Tag: violência racial e policial

    Foto: Rodrigo Vianna/G1

    Violência policial não diminui ocorrência de crimes no RJ, aponta estudo do Ministério Público

    Levantamento descarta haver relação direta entre redução de crimes contra a vida e contra o patrimônio com aumento da força policial no estado. Em um ano, homicídios dolosos tiveram queda de 21,5%, enquanto mortes provocadas pelas policiais aumentou em 16% no mesmo período. Por Daniel Silveira, do G1 Foto: Rodrigo Vianna/G1 Um estudo realizado pelo Centro de Pesquisas do Ministério Público do Rio de Janeiro (CENPE/MPRJ) afirma que o aumento do número de mortes em ações policiais não tem relação direta com a redução da criminalidade no estado. Ao comparar dados sobre a violência, a pesquisa diz que a letalidade policial não provoca queda no número de crimes. Reprodução/G1 De um total de 39 AISP (Áreas Integradas de Segurança Pública, que são modelos de integração geográfica entre as Polícias Civil e Militar), apenas cinco - Queimados, Nova Iguaçu, São Gonçalo, Macaé e ...

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    Vigia da USP, Januário Alves de Santana, FOTO: Eduardo knapp / FolhaPress

    Tortura em supermercado expõe prática comum entre seguranças

    Januário nem crime cometeu. Foi levado ao quartinho escuro, que no jargão dos torturadores refere-se ao espaço onde os clientes pegos em furtos apanham, após ser confundido com um ladrão quando tentava entrar em seu carro um Ford EcoSport , estacionado no pátio do Carrefour por Dhiego Maia no Folha de São Paulo Vigia da USP, Januário Alves de Santana, FOTO: Eduardo knapp / FolhaPr O desânimo preenche o rosto e a fala de Januário Alves de Santana, 49. O motivo passa ao largo da vida regrada que precisou seguir nos últimos dias para se recuperar da cirurgia de hérnia. Ficar em casa em vez de proteger o prédio da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, em São Paulo, como faz há quase 20 anos, deu tempo ao vigia para uma reflexão: no que diz respeito ao uso da violência indiscriminada como política de dissuasão de ...

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    Foto Marta Azevedo

    Com Ágatha foi-se a utopia da inclusão

    Morreu o sonho de uma família que acreditou na educação como passaporte da mobilidade social Por FLÁVIA OLIVEIRA, do O Globo FLÁVIA OLIVEIRA /Foto Marta Azevedo Quando percebi minha mãe morta, oito anos atrás, faltaram-me primeiro as pernas, depois a linguagem. Eu tive de permanecer sentada ou ser amparada, porque a orfandade faz desmoronar os alicerces. Ela também me devolveu ao antigo primário, quando a voz era aguda, o vocabulário restrito e os tempos verbais, uma confusão. Atravessei os primeiros dias de luto com comida quente, de preferência caldos, e muita raiva do amanhecer — eu ficara órfã e o tempo teimava em passar, a vida a correr. No sétimo dia, escrevi. Mas até hoje não sei se me conjugo filha única no presente ou no pretérito: sou ou fui. Foi assim que comecei a observar corpos e palavras dos enlutados — e a sofrer intensamente ...

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    Entrada do Hospital Municipal Souza Aguiar Imagem: Reprodução/Google Maps

    Vitória Ferreira da Costa de 11 anos é baleada no Rio quatro dias após a morte de Ághata

    Uma criança e uma mulher foram baleadas na tarde de hoje, no morro da Mineira, no Catumbi, região central do Rio de Janeiro. O caso será investigado pela 6ª Delegacia de Polícia da Cidade Nova. por Pauline Almeida no UOL Entrada do Hospital Municipal Souza AguiarImagem: Reprodução/Google Maps Populares socorreram Vitória Ferreira da Costa, 11, e a levaram ao Hospital Municipal Souza Aguiar. Ela estaria voltando da escola quando acabou atingida na perna, perto do joelho. Já uma mulher identificada como Antônia Fábia Rodrigues de Souza, de 33 anos, também foi baleada no morro da Mineira e deu entrada na mesma unidade de saúde, atingida na coxa. Segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde, o estado das duas é estável. Em nota, a Polícia Militar negou qualquer operação na comunidade no momento dos tiros. A versão é de que a menina e a mulher foram vítimas ...

