Tag: África

    O continente africano tem até agora cerca de 55 mil casos confirmados de infecções pelo coronavírus (AP Photo/Patrick Ngugi

    Coronavírus: o que está por trás da aparente resistência da África à pandemia

    Embora os especialistas alertem que ainda é muito cedo para cantar vitória, o "desastre iminente" previsto por John Nkengasong, diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da África, ainda não ocorreu. Enquanto a Europa responde por mais de 1,5 milhão de casos confirmados, os Estados Unidos ultrapassam 1,3 milhão e a América Latina está perto de 250 mil, o continente africano tem até agora 55 mil infecções. Seu número de mortes relativamente baixo é ainda mais surpreendente: até 8 de maio, essa região do mundo registrava pouco mais de 2 mil óbitos, muito menos do que outros continentes ou mesmo se comparado a uma cidade como Nova York, que já passou de 20 mil mortes. Esses números são mais impressionantes diante do fato de a África ser o segundo continente mais populoso do mundo, com 1,2 bilhão de habitantes. Mas o que está por trás da aparente resistência ...

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    Governos africanos “precisam de soluções locais”, defende Nobel da Paz

      “A África, no seu conjunto, tomou consciência da gravidade da doença. E não devemos assistir à repetição de uma situação, como a que aconteceu no caso da sida (aids), em que alguns governos africanos estavam em negação. Agora, tomaram as medidas adequadas” afirmou Mukwege, numa videoconferência organizada pela Positive Planet Foundation. Porém, sublinhou, “até agora, a África tem tido muita sorte” porque “se tivesse sido atingida com a mesma dureza que a China, a Europa ou os Estados Unidos” a situação seria “um desastre”, acrescentou o Prémio Nobel da Paz, a partir de Bukavu, na República Democrática do Congo (RDC). Com 1.158 mortes e cerca de 23 mil infeções, a África, juntamente com a Oceânia, é um dos continentes menos afectados pela pandemia, ainda que estes números sejam indubitavelmente subestimados, devido à falta de testes. Mas muitos governos do continente tomaram rapidamente medidas de contenção, apesar das mesmas serem ...

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    FABRICE COFFRINI / AFP via Getty Images

    OMS critica racismo de cientistas que querem que África seja ‘terreno de testes’ para vacina contra coronavírus

    O chefe da OMS condenou nesta segunda-feira os “comentários racistas” de pesquisadores que recentemente se referiram à África como “um campo de testes” para uma potencial vacina contra a COVID-19, denunciando “o legado de uma mentalidade colonial”. Por AFP, na ISTOÉ O diretor geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus (Foto: FABRICE COFFRINI / AFP via Getty Images) “Esses tipos de comentários racistas não contribuem em nada para avançar. Vão contra o espírito de solidariedade. A África não pode e não será um campo de testes para nenhuma vacina”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, ex-chefe de diplomacia Etíope, durante uma conferência de imprensa virtual. “O legado da mentalidade colonial deve acabar”, acrescentou. Embora não tenha especificado a quais cientistas se referia, recentemente uma polêmica eclodiu na França e na África devido a uma conversa entre o diretor de pesquisa do Instituto Francês de Pesquisa Médica (Inserm), Camille Locht, ...

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    Foto: Getty Images

    Coronavírus e África: reflexos

    Os dados sobre o Coronavírus-19 no Continente Africano são poucos. Nas principais agencias de noticias o assunto é escasso e apresenta uma oscilação em relação aos números dos países afetados e total de casos confirmados. O Globo registra mais 42 países africanos com casos confirmados; na sua maioria pessoas que vieram do exterior. Já o Terra, no dia 21 de março, fala em 40 países afetados, o Jornal de Angola apresenta 38 países, e o Observatório da África apresenta um total de 29 países atingidos pela pandemia. Por  Gilda Portella, enviado para o Portal Geledés Foto: Getty Images Por que não se fala sobre a pandemia do Covid-19 na África? Invisíveis para quem? Por quê? Quem não consegue ver que estatísticas não são meros números. São vidas. São vidas negras. E vidas negras importam. As concepções brasileiras de ciência, de doença, vida e morte são baseadas numa ...

