Tag: Angola

(Foto: Imagem retirada do site Super Interessante)

A força do kuduro em Angola e o funk no Brasil

O Kuduro, nascido nos musseques de Angola – similares às favelas brasileiras –, é dança, música e estilo de vida da juventude angolana, e representa um movimento cultural urbano que mostra ao mundo um país contemporâneo que, apesar dos problemas sociais, cresce e se moderniza. Assim como o funk carioca, o kuduro mistura ritmos tradicionais com música eletrônica. Como no funk, as letras falam sobre o dia a dia das periferias, das relações de amizade, das festas, e são marcadas pelas batidas eletrônicas rápidas e pela sensualidade da dança. Muitos dos movimentos do passinho vêm do kuduro, que significa literalmente "bunda dura", já que os quadris são muito exigidos nessa dança Nascido nos anos 1990 nos musseques de Angola (territórios populares similares às favelas brasileiras), o kuduro é uma mistura de música eletrônica com ritmos tradicionais angolanos, e hoje é referência da cultura de Angola e se espalhou por outras classes sociais e países da ...

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IX Circuito de Teatro em Português

01 a 21 de Novembro de 2014 Em São Paulo e demais localidades: Arujá, Cubatão, Diadema, Jacareí, Mauá, São José dos Campos, São Bernardo do Campo, Santo André, e São Caetano do Sul. Guest Post para o Portal Geledés Celebrar e debater a Língua Portuguesa! O Circuito de Teatro em Português é um projeto de intercâmbio teatral dos países de língua oficial Portuguesa que reúne anualmente no Brasil companhias de teatro de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Este ano, estarão presentes no Circuito: 4 grupos portugueses, 4 coletivos brasileiros, uma companhia de cada um dos países africanos de expressão portuguesa (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe), e um grupo de Timor Leste. Das peças apresentadas, duas são co-produções entre companhias de diferentes países lusófonos e cujas relações começaram no âmbito do Circuito de Teatro em Português. No total serão ...

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Foto: João Cotta/Globo

Lázaro Ramos em bom malandrês

Com a boa-pinta e os ternos claros e bem-cortados, o personagem de Lázaro Ramos em O Grande Kilapy, estreia da quinta 23, evoca um malandro típico que poderia flanar pela Salvador, onde o ator nasceu, ou pelo Rio de Janeiro de histórica boêmia. Mas se seu Joãozinho atende à figura dedicada ao bem viver, em um perfil que nos é muito próximo, o cenário corresponde a local e período incomuns no cinema por aqui. É na Angola do período colonial que se passa a trama do jovem herdeiro de família rica e seu destino ao aplicar o grande golpe, o sentido da expressão do título em kimbundu. O filme do angolano Zézé Gamboa é uma coprodução entre Brasil, Portugal e Angola e conta no elenco com Antonio Pitanga e Hermila Guedes. Esta faz o par romântico com Joãozinho, homem de muitas mulheres, como convém a um malandro, que pouco mede ...

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A Rota do Escravo: Lições do Passado, Valores para o Futuro

O projeto A Rota do Escravo: Lições do Passado, Valores para o Futuro comemora este ano seu 20° aniversário. Desde 1994, esta iniciativa da UNESCO tem inspirado as lutas atuais contra o preconceito, a discriminação racial e todas as formas de escravidão que ainda atingem mais de 20 milhões de pessoas em todo o mundo. Surgiu de uma iniciativa do Haiti em conjunto com vários países africanos que fizeram parte da “Rota dos Escravos”. “A rota do escravo não é apenas um evento do passado: é a nossa história e moldou o caráter de várias sociedades modernas, criou laços indissolúveis entre povos e continentes, e transformou de maneira irreversível o destino, a economia e a cultura de nações”, disse a diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova. O tráfico transatlântico de escravos figura entre as mais extremas violações dos direitos humanos de toda a história. Nesses 20 anos de história, o projeto ...

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Docente destaca contributo da mulher africana em prol do seu desenvolvimento

Luanda - A professora do Instituto Superior Politécnico Atlântida, Cristina Rodrigues, destacou nesta terça-feira, em Luanda, o contributo da mulher africana na luta contra a discriminação da classe feminina no continente. Foto: Joaquina Bento (Arquivo) Em declarações à Angop, a propósito do tema “Contribuição das organizações femininas angolanas para a afirmação da mulher no concerto das nações africanas”, a docente universitária enalteceu também o esforço desenvolvido pelas mulheres africanas ao longo dos anos, “tendo em conta a forma como tem sabido enfrentar a luta contra a fome e a miséria causadas pelas guerras civis que ainda se registam em alguns países africanos”. Sublinhou que a luta levada a cabo pelas africanas no sentido de ajudar no esforço da tomada de consciência sobre o seu papel na sociedade, tem permitido alcançar progressos significativos para afirmação das mulheres, apesar das imensas barreiras que ainda lhes são impostas. Entretanto, disse, independentemente dos problemas ...