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    As vítimas da violência em apenas uma semana no Brasil — Foto: Editoria de Arte / G1

    Monitor da Violência: 2 anos depois, 73% dos inquéritos de homicídios ainda estão em andamento no RJ

    Novo levantamento feito pelo G1 mostra que os inquéritos de 62 dos 84 casos registrados durante uma semana, em 2017 no estado continuam em andamento. Apenas 25% dos crimes têm um autor identificado e 12% têm suspeitos presos. Houve só uma condenação. Por Felipe Grandin, Henrique Coelho e Matheus Rodrigues, do G1 As vítimas da violência em apenas uma semana no Brasil — Foto: Editoria de Arte / G1 Levantamento exclusivo do G1 mostra que 73% dos inquéritos de homicídios continuam em aberto dois anos após o crime no Rio de Janeiro. Dos 84 casos registrados, 62 ainda estão em andamento. Os dados são do Monitor da Violência, um trabalho inédito que acompanha todos os casos de morte violenta ocorridos ao longo de uma semana. De 84 casos, 62 estão na fase de investigação; o autor do crime foi identificado em 20 casos (25%); houve prisão ...

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    Protesto contra mortes de Ágatha e de outras crianças ocorreu em frente à Alerj, no centro do Rio / Eduardo Miranda/Brasil de Fato

    “Parem de nos matar”, pedem moradores em ato no Rio contra morte de Ágatha, de 8 anos

    Movimentos populares, civis, lideranças e moradores de favelas, estudantes e professores do ensino médio e universitário participaram de um grande protesto em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), nesta segunda-feira (23), contra a morte de Agatha Vitória Sales Félix, de oito anos. A menina foi vítima de um tiro de fuzil da Polícia Militar, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, na última sexta-feira (20). “Exigimos justiça pela Ágatha, não vamos deixar que ela vire mais uma nas estatísticas”, afirmou Daniele Félix, tia da menina, sendo acompanhada por um coro de pessoas presentes no ato. A tia de Ágatha estava acompanhada de outros familiares e disse que os pais da menina, que não foram ao ato, “estão destruídos”. “Somos vítimas da violência do Estado do Rio de Janeiro. Repudiamos essa situação de insegurança e terrorismo do governador contra as comunidades. Ele está nos forçando a ...

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    Geledés

    Polícia não chegou à autoria do crime em nenhum dos casos de crianças mortas por balas perdidas este ano

    Além do caso de Ágatha, três meninos e uma menina foram baleadas em 2019, mas apenas um inquérito foi concluído Por Vera Araújo, do O Globo Geledés Em nenhuma das investigações das quatro crianças mortas este ano, antes do caso de Ágatha Vitória Sales Félix, de 8 anos, a Polícia Civil chegou à autoria. Segundo dados da Secretaria de Estado da Polícia Civil, no homicídio mais antigo dos cinco, o da menina Jenifer Cilene Gomes, de 11 anos, morta em fevereiro, a vítima teria sido atingida durante troca de tiros entre "traficantes de facções rivais", numa comunidade no bairro da Triagem. A polícia informou que, "até o momento", não há indícios da participação de policiais. Jenifer estava na porta do bar da família, na Triagem, quando foi atingida por uma bala perdida. Na época, parentes da menina acusaram policiais militares. Em 2012, dois irmãos de Jenifer ...

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    'O inaceitável é que tenha tiroteio todo dia e a sociedade não está nem aí', diz ex-comandante da PM. (Foto: Reuters)

    Policial aprende a ser autoritário na favela e submisso fora, diz ex-comandante da PM do Rio

    "Sabe aqueles filmes americanos de faroeste onde as pessoas dizem que lá tudo pode acontecer?", pergunta o coronel da reserva Ubiratan Ângelo, ex-comandante-geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro e hoje coordenador de segurança pública da ONG Viva Rio. "No Rio de Janeiro está acontecendo a mesma coisa", ele mesmo responde à pergunta feita à BBC News Brasil. Por Luiza Franco, da BBC 'O inaceitável é que tenha tiroteio todo dia e a sociedade não está nem aí', diz ex-comandante da PM. (Foto: Reuters) O coronel que comandou a PM fluminense em 2007 e 2008 comentava a morte de Ágatha Félix, menina de oito anos atingida por tiros nas costas enquanto estava dentro de uma kombi, no Complexo do Alemão, conjunto de favelas na zona norte do Rio. Moradores e parentes de Ágatha dizem que o tiro foi disparado pela polícia. A versão da polícia ...

