terça-feira, janeiro 26, 2021

Tag: #BlackLivesMatter

“A lógica racista naturaliza e romantiza a violência sofrida pela população negra”

De uns tempos pra cá me pus a observar um pouco mais as facetas do comportamento humano e chego a conclusão óbvia de que vivemos numa dualidade. O ano era 2012 quando fui apresentada à obra coreográfica de Marcela Levi e Lucía Russo, chamada Natureza Monstruosa. Com micronarrativas, a animalidade humana é exposta na sua forma mais pura e terrível e fala sobre o quanto nosso lado monstruoso nos assombra e é ativado em momentos comuns do cotidiano. Mas até que ponto essa monstruosidade é algo inconsciente? Ou será que damos lugar a ela quando invisibilizamos algo que não é inerente ao interesse pessoal? Pois bem, acho que primeiro vale uma ilustração bem básica, uma comparação que até certo ponto faz sentido. Por exemplo, o comportamento de um cachorro: animal sem racionalidade considerada que é capaz de ver outro da mesma espécie morto, putrificado e não ser impactado por isso. ...

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Protesto contra mortes de Ágatha e de outras crianças ocorreu em frente à Alerj, no centro do Rio / Eduardo Miranda/Brasil de Fato

“Parem de nos matar”, pedem moradores em ato no Rio contra morte de Ágatha, de 8 anos

Movimentos populares, civis, lideranças e moradores de favelas, estudantes e professores do ensino médio e universitário participaram de um grande protesto em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), nesta segunda-feira (23), contra a morte de Agatha Vitória Sales Félix, de oito anos. A menina foi vítima de um tiro de fuzil da Polícia Militar, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, na última sexta-feira (20). “Exigimos justiça pela Ágatha, não vamos deixar que ela vire mais uma nas estatísticas”, afirmou Daniele Félix, tia da menina, sendo acompanhada por um coro de pessoas presentes no ato. A tia de Ágatha estava acompanhada de outros familiares e disse que os pais da menina, que não foram ao ato, “estão destruídos”. “Somos vítimas da violência do Estado do Rio de Janeiro. Repudiamos essa situação de insegurança e terrorismo do governador contra as comunidades. Ele está nos forçando a ...

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Geledés

Polícia não chegou à autoria do crime em nenhum dos casos de crianças mortas por balas perdidas este ano

Além do caso de Ágatha, três meninos e uma menina foram baleadas em 2019, mas apenas um inquérito foi concluído Por Vera Araújo, do O Globo Geledés Em nenhuma das investigações das quatro crianças mortas este ano, antes do caso de Ágatha Vitória Sales Félix, de 8 anos, a Polícia Civil chegou à autoria. Segundo dados da Secretaria de Estado da Polícia Civil, no homicídio mais antigo dos cinco, o da menina Jenifer Cilene Gomes, de 11 anos, morta em fevereiro, a vítima teria sido atingida durante troca de tiros entre "traficantes de facções rivais", numa comunidade no bairro da Triagem. A polícia informou que, "até o momento", não há indícios da participação de policiais. Jenifer estava na porta do bar da família, na Triagem, quando foi atingida por uma bala perdida. Na época, parentes da menina acusaram policiais militares. Em 2012, dois irmãos de Jenifer ...

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Geledés

Ágatha, 8, a mais nova vítima da violência armada que já atingiu 16 crianças no Rio neste ano

Menina morreu na noite de sexta, com um tiro nas costas, quando estava dentro de uma kombi no Complexo do Alemão, zona norte da cidade Do EL PAÍS Geledes A morte da menina Ágatha Félix, de 8 anos, durante uma operação policial no Complexo do Alemão, voltou a despertar a indignação contra a violência que assola as periferias do Rio de Janeiro, onde traficantes, agentes policiais e milícias travam uma guerra que se arrasta há anos. A menina estava dentro de uma Kombi junto com a avó, e voltava para casa na comunidade da Fazendinha, na sexta-feira à noite, quando foi baleada nas costas. Ágatha chegou a ser levada às pressas para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, mas não resistiu ao ferimento. De acordo com a plataforma Fogo Cruzado, Ágatha foi a 16º criança vítima de violência armada neste ano no Grande Rio, e ...

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Geledés

#ACulpaEDoWitzel: Assassinato de menina de 8 anos no Alemão causa revolta nas redes

Morte de uma menina de apenas 8 anos, vítima de um disparo de fuzil feito por um PM no Complexo do Alemão, vem em meio a inúmeras mortes em comunidades, em decorrência de operações policiais, que entraram em escalada desde que Witzel assumiu como governador do RJ Da Revista Fórum Imagem: Geledés 'A morte de Agatha Félix, de apenas 8 anos, gerou revolta nas redes sociais na manhã deste sábado (21). A criança morreu na madrugada em decorrência de um tiro de fuzil que, segundo moradores da favela da Fazendinha, no Complexo do Alemão (RJ), teria sido efetuado por um PM. De acordo com relatos de testemunhas, Agatha estava dentro de uma Kombi, indo para casa, quando foi atingida por um tiro que teria sido disparado por um policial da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). O agente teria desconfiado de um motociclista e disparou, acertando, porém, ...