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    @picture-alliance/AP/NIAID-RML

    Coronavírus: Angola decreta medidas de quarentena

    Angola anunciou quarentena obrigatória, a vigorar a partir de terça-feira, para todos os cidadãos que tenham estado na China, Coreia do Sul, Irão e Itália, países com "casos autóctones" do surto de coronavírus. Por Agência Lusa, tms, do DW Imagem: @picture-alliance/AP/NIAID-RML Em comunicado divulgado este sábado (29.02), o Ministério da Saúde de Angola explica que a quarentena é obrigatória também para os cidadãos que tenham viajado para a Nigéria, o Egito e a Argélia ou que tenham tido "contacto com doentes afetados por coronavírus". A quarentena, que entra em vigor no dia 3 de março, será por um período mínimo de 14 dias, durante o qual os cidadãos ficam impedidos de receber qualquer visita. Segundo informação da agência de notícias estatal angolana ANGOP, o Governo de Angola criou dois centros de quarentena, sendo um na Barra do Kwanza e um em Calumbo, para onde serão enviados ...

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    África: Combate ao ódio online ou à liberdade de expressão?

    Os países africanos promulgam leis contra o discurso de ódio na Internet com frequência crescente. Mas, na prática, as regras estipuladas servem sobretudo para censurar a liberdade de expressão, dizem os críticos. Por  António Cascais, do Dw A Etiópia é um país marcado por conflitos étnicos, revoltas armadas e protestos violentos. A violência é muitas vezes alimentada por ódio, agitação e desinformação na Internet. Na semana passada, o parlamento de Adis Abeba tomou a iniciativa de promulgar uma lei para combater o discurso do ódio e a desinformação. Internautas e operadores de plataformas que violam as novas regras podem incorrer penas de prisão até aios três anos e multas de até 100 mil birr (2,9 mil euros). A nova lei é alvo de críticas. Jornalistas, ativistas e bloguistas estão alarmados. A poucos meses das eleições gerais, marcadas para 29 de agosto, a lei abre ao governo e às forças de ...

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    As pessoas precisam parar de usar crianças africanas como troféus para atrair likes no Instagram

    Já é um clichê: o turista visita uma aldeia muito pobre na África e faz uma foto carregando uma criança negra no colo para postar nas redes sociais e criar uma aura de altruísmo sobre si mesmo. Mas fica a pergunta, que mensagem essas fotos estão realmente passando? Do CONTI outra. Com informações de Vice Sabemos que é difícil não se comover com o drama das crianças que vivem em aldeias pobres na África, expostas à extrema miséria, à fome, à falta de saneamento básico, de saúde, do mínimo para sobreviver com dignidade. E é grande o desejo de tentar fazê-las sorrir, mesmo em meio a tantas adversidades. Mas é preciso ter algo em mente: Elas não são um troféu para serem usadas no intuito de atrair likes no Instagram! Não pegue uma criança aleatória no colo apenas para forçá-la a tirar um foto com você! A discussão em torno dessa ...

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    Memória Colonial. Sei o que fizeste no século passado

    O maior museu do mundo sobre África, em Bruxelas, reabriu com uma narrativa que inclui o ponto de vista dos africanos. Por Telma Miguel, do Contacto Foto: Telma Miguel De vez em quando, um país é forçado a olhar para trás. E o que descobre nem sempre é bonito. Portugal anda às voltas com a sua longa herança colonial e a abertura de um Museu dos Descobrimentos desencadeou uma polémica que uma recente crónica considerada racista da historiadora Maria de Fátima Bonifácio voltou a reacender. Nos EUA, considera-se o pagamento de indemnizações a descendentes de escravos, ao mesmo tempo que o seu presidente manda congressistas voltarem para os seus países. A França prepara-se para devolver centenas de artefatos pilhados na era colonial e a Grã-Bretanha iniciou um diálogo para devolver bronzes da Nigéria. A Bélgica teve também recentemente o seu momento de acordar para o passado ...

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    E de onde são os seus parentes da África?