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    Protesto por morte de Ágatha reuniu moradores do Complexo do Alemão e de outras áreas do Rio

    Caso Ágatha reabre debate sobre endurecimento de leis anticrime no Brasil

    Garota de oito anos morreu após ser atingida nas costas por bala perdida no Complexo do Alemão. Caso provoca comoção e reaviva discussão sobre abrandamento de penas a policiais responsáveis por mortes em trabalho. No DW Protesto por morte de Ágatha reuniu moradores do Complexo do Alemão e de outras áreas do Rio. (Foto: L. Correa/AP) A morte da menina Ágatha Sales Félix, de oito anos, na última sexta-feira (20/09) causou comoção no Brasil, chamou a atenção da imprensa internacional e reavivou o debate sobre o endurecimento de políticas de segurança pública e o chamado excludente de ilicitude, que dá respaldo jurídico para autoridades policiais quando estiverem em trabalho. Ágatha foi baleada nas costas por um tiro de fuzil no Complexo do Alemão, zona norte do Rio de Janeiro. Seu enterro, neste domingo (22/09), foi marcado por protestos contra violência policial e a política de segurança ...

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    Vista aérea do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro (RJ) (Giuseppe Cacace/AFP)

    Grupo Prerrogativas denuncia o genocídio negro no Brasil

    "O Brasil tem uma dívida histórica com a população negra e só será efetivamente democrático quando a luta antiracista for pauta central. Seguimos pela equidade racial e por reparação histórica para o povo Preto. Nossos mortos têm voz e por eles nenhum minuto de silêncio", diz a nota divulgada pelo grupo de juristas No Brasil 247 Vista aérea do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro (RJ) (Giuseppe Cacace/AFP) O Grupo Prerrogativas se soma a luta antirracista e se propõe a pensar organicamente, de maneira aprofundada, medidas contundentes para o enfrentamento do Genocídio Negro no Brasil, o que por princípio, que não pode ser feito, sem o diálogo e a troca com as lideranças de movimentos negros e sociais que há décadas denunciam a necropolítica estatal. NOTA DO GRUPO PRERROGATIVAS É com indignação, pesar e profunda tristeza que recebemos a notícia de mais uma vida que ...

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    Camila Pitanga, Angelica e outros artistas se manifestam sobre morte da menina Ágatha

    Famosos se mostram indignadas com situação, transmitem sentimentos à família e criticam postura do governador No O Globo Ilustração: Pevê Azevedo/Instagram/@peveazevedo Vários artistas usaram suas páginas nas redes sociais para se manifestar sobre a morte de Ágatha Vitória Sales Félix, de 8 anos. A menina foi baleada nas costas quando estava dentro de uma van no Complexo do Alemão na última sexta-feira. "Quem consegue viver nessa cidade e achar isso normal? Quem consegue não se revoltar?", perguntou a atriz Leandra Leal. Já a apresentadora Angelica transmitiu seus sentimentos à família e chamou Ágatha de anjo. "O que falta pra gente entender que a morte de Agatha é o fracasso dessa indiferença?", questionou a atriz Camila Pitanga. Outros artistas criticaram a postura do governador Wilson Witzel que, dois dias após o assassinato, ainda não se manifestou sobre o assunto. Foi o caso da cantora Zelia Duncan, que ...

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    Escritora Cidinha da Silva (Foto: Elaine Campos)

    De azul ou de rosa, crianças negras na linha de tiro do Estado genocida

    Qualquer pessoa que tenha perdido uma criança na família sabe que não existe nada comparável à dor dos pais. Nada que seja equivalente à dor sentida pela mãe, que pode também ser a tia, a avó que cria, quase sempre uma mulher. Por isso não vou falar de dor, reservo às mães e aos pais essa prerrogativa. Por Cidinha da Silva, do Jornalistas Livres Foto: Elaine Campos A gente sente ódio, impotência, medo, fracasso como ser humano. A gente pode chorar em solidariedade às mães e pais das crianças mortas na guerra às pessoas negras, faveladas e de periferia. A gente deve gritar porque a dor de perdas tão brutais cala a voz de quem gerou ou de quem cria essas crianças assassinadas. Por isso devoto tanto respeito e admiração às Mães de Maio e a outros coletivos de mães que, a despeito da dor imensurável ...

