segunda-feira, junho 1, 2020

    Comunicação

    bbb-olho

    BBB, ausência da regulação da mídia e cassação da TV Globo

    BBB pode sair do ar O debate sobre uma nova lei para empresas do setor de radiodifusão (emissoras de TV e rádio), que garanta democratização e regulação de um serviço que afinal é concessão pública, ganhou impulso com a polêmica gerada pela suspeita de estupro de uma participante do programa Big Brother Brasil (BBB), da TV Globo. Desde segunda-feira, as redes sociais, redutos de militantes defensores da democratização da mídia, foram dominadas pela discussão do caso do participante do BBB que, com uma colega alcoolizada e "apagada", movimentou-se sob o edredon que cobria ambos de uma forma que levou o público desconfiar de ato sexual. Circulam petições online pela responsabilização da Globo, propostas de campanha contra empresas patrocinadoras do BBB e a convocatória de uma manifestação contra a emissora para sexta-feira. Em suma, uma polêmica tão aberta quanto o sinal da maior emissora do país, embora só quem seja assinante de...

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    torin doulgas

    Escândalos em reality shows ameaçam reputação de emissoras, diz analista

    Para Torin Douglas, especialista em mídia da BBC, incidentes podem ser 'facas de dois gumes' Os produtores de reality shows como o Big Brother Brasil "têm de monitorar todo o tempo" as interações entre seus participantes, afirma um especialista em mídia da BBC. Para o jornalista Torin Douglas, episódios como a polêmica sobre uma suposta relação sexual sem consentimento entre Monique Amin, 23, e Daniel Echaniz, 31, no BBB "são como uma faca de dois gumes" para a emissora. "No curto prazo, eles aumentam a audiência (dos programas), mas no longo prazo podem prejudicar a reputação da emissora", afirma. A Polícia Civil está investigando o incidente que teria ocorrido na madrugada do último domingo e resultou na expulsão de Echaniz do programa. Em depoimento à polícia na última terça-feira, no entanto, tanto Monique como Echaniz afirmaram que houve uma 'troca de carícias' consentida entre os dois. Para o analista da...

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    Laurindo Lalo Leal Filho

    O partido único da mídia

    Ao se fixar nos seus próprios dogmas, desprezando o real, o poder dos partidos midiáticos tende ao enfraquecimento. Ao se descolarem da realidade perdem credibilidade e apoio, cavando sua própria ruína. Trata-se de um caminho trilhado de forma cada vez mais acelerada pela mídia tradicional brasileira. Laurindo Lalo Leal Filho A superficialidade e o descrédito a que chegaram os meios de comunicação tradicionais no Brasil é incontestável. Posicionamento político-partidário explícito e "reengenharias" administrativas estão na raiz desse processo. Dispensas em massa de profissionais qualificados explicam, em parte, a baixa qualidade editorial. Foi-se o tempo em que ler jornal dava prazer. Mas fiquemos, por aqui, apenas na orientação política. A concentração dos meios e a identidade ideológica existente entre eles criou no país o "partido único" da mídia, sem oposição ou contestação. Ditam políticas, hábitos, valores e comportamentos. O resultado é um grande descompasso entre o que divulgam e a realidade....

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    Geledés Retrospectiva 2011

    Matérias que foram mais acessadas no ano de 2011 no Portal Geledés  Racismo no Colégio Anhembi Morumbi - Estagiaria forçada a alisar o cabelo para manter a 'boa aparência' Rosana Jatobá - O insustentável preconceito do ser! Angolana, Leila Lopes, vence Miss Universo 2011 Será que temos que ter medo da polícia? Thalma de Freitas vai processar PMs por abuso de poder Não vou dar senha porque não gosto de mulheres negras Sony & Tiririca - Ganhamos de novo 'a maior indenização por racismo da história do Brasil' 'Lá nunca mais volto' - SEU JORGE sofre racismo na Itália - áudio Planos de Aula: As manifestações culturais afro-brasileiras Estudante é vítima de racismo em festa de Biomedicina da UFG-GO em Jataí Racismo Prejudica Combate a AIDS Cultura Negra da Praça do Reggae à Deriva Rodrigo Lombardi - Pudessem todos os loiros, de dois metros de altura e olhos azuis terem...