    Um dos meios de expressão das minhas inquietações é a linguagem da moda e como mulher negra e criadora, tenho inevitavelmente pensado sobre a centralidade do corpo e consequentemente da aparência como uma fronteira dos padrões impostos socialmente, desconstruindo a idéia de sociedade como entidade autônoma, interpretando a potência da criatividade a partir do campo das batalhas discursivas e das relações de poder características desse universo, tentando compreender a potência dessa linguagem como forma de contribuir para se reinventar e ressignificar os estigmas atribuídos às mulheres negras no Brasil. Por Carol Barreto, da Revista Raça O modo como sou percebida no cotidiano não passa por interferência da minha formação acadêmica, do meu currículo como artista ou da minha militância, sou apenas mais uma mulher negra e como tal sempre sou vista como inferior. Previamente não importa “quem eu sou” e assim as situações de racismo se desenrolam nos momentos mais comuns ...

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    Escolas públicas de Boston adotam mapa que corrige 500 anos de ‘distorção’, com mais destaque para África e América do Sul

    Objetivo de diretores pedagógicos do distrito é mudar perspectiva eurocêntrica e colonizadora. Mapa antigo será mantido para comparação. Do G1 Estados Unidos e Europa são apresentados com contornos reduzidos, enquanto África e América do Sul ganharam novo destaque. Esta é a realidade dos novos mapas-múndi que escolas públicas de Boston, nos Estados Unidos, passaram a adotar na semana passada. Os professores apresentaram aos alunos a representação do mapa mundi baseado no sistema de projeção cartográfica do historiador e cartógrafo Arne Peters (1916-2002). Ela causou surpresa nos alunos porque o sistema busca manter as reais proporções dos continentes. Além disso, ele dá destaque ao continente africano no centro do mapa e valoriza as áreas subdesenvolvidas do mundo mostrando sua real área. Os mapas mais conhecidos são baseados na projeção de Mercator, elaborada em 1569 pelo cartógrafo e matemático Gerardus Mercator (1512-1594). Desenvolvida inicialmente sobretudo para ajudar na navegação, ela é praticamente ...

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    A África contemporânea: dilemas e possibilidades

    A CRISE DO COLONIALISMO EUROPEU E A EMERSÃO NACIONAL NA ÁFRICA Por Muniz Ferreira, do Portal Educação Uma das implicações históricas mais significativas da Segunda Grande Guerra (1939- 1945) foi o declínio da centralidade européia no sistema de poder mundial. Até então, as potências do chamado “velho continente” haviam exercido uma duradoura supremacia sobre as demais regiões do mundo, principalmente nos aspectos econômico, político, diplomático e militar. Do topo de tal preeminência, os estados nacionais e os homens de negócio europeus submeteram, pela força e pelo logro, povos e civilizações; exportaram mercadorias, capitais e as regras da economia de mercado e impuseram suas línguas, religiões, concepções de mundo e valores culturais. Como corolário de tais processos, o continente africano experimentou a escravidão e o colonialismo, a subordinação de seus sistemas tradicionais de organização social às leis da valorização do capital e testemunhou a constituição de ordenamentos políticos internacionais, nos quais desempenhava ...

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    ‘O racismo continua lá e ainda precisamos falar sobre ele’, diz escritora sul-africana

    O primeiro livro de Futhi Ntshingila começa com um tiro. Thandiwe, uma mulher que ganha a vida vendendo seu corpo nas ruas de Yeoville e que expõe a economia da África do Sul pós-apartheid, leva um tiro na nuca depois de apanhar e ser deixada no chão. “Eu não deveria me surpreender, o trabalho dela é duro”, escreve Futhi. Por Fernanda Canofre, Do Sul 21 Fotos: Guilherme Santos O segundo livro de Futhi Ntshingila começa falando de um funeral. Mvelo, uma menina “jovem, mas que se sentia velha como um sapato gasto”, caminha sem esperança num país sob o regime do apartheid, depois de ver os benefícios sociais que ela e a mãe soropositiva tinham serem suspensos. “Foi naquele dia, quando a bolsa de auxílio-doença da mãe foi suspensa, que Mvelo parou de pensar mais do que um dia por vez”, escreve Futhi. Formada em Teologia e Inglês, mestre em Resolução de ...