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Angola: Profissionais devem acompanhar vítimas de violência doméstica

Luanda - Os profissionais de saúde enquadrados nas diferentes unidades sanitárias do país devem ter a capacidade de identificar as vítimas de violência doméstica, e dar o devido acompanhamento e tratamento, defendeu hoje, sexta-feira, em Luanda, a representante da organização espanhola Medicus Mundi na província do Bié, Neus Paracaula. Neus Paracaula discursava na mesa redonda sobre “Mulher e Saúde”, promovida pelo Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, em parceria com a Cooperação Espanhola, tendo realçado que apesar de muitas vítimas não terem a cultura de denunciar, é necessário o devido contributo dos especialistas para minimizar estas agressões reprováveis pela sociedade. De acordo com a fonte, as vítimas de violência doméstica necessitam de atendimento clínico, psicológico, apoio social e jurídico, que dificilmente se encontra num posto de saúde. A médica frisou que muitas vítimas denunciam às autoridades possíveis agressões, quando na verdade padecem de outros problemas de saúde como a ...

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Moda “Afro-brasileira” na Angola Fashion Week

Muito se comenta sobre as semanas de moda realizadas em NY, Londres, Milão, Paris, SP e Rio, mas tem novas rotas que começam a atrair olhares no segmento fashion. Uma delas é Luanda, na África, que sedia o Angola Fashion Week (26 a 28/06), um dos principais eventos de moda do continente africano. A fashion week reuniu algumas das principais marcas locais, além de algumas internacionais (a Neon brasileira apareceu no line up). E por falar em Brasil, um time de brasileiros foi convidado a participar do evento, que nesta edição foi produzido pela empresa Cia. Paulista de Moda, de Reginaldo Fonseca. Profissionais como Jackson Araújo, assinando a direção criativa do evento; Karlla Girotto, responsável pelo styling; André Veloso, que cuidou da beleza de todos os desfiles; e Renata Simões, que assinou os fashion videos. Um trio de celebs também foi destaque: Adriane Galisteu, Paola Oliveira e Patricia de Jesus. Patricia de Jesus Nas tendências apresentadas na passarela, percebe-se uma ...

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A grana que vem da África: Em Portugal, milhões vindos de Angola despertam inquietações

Le Monde, o maior jornal  francês analisa o ápice das relações políticas e econômicas entre Lisboa e as antigas colônias africanas. E conclui que, não raro, o dinheiro pesa mais do que os valores éticos, entre eles o respeito pelos direitos humanos Por: Claire Gatinois, do jornal Le Monde, Paris A moderníssima zona central de Luanda, desenvolvida com o dinheiro do petróleo Nos dias 2 e 3 de abril último, mais de 40 dirigentes políticos africanos estiveram em Bruxelas para se encontrar com os seus homólogos europeus. Objetivo: relançar uma parceria minada pela instabilidade reinante num continente que, apesar disso, continua promissor para os investidores. Para a União Européia, a prioridade é não deixar que a China, com as suas ambições devoradoras, tome a dianteira. Portugal já não tem dúvidas da importância das antigas colônias para uma economia lusa muito massacrada pela crise e pela austeridade. ...

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Literatura Angolana- Literatura e Poder Politico

Literatura Angolana: Literatura e Poder Político

por Roderick Nehone Teríamos encontrado dificuldades metodológicas acrescidas para a definição do conceito de literatura, que aqui se pretende abordar, se o contexto em que se realiza este evento não facilitasse claramente o enquadramento da perspectiva de compreensão do significado deste termo polissémico. Teríamos encontrado dificuldades metodológicas acrescidas para a definição do conceito de literatura, que aqui se pretende abordar, se o contexto em que se realiza este evento não facilitasse claramente o enquadramento da perspectiva de compreensão do significado deste termo polissémico. À partir da proposição " LITERATURA e PODER POLÍTICO" me é permitido inferir que, para o nosso diálogo de hoje, poderemos convencionalmente prescindir de todas aquelas interpretações que traduzem a literatura como "tudo o que é impresso", englobando no mesmo conceito tanto romances volumosos do género de "Guerra e Paz" de Tolstoi, como os mais minuciosos vade-mécuns de medicina. Serão igualmente aqui preteridas, dentre outras, as definições ...