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    Gilberto Maringoni

    A mídia ganhou e perdeu em 2011. Agenda de 2012 depende da privataria

    Meios de comunicação buscaram impor orientação conservadora ao país. Ganharam, apesar de derrotados nas eleições de 2010. Embate pela agenda política de 2012 passa pelo destino que se dará à CPI da privataria. Ela pode ser uma espécie de "Comissão da verdade" do neoliberalismo. Tudo depende de existir pressão popular. Gilberto Maringoni Teste seus conhecimentos e ganhe uma viagem de ida ao Iraque! Lá vai: a mídia brasileira ganhou ou perdeu politicamente neste ano? A) Perdeu; B) Ganhou; C) Quem perdeu foi o Santos; D) Todas as anteriores estão corretas; E) Nenhuma das anteriores está certa. O Santos é um eterno campeão. Dando um desconto aos santistas, a coisa pode ser vista de duas maneiras. Os entusiastas do governo marcarão sem dúvida a alternativa "A". E terão um argumento insofismável, que é mais ou menos o seguinte: A grande mídia brasileira perdeu em 2010 e em 2011. Em 2010, jogaram...

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    bob fernandes

    Desde sexta-feira com a chegada de Privataria Tucana ouve-se estrondoso silêncio na velha mídia

    Talvez porque esta mídia velha seja cúmplice demais da privataria tucana e tenha também muito a perder. Por Bob Fernandes, comentário político no Jornal da Gazeta Sete ministros da presidente Dilma já caíram. sempre em razão de denúncias de corrupção ou tráfico de influência. Em todos os casos, a mídia cumpriu seu papel. Investigou e manchetou. Impiedosamente. A oposição botou a boca no trombone, como lhe cabe fazer. Mas desde sexta-feira o que se ouve é um Estrondoso Silêncio. Sexta-feira chegou às livrarias "A privataria tucana". De autoria do jornalista Amaury Ribeiro Jr, o livro trata de um milionário esquema de lavagem de dinheiro. Dinheiro que seria fruto de operações desde a época em que, no governo Fernando Henrique, o Brasil privatizou seu setor de telefonia. O livro tem 340 páginas: 112 páginas são documentos. Documentos confidencias da CPI do Banestado, documentos obtidos em juntas comercias, e em paraísos fiscais....

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    midia-e-crise

    As relações ambíguas entre Governo e mídia

    Por Gilberto Maringoni Enquanto seus apoiadores acusam a mídia de ser golpista, governo prestigia e destina farta publicidade aos grandes meios de comunicação. Uma única edição de Veja recebe cerca de R$ 1,5 milhão em anúncios oficiais. É preciso regular e democratizar as comunicações. Mas também é necessário deixar mais claro os interesses de cada setor nessa disputa Nesta semana, a revista Veja fez mais uma denúncia de corrupção contra um Ministro de Estado. É difícil saber o que há de verdade ali, pois a reportagem vale-se apenas do depoimento de uma testemunha. A matéria pautou os principais veículos de comunicação, com destaque para o Jornal Nacional, da Rede Globo. O Ministro, por sua vez, sai atirando. Responde ao acusador no mesmo calibre. "Bandido" é a palavra que ricocheteia em todas as páginas e telas. O caso é nebuloso. A relação promíscua do Estado com ONGs e "entidades sem fins...

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    racismo-e-midia

    Mesa de abertura: Racismo e sexismo na mídia: uma questão ainda em pauta

    Emoção no primeiro dia da 8ª edição do Seminário. Painéis repletos de textos e fotos que contam a trajetória da jornalista e historiadora Lena Frias foram afixados na antessala do auditório do BNDES, no Rio de Janeiro, onde aconteceu o encontro. Além da exibição de um vídeo produzido por Guilherme Sarmento e Schuma Schumaher, a rapper Refém leu com muita força e emoção um texto escrito especialmente para a homenagem. Abrindo o Seminário A Mulher e a Mídia, a diretora executiva do Instituto Patrícia Galvão, Jacira Vieira de Melo, falou com emoção sobre a trajetória de oito anos desse evento, que se tornou uma referência quando se trata do debate sobre a mídia brasileira e os direitos das mulheres. Em sua fala, Jacira reafirmou o compromisso do Instituto com o combate ao racismo e ao sexismo e disse que "no Ano Internacional dos Afrodescendentes, discutir racismo e sexismo é um...

