Tag: Carnaval

    Foto: Flávio Florido

    “Mas é Carnaval, vadia!” – 5 coisas que fazem de você um idiota na folia

    Dedicado ao rapaz que não aceitou um “não'' em um bloco de carnaval, na tarde deste sábado (6), provocando ira, raiva e vergonha alheia em quem observava a cena: Foto: Flávio Florido por Leonardo Sakamoto no Blog 1) O significado de “não'' é “não''. Não é “talvez'', muito menos “quem sabe'' ou ainda “insiste que pode rolar''. Um “não'' não te diminui como pessoa, faz parte da vida. Mas deixar de aceitá-lo, faz de você um idiota. 2) Usar frases como “Onde você acha que vai vestida assim?'', “A culpa não é minha, olha como você tá vestida!'', “Se saiu de casa assim, é porque está pedindo'', “Mas é carnaval, vadia!'', “Quem está aqui sozinha é porque quer isso'' e “Me dá um beijo que eu te solto'' faz de você um idiota. 3) Chamar mulheres, em qualquer circunstância, de “prostitutas'' e “vadias'' como xingamento genérico para ...

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    Timbalada para o trio e dá bronca em folião que bateu em mulher

    O cantor Denny se revoltou ao avistar a cena de cima do trio na noite deste sábado, 6; assista ao vídeo! por Lucas Pasin do Ego     Denny, vocalista do Timbalada, teve que interromper seu trio elétrico na noite deste sábado, 6, quando, por volta das 23h30, um folião arrumou briga no bloco e agrediu uma mulher. O cantor o chamou de covarde e parou de cantar. "Para tudo, seu otário. Vem bater em mim. Quem bate em mulher é muito otário", protestou Denny, que foi aplaudido por seu público.

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    Paródia escancara objetificação da Globeleza: E se o carnaval fosse ao contrário?

    O Quadrinhos Ácidos fez um vídeo para problematizar a objetificação da mulher presente na figura da Globeleza. no HuffPost Brasil O vídeo deixa claro como seria impossível que tivéssemos um "Globelezo" sambando nu, com o corpo pintado, nas vinhetas de carnaval da Rede Globo. Na sátira, o homem que, normalmente, não se chocaria ao ver uma mulher só de tapa-sexo na televisão, treme em frente à TV ao ver as partes íntimas do "Globelezo" balançando na tela. Leia a matéria :   Por que mulheres estrangeiras se indignaram TANTO com vídeo da Globeleza?  A “mulata Globeleza” é o retrato de um mundo velho e racista. Por Marcos Sacramento 

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    Foto: Flávio Florido

    “Por favor, me dá um beijo”: Formas de sentir vergonha alheia no Carnaval

    Detesto sentir vergonha alheia. Foto: Flávio Florido por Leonardo Sakamoto no Blog Aquela vontade de cobrir o rosto e se esconder ao ver outro ser humano se afundando copiosamente e alegremente na lama e, impotente, não poder fazer nada para poder ajudá-lo. Dar um toque talvez? O problema é que consciência é algo que pode até ser fomentado com informação, mas se desenvolve só, via reflexão pessoal. Prefiro eu mesmo passar uma vergonha do que sentir vergonha alheia por conta do que esse sentimento patético em loop provoca. Por exemplo, uma cena recorrente que presencio no carnaval é uma sequência de nãos seguida de um pedido “por favor, me dá um beijo'', normalmente com um sujeito que vai pegando no corpo da outra pessoa sem autorização. Dignidade? Ninguém sabe, ninguém viu. Sabe o fundo do poço? Pois bem, lá tem um alçapão onde esse pessoal consegue ...

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    Destaque da Vai-Vai Alexandra Loras fala sobre racismo: ‘Ricos veem negros como empregados’

    Alexandra Loras, consulesa da França, foi destaque do abre-alas da Vai-Vai. A escola desfilou na madrugada deste sábado (6) no Anhembi com o enredo Je Suis Vai-Vai: Bem-vindos à França! por Ana Carolina Castro no M de Mulher O desfile marcou o início das atividades do último ano no posto de consulesa da França. Em 2013, ela desembarcou no Brasil com o marido, Damien Loras, para representar o país do presidente François Hollande. O trabalho tem duração de três anos e em agosto o casal retorna a Paris. No entanto, sua atuação no Brasil não se limita a um papel figurativo. Ela realiza trabalhos voluntários com refugiados haitianos na capital e em abril, lança em parceria com o historiador Carlos Eduardo Dias Machado o livro Gênios da Humanidade: Ciência, Tecnologia e Inovação Africana e Afrodescendente. Em entrevista a VEJA, ela revelou que sua estadia no Brasil foi marcada por incidentes de preconceito – ...

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    Universitária denuncia assédio e agressão em bar da Vila Madalena

    Mesa de bar, véspera de Carnaval, cerveja gelada e a conversa em dia. Poderia ser um programa perfeito para qualquer pessoa, a não ser que você seja mulher e tenha que lidar todos os dias com situações misóginas. De Ana Beatriz Rosa do Huffpost Brasil As festas mal começaram, e as denúncias sobre abusos já tomam conta das redes sociais. No Facebook, uma jovem postou um relato narrando a violência sofrida em um dos principais bares da capital paulista:o Quitandinha, na Vila Madalena. A universitária Júlia Velo estava com amigos curtindo a noite da quinta-feira (4), até que os meninos resolveram fumar. A jovem continuou na mesa com mais uma amiga até que dois homens desconhecidos se sentiram no direito de invadir a mesa das garotas, afinal, cadeira vazia e mulher sozinha só pode ser um convite, não é mesmo? Só que não. As jovens não demonstraram interesse na conversa ...

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    ‘Pegação com respeito’: Mulheres se mobilizam por carnaval sem assédio

    Uma rodinha de homens em volta de uma mulher, que só pode sair dali após beijar todos; uma "gravata" no pescoço e a moça só pode se desvencilhar depois de "pegar" o autor do golpe; um puxão de braço ou cabelo para "atrair" a foliã e roubar um beijo. por Renata Mendonça do BBC Brasil Atitudes como essas poderