segunda-feira, setembro 21, 2020

    Tag: #BlackLivesMatter

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    É sempre o mesmo racismo!

    Não é uma fatalidade, não acontece "por acaso", não é "por engano", não foi "sem querer", não é "por pressão", não foi "legítima defesa", não foi "um erro" é ASSASSINATO! É o mesmo racismo que assassina com 111 tiros jovens pretos que comemoravam uma vaga de emprego. É o mesmo racismo que assassina um homem preto com 80 tiros. É o mesmo racismo que assassina a Marielle. É o mesmo racismo que assissina o João Pedro. É o mesmo racismo que assassina inúmeros de jovens pretos o tempo todo. Que assassina o George Floyd. É o mesmo racismo. É o mesmo racismo que encarcera um homem preto porque roubou um pinho sol. É o mesmo racismo que encarcera uma mulher preta porque foi reconhecida pelo cabelo crespo. É o mesmo racismo da piadinha com preto, é o racismo que pretere, que diz que é vitimismo, que demoniza um homem preto ...

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    Crédito: Reprodução/Twitter @georgegalloway

    Sejamos honestos as ruas são preciosas demais para abandoná-las aos perversos

    ESTAMOS VIVENDO UM DAQUELES MOMENTOS HISTÓRICOS DECISIVOS. Aquele ponto a partir do qual, nada mais será como antes. A pergunta que está aberta neste momento é qual a intensidade da piora ou se há chances de reverter o jogo: um governo genocida, miliciano e corrupto, eleito por fake news, que opta por boicotar medidas sanitárias diante de uma crise pandêmica sem precedentes (levando milhares à morte); aproveita a comoção para privatizar bens públicos e legalizar a grilagem de terras indígenas e áreas de proteção ambiental; um governo perverso que tem um projeto de ultra-direita que caminha declaradamente na direção de um recrudescimento antidemocrático, amparado pelos já conhecidos (e nunca sancionados) militares brasileiros e um empresariado que tem saudades da escravidão . ATÉ ANTES DE ONTEM, a principal oposição política à essa calamidade era composta pelo Dória (da pior facção do PSDB), o Witzel (que atirava na favela, de helicóptero) e ...

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    Jae C. Hong/Shutterstock

    Não peçam o fim dos levantes, diz Alexandria Ocasio-Cortez

    Se você deseja o fim dos levantes, mas não acredita que o acesso à saúde seja um direito humano, se você tem medo de dizer que vidas negras importam, se você tem medo demais para denunciar a brutalidade da polícia, então você não quer o fim das revoltas. Você quer que a injustiça continue e que os seus continuem a apoiar a violência da pobreza, a violência da falta de acesso a moradia, a violência da brutalidade policial e que não se fale mais sobre isso. É isso o que você quer. Então, se você pede por um fim do conflito, é bom você também exigir o acesso à saúde como um direito humano, que você peça mais responsabilidade do nosso sistema policial, é bom você começar a apoiar os conselhos de avaliação da sua comunidade, é bom você apoiar o fim da discriminação habitacional, é melhor você se posicionar ...

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    O PREFEITO BRUNO COVAS (PSDB). FOTO: GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

    Bruno Covas cita protestos por João Pedro e George Floyd: “Racistas não passarão”

    O prefeito da cidade de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), repudiou os assassinatos do menino João Pedro, de 14 anos, no Rio de Janeiro, e de George Floyd, nos Estados Unidos, e afirmou que “racistas não passarão”. A declaração ocorreu nesta quarta-feira 3, durante coletiva de imprensa com o governador João Doria (PSDB). “Embora a gente esteja diante do maior desafio do planeta nos últimos 100 anos, que é a pandemia do coronavírus, mas diante dos recentes acontecimentos, dos assassinatos do menino João Pedro, no Rio de Janeiro, e de George Floyd, nos Estados Unidos, eu me sinto no dever, como prefeito da cidade de São Paulo e como cidadão, de falar sobre racismo”, afirmou. O prefeito declarou que considera os protestos antirracistas nos Estados Unidos e no Brasil como “tocantes” e que trazem uma pauta urgente para a sociedade. Leia Também: Letalidade da Rota cresceu 98% em 2019, segundo Ouvidoria ...

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    (Foto: Geledés)

    Quanto vale a vida de uma pessoa negra?