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    Brasileiros se surpreendem com o racismo na África do Sul

    O que você sabe sobre a África do Sul? Provavelmente que é um país que sofreu com a segregação racial do apartheid, ou que é um ótimo lugar para fazer safaris e também o local de origem do líder que ensinou ao mundo uma lição de coexistência, Nelson Mandela. Mas como será a África do Sul atual? Também uma ex-colônia europeia, será que tem os mesmos problemas que o Brasil?  por Amanda Lourenço, correspondente da RFI Brasil na África do Sul, no RFI Muitos brasileiros se surpreendem ao passar uma temporada no país. A expectativa nem sempre corresponde à realidade, tanto positiva quanto negativamente. André Girasol, estudante de Araraquara, São Paulo, veio para ficar seis meses. “Achei aqui mais seguro que o Brasil. Nunca tive problemas com assalto na África do Sul, achei super seguro. Conheço pessoas que foram assaltadas aqui, mas nunca com arma, só tentando roubar o que elas ...

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    Seminário: ‘O que você sabe sobre a África?’

    OBJETIVOS: - Discutir e refletir sobre a construção de identidades, nomeadamente, as das populações negra, branca e indígena, bem como aquelas relacionadas a diversas origens nacionais (imigrantes andinos, caribenhos, africanos, asiáticos, etc.); Enviado para o Portal Geledés  - Construir práticas pedagógicas que visem combater situações e práticas de discriminação, preconceito, racismo e xenofobia. CONTEÚDO: - História e Cultura Africana e afro-brasileira; - A construção das identidades à luz dos referenciais teóricos da Educação para as Relações Étnico-raciais (ERER); METODOLOGIA: Aula magna, oficina e apresentação cultural. PÚBLICO ALVO: Agente Escolar, Agente de Apoio, Assist. Técnico de Educação I, Assist. de Diretor de Escola, Aux. de Desenvolvimento Infantil, Aux. Técnico de Educação, Bibliotecário, Coord. de Ação Cultural / Educacional, Coord. de Esportes e Lazer, Coord. Pedagógico, Diretor de Divisão Técnica, Diretor de Escola, Diretor Regional de Educação, Gestor de CEU, Prof. de Educação Infantil, Prof. Ed. Infantil e Ens. Fund. I, Prof. ...

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    As 5 mentiras sobre ser voluntário na África

    “Você é um herói”, “não teria essa coragem” e “o mundo precisa de gente como você” são algumas das reações que geralmente as pessoas têm quando ficam sabendo que fui voluntário na África. Por Gustavo Leutwiler Fernandez Do Conecte Blog Por conta das referências acumuladas ao longo da vida a respeito daquele continente, imaginar cenas de crianças passando fome, pessoas vivendo em condições de extrema pobreza, surto de Ebola, paisagens de tirar o fôlego e leões correndo na savana é inevitável. Elas não estão erradas, pois tudo isso faz parte do dia-a-dia africano, mas estão limitadas pelo que a autora nigeriana Chimamanda Adichie chama de “única história”. Segundo a escritora, o problema de um estereótipo não é que ele é falso, mas que ele é incompleto. Depois de cruzar o Atlântico por três vezes para atuar em ONGs da África do Sul, Zimbábue, Etiópia e Ruanda, uma série de conceitos que ...

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    Serra pode fechar embaixadas na África e no Caribe

    Novo ministro das Relações Exteriores, José Serra, solicitou um estudo de custo de postos diplomáticos abertos nos governos Lula (2003-2010) e Dilma Rousseff na África e no Caribe nos últimos anos; só Lula abriu 17 embaixadas em países africanos; o tucano já tem causado polêmica no Itamaraty depois de divulgar notas rechaçando o que chamou de "falsidades" propagadas por Venezuela, Cuba, Bolívia, Equador e Nicarágua, contra o afastamento da presidente Dilma Rousseff Do Brasil247 O novo ministro das Relações Exteriores, José Serra, solicitou um estudo de custo de postos diplomáticos abertos nos governos Lula (2003-2010) e Dilma Rousseff na África e no Caribe nos últimos anos. Só Lula abriu 17 embaixadas em países africanos. Diplomatas argumentam que fechar alguns postos menores não resolveria o problema de verba do ministério. Uma embaixada pequena na África custa entre US$ 200 mil e US$ 250 mil por ano (R$ 700 mil e R$ ...

