, do rapper Emicida. Ele virou o hino de uma geração que, ao mesmo tempo que não deseja se ver restrita apenas à luta contra o racismo, também vem batendo de frente contra ele sem meias-palavras. Já houve época em que casos como o do entregador Matheus Fernandes, de 18 anos — acusado por dois policiais militares que faziam a segurança privada de uma loja do Ilha Plaza Shopping, na Zona Norte do Rio, de ter roubado um relógio que ele mesmo havia comprado para o pai — não ganhavam tanta notoriedade. Mesmo com a nota fiscal do produto, Matheus foi retirado da loja, agredido e teve até uma arma apontada contra a cabeça. A ação, gravada por testemunhas, tomou as redes e a Polícia Civil irá indiciar os dois PMs por racismo e abuso de autoridade. ...

Leia mais
A atriz e produtora Maria Gal - Mathilde Missioneiro/Folhapress

Mulheres negras sob ataque nas redes

Às vésperas do Dia de Tereza de Benguela, Dia Nacional da Mulher Negra (25 de julho), eu, mulher negra, atriz, fui atacada nas minhas redes sociais por mais uma ação racista que tenta calar e desumanizar afro-brasileiras. O racismo se manifestou por xingamento atribuído à animalização, ofensa racial que tenta retirar de negros e negras o direito de sermos tratadas como seres humanos. Não se trata somente de caso isolado ou dirigido apenas à minha pessoa, é direcionado contra 56% da população brasileira: 118 milhões de negras e negros. E, por isso, é preciso reagir e falar publicamente sobre racismo e discriminação racial. Sou mais uma das milhões de mulheres negras que fazem das redes sociais o seu lugar de existência, conexões humanas, apresentação do trabalho e exposição livre de ideias e conversas sobre ser mulher negra no Brasil. A cada postagem, corpo, identidade e pensamento negro se afirmam não ...

Leia mais
Adobe

A luta antirracista e as ‘hashtags’

O capitalismo sempre foi racial. O capitalismo não seria a instituição econômica global que é hoje se não fosse pela escravidão, se não fosse pela colonização.  − Angela Davis As redes sociais têm sido um campo fértil de protestos contra o racismo estrutural. Aos olhares desatentos, existe a falsa impressão de que esses protestos acontecem desde o assassinato do afro-americano George Floyd, na cidade de Minneapolis – EUA, onde um policial branco o asfixiou durante uma abordagem e desencadeou manifestações em diversos países¹. Mas o debate sobre o racismo estrutural acontece há muito tempo. A questão é que os meios de comunicação de massa sempre foram omissos sobre a situação da população negra, e isso reflete na performance das redes sociais. No entanto, sabemos que centenas de “George Floyds” deixam de respirar, anualmente, no Brasil.    Impulsionados pelas hashtags − por exemplo, #vidasnegrasimportam − inúmeros perfis inundam as redes sociais, ...

Leia mais
Najara Black ficou conhecida por causa da marca de roupas (Foto: Rafael Martins)

Influenciadoras negras lutam para ser valorizadas pelas marcas

Ao navegar pelo Instagram é possível encontrar muitas pessoas que trabalham produzindo conteúdo digital sobre diversos assuntos. Um nicho que fez muito sucesso nos últimos anos foi o das influenciadoras de moda, beleza e do chamado lifestyle (estilo de vida). Essas mulheres são pagas por marcas para divulgar seus produtos por causa da sua influência e popularidade. Antes, era muito comum a escolha de um influenciador para divulgar a empresa avaliando apenas o número de seguidores do seu perfil. Atualmente, com as novas métricas da plataforma, que são constantemente atualizadas, isso vem mudando. No entanto, o boom das influenciadoras digitais no Instagram se deu em um mercado dominado por mulheres brancas. Com o passar do tempo e com a profissionalização dessa prática, os influenciadores começaram a atingir outros públicos e, consequentemente, a plataforma ganhou criadores de conteúdo mais diversos. Mulheres negras conquistaram um local importante e se tornaram reconhecidas também ...

Leia mais
(Foto: @IAMCONNORRM/Nappy)

Salvem suas lives!

Você já parou para pensar em quantas lives assistiu nos últimos 4 meses? Principalmente entre março e abril o crescimento de uso das lives para entretenimento e informação cresceu em patamares não vistos até então. De acordo com dados do Youtube, desde o recorde de 8 milhões de views para o salto da estratosfera do australiano Felix Baumgartner em 2012, não se via uma movimentação tão intensa para as visualizações. Em abril, a cantora brasileira Marília Mendonça alcançou o número de 3,3 milhões de views simultâneos. Agências e produtoras assumem as lives como estratégias de marketing, muitas delas, principalmente as lives shows da quarentena, não ficam disponíveis nos canais após suas transmissões. Expandindo os olhares para todo o movimento ocorrido nos últimos tempos percebemos que há a intensificação de usos. Para Amy Singer, executiva para o Youtube na América Latina, o modelo veio para ficar e ela avalia o crescimento ...