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Morre criança de 8 anos baleada pela PM no Complexo do Alemão

A política de segurança pública do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, fez mais uma vítima: Agatha Félix, criança de 8 anos que foi baleada na favela Fazendinha, do Complexo do Alemão, morreu na madrugada deste sábado (21). De acordo com relatos de testemunhas, Agatha estava dentro de uma Kombi, indo para casa, quando foi atingida por um tiro que teria sido disparado por um policial da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). O agente teria desconfiado de um motociclista e disparou, acertando, porém, a criança dentro do veículo. Ela chegou a ser socorrida no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, Zona Norte de Rio de Janeiro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. “Quem tem que dar informações é quem deu o tiro nela. Matou uma inocente, uma garota inteligente, estudiosa, obediente, de futuro. Cadê o policiais que fizeram isso? A voz deles é a arma. Não é a ...

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11 a cada 100 mortes violentas intencionais foram provocadas pelas Polícias

Na obra Homo Sacer: o poder soberano e a vida nua, Agamben pontua o conceito do que é o Homo Sacer. Homem sacro é “aquele que o povo julgou por um delito; e não é lícito sacrificá-lo, mas quem o mata não será condenado por homicídio.” Por Maciana Freitas e Souza, do Justificando Desse modo, a vida do homo sacer está exposta à violência da morte dado uma política estrutural fundada numa exclusão da vida. A lei possui, assim, a estrutura da exceção. O pensamento de Agamben relaciona-se à perspectiva da biopolítica, trabalhada nas obras de Foucault, na qual o poder se configura como direito de vida e de morte, e como esse direito é assimétrico. Para compreendermos o sentido da exclusão política fundamental de que nos fala Agamben, o 13ª Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2019, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) com auxílio do Instituto de ...

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Imagem: Geledés

PM flagrado dando cascudo em suspeito será punido, diz comandante

Durante operação no Jacarezinho, Globocop mostrou agressão a homem imobilizado. Quatro pessoas morreram e três foram feridas, entre elas um policial. No G1 Imagem: Geledés O policial militar que deu um cascudo em um suspeito durante uma operação no Jacarezinho, Zona Norte do Rio, nesta segunda-feira (16) será punido. Na operação, quatro pessoas morreram e três foram feridas, entre elas um policial atingido por estilhaços. Os feridos foram levados para o Hospital Salgado Filho, no Méier. Uma arma foi apreendida. O flagrante da agressão foi feito pelo Globocop no Bom Dia Rio. Um homem detido estava imobilizado quando recebeu o soco na cabeça. Em nota, o comandante do Batalhão de Choque do RJ, coronel André Batista, afirmou lamentar a “atitude indesejada”. “Lamento que todo esforço para o êxito seja posto em xeque pela atitude indesejada de um policial”, afirmou Batista. “Não há por que dar cascudo ...

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Favela da Maré. (Foto: Getty Images/AFP/V. Almeida)

A violência não é normal… O uso da força contra a população das favelas não é normal…

Redes da Maré se manifesta sobre operação policial no Conjunto de Favelas da Maré, no Rio de Janeiro, ocorrida em 06 de setembro de 2019 No Redes da Maré Favela da Maré. (Foto: Getty Images/AFP/V. Almeida) A violência não é normal ... O uso da força contra a população das favelas não é normal ... O Estado matar não é normal ... Viver é Normal ... Essa poderia ser qualquer sexta-feira de qualquer mês ou ano. Mas foi o dia 06 de setembro de 2019. O dia que um grupo de crianças e adolescentes moradoras de algumas das 16 favelas que formam a Maré, acompanhadas por mães e educadores da Redes da Maré, foram à Bienal do Livro, no espaço Riocentro, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Essa era a primeira vez que algumas dessas pessoas participavam de um evento literário do porte da ...