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Joaquim Dias Cordeiro da Matta

Investigador, jornalista e poeta angolano, Joaquim Dias Cordeiro da Matta nasceu a 25 de dezembro de 1857 em Icilo e Bengo (Angola). Uma das figuras angolanas mais multifacetadas do século XIX, Cordeiro da Matta foi poeta, cronista, romancista, jornalista, pedagogo, historiador, filólogo, folclorista e a sua investigação e zelo levaram a estabelecer em Angola um grande respeito pela cultura e tradição quimbunda. Como jornalista sobressaiu em O Arauto Africano e O Farol do Povo e colaborou em várias publicações como Almanaque de Lembranças Luso-Brasileiras (1879-1892) e Jornal de Luanda (1870). Publicou vários livros, que na sua maioria desapareceram, como Delírios 1875-1887 (1889), O Loandense da Alta e Baixa Esfera, Filosofia Popular em Provérbios Angolenses (1891), Dicionário Quimbundo-Português, Cartilha para se Aprender Quimbundo, Contos Angolanos e Cronologia de Angola, entre outros. Cordeiro da Matta, um dos exemplos de autodidatismo na história do jornalismo e da investigação angolana, morreu a 2 de ...

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Plano de aula: Vídeo-Livro - Bruna e a Galinha d'Angola

Plano de aula: Vídeo-Livro – Bruna e a Galinha d’Angola

Plano de aula: Vídeo-Livro - Bruna e a Galinha d'Angola. As animações continuam encantando as contações de histórias de livros e contações faladas, por meio deste pequeno curta, Bruna e a Galinha d'angola é animado percebermos a presença da Cultura Africana em nosso território nacional e também percebemos algumas explicações sobre a criação do mundo por meio da Mitologia Africana. « Especial: Dia da Consciência Negra... Plano de Aula: Consciência Negra III - Palavras A... »

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10 obras fundamentais da Literatura africana de língua portuguesa

por Sandro Brincher Literatura africana de língua portuguesa Já li em alguma antologia que toda seleção é ingrata. Ora, não é preciso lembrar que o objetivo das listas e das antologias não é nem justiça, nem equilíbrio. Elas refletem, afinal de contas, uma opinião em um determinado tempo sob certas influências teóricas ou metodológicas. O objetivo de toda lista – e aqui me refiro a uma lista bibliográfica – é oferecer um panorama de leitura, um primeiro empurrão, um norte aos interessados num determinado assunto. Proponho-me então, mui injusta e desequilibradamente, a apresentar uma lista pessoal de dez obras fundamentais das chamadas Literaturas Africanas de Língua Portuguesa. Outra questão que se faz importante é essa pluralização do objeto: literaturas. Cada país da chamada lusofonia (o conjunto de países onde se fala Português) – termo que, vale frisar, não agrada a muita gente – tem sua própria história de colonização, suas ...

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Um olhar sobre as Literaturas Africanas de Língua Portuguesa

Por muito tempo, o continente africano foi visto, na menos pior das hipóteses, como um lugar exótico. Visão que foi amplamente difundida por Portugal, que, durante um longo período, teve o monopólio sobre alguns países africanos. Esse modo ocidental de entender a África contribuiu para que, ainda hoje, o discurso das “’estranhezas’ africanas” seja, erroneamente, reproduzido. Discurso este que se centraliza em classificar o africano por meio de estereótipos, desprezando, desse modo, a constituição do “homem humano”, termo tomado emprestado de Guimarães Rosa. Desde janeiro de 2003, quando entrou em vigor a lei nº 10.639, que torna obrigatório o ensino de Literatura, História e Culturas Africanas e Afro-Brasileiras nas escolas do Brasil, aumentou, significativamente, o número de pessoas que – estudiosas de Literaturas ou não – começou a nutrir certa curiosidade sobre essas Literaturas. Ainda bem que, para auxiliar aos curiosos, temos pesquisadores – como a Professora Doutora Laura Padilha- ...

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Ruy Duarte de Carvalho

Ruy Duarte de Carvalho Biografia Nasceu em Santarém, Portugal, em 1941. Passou a infância e adolescência no sul de Angola, acompanhando o pai, aventureiro português caçador de elefantes, nas suas intinerâncias pelo deserto do namíbe. Regente agrícola, foi criador de ovelhas caracul, mais tarde estudou cinema em Londres e antropologia em Paris, doutorando-se com uma tese sobre os pescadores da Ilha de Luanda. É atualmente professor na Universidade de Luanda. Obra Poética: Chão de Oferta, 1972, Luanda, Culturang; A Decisão da Idade, 1976, Lisboa, Sá da Costa; Exercícios de Crueldade, 1978, Lisboa, Publicações Culturais Engrenagem; Sinais Misteriosos... Já Se Vê..., 1979, Lisboa, Ed. 70; Ondula, Savana Branca, 1982, Lisboa, Sá da Costa; Lavra Paralela, 1987, Luanda, União dos Escritores Angolanos; Hábito da Terra, 1988, Luanda, União dos Escritores Angolanos; Memória de Tanta Guerra (Antologia Poética), 1992, Lisboa, Vega; Ordem de Esquecimento, 1997, Lisboa, Livros Quetzal; Observação Direta, 2000, Lisboa, Edições ...

