Tag: tráfico de escravos

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    Historiadores dos EUA dizem que Portugal deve pedir desculpa por tráfico de escravos

    Especialistas sublinham o papel do país no comércio internacional de escravos africanos. Por Lusa Do CM Jornal Os líderes políticos portugueses devem pedir desculpa pelo papel do país no tráfico de escravos e incentivar uma discussão sobre o tema na sociedade portuguesa, defendem especialistas americanos ouvidos pela Lusa. "O facto de que vários países decidiram que era importante fazê-lo sugere uma nova norma que merece reflexão. Do meu ponto de vista, um reconhecimento do passado contribui para um sentimento coletivo de reconhecimento de desumanidades do passado", disse à Lusa Walter Hawthorne, da Universidade de Michigan. "O apoio do estado para estas iniciativas pode galvanizar a investigação e ajudar a informar melhor o público", explicou à Lusa Christopher Brown, professor da Universidade de Columbia, em Nova Iorque. Para o docente, esta impacto ficou evidente com o Museu de história Afro-Americana, uma iniciativa do presidente George W. Bush, autorizada pelo Congresso, que inaugurou em ...

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    A travessia do Atlântico

    Um breve resumo do tráfico transatlântico de escravos –Parte VII por David Eltis (Emory University) no Slave Voyages Fosse qual fosse o caminho percorrido, as condições a bordo refletiam o status de excluídas que marcava as pessoas aprisionadas no porão. Nenhum europeu — fosse condenado, servo temporário ou imigrante livre miserável — jamais foi submetido ao ambiente que recebia o escravo africano típico no momento de embarque. Eram separados por sexo, mantidos nus, amontoados, sendo os homens acorrentados por longos períodos. Nada menos do que 26 por cento das pessoas a bordo eram classificadas como crianças, um índice do qual nenhuma outra migração anterior ao século XX sequer se aproximou. Fora o período de ilegalidade do tráfico, quando as condições por vezes tornavam-se ainda piores, os traficantes de escravos normalmente transportavam dois escravos por tonelada. Embora algumas naus que partiam da Alta Guiné chegassem às Américas em três semanas, a duração média ...

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    Divulgação / Comissão de Direitos Humanos da Alerj

    O Legado Espiritual de um Povo

    Estudar as religiões de matriz africana no Brasil e seu universo ritualístico representa um mergulho de quatro séculos da nossa história. Existe uma diversidade ritualística do culto aos orixás entre as diferentes regiões do Brasil, embora toda a tradição provenha da “Mãe África”. Os orixás atravessaram o Oceano Atlântico dentro do coração do negro escravizado, sendo uma das formas de sua resistência cultural. por Carlos Roberto Saraiva da Costa Leite* via Guest Post para o Portal Geledés Foto: Divulgação / Comissão de Direitos Humanos da Alerj   Tratados como animais, os escravos eram transportados nos tumbeiros (navios negreiros), nos quais se misturavam negros de diferentes locais da África, falando dialetos diversos. Esta era forma de dificultar a comunicação entre os mesmos, enfraquecer a sua identidade cultural, enquanto grupo étnico, visando a anular, desta forma, uma articulação de insurreição, durante o transporte, ou uma fuga em massa. O tratamento desumano ...

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    Encontrados restos de navio português do séc XVIII que transportava escravos

    O Paquete São José África foi encontrado ao largo da África do Sul. A embarcação, que transportava escravos entre Moçambique e o Brasil, afundou em 1794, matando mais de 200 pessoas. no Observador Há mais de 200 anos, um navio português que transportava mais de 500 escravos, naufragou junto à Cidade do Cabo. Os restos desse navio foram agora encontrados num esforço dirigido pelo museu norte-americano Smithsonian e pelo museu sul-africano Iziko. Morreram 212 pessoas, na sua totalidade escravos, neste naufrágio. “Esta descoberta é significativa porque nunca houve documentação arqueológica de um navio que se afundou e se perdeu enquanto transportava uma carga de pessoas escravizadas”, disse Lonnie G. Bunch, diretor-fundador do Museu Nacional Smithsonian de História e Cultura Africana-Americana, de acordo com a Agência Lusa. O navio português foi encontrado ao largo da cidade onde naufragou. Os caçadores de tesouros que o localizaram pensaram tratar-se de outra embarcação contemporânea. No entanto, segundo indica o ...

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    O “Chico da Botica”: o jornalista pioneiro

    O jornalista, político e poeta Francisco Xavier Ferreira nasceu na Colônia do Sacramento, em 04/12/1771, e faleceu, em 23/04/1838, na Fortaleza de Villegaignon (RJ), prisão à qual foi enviado, em junho de 1836, após a retomada de Porto Alegre pelas forças imperiais. O “Chico da Botica”, como era conhecido, era filho de Bento Martins Ferreira e de Maria Jacinta do Nascimento. Farmacêutico de profissão - fato que justifica seu apelido - era um homem de cultura e erudição.   por Carlos Roberto Saraiva da Costa Leite* via Guest Post para o Portal Geledés Na cidade de Rio Grande, em 1832, ele fundou “O Noticiador”, o primeiro jornal no interior da Província de São Pedro (RS). Este periódico é considerado o primeiro a combater o tráfico de escravos, sendo considerado o primeiro abolicionista e um dos cinco melhores impressos que circularam na Província de São Pedro (RS). “O Chico da Botica”, por meio de ...

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    Escravos influentes sobre os quais os livros de História não falam

    Conheça alguns escravos que lutaram contra tudo e todos de sua época pelo seu direito à liberdade e igualdade por: Pietro Bottura Zumbi foi um escravo fugitivo que montou um dos maiores quilombos (“cidades” de escravos refugiados) conhecidos do Brasil, o dos Palmares. Deificado por sua força, resistência e perseverança, o líder brasileiro é um dos milhares de nomes de escravos que, contra os terríveis costumes da época e a mentalidade opressora, conseguiram lutar por seu direito de liberdade e levantar a bandeira da igualdade racial, até hoje pesada demais para tremular direito. Entretanto, se hoje em dia nossa sociedade é racista, classista, sexista e materialista como é, imagine há 4 séculos atrás, quando tomar crianças e matar vilarejos africanos inteiros era algo considerado “certo” diante da ética humana. Por isso, pode até parecer que o pessoal dessa lista fez pouca coisa, mas, sem eles, passos essenciais na caminhada contra ...

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    Escravidão ajudou a enriquecer a Suíça

    O banqueiro Jacob Zellweger foi um dos financiadores do tráfico de escravos. O banqueiro Isaac Thellusson apoiou expedições negreiras. Jacques-Louis Pourtalès ficou milionário trocando tecidos por escravos na África | Fotos: Reprodução Documentos revelam que banqueiros suíços ganharam dinheiro com o tráfico de escravos, diretamente ou financiando expedições para comprá-los. Até a República de Berna aplicou dinheiro em empresa escravista por Euler de França Belém no Jornal Opção Um banqueiro disse que tinha como justificar sua fortuna, mas não seu primeiro milhão. Parece ser o caso de alguns milhões da Suíça. Jamil Chade, do “Estadão”, publicou no domingo, 28, a reportagem “Escravidão ajudou a enriquecer a Suíça”, na qual conta que os banqueiros do país traficaram “pelo menos 175 mil escravos africanos”. A Suíça é vista como um país tranquilo e, nas guerras, neutro. O sociólogo suíço Jean Ziegler e outros estudiosos sustentam que o sistema bancário do país “lava” ...

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    Foto: Leo Pinheiro

    A brasileira África dos escravos retornados

    Alguns países da África Ocidental, como Gana, Togo, Benin e Nigéria, abrigam comunidades que cantam samba, comem feijoadá (assim mesmo, com acento agudo na última sílaba) e cultivam vários outros hábitos relacionados às tradições brasileiras. Trata-se dos descendentes dos cerca de 5 mil escravos libertos que retornaram à África no século XIX e que, segundo o antropólogo Milton Guran, do Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense (UFF), usam a matriz cultural de nosso país, ou seja, recriam uma brasilidade própria, para se constituírem como um grupo social diferenciado. por Márcia Pimentel, do MultiRio Foto: Leo Pinheiro As principais comunidades de descendentes de escravos brasileiros que retornaram à África são as dos tabom (em Gana) e dos agudás (em Togo, Benin e Nigéria). Guran explica que a origem da distinção entre eles e os demais africanos relaciona-se ao fato histórico dos retornados terem sido os primeiros ...