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    fernandoconceicao

    Fernando Conceição – A grande mídia contra as ações afirmativas

    Por Fernando Conceição* em 2/6/2009 O que o Estado Democrático de Direito, o que o republicanismo, o que o interesse público podem esperar quando se alinham, em uníssono à maneira de campanha, três conglomerados de comunicação que, no Brasil, são os proprietários privados dos mais influentes veículos da imprensa nacional? Uma única coisa: o abuso do direito constitucional à liberdade de expressão e de opinião. A coação dos demais poderes institucionais. O desrespeito ao princípio de igualdade de oportunidade, cerne da democracia. Pois é exatamente o que a sociedade brasileira assiste hoje, estupefata, com a sórdida manipulação encampada pela Rede Globo, Grupo Folha e Editora Abril - respectivamente donos da TV aberta de maior audiência, com suas filiadas em todo o território brasileiro, controladores da TV por assinatura, de O Globo, de emissoras de rádio; dos jornais Folha de S. Paulo e Valor Ecnômico, do poderoso portal UOL; da maior...

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    npc

    Ativistas debatem forma que mídia trata temas como racismo, homofobia, mulher e favela

    A maneira como os meios de comunicação lidam com temas como homofobia, racismo, favela e mulher foi um dos assuntos tratados durante o 17º Curso Anual de Comunicação do NPC, que contou com a participação de mais de 200 jornalistas, dirigentes sindicais e membros de movimentos sociais de 16 a 20 de novembro, no Rio de Janeiro. A mesa A mídia e os temas tabus aconteceu no dia 18 e contou com a participação do cineasta Joel Zito Araújo, do fundador do Grupo Gay da Bahia e antropólogo Luiz Mott, do MC e vice-presidente da Associação dos Profissionais e Amigos do Funk (Apafunk) Mano Teko, da coordenadora do Observatório da Mulher, Rachel Moreno, e da professora Giovana Xavier, estudiosa da imprensa negra no Brasil. Por Marina Schneider-NPC Favela como sinônimo de violência e funk tratado com preconceito Após lembrar sua aproximação com o funk, ritmo que fez Mano Teko, morador...

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    npc

    Ativistas debatem forma que mídia trata temas como racismo, homofobia, mulher e favela

    Por Marina Schneider-NPC A maneira como os meios de comunicação lidam com temas como homofobia, racismo, favela e mulher foi um dos assuntos tratados durante o 17º Curso Anual de Comunicação do NPC, que contou com a participação de mais de 200 jornalistas, dirigentes sindicais e membros de movimentos sociais de 16 a 20 de novembro, no Rio de Janeiro. A mesa A mídia e os temas tabus aconteceu no dia 18 e contou com a participação do cineasta Joel Zito Araújo, do fundador do Grupo Gay da Bahia e antropólogo Luiz Mott, do MC e vice-presidente da Associação dos Profissionais e Amigos do Funk (Apafunk) Mano Teko, da coordenadora do Observatório da Mulher, Rachel Moreno, e da professora Giovana Xavier, estudiosa da imprensa negra no Brasil. Favela como sinônimo de violência e funk tratado com preconceito Após lembrar sua aproximação com o funk, ritmo que fez Mano Teko, morador...

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    liberdade de expressao

    A grande mídia e a falsa disputa entre liberdade vs. censura

    Por Venício Lima Diante da feroz reação da grande mídia às propostas apresentadas (e àquelas que sequer foram apresentadas) no IV Congresso Extraordinário do Partido dos Trabalhadores, relativas a um Marco Regulatório para as Comunicações, escrevi no Observatório da Imprensa nº 658: A saída parece ser colocar imediatamente para o debate público um projeto de marco regulatório. (...) Diante de uma proposta concreta de regulação democrática – a exemplo do que acontece nos países civilizados – seus eternos opositores terão que mostrar objetivamente onde de fato está a defesa da censura e onde se postula o controle autoritário da mídia. Não há alternativa. Menos de três meses depois, o fato de o Governo Dilma não haver ainda apresentado um projeto de Marco Regulatório, aliado à incapacidade dos "não-atores" de interferir efetivamente na definição da agenda...

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    premios abdias nascimento vencedores

    Demorou, mas o racismo ganha espaço na mídia

    José Reinaldo Marques Ações afirmativas e outras iniciativas que têm ajudado os negros a superar as mazelas sociais provocadas pelo preconceito e o racismo, principalmente nos campos da educação e do trabalho, a situação específica da mulher negra e o panorama sobre a vida dos remanescentes de Quilombos, no campo e na cidade, foram alguns dos principais temas abordados pelos vencedores do 1º Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento, cuja cerimônia de entrega foi realizada na noite desta segunda-feira, 7 de novembro, no Teatro Oi Casa Grande no Leblon, no Rio de Janeiro. De um total de mais de 150 trabalhos inscritos, foram selecionados 21 finalistas para a etapa final, concorrendo a um prêmio de valor de R$ 35 mil (trinta e cinco mil reais), distribuído em sete categorias (Mídia Impressa, Televisão, Rádio, Mídia Alternativa e Comunitária, Internet, Fotografia e Categoria Especial de Gênero). Cada um dos primeiros colocados recebeu a...

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    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

    Reflexão sobre o texto da Afropress e Luiza Bairros por Eduardo Santiago

    REFLEXÕES SOBRE O TEXTO INTITULADO: Com avaliação de apagada, Bairros deve sair na reforma - Publicado Pela Agência de Informação Multiétnica AFRO PRESS:  Outubro de 2011 por Eduardo Sergio Santiago de Queiroz Existem algumas coisas que precisam ser colocadas nos seus devidos lugares antes de se fazer uma avaliação de nove meses de gestão a frete de um Ministério que não é ministério! As minhas discussões já vêm do eufemismo utilizado para driblar a comunidade negra em um dos vários recursos das elites colonizadoras neste país. É preciso olhar o que significa para a comunidade negra esses poucos anos de existência deste setor que parece ser MINISTÉRIO mais não é! Estamos falando de um país em que as elites lutam com todas as suas garras para não ceder um palmo da sangria e pilhagem que enriqueceram seus cofres e que garante o poder para gerações e mais gerações dos seus...

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    1 Encontro Mundial de Blogueiros

    Blogueiros de 23 países aprovam Carta de Foz do Iguaçu

    Documento defende luta por liberdade de expressão, contra qualquer tipo de censura ou perseguição política dos poderes públicos e das corporações do setor, por novos marcos regulatórios da comunicação, pelo acesso universal à banda larga de qualidade e contra qualquer tentativa de cerceamento e censura na internet. Próximo encontro já está marcado para novembro de 2012, também em Foz do Iguaçu. por Marcel Gomes Foz do Iguaçu - O 1º Encontro Mundial de Blogueiros terminou sábado (29) após reunir, durante dois dias, 468 ativistas digitais, jornalistas, acadêmicos e estudantes de 23 países e 17 Estados brasileiros. O próximo encontro já foi marcado e acontecerá em novembro de 2012, também em Foz do Iguaçu. Na plenária final, foi aprovada a "Carta de Foz do Iguaçu", documento que trata do papel da blogosfera na construção da democracia - o tema central do encontro. A carta defende a luta por liberdade de expressão,...

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    Joel Zito Araujo

    Jornalistas autodeclaração racial e étnica: Desigualdades de gênero, raça e etnia

    O racismo, o sexismo e o etnocentrismo são os principais fatores de desigualdades que afetam milhões de mulheres negras e indígenas em todo o país. A perversa combinação produz acessos diferenciados entre as mulheres em geral, aprofundando as desigualdades de gênero, raça e etnia na sociedade brasileira. As estatísticas demonstram que mulheres negras e indígenas são maioria nas áreas de extrema pobreza no país e apresentam as piores condições de vida. Sob o impacto da negação cultural, enfrentam os danos emocionais gerados pela violenta discriminação cotidiana de gênero, raça e etnia na sociedade, incluindo a violência doméstica. Além disso, vivem com os piores salários, seja qual for a sua ocupação no mercado de trabalho, e estão na base da sub-representação feminina na mídia e nos espaços de poder. O acesso desigual à saúde, por exemplo, vem produzindo um quadro de adoecimento e morte das populações negras e indígenas, onde as mulheres são...

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    cartaz-jornalista-e-etnia

    Campanha de autodeclaração racial e étnica dos jornalistas

    Campanha de autodeclaração racial e étnica dos jornalistas: “Jornalista de verdade assume a sua identidade” “Como questão estrutural da sociedade brasileira, as relações raciais necessitam de atenção dos jornalistas”. Tese Visibilidade às Questões Étnicas nos Meios de Comunicação e no Mercado de Trabalho, aprovada no 31º Congresso Nacional dos Jornalistas – 2004. O racismo constitui o fundamento para a estruturação e a hierarquização racial das sociedades, colocando os/as afro-descendentes e os/as indígenas nos extratos mais baixos da pirâmide social, política e econômica. Sendo assim, o uso estratégico da informação estatística, capaz de reconhecer esses povos e as condições socioeconômicas em que vivem, é uma das ferramentas para que sejam incorporados nas políticas públicas em condições de igualdade.Nesse sentido, as informações sobre raça, cor e etnia no cadastro sindical vão derivar dados estatísticos confiáveis e influenciar a análise de indicadores sobre o modo de vida profissional dos/as jornalistas afro-descendentes e indígenas,...

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    cartaz-jornalista-e-etnia

    Jornalistas lançaram 14 de outubro campanha nacional pela autodeclaração racial e étnica

    Natal, 14 de outubro de 2011 – A FENAJ – Federação Nacional dos Jornalistas acaba de lançar, nesta tarde de sexta-feira (14/10) durante o 18º Encontro Nacional de Jornalistas em Assessorias de Comunicação que acontece em Natal (RN), a campanha "Jornalista de verdade assume a sua identidade". No ato de lançamento, o presidente da entidade, Celso Schröder, afirmou que "essa campanha de autodeclaração racial e étnica é um avanço da nossa categoria, que deve ser adotado por todos os sindicatos. A partir de agora, a FENAJ tem o compromisso de fortalecer ainda mais a iniciativa". Em seu discurso, Schröder incentivou outros agentes sociais e políticos a se posicionarem com relação ao tema por entender que a a campanha da FENAJ "serve de exemplo para os sindicatos de outros setores e da própria sociedade" atuarem de forma mais ativa no enfrentamento ao racismo e ao sexismo. A iniciativa é assinada em...

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    maria ines nassif

    A UDN, os IPMs e a mídia brasileira

    O "jornalismo de denúncia" que se tornou hegemônico na grande imprensa traz o componente de julgamento sumário dos IPMs pós-64 e o elemento propagandístico udenista do pré-64. Assume, ao mesmo tempo, as funções do julgamento e da condenação, partindo do princípio de que, se as instituições não funcionam, ele as substitui. por Maria Inês Nassif Logo após o golpe militar de 1964, os "revolucionários", inclusive os de ocasião, aproveitaram o momento de caça às bruxas para eliminar adversários. O primeiro ato institucional cuidava de tirar da arena política os que haviam cometido "crimes de opinião", condenados no rito sumário de uma canetada, de acordo com os humores das autoridades de plantão. Os Inquéritos Policiais Militares (IPMs) davam conta dos opositores que não podiam ser enquadrados na acusação de subversão: eram tribunais que, simultaneamente, investigavam e condenavam acusados de corrupção. Sem direito à defesa num caso e no outro, os políticos...

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    midia-e-crise

    Com essa mídia país não avança

    Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania: Ao longo da terça-feira, a internet se divertiu com o post que este blog publicou sobre a missão difamadora da mídia brasileira que foi à França reclamar com a sua universidade Science-Po por ter outorgado ao ex-presidente Lula o título de Doutor Honoris Causa. O absurdo que se revelou deixou as pessoas atônitas e, assim, só restou rir. Do post em questão, surgiu a hashtag #PorqueNaoFHC, que, em questão de minutos após ser criada, chegou ao Trending Topics do Brasil no Twitter. Foi uma brincadeira com a pergunta da jornalista de O Globo ao diretor da universidade francesa sobre por que a instituição premiou Lula em vez do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.O que direi agora disse ontem nas redes sociais (Twitter e Facebook): apesar de parecer que me divirto, o caso é sério. Com uma imprensa… Ou melhor, com uma mídia como a...

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