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Arlindo do Carmo Pires Barbeitos

Biografia Arlindo do Carmo Pires Barbeitos, nasceu em Catete, Província de Icolo e Bengo, Angola, em 24 de Dezembro de 1940. Em 1961, foi obrigado a fugir de seu país por motivos políticos. Foi para a França, Bélgica, Suíça, Alemanha, onde cursou Antropologia e Sociologia na Universidade de Frankfurt. Doutorou-se em Etnologia e foi professor na Universidade Livre de Berlim Ocidental e na Universidade de Angola, país ao qual regressou em 1975. A sua poesia tem reminiscências da poética tradicional africana, de tradição oral, e das poesias chinesa e japonesa. Obra Poética: Angola Angolê Angolema, 1975, Lisboa, Sá da Costa; Nzoji (Sonho), 1979, Lisboa, Sá da Costa; Fiapos de Sonho, 1990, Lisboa, Vega; Na Leveza do Luar Crescente, 1998, Lisboa, Editorial Caminho. ________________________________________ Amanheceu/quem diria amanheceu quem diria que inda agora hoje era ontem e que cacos ao longe não iam ser olhos de bicho quem diria que patos-bravos mergulhando ...

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Agostinho Neto (Foto: Imagem retirada do site Lusofonia Poética)

Agostinho Neto

Agostinho Neto foi o primeiro presidente de Angola (1975-1979), após a independência desta de Portugal. Nasceu em Bengo em meio a uma família metodista - seu pai era pastor. Envolveu-se com grupos anticolonialistas quando estudava medicina em Portugal. Poeta nacionalista, seus escritos foram proibidos e esteve preso de 1955 a 1957 e outra vez, já em Angola, de 1960 a 1962. Conseguiu fugir para o Marrocos e posteriormente fundou o MPLA - Movimento Popular de Libertação de Angola, de tendência marxista. Conquistada a independência de Angola em 1975, o novo governo dirigido pelo MPLA, contando com o apoio de Cuba, entrou em choque com grupos de direita, apoiados pelos EUA e pelo governo racista sul-africano. - Fonte: Portal São Francisco -   (Foto: Imagem retirada do site DW) ANTÓNIO AGOSTINHO NETO nasceu a 17 de Setembro de 1922, na aldeia de Kaxicane, região de Icolo e Bengo, a cerca ...

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Foto: Rodrigo Cabrita/Global Imagens

Angola

Fonte: Alô Escola - TV Cultura Foto: Rodrigo Cabrita/Global Imagens Outro país que só conheceu a independência nos anos 70 foi Angola. Ali, a presença de Portugal foi particularmente marcada pelo tráfico de escravos, a principal atividade comercial até meados do século XIX. No total, cerca de 3 milhões de angolanos foram vendidos, a maioria para o Brasil. Somente no século XX é que Portugal passou a considerar Angola uma colônia de povoamento. Quando o país conquistou a independência, em 1975, havia 350 mil colonos portugueses em Angola, ou 6% da população. A luta pela independência em Angola teve início na década de 60. A rebelião anticolonial se expressava através de três grupos rivais. Os principais eram o Movimento Popular de Libertação de Angola, MPLA, e a União Nacional para a Independência Total de Angola, UNITA. A rivalidade entre os grupos resultou em luta armada após ...

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Angola e Moçambique Experiência Colonial e Territórios Literários

Resenha: Adriana Graciano Rita Chaves é uma potente voz no cenário acadêmico brasileiro. Raríssima combinação de excelência tanto em sua prática docente quanto de pesquisadora reitera a relevância de seu trabalho e a agudeza de seus olhares no impecável Angola e Moçambique Experiência Colonial e Territórios Literários publicado pelo Ateliê Editorial em 2005. A autora integra o corpo docente da Universidade de São Paulo onde leciona Literaturas Africanas de Língua Portuguesa e dirige o Centro de Estudos Portugueses. Além de ser pesquisadora associada do Centro de Estudos Afro-Asiáticos da Universidade Candido Mendes, também atuou como professora na Universidade Eduardo Mondlane durante dois anos. Sua obra inclui A Formação do Romance Angolano e a co-organização de Portanto... Pepetela, Literaturas em Movimento - Hibridismo Cultural e Exercício Crítico e Brasil/África: Como se o Mar Fosse Mentira. A breve, mas nem por isso menos precisa, apresentação de Benjamin Abdala Junior antecipa os pontos cardeais da trajetória percorrida pela professora ...

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