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Imagem: Geledés

Proporção de negros, pardos e adolescentes cresce entre mortos pela polícia no Rio

A proporção de negros e pardos entre os mortos pela polícia no Rio cresceu em 2019. Microdados do Instituto de Segurança Pública (ISP), obtidos pelo EXTRA via Lei de Acesso à Informação, revelam que, juntos, negros e pardos representam 78,4% — 342 de um total de 436 — das vítimas de homicídios decorrentes de intervenção policial no primeiro trimestre do ano. No mesmo período do ano passado, o percentual era de 71,5%. Por outro lado, a proporção de brancos vítimas de homicídios em confrontos caiu de 17,9% para 12,8%. Por Rafael Soares, do Extra  Bope matou nove homens numa casa no Fallet em fevereiro Foto: Pilar Olivares / Reuters Os irmãos Victor Hugo e Roger dos Santos Silva, de 16 e 18 anos, fazem parte dessa estatística. O mais novo é negro, o mais velho, pardo. Os dois foram mortos por PMs do Batalhão de Choque ...

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Essas e as outras 6.800 chicotadas

Dentro de uma unidade da rede de supermercados Ricoy, na zona sul de São Paulo, um adolescente negro de 17 anos foi chicotado em vídeo produzido por seus próprios torturadores. Pause por um minuto. Pondere o que comunica a violência, e para quem. Pense no poder da imagem. Do corpo negro adolescente fazemos um palco para o espetáculo da violência: curtido, compartilhado, desumanizado. Não é apenas o corpo negro nu que os torturadores querem açoitar. Filmando-no, querem destituí-lo de sua própria humanidade. No estado de São Paulo, entre 2008 e 2017, 6.800 adolescentes entre 15 e 19 anos foram vítimas de homicídio, sendo que a probabilidade de um adolescente negro ser morto é 75% maior do que a de um adolescente branco. Apesar dos avanços em São Paulo na redução de homicídios da população em geral neste período (15,3 para 10,6/100 mil habitantes), adolescentes tem sido mortos a proporções ainda ...

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PAREM DE NOS MATAR - imagem Geledes Instituto da Mulher Negra

Não há mais urgente debate no país que o genocídio da juventude negra

Enquanto a classe média não cair em si para entender o drama da situação, seguirá alienada e reproduzindo outras violências Por  ANA INÊS ALGORTA LATORRE, da Carta Capital    PAREM DE NOS MATAR - imagem Geledes Instituto da Mulher Negra Ao acordar, leio estarrecida mais uma notícia sobre a letalidade policial no Rio de Janeiro. Do início do ano até maio, 434 pessoas – sim, 434 vidas humanas – foram mortas pela polícia carioca, o maior número em 21 anos, e segue crescendo. Enquanto isso, ao invés de manifestarem preocupação com a situação, que seria o mínimo a esperar delas, as autoridades estaduais e federais seguem prometendo o aumento no número de mortes. Fico sabendo de Gabriel, Elisabeth, Dyogo. Mortos aos 18, 17, 16 anos, todos jovens negros moradores de favelas do Rio. Dyogo foi morto pelas costas com um tiro de fuzil. Elisabeth recebeu dez ...

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Foto: PBS

“Não consigo respirar”: Após cinco anos, policial é demitido por matar Eric Garner asfixiado

Caso originou os protestos conhecidos como Black Lives Matter, que exigiam responsabilidade de policiais por mortes de negros desarmados no Metropoles Foto: PBS Depois de cinco anos de investigações e protestos, o Departamento de Polícia de Nova York destituiu o agente acusado de aplicar um golpe proibido e matar por asfixia um cidadão negro cujos gritos de que “não conseguia respirar” provocaram um debate nacional sobre o uso da força policial nos EUA. O caso originou os protestos conhecidos como Black Lives Matter (As vidas negras importam), que exigiam que os policiais fossem responsabilizados pelas mortes de cidadãos negros desarmados em custódia ou no momento de uma prisão. O comissário da Polícia de Nova York, James O’Neill, disse à imprensa que o agente Daniel Pantaleo foi demitido da instituição pela morte do vendedor ambulante Eric Garner, ocorrida durante uma abordagem em 2014. A demissão de Pantaleo ...

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RJ - VIOLÊNCIA/RIO/OPERAÇÃO - GERAL - Movimentação policial no Morro da Mineira, no Rio, na manhã desta sexta- feira, 27. As forças de segurança do Rio de Janeiro realizam duas operações nesta sexta-feira, 27, em comunidades do centro e da zona norte da capital fluminense. A maior delas, em busca de traficantes envolvidos na invasão da Rocinha, começou por volta das 3h30 nos morros do São Carlos, Zinco, Querosene e Mineira, na área central. 27/10/2017 - Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

“Estamos vivendo a estatização dos homicídios no Rio”, diz Pedro Abramovay

O governador Witzel deu um duplo twist carpado argumentativo ao dizer que são os defensores de direitos humanos os responsáveis pelas mortes de inocentes causadas pelas polícias.  Por Pedro Abramovay, do Justificando  Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO Ele disse que, como quem defende direitos humanos não quer a polícia atire em quem tem fuzil, a polícia acaba matando inocentes. O argumento evidentemente é desses delírios para confundir o debate público. Mas há algo de revelador, além da má-fé de quem comanda a desastrosa política de segurança do Rio.  A Polícia está mesmo assumindo um protagonismo nos assassinatos no Estado. Estamos vivendo um fenômeno que pode ser chamado de estatização dos homicídios. Apesar do governo divulgar que houve uma redução nos homicídios em 25%, o número de pessoas assassinadas segue praticamente igual no Estado. É que na verdade houve uma redução no número de homicídios cometidos por não policiais ...