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    Leonardo Sakamoto. (Foto: RFI/Rui Martins)

    Silêncio de Witzel sobre morte de Ágatha é covardia política

    Sempre que pode, o governador Wilson Witzel dá uma declaração violenta e inapropriada, incitando as forças de segurança do Rio de Janeiro a aprofundarem a guerra contra sua própria gente e concedendo um salvo-conduto retórico para que matem sem receio. Por Leonardo Sakamoto, no Blog do Sakamoto Leonardo Sakamoto. (Foto: RFI/Rui Martins) "A polícia vai fazer o correto: vai mirar na cabecinha e… fogo! Para não ter erro." "Teria dado um tiro na cabeça." "Cova, a gente cava." "Cadáveres não estão no meu colo, estão no de vocês, que não deixam que as polícias façam o trabalho que tem que ser feito." "Criminosos serão combatidos e caçados nas comunidades." Frases que misturam mistura policial, promotor, juiz e carrasco e que veem bairros pobres como ameaças. Da mesma forma, sempre que pode, não pensa duas vezes antes de se promover. No dia 20 de agosto, por exemplo, ...

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    A modelo Babiy Querino Gabriel Cabral/Folhapress

    ‘Tiraram quase dois anos de mim’, diz Bárbara Querino

    Babiy, 21, ficou um ano e sete meses presa sob suspeita de pertencer a uma quadrilha de roubos em SP Por Anna Virginia Balloussier, da Folha de São Paulo A modelo Babiy Querino (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress) A história da modelo e dançarina Bárbara Querino de Oliveira, 21, a Babiy, poderia ser uma entre tantas outras: a jovem negra da periferia que acabou encarcerada por um crime que diz nunca ter cometido. Mas não. Sua prisão fez barulho, e não foi pouco. Criada no Facebook após a viatura a levar, os agentes munidos de um mandado que a tachava de ladra, a página Todos por Babiy agrupa mais de 20 mil pessoas que acreditam em sua inocência. O perfil é reproduzido num clipe da funkeira MC Carol, “Marielle Franco”, que traz no refrão: “Mulheres pretas aqui não têm direitos”. Cria de Cidade Ademar (zona sul paulistana), Babiy ...

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    Geledés

    Ágatha, 8, a mais nova vítima da violência armada que já atingiu 16 crianças no Rio neste ano

    Menina morreu na noite de sexta, com um tiro nas costas, quando estava dentro de uma kombi no Complexo do Alemão, zona norte da cidade Do EL PAÍS Geledes A morte da menina Ágatha Félix, de 8 anos, durante uma operação policial no Complexo do Alemão, voltou a despertar a indignação contra a violência que assola as periferias do Rio de Janeiro, onde traficantes, agentes policiais e milícias travam uma guerra que se arrasta há anos. A menina estava dentro de uma Kombi junto com a avó, e voltava para casa na comunidade da Fazendinha, na sexta-feira à noite, quando foi baleada nas costas. Ágatha chegou a ser levada às pressas para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, mas não resistiu ao ferimento. De acordo com a plataforma Fogo Cruzado, Ágatha foi a 16º criança vítima de violência armada neste ano no Grande Rio, e ...

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    Geledés

    #ACulpaEDoWitzel: Assassinato de menina de 8 anos no Alemão causa revolta nas redes

    Morte de uma menina de apenas 8 anos, vítima de um disparo de fuzil feito por um PM no Complexo do Alemão, vem em meio a inúmeras mortes em comunidades, em decorrência de operações policiais, que entraram em escalada desde que Witzel assumiu como governador do RJ Da Revista Fórum Imagem: Geledés 'A morte de Agatha Félix, de apenas 8 anos, gerou revolta nas redes sociais na manhã deste sábado (21). A criança morreu na madrugada em decorrência de um tiro de fuzil que, segundo moradores da favela da Fazendinha, no Complexo do Alemão (RJ), teria sido efetuado por um PM. De acordo com relatos de testemunhas, Agatha estava dentro de uma Kombi, indo para casa, quando foi atingida por um tiro que teria sido disparado por um policial da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). O agente teria desconfiado de um motociclista e disparou, acertando, porém, ...