    Num país que recentemente elegeu como Presidente da República alguém que já comparou pessoas negras a animais e disse que seus filhos não se relacionariam com uma mulher negra porque foram bem educados, rapidamente se chega a uma resposta para a pergunta feita no título desse texto. E ela pode variar entre “muito pouco” e “quase nada”. Mas, como nossa sociedade ainda não se reconhece racista apesar de todas as evidências, façamos o esforço de expor o óbvio ululante à vista de todos, na tentativa de que mais pessoas se levantem contra o preconceito e se tornem agentes na luta antirracista. No Brasil, as desigualdades raciais saltam aos olhos. Estão expostas como feridas abertas por séculos de escravidão e opressão até os dias atuais. No entanto, o enfrentamento ao racismo, que se manifesta das mais diversas maneiras em nosso país, ainda está distante de ser um movimento que envolve grande ...

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    Carta antiviolência racial - (Foto reprodução Phil Roeder via Flickr)

    Mais de 70 entidades LGBT assinam carta antiviolência racial

    Uma carta antiviolência racial veio à tona depois dos recentes assassinatos de negros americanos, incluindo George Floyd, um homem de 47 anos que foi morto após um policial branco chamado Derek Chauvin colocar o joelho no pescoço por oito minutos e 46 segundos. Tony McDade, um homem negro transgênero, também foi morto por policiais brancos na Flórida. Agora, acredita-se que seu assassinato seja a 12ª morte violenta de um transgênero do ano de 2020 nos Estados Unidos. Desde então, protestos e manifestações eclodiram em 140 cidades nos Estados Unidos – e no mundo – contra a brutalidade policial, o racismo e a supremacia branca, com mais de 4000 pessoas sendo presas (em 31 de maio de 2020). “‘Se você é neutro em situações de injustiça, escolheu o lado do opressor. ‘Essas palavras, escritas há mais de 30 anos pelo arcebispo Desmond Tutu, lembram-nos que a indiferença nunca pode superar a ...

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    Viola Davis (Foto: Merrick Morton/20th Century Fox via AP)

    Viola Davis compartilha link de petição que pede justiça no caso do menino João Pedro

    Em meio aos protestos antirracistas que aconteceram no último fim de semana nos Estados Unidos, Viola Davis reforçou a importância do movimento “Black Lives Matter”, que tem por objetivo denunciar e cobrar justiça por mortes de pessoas negras. Além disso, neste domingo (31), a atriz compartilhou o link de uma petição que pede justiça para João Pedro, garoto brasileiro de quatorze anos morto durante uma operação da polícia. Vítima da ação truculenta de agentes, João Pedro brincava na sala de casa quando foi confundido com um suspeito e baleado. O corpo foi levado pela polícia em um helicóptero e a família só conseguiu saber o paradeiro do menino 17h depois, ao encontrá-lo em um necrotério. O caso aconteceu no Complexo do Salgueiro, em maio deste ano, ganhando proporção internacional. #BlackLivesMatter https://t.co/xGLuSDwkdj — Viola Davis (@violadavis) May 31, 2020 A petição tem o objetivo de recolher um milhão de assinaturas que ...

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    Thiago Amparo (Foto: Arquivo Pessoal)

    Negros queimam mito da democracia americana

    Os EUA estão em chamas. Não são somente os prédios que ardem ali. Nas ruas de Nova York, Minneapolis, Atlanta e tantas outras cidades construídas, literalmente, sobre os ossos de escravizados, negros e negras queimam o mito fundante de um país livre e igual. “Os ideais fundadores da nossa democracia eram falsos quando foram escritos. Foram os negros americanos que lutaram para torná-los realidade”, escreveu no ano passado Nikole Hannah-Jones. Reencena-se a violência racial como espetáculo. Hoje e outrora. 1921, Tulsa, Oklahoma. Aviões particulares jogam bombas sobre comércios na chamada Black Wall Street, destruindo dezenas de quarteirões e matando centenas de pessoas negras. 1963, Birmingham, Alabama. Bombas contra líderes de direitos civis eclodem. Protestos são massacrados pela polícia. Uma foto brutalmente icônica mostra um policial com o joelho enforcando uma mulher negra. Semelhança sombria com a cena de George Floyd sendo assassinado em Minneapolis no último dia 25. Da prisão ...