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    Mostra traz registros fotográficos da dinâmica da escravidão no Brasil

    Escravos em terreiro de uma fazenda de café – Vale do Paraíba, c. 1882 A dinâmica da escravidão no Brasil A Galeria Fiemg, em Ouro Preto, recebe a exposição ‘Emancipação, inclusão e exclusão. Desafios do Passado e do Presente – fotografias do acervo do Instituto Moreira Salles’, com fotografias de Marc Ferrez, Victor Frond e George Leuzinger, entre outros. A exposição tem curadoria de Lilia Schwarcz, Maria Helena Machado e Sergio Burgi e faz parte do evento Fotógrafos em Ouro Preto, que reúne mostras, oficinas, palestras e atividades voltadas para a fotografia, suas técnicas e suas particularidades. A Galeria Fiemg é parceira do evento. A mostra é composta por imagens fotográficas de negros livres ou escravos, no Brasil, ocupados com seus trabalhos, seja na área rural ou nas cidades. São carregadores, vendeiros, barbeiros, lavradores. As novas técnicas de fotografia e impressão possibilitaram a ampliação das imagens originais e a descoberta de gestos, ...

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    Quitandeiras

    10 raras fotografias de escravos brasileiros feitas 150 anos atrás

    Esta publicação é uma pérola, verdadeira uma raridade, creio que todos os brasileiros deveriam ter conhecimento disso. Quando estudamos a escravidão no ambiente escolar não estamos habituados a ver imagens reais de escravos do Brasil. A fotografia é um elemento que aproxima o leitor da realidade, e por conta disso, é muito importante estabelecer este tipo de contato na hora de aprender sobre algum tema. Uma vez que o Imperador Pedro II era um entusiasta da fotografia, o Brasil se tornou um ambiente favorável à prática da fotografia muito cedo. Durante a segunda metade do século XIX diversos fotógrafos, alguns patrocinados pela Coroa, fizeram valiosos registros da realidade vivida no país. As imagens abaixo são do acervo do Instituto Moreira Salles, algumas delas foram feitas há mais de 150 anos. A qualidade do material, tanto no sentido gráfico quanto em detalhes de comentários nas suas legendas, impressiona e aproxima aqueles que querem entender o cenário escravocrata brasileiro. ...

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    Descendentes de escravo mostram como era feito o Caminho dos Negros

    Daniela Jacinto  Escritura datada de 1874 e guardada na Cúria Diocesana comprova a posse das terras. Percorrido a pé, de carroça, a cavalo ou carro de boi pelos escravos, pelos alforriados e, mais tarde, os libertos pela Lei Áurea, o percurso feito pelos negros em Sorocaba e região, principalmente pelos parentes de José Joaquim de Camargo, está sendo traçado pela família como forma de resgatar a história de seu povo e também delimitar seu território. A ideia é que o Caminho dos Negros, futuramente, transforme-se em um roteiro turístico-cultural, para perpetuar esse registro. O Caminho dos Negros parte de Sorocaba, passa por Araçoiaba da Serra, segue até Sarapuí, passa por Salto de Pirapora, Piedade e termina em Votorantim, na divisa com Sorocaba. E poderá contar com o apoio da Fundação Cultural Palmares. "Soube que a comunidade está desenvolvendo esse projeto. É algo que está em formulação, mas assim que eu ...

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    Nós, os crueis

    Todos nós, brasileiros, somos carne da carne daqueles negros e índios supliciados. Todos nós brasileiros somos, por igual, a mão possessa que os supliciou. A doçura mais terna e a crueldade mais atroz aqui se conjugaram para fazer de nós sentida e sofrida que somos e a gente insensível e brutal, que também somos. Como descendentes de escravos e de senhores de escravos seremos sempre servos da maldade destilada e instilada em nós, tanto pelo sentimento da dor intencionalmente produzida para doer mais, quanto pelo exercício da brutalidade sobre homens, sobre mulheres, sobre crianças convertidas em pasto de nossa fúria. Por: blog da Conceição  O mais célebre trecho do indispensável Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro, queima no peito dos brasileiros que estamos acompanhando a brutalidade dos acontecimentos recentes: homens amarrados a postes, atirados ao chão com as mãos presas por algemas improvisadas, episódios de racismo, moradores de rua queimados como ...