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    Em outubro de 2017, Etiene conta que foi nomeada gerente de Prevenção à Violência e Criminalidade Juvenil, que tem como principal função coordenar o programa de Prevenção á Letalidade de Jovens e Adolescentes (foto- Pedro Vilela:Divulgação)

    Funcionária pública denuncia caso de racismo e é exonerada pela prefeitura de BH

    A Prefeitura de Belo Horizonte exonerou, nessa quarta-feira (18/9), a servidora pública Etiene Martins, de 35 anos, que denunciou dois casos de racismo que teriam partido de outros dois funcionários do Executivo municipal. Etiene trabalhava no Programa de Prevenção à Letalidade de Jovens e Adolescentes, e sustenta ter sido desrespeitada por um guarda municipal em novembro de 2018.  por Gabriel Ronan e Larissa Ricci no Correio Braziliense Em outubro de 2017, Etiene conta que foi nomeada gerente de Prevenção à Violência e Criminalidade Juvenil, que tem como principal função coordenar o programa de Prevenção á Letalidade de Jovens e Adolescentes(foto- Pedro Vilela:Divulgação) De acordo com Etiene, o guarda municipal disse que “preto bom é preto morto”, em um evento que reunia representantes de movimentos em defesa da igualdade racial. Posteriormente, em março deste ano, Etiene relata ter recebido um e-mail, enviado por sua chefe, questionando suas denúncias. Na ...

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    Imagem: Pedro Borges

    Em encontro da ONU, representantes do movimento negro denunciam violações de direitos humanos no Brasil

    Em encontro da ONU, representantes do movimento negro denunciam violações de direitos humanos no Brasil Texto / Lucas Veloso | Edição / Pedro Borges | Imagem / Acervo pessoal do Alma Preta O pacote apresentado por Sérgio Moro e propostas de armas do presidente Bolsonaro são pontos denunciados Imagem: Pedro Borges Nesta semana, entre os dias 16 e 20, integrantes do movimento negro participam da 42ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas, a ONU. Para o grupo, um dos objetivos do encontro é denunciar alterações legislativas que podem agravar o genocídio da população negra no Brasil, como o pacote apresentado pelo atual Ministro da Justiça, Sérgio Moro. A agenda é fruto de carta enviada, em agosto, com apontamentos técnicos sobre a situação dos negros no país. Outros temas, como os decretos armamentistas do presidente Jair Bolsonaro, as discussões sobre a Base de ...

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    11 a cada 100 mortes violentas intencionais foram provocadas pelas Polícias

    Na obra Homo Sacer: o poder soberano e a vida nua, Agamben pontua o conceito do que é o Homo Sacer. Homem sacro é “aquele que o povo julgou por um delito; e não é lícito sacrificá-lo, mas quem o mata não será condenado por homicídio.” Por Maciana Freitas e Souza, do Justificando Desse modo, a vida do homo sacer está exposta à violência da morte dado uma política estrutural fundada numa exclusão da vida. A lei possui, assim, a estrutura da exceção. O pensamento de Agamben relaciona-se à perspectiva da biopolítica, trabalhada nas obras de Foucault, na qual o poder se configura como direito de vida e de morte, e como esse direito é assimétrico. Para compreendermos o sentido da exclusão política fundamental de que nos fala Agamben, o 13ª Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2019, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) com auxílio do Instituto de ...

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    Funcionário ameaça criança: “Você vai ficar em uma cela cheio de moleques da sua idade, ou mais velho, tem uns lá que gostam de abusar" / Foto: Reprodução/Yelp

    Justiça decreta prisão preventiva de seguranças acusados de tortura a jovem

    A Justiça de São Paulo decretou hoje a prisão preventiva dos dois seguranças suspeitos de terem torturado um jovem de 17 anos, suspeito de tentar furtar barras de chocolate de um mercado da zona sul da capital paulista no mês passado. Por Alex Tajra e Luís Adorno, do UOL Foto: Reprodução/Yelp Os seguranças David de Oliveira Fernandes, 37, e Valdir Bispo dos Santos, 49, já estavam detidos por conta desse caso no Segundo Distrito Policial, no Bom Retiro. A prisão, até então, valia por 30 dias. Agora, não tem mais prazo. Ficarão presos pelo menos até serem julgados, caso não sejam beneficiados com um habeas corpus. Ainda hoje, eles serão submetidos a exame de corpo de delito e levados a um presídio ainda não definido. Em depoimento prestado à polícia após a prisão, Santos disse que falaria apenas em juízo. Já Fernandes disse, num primeiro momento, ...

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