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    Apoiadores do movimento Black Lives Matter protestam em frente ao Portão de Brandembrugo, em Berlim, após a morte de George Floyd em Minneapolis (EUA) no início da semana (Foto: Imagem: Michelle Tantussi/Efe)

    Caso George Floyd: Protestos antirracistas saem dos EUA e chegam a Berlim, Londres e Toronto

    Aos menos três países, além dos Estados Unidos, registraram manifestações antirracistas ontem. Os protestos ocorreram em Berlim (Alemanha), Londres (Inglaterra) e Toronto (Canadá). As manifestações começaram após de um homem norte-americano negro, George Floyd, 46, na última segunda-feira (25), em Minneapolis, no estado norte-americano de Minnesota. Floyd morreu após um policial branco imobilizá-lo com o joelho sobre seu pescoço. Nos EUA, os protestos já duram cinco dias, com atos violentos e três mortes registradas. Em Berlim, a concentração foi em frente à Embaixada dos Estados Unidos. A manifestação organizada por apoiadores do movimento Black Lives Matter (vidas negras importam) reuniu milhares de pessoas, que gritaram frase contra o racismo. Thousands now chanting “black lives matter” in front of the US Embassy in Berlin #GeorgeFloyd pic.twitter.com/Jh65RKhTLo — Carl Nasman (@CarlNasman) May 30, 2020 Em Londres, milhares de pessoas marcharam pelas ruas de Peckham, bairro que reúne grande número de negros e ...

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    Jurema Werneck (Foto: Acervo Geledés Instituto da Mulher Negra/ Alma Preta)

    Opinião: As vidas de George Floyd e João Pedro importam

    A cena chocante do segurança George Floyd, 46, sendo asfixiado pelo policial Derek Chauvin na cidade de Minneapolis, noroeste dos Estados Unidos, é uma grave violação de um direito humano fundamental: a vida. Mais grave ainda perceber que a história se repete e a vítima continua sendo negra. Não só na megapotência norte-americana, como também no Brasil. A cada 23 minutos, morre um jovem negro no nosso país, segundo levantamento feito pela Anistia Internacional na campanha Jovem Negro Vivo. A comoção pelo assassinato de George tomou as ruas em protestos nos estados Minnesota, Geórgia, Kentucky, Nova York, Califórnia, Ohio e Colorado. E ainda que sejam legítimas as manifestações e a indignação tenham razão de acontecer, vimos uso excessivo da força por agentes do Estado contra manifestantes. Jornalistas que praticam o direito à liberdade de expressão e reunião foram presos por simplesmente fazer seu trabalho e o presidente dos Estados Unidos, ...

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    Protesto perto do local da morte de George Floyd, em Minneapolis, com cartaz que diz “Eu não consigo respirar” (Foto: Kerem Yucel – 26.mai.2020/AFP)

    O direito de respirar em um mundo racista

    Não consigo respirar. Mais um homem negro foi assassinado por um policial branco nos EUA, na segunda-feira passada. Menos um homem negro no mundo. Sem ar, erro: escrevo “mais um homem negro foi assassinado…”. Está errado. É preciso dar nomes. Não normatizar genocídios. George Floyd, 46 anos, trabalhador, pagador de impostos, assassinado no último sábado, por um policial branco em Minneapolis, EUA. Suas últimas palavras enquanto era enforcado por seu assassino: – Não consigo respirar. Morreu em 5 minutos. Segundo a medicina forense, uma eternidade dividida em 4 fases. Primeiro, sente-se enjôo, vertigem, sensação de angústia, inconsciência. Dois minutos depois, a medula colapsa, causando convulsão, contrações na musculatura (tanto da face quanto a respiratória) e os relaxamentos dos esfíncteres. A vítima se urina e se defeca inteira. No terceiro minuto, a fase respiratória, o ar que falta. Lentidão e superficialidade dos movimentos respiratórios. Insuficiência ventricular esquerda. O último minuto de ...

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    Jornalista da CNN Omar Jimenez foi algemado enquanto participava de uma cobertura ao vivo em Minneapolis, nos EUA, nesta sexta-feira (29) (Foto: Reprodução Twitter/ CNN)

    Repórter da CNN é detido durante cobertura de protestos em Minneapolis

    O repórter da CNN Omar Jimenez, foi detido nesta sexta-feira (29) durante a transmissão ao vivo dos protestos na cidade de Minneapolis, nos Estados Unidos, mesmo após se identificar como jornalista aos policiais. O produtor Bill Kirkos e o fotógrafo Leonel Mendez, membros da equipe de Jimenez, também foram presos. O repórter Josh Campbell, branco e do mesmo grupo de jornalistas, chegou a ser abordado, mas, diferente de Jimenez - que é negro e latino -, não foi levado para a delegacia. Cerca de meia-hora depois, todos foram soltos. Nesta manhã, cenas caóticas foram vistas na cidade de Minneapolis após a chegada da polícia e o confronto com os manifestantes. Eles protestam pelo terceiro dia contra a morte de George Floyd, homem negro que foi sufocado e morto por um policial branco durante abordagem. Os agentes chegaram a usar gás de pimenta e cassetetes para dispersar a multidão. No momento ...