Leia mais
Imagem retirada do site IstoÉ

O grande boicote às redes sociais

Importante teórico da comunicação do século 20, o canadense Marshall McLuhan (1911-1980) ganhou notoriedade com seus estudos sobre o “fluxo de informações da aldeia global”. Uma de suas análises mais destacadas é a de que “o homem cria a ferramenta, e a ferramenta recria o homem” – um conceito que considera a interferência do desenvolvimento tecnológico na cultura e nas estruturas econômicas e políticas. A tese foi formulada num momento em que não havia internet, mas que poderia representar com exatidão o cenário vivido nos últimos dias. Na quarta-feira (1º), mais de seis centenas de empresas, entre elas gigantes como Coca-Cola, Unilever, Microsoft, Verizon, Ford, Honda, Starbucks, Pepsi, Diageo, Levi’s, Pfizer e Adidas, colocaram em prática um grande boicote publicitário às redes sociais, principalmente o Facebook. Durante todo o mês de julho, os maiores anunciantes do planeta não colocarão nem um centavo na companhia de Mark Zuckerberg. A razão é ...

Leia mais
Carla Candace, 26, a "Vegana Sem Grana", sucesso nas redes (Foto: Reprodução/Instagram)

“Vegana Sem Grana”, ela faz sucesso ensinando receitas acessíveis

Duzentos e cinquenta quilômetros distante da capital, Salvador, Itacaré tem pouco mais de 28 mil moradores. Carla, que nas redes sociais é a Vegana Sem Grana, já arrebatou quase 60 mil seguidores – a maioria em São Paulo e no Rio de Janeiro. "Eu falo sobre veganismo acessível, periférico e preto. Ensino receitas, substituições e dou dicas de como fazer a transição de uma forma mais fácil e gostosa", expõe a comunicadora, que mostra como preparar bolos, hambúrgueres e várias outras delícias sem nenhum ingrediente de origem animal. "Feijão carioca, salada de rúcula com manga, arroz integral, cortado de batata, cenoura e chuchu e farofa de cuscuz" (Foto: Reprodução/Instagram) "Me dar conta da crueldade me fez perceber que eu não queria continuar contribuindo com isso" "Não cresci com a cultura da carne presente porque eu sou pobre. Pobre não come carne todos os dias. Carne é ...

Leia mais
Os movimentos sociais que estão pedindo o fim do racismo nos EUA estão gerando a reação de grandes corporações contra o Facebook (Crédito: AFP)

Inatividade contra o racismo pode custar caro ao Facebook

A falta de atividade contra o racismo e o discurso de ódio nos posts do Facebook está fazendo com que aumente o número de empresas que não querem anunciar na maior mídia social do planeta. Uma coalizão de grupos que lutam pelos direitos civis nos Estados Unidos lançou a campanha #StopHateforProfit na semana passada, quando instou as principais empresas do país a interromperem a publicidade no Facebook. A reação no mundo dos negócios foi imediata e em poucos dias, redes como a The North Face e Patagonia disseram que apoiariam o movimento contra o Facebook. Outras empresas famosas nos Estados Unidos, como Upwork e Dashlane, além de marcas globais como a Coca-Cola, Hershey’s, Honda, JanSports, Levi Staruss, Verizon, Bem & Jerry’s e Unilever também aderiram. A preocupação dessas empresas vai de encontro ao movimento de combate ao racismo nos Estados Unidos e, principalmente, o reflexo da polarização que a eleição ...

Leia mais
(GETTY IMAGES)

Racismo estrutural: a banalização da expressão nas redes sociais

A ideia de liberdade é inspiradora. Mas o que isso significa? Se você é livre em um sentido político, mas não tem comida, o que é isso? A liberdade de morrer de fome?                                                                               − Angela Davis Os debates nas redes sociais sobre política, esportes, músicas, reality shows, entre outros assuntos, têm sido bastante calorosos e um campo abundante para o envolvimento das questões raciais. Em partes é muito interessante, já que nos deparamos com inúmeros pontos de vista que podem ajudar a formar nossas próprias opiniões.  Nesses últimos tempos, o racismo tem ganhado maior dimensão, escancarando a influência no modo de vida social. Por exemplo, a visibilidade das ocorrências de manifestações racistas nos estádios de futebol. Na música e no cinema observamos artistas negros sendo objetificados e hipersexualizados. Em programas de TV, estigmas e estereótipos continuam nos atingindo. Nos espaços de poder, a ausência de pessoas negras segue demonstrando a ...