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    12 anos de escravidão

    É preciso mostrar a violência da escravidão, diz diretor de 12 anos de escravidão

    Silas Martí, Quando decidiu fazer "12 Anos de Escravidão", o cineasta britânico Steve McQueen, 44, queria sanar uma lacuna na filmografia sobre o tema, lembrando que há mais filmes sobre o Holocausto do que sobre os negros escravizados nas Américas. Mas acabou apontando também uma ausência marcante nas estatísticas de Hollywood ao se tornar um dos primeiros negros com chances reais de levar o Oscar de melhor diretor, uma categoria que teve só dois outros negros indicados até agora. "É um filme sobre onde estivemos, onde estamos e para onde vamos nesse debate sobre raça", diz McQueen, em entrevista à Folha. "É incrível ser indicado ao Oscar, e tenho orgulho de ser um diretor negro ali. Mas, além desse dado da minha cor, estou feliz que o filme seja reconhecido pelos meus pares." De fato, é grande a febre em torno do longa, que tem pré-estreia hoje em São Paulo. O filme, vencedor do ...

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    amistad

    ‘Amistad’: O navio negreiro, porão do liberalismo

    Flávio Ricardo Vassoler* O Amistad O navio negreiro singra através do Atlântico. Em seu porão, os cativos mal conseguem se esgueirar. A fome e as correntes os paralisam. Em meados do século XIX, a Inglaterra, polícia dos mares, havia decretado a proibição do tráfico de escravos. A mãe da Revolução Industrial queria o implemento do livre comércio e do trabalho assalariado para que suas manufaturas pudessem colonizar o mundo de um modo menos bárbaro – os feitores dão lugar aos industriais e financistas. Só faltou avisar aos ingleses que seu vastíssimo império colonial, ao longo de cujo horizonte o sol não se punha, tamanha a sua extensão de oeste a leste do planeta, não poderia participar dos primórdios do liberalismo em pé de igualdade com os gentlemen de Londres. Mas se, como quer Adam Smith, a mão invisível conduz as relações de mercado a um bom termo de equilíbrio, a vista ...

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    santa catarina escravos

    Santa Catarina no Atlântico Negro – Por Beatriz Gallotti Mamigonian

    Protagonismo e transformações culturais marcam a presença africana no Estado Em 1940, o cenário rural da Ilha de Santa Catarina guardava sinais da presença das atividades agrícolas que marcaram a economia do litoral no século 19 e dos africanos e afrodescendentes Por Beatriz Gallotti Mamigonian * A foto da família negra no interior da Ilha de Santa Catarina surpreende qualquer um. Tirada por Edla von Wangenheim no Rio Vermelho, provavelmente no início da década de 1940, mostra uma mulher com três crianças diante de sua casa de pau a pique e uma vizinha, aparentemente mais velha, diante da segunda casa, onde outra pessoa aparece na janela. As casas ficam na beira da estrada de areia e os paus fincados no chão delimitam o que pode ser a horta da primeira casa. Há bananeiras nos fundos, e provavelmente roças por perto. Talvez a construção de telhado rebaixado ao lado da primeira ...

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    a rota dos escravos

    A rota do escravo – a alma da resistência

    A rota do escravo - a alma da resistência síntese do tema escravidão, detalhando todos os caminhos que levaram a humanidade a cometer essa crime até a sua abolição em vários países, com foco na América Latina. A história do comércio de seres humanos é contada através das vozes de escravos, mas também dos mestres e comerciantes de escravos. Rota dos Escravos Cada um conta sua experiência: da deportação de homens e mulheres para as plantações até o cotidiano do trabalho e os movimentos de abolição. O filme educativo, produzido pela Organização das Nações para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e dublado para o português pelo UNIC Rio, encontra-se disponível abaixo: Fonte: UNESCO

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    Plano de Aula - A travessia do Atlântico: o trafico de escravos