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Policiais militares fazem operação na Vila do João, uma das comunidades da Maré, no dia 6 de fevereiro. REDES DA MARÉ (FACEBOOK)

Uma ação mais humana por outra Maré é possível

O momento que vivemos chama atenção pela profusão de acontecimentos dramáticos que atravessam o nosso cotidiano. Mal conseguimos digeri-los e logo nos vemos diante de novos fatos a nos desafiar. Estamos, sem dúvida, diante de uma onda que nos exigirá intensa força e vigor para resistir a tempos que pensávamos já termos superado no Brasil. A maioria de nós certamente não imaginava que teríamos de nos articular para não perder o fio leve de democracia que se esboçava, neste país, desde o fim da ditadura, na década de 80. No Estado do Rio de Janeiro, numa perspectiva ainda mais peculiar, temos experimentado tempos nunca vividos em relação ao aumento de violências no que concerne ao seu quantitativo e à sua forma de se materializar. As favelas e as periferias são as áreas onde essas violências se manifestam de forma enfática, num processo que se aprofunda ao longo do tempo, independente de algumas experiências, como ...

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(Foto: Ilustração Carlos Latuff)

O país que mata seus Pelés

O Brasil matou Pelé – não o Edson Arantes dos 1.281 gols, mas os novos, os do futuro, meninos pobres e pretos exterminados sistematicamente nas comunidades populares e periferias. O país que um dia foi do futebol consolida-se como o das mortes de negros e negras, incontáveis talentos potenciais sacrificados pela escolha do genocídio. Jovens que se vão aos milhares, na covardia dos tiros desferidos a esmo, no jogo sangrento e sem fim. O Brasil teima em sacrificar os que vêm das quebradas, ceifando vidas em escala industrial, jogando fora seu futuro, aprisionando-se num presente perpétuo de covardia e mediocridade. Morrem quase todos pretos e pobres, na indústria da brutalidade, referendada pelas urnas de 2018, como certificado do DNA homicida de toda uma sociedade. É ele que aperta o gatilho sem dó nem piedade. Nesta semana no Rio de Janeiro, foram-se dois potenciais craques de bola – Dyogo Costa (apelidado ...

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Nota Pública ao governador e ao presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro 16/8

Nota pública  16/8/2019 Do Redes da Maré  (Foto: Imagem retirada do site Redes da Maré) Hoje dia 16/8, em uma evento oficial, o  governador do Estado do Rio de Janeiro mostra, mais uma vez, seu total desrespeito pelos moradores de favelas, em especial às crianças, quando afirma de forma leviana que as cartas onde elas falam da violência que vivenciam diariamente são o fruto da manipulação dos grupos criminosos. Por outro lado, não assume sua responsabilidade pela escalada de violência e morte causadas por sua política de segurança que tem como método a violência e a morte. Suas declarações chocam pela agressividade, irresponsabilidade e total falta de preparo para o cargo que exerce. A Redes da Maré se coloca a favor da vida e defenderá sempre os direitos dos moradores e o Estado democrático de direito. Nota pública 15/8/19 A mobilização que resultou nas 1509 cartas ...

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Em 80 horas, cinco jovens sem ligação com o crime são mortos no RJ

As mortes de pessoas que não estão ligadas ao crime somam números que crescem de forma acelerada no Rio de Janeiro Por Rodrigo Melo, do Correio Braziliense  Geledés Os sonhos de mais um jovem em brilhar nos campos de futebol do Brasil e do mundo foram abatidos pela força da bala de um fuzil, no que integrantes das forças de segurança do estado de Rio de Janeiro chamam de ‘efeito colateral’ da guerra contra o tráfico de drogas. Dyogo Costa Xavier de Brito, de apenas 16 anos, foi morto durante uma operação da Polícia Militar que acabou em confronto entre a militares e traficantes, anteontem, na comunidade da Grota, em Niterói. O corpo do garoto foi enterrado ontem, sob protesto pacífico nas proximidades do Cemitério São Francisco Xavier – no dia da morte, um ônibus foi incendiado. Familiares acusam um policial de ter atirado no adolescente ...

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