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    Em Oakland, manifestantes pela morte de George Floyd seguram cartaz com datas e cidades em que homens negros foram mortos por policiais brancos: Oakland, em 2009; Ferguson, em 2014; Baltimore, em 2015; e Minneapolis, 2020. (Foto: Noah Berger/AP)

    4ª noite de protestos nos EUA por morte de George Floyd deixa mortos e centenas de detidos

    Um jovem de 19 anos e um agente federal morreram e centenas de pessoas foram presas nos Estados Unidos entre a noite de sexta-feira (29) e a manhã deste sábado (30). As mortes e as prisões ocorreram durante a quarta noite de protestos contra a morte de George Floyd, homem negro que foi asfixiado por um policial branco e depois morreu em Minneapolis na segunda-feira (25). As manifestações ocorreram em ao menos 30 cidades americanas, segundo a rede de televisão americana CNN. O Cirurgião-Geral dos EUA (cargo oficial cuja indicação cabe ao presidente), Jerome Adams – que é negro –, declarou que "não há uma receita fácil para curar a nossa nação". Também afirmou que os Estados Unidos "precisam reconhecer o impacto do racismo na saúde". "Se as pessoas não conseguem se curar, a dor inevitavelmente acha uma saída", declarou Adams no Twitter. "É por isso que temos que reconhecer ...

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    Arquivo Pessoal

    Utopia para meninos negros

    São Gonçalo (RJ), João Pedro Matos Pinto, 14. João brincava com seus primos no jardim. Com que brincava João Pedro? Imaginemos algo que lhe dê alegria. Ali está João Pedro, brincando de videogame com seus primos. João Pedro corre para lá e para cá no jardim de sua casa. João Pedro se deita na grama e ri. João Pedro ri. João Pedro se pergunta quando voltará pra escola. João Pedro quer mesmo é saber o que teremos hoje para jantar. João Pedro vive. Quero imaginar que os 72 tiros contra casa de João Pedro não o definem. Quero imaginar que os meninos negros mortos têm nome, sonhos e viviam. Vinte e quatro adolescentes foram baleados na Grande Rio; desses, 11 morreram, de acordo com o levantamento de abril do laboratório de dados de violência Fogo Cruzado. Em abril deste ano, aumentaram em 58% os óbitos em operações policiais no RJ ...

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    (Foto: Geledés)

    ‘Gritamos que só tinha criança, e tacaram duas granadas e deram muitos tiros’, diz testemunha da morte de João Pedro

    “A gente foi, deitou no chão, levantou a mão. Matheus começou a gritar que só tinha criança... Aí, eles tacaram duas granadas assim na porta da sala, que quem tava mais perto da porta era eu e João. Aí, eles deram muitos tiros nas janelas." Esse é o relato de um dos adolescentes que estavam na casa onde o menino João Pedro Mattos Pinto, de 14 anos, foi morto. João foi baleado na segunda-feira (18), durante uma operação da Polícia Federal com apoio da Polícia Civil no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. O amigo de João ainda acrescentou: "Assim, a gente saiu correndo pro quarto. Daí os policiais entraram, mandaram a gente deitar no chão e todo mundo calar a boca. As polícias deram tiro no Matheus enquanto ele levava João no carro pro helicóptero pegar ele." O corpo do menino foi enterrado na ...

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    O adolescente João Pedro, morto após ser baleado em ação policial Foto: Reprodução/ redes sociais

    João Pedro: Após horas tentando achar garoto baleado em ação policial no Salgueiro, em São Gonçalo, família localiza corpo em IML

    Filho de uma professora de um colégio particular em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, e de um comerciante da Praia da Luz, bairro naquele mesmo município, o adolescente João Pedro Mattos Pinto, de 14 anos, foi atingido por um tiro de fuzil na barriga na tarde desta segunda-feira, durante uma operação policial no Complexo do Salgueiro. Ele foi levado do local por um helicóptero, mas a família não foi avisada para onde. Foram horas de agonia até que, na manhã desta terça-feira, o corpo de João Pedro foi localizado no Instituto Médico-Legal (IML) de São Gonçalo por parentes. Nesta terça-feira, agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) realizam uma nova operação no Salgueiro. Segundo parentes do menino, ele estava dentro de casa, na ilha de Itaoca, jogando sinuca com primos e colegas, perto da piscina, quando policiais invadiram a casa atirando. Ele teria sido deixado no local pelos ...