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    Entidade busca mulheres para viagem de reportagem na África

    A International Women´s Media Foundation (IWMF) busca jornalistas mulheres que estejam interessadas em fazer uma viagem de reportagem à República Centro-Africana ou ao Congo. Do Comunique-se Dois grupos - um para cada país - de seis mulheres jornalistas irão produzir reportagens sobre assuntos relacionados ao engajamento cívico. A viagem começa em 12 de julho e termina no dia 24 do mesmo ano. Candidatas devem ser jornalistas freelance ou afiliadas a algum veículo, além de terem no mínimo três anos de experiência e boas habilidades de inglês. Além disso, as candidatas devem ter alguma experiência em realizar reportagens em ambientes hostis e devem estar confortáveis em trabalhar em um ambiente de alto risco. Para a viagem a República Centro-Africana, candidatas que falem francês receberão prioridade. Antes de seguirem para o Congo e para a República Centro-Africana, as jornalistas receberão um treinamento de segurança em Nairóbi, no Quênia e uma orientação sobre ...

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    África e Brasil: unidos pela história e pela cultura

    Acosta oeste africana e o litoral brasileiro já estiveram conectados. Há 200 milhões de anos, os dois territórios começaram a se separar e assumiram as atuais posições, afastados milhares de quilômetros pelo Oceano Atlântico. O mar que os separa é também o responsável pela ligação entre eles nos tempos modernos: 4,4 milhões de africanos o cruzaram contra a vontade entre os séculos 16 e 19 em direção ao Brasil. Essas pessoas tiveram um papel importante na construção do nosso país. “A África está em nós, em nossa cultura, em nossa vida, independentemente de nossa origem pessoal”, defende Mônica Lima e Sousa, coordenadora do Laboratório de Estudos Africanos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Leáfrica/UFRJ), no artigo História da África, publicado na Revista do Programa de Educação sobre o Negro na Sociedade Brasileira, da Universidade Federal Fluminense (UFF). Por isso, as tradições, a cultura e a trajetória dos descendentes dos africanos escravizados ...

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    Oficina de Formação “A África nas escolas, uma abordagem sem estereótipos”

    O Projeto Afreaka se apresenta como uma Iniciativa multidisciplinar que visa romper os estereótipos presentes da África no Brasil. Evocando o seu lado inovador, proativo e artístico e promovendo as vozes de representantes da cultura de raízes afro-brasileiras e artistas e intelectuais contemporâneos do continente africano, o Afreaka convida os professores das redes públicas estadual e municipal e da rede privada de São Paulo a participarem da Oficina de Formação Afreaka: A África nas escolas, uma abordagem sem estereótipos. Do AFREAKA Pensada para quebrar preconceitos raciais históricos já na formação do cidadão, a oficina coloca em evidência a discussão da constituição da identidade brasileira, trazendo para perto conhecimento sobre o protagonismo africano e África contemporânea, utilizando uma linguagem de comunicação visual moderna e trabalhando com novas plataformas artísticas. Assim, no encontro serão apresentadas propostas de vinculação do tema à sala de aula, abordando as possíveis formas de trabalhar a África na ...

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    Angelina Jolie pede que líderes africanos combatam violência contra as mulheres

    A atriz Angelina Jolie pediu nesta sexta-feira que os dirigentes africanos combatam a quase total impunidade que dificulta, segundo ela, o fim da violência contra as mulheres. "A violência contra as mulheres continua sendo tratada como um crime menor", afirmou Jolie, dois dias antes do início de uma cúpula da União Africana (UA) na África do Sul. "Grupos armados a usam como arma preferencial porque há uma quase total impunidade", acrescentou a enviada especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR). PLP 2.0 - Aplicativo para coibir a violência contra a mulher "É claro que não é um problema apenas africano, e sim mundial, mas poucos lugares sofrem tanto como a África", afirmou ainda., Dezenas de chefes de Estado do continente africano participarão na cúpula cujo tema deste vez é "Ano de empoderamento da mulher e desenvolvimento". leia também:  Angelina Jolie retira ovários após serem detectados sinais ...

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