    Plano de Aula – A travessia do Atlântico: o trafico de escravos

    Autor e Coautor (es) Autor: Leide Divina Alvarenga Turini Imagem retirada do site: http://portaldoprofessor.mec.gov.br UBERLANDIA - MG Universidade Federal de Uberlândia Coautor(es):Aléxia Pádua Franco Estrutura  Curricular MODALIDADE / NÍVEL DE ENSINO COMPONENTE CURRICULAR TEMA Ensino Fundamental Inicial História Organizações e lutas de grupos sociais e étnicos Dados da Aula Plano de Aula - A travessia do Atlântico: o trafico de escravos. O que o aluno poderá aprender com esta aula Compreender a diversidade étnica, cultural e regional dos escravos capturados pelos traficantes europeus no continente africano. Analisar as precárias condições da travessia do Atlântico nos navios negreiros, pelos escravos africanos. Identificar formas de luta e de resistência dos trabalhadores africanos ao sistema escravista no Brasil. Duração das atividades 03 aulas de 50 minutos Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno Fundamentos da colonização portuguesa no Brasil. Estratégias e recursos da aula Aula 1I- Iniciar a aula discutindo a diversidade étnica, cultural e regional dos ...

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    Navio Negreiro

    25 curiosidades sobre a escravidão

    Dia 13 de maio se comemora a abolição da escravidão no Brasil. O fato ocorreu em 1888, através da assinatura da famosa Lei Áurea, pelas mãos da princesa Isabel. De lá para cá, este fato gera divisões entre aqueles que comemoram a libertação dos escravos e aqueles que acham que a lei áurea não incorporou o negro na sociedade brasileira, mantendo as desigualdades. Sobre este fato, discutiremos em outra postagem. Nesta, vamos apontar 25 curiosidades sobre a escravidão no Brasil. Atenção: nós compreendemos que o assunto postado abaixo é delicado e suscita os mais diversos sentimentos em diferentes segmentos da população brasileira. O objetivo não é idealizar o assunto ou torná-lo caricato, apenas abordar os fatos. Optamos, também, por utilizar o termo negro ao termo afro-brasileiro, mais utilizado atualmente. - Os primeiros navios negreiros foram trazidos pelo português Martim Afonso de Sousa, em 1532. A contabilidade oficial estima que, entre essa data e 1850, ...

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    professor Luiz Felipe de Alencastro

    Brasil, um país africano – professor Luiz Felipe de Alencastro

    O Instituto Lula publica hoje uma série de seis vídeos de uma entrevista com o professor Luiz Felipe de Alencastro, da Sorbonne e da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Relembrando a história das relações do Brasil e África desde a escravidão até as previsões de boom populacional no continente para a primeira metade deste século. Ele conta que a escala da escravidão no Brasil foi única no planeta. “O poema Navio Negreiro não foi escrito na Argentina, foi escrito no Brasil”, lembra. O professor Alencastro é claro ao dizer que “a África é um continente que está sendo disputado”, e o Brasil tem um papel importante nisso. Além das empresas brasileiras que estão se instalando no continente, o Brasil começou programas de cooperação, especialmente nas áreas de agricultura e saúde e políticas públicas brasileiras de combate à fome e à miséria estão sendo estudadas por governos africanos. Uma delas, o Programa ...

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    Exploração Sexual

    Escravidão foi berço do tráfico para exploração sexual

    Livro traça panorama sobre delito presente em todos os continentes e que atrai um número cada vez maior de brasileiras por Marsílea Gombata Não foi apenas a segregação racial, a desigualdade social entre brancos e negros e o preconceito que a escravidão herdou ao Brasil. Dentre as mazelas do período escravocrata, o tráfico de pessoas para a exploração sexual é produto direto do nefasto comércio praticado no País. De acordo com a especialista em direito penal Thaís Camargo Rodrigues, embora o primeiro intuito do tráfico de negros para o Brasil não fosse a exploração sexual, muitas escravas foram obrigadas por seus senhores a se prostituir. "Mesmo após abolida a escravidão, era possível encontrar ex-escravas negras na prostituição. Aos poucos, porém, foram sendo substituídas pelas europeias, escravas de outros senhores", explica a autora do livro Tráfico Internacional de Pessoas para Exploração Sexual (Editora Saraiva). "Hoje vemos desde meninas vendidas no nordeste ...

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