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    Imagem retirada do site Pragmatismo Político

    Pai e filho executam jovem negro porque ele praticava exercícios no bairro

    Dois homens brancos, Gregory McMichael e Travis McMichael, pai e filho, mataram um jovem negro de 25 anos a tiros porque o “confundiram com um ladrão”. As informações são da CNN. O crime aconteceu no dia 23 de fevereiro na cidade de Brunswick, na Geórgia (EUA), mas só agora as circunstâncias do assassinato foram esclarecidas. O jovem Ahmaud Arbery estava praticando corrida pelas ruas do bairro de classe-média ‘Satilla Shores’ quando foi parado pela dupla. Pai e filho estariam procurando um homem que supostamente teria participado de um assalto. Uma testemunha filmou o assassinato de Arbery e as imagens surgiram nas redes sociais na última terça-feira (5/5). Wanda Jones, mãe da vítima, diz que o vídeo não deixa dúvidas do que aconteceu. “Meu filho estava praticando sua corrida diária e foi caçado como um animal”. As imagens mostram Arbery se aproximando de uma caminhonete, quando é abordado pelos dois homens brancos – ...

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    Geledés

    Criança morre após ser atingida por bala perdida dentro de casa em Salvador

    Conforme Cicom, vítima tinha 11 anos e morreu após ser atingida por bala perdida, dentro de casa. PM disse que ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. No G1 Geledés Uma criança de 11 anos morreu após ser atingida por uma bala perdida dentro de casa, em Sussuarana, bairro de Salvador, na noite de domingo (15). As informações foram confirmadas pela Polícia Militar e também pelo Centro Centro Integrado de Comunicação (Cicom) da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA). Segundo a PM, guarnições da Companhia de Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) foram até a Rua Santíssima Trindade, após chamados, quando constataram a criança baleada, por volta das 23h. A vítima foi identificada como Dominique Oliveira da Silva. De acordo com o Cicom, a situação aconteceu durante uma troca de tiros do bairro. A família de Dominique, por sua vez, pontou que na hora do tiroteio, ...

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    Mauro Pimentel/Folhapress

    Soares, sobre o recorde de mortes da PM do Rio: “Estatizamos homicídios”

    O porteiro Claudio Henrique de Oliveira foi morto por policiais militares na quinta-feira 12, durante operação na favela do Vidigal, no Rio de Janeiro. Amigos e parentes do rapaz denunciam que, ao contrário do que alegam as autoridades, ele não era traficante e não estava armado. Na ação, quatro pessoas foram mortas. Por Chico Alve, da UOL  Luiz Eduardo Soares (Foto: Mauro Pimentel/Folhapress) Testemunhas dizem que os PMs chegaram atirando, sem qualquer preocupação de evitar atingir inocentes. Além dos parentes de Oliveira, a família do carregador Marcos Guimarães da Silva, também morto na mesma ofensiva, garante que ele não tinha envolvimento com o crime. Os mortos no Vidigal se somam à impressionante relação de vítimas que nos últimos meses perderam a vida durante ações da polícia fluminense. Essa estatística chegou ao topo em 2019, com 1.686 mortes. A tática de enfrentamento determinada pelo governador Wilson Witzel, ...

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    Geledés

    ‘Não desejo a dor que estou sentindo para ninguém’, diz irmã de Anna Carolina, menina morta por bala perdida no sofá de casa

    Ana Beatriz Pontes, estudante de serviço social, de 21 anos, não sabe como lidar com a morte da irmã, a menina Anna Carolina, de 8 anos, atingida por uma bala perdida na cabeça enquanto assistia televisão com a família na sala de casa, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O tiro que acertou a garotinha, nesta quinta-feira, entrou pelo telhado de amianto, passou pelo forro de PVC, cruzou uma porta e ainda resvalou na parede antes de matar Anna. Por Cecília Vasconcelos, do Extra Geledés Além de enfrentar a própria dor, a universitária tem buscado dar suporte à mãe, Ana Claudia Souza, após a tragédia. Em uma rede social, Ana Beatriz disse ainda não acreditar no que aconteceu. "Eu não estou conseguindo acreditar e não sei de onde tirar forças para segurar a minha mãe", escreveu a jovem. Ana completa dizendo que não deseja à ninguém ...

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