Leia mais

As pessoas precisam parar de usar crianças africanas como troféus para atrair likes no Instagram

Já é um clichê: o turista visita uma aldeia muito pobre na África e faz uma foto carregando uma criança negra no colo para postar nas redes sociais e criar uma aura de altruísmo sobre si mesmo. Mas fica a pergunta, que mensagem essas fotos estão realmente passando? Do CONTI outra. Com informações de Vice Sabemos que é difícil não se comover com o drama das crianças que vivem em aldeias pobres na África, expostas à extrema miséria, à fome, à falta de saneamento básico, de saúde, do mínimo para sobreviver com dignidade. E é grande o desejo de tentar fazê-las sorrir, mesmo em meio a tantas adversidades. Mas é preciso ter algo em mente: Elas não são um troféu para serem usadas no intuito de atrair likes no Instagram! Não pegue uma criança aleatória no colo apenas para forçá-la a tirar um foto com você! A discussão em torno dessa ...

Leia mais

Grandezas e misérias das redes sociais

Tem-se atribuído às redes sociais a virulência que atualmente se observa no debate público de numerosos países. Atribuição a meu ver acertada, contanto que não transformemos as redes no único vilão. Por Bolívar Lamounier, do ISTOÉ O sociólogo e cientista político Bolívar Lamounier (Foto: Filipe Redondo) A revista norte-americana The Atlantic dedicou a esse tema todo o seu número de dezembro. Referindo-se só aos Estados Unidos, o editor-geral da revista, Jeffrey Goldberg, abriu a discussão com um esplêndido artigo intitulado “A nation coming apart” (Uma nação em frangalhos, em tradução livre). Entre as possíveis causas desse fenômeno ele cita as deficiências estruturais do sistema político, a tribalização da política — causada por níveis patológicos de desigualdade social — e a tenaz persistência do racismo. Goldberg conclui: “não sabermos mais quem somos como povo e não temos mais o sentimento de propósito coletivo”. Situar essa questão no ...

Leia mais
Redes sociais no Brasil são populares tanto entre não-alfabetizados quanto entre os chamados 'proficientes'

Como o analfabetismo funcional influencia a relação com as redes sociais no Brasil

Três entre cada dez brasileiros têm limitação para ler, interpretar textos, identificar ironia e fazer operações matemáticas em situações da vida cotidiana - e, por isso, são considerados analfabetos funcionais. Por Vanessa Fajardo, da BBC Eles hoje representam praticamente 30% da população entre 15 e 64 anos, mas o grupo já foi bem maior: em 2001, chegou a 39%, de acordo o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf). O Inaf acompanha os níveis de analfabetismo no Brasil em uma série histórica desde 2001, mas, pela primeira vez neste ano, trouxe informações relacionadas ao contexto digital. Os dados relacionados ao uso de redes sociais foram divulgados nesta segunda-feira com exclusividade para a BBC News Brasil.   Redes sociais no Brasil são populares tanto entre não-alfabetizados quanto entre os chamados 'proficientes' (GETTY IMAGES) O instituto classifica os níveis de alfabetismo em cinco faixas: analfabeto (8%) e rudimentar (22%) (que ...

Leia mais
Maria Carolina Trevisan de pé e dando entrevista para o Geledés

Brasil cai 3 posições em ranking de liberdade de imprensa. Ódio é a causa

Manipulação das redes sociais e discursos de ódio são responsáveis por colocar o Brasil no 105º lugar do Ranking Mundial de Liberdade de Imprensa em 2019, três posições abaixo de 2018. por Maria Carolina Trevisan no Blog Natalia de Sena / Geledés O relatório da ONG internacional Repórteres Sem Fronteiras (RSF) mostra que o país está no limite entre "situação delicada" e "situação difícil", na qual se enquadram países como Venezuela (148º), México (144º), Colômbia (129º) e Bolívia (113º). O México continua sendo o país do continente americano em que mais jornalistas foram assassinados, chegando a oito homicídios em 2018. O Brasil teve quatro jornalistas assassinados no mesmo ano. O uso das redes sociais por autoridades para intimidar jornalistas é uma tendência em diversos países do mundo. Expõe profissionais da imprensa ao linchamento e à violência. Segundo o documento, "a hostilidade contra os jornalistas, e até mesmo o ódio ...

Leia mais
Página 1 de 3 1 2 3

Welcome Back!

Login to your account below

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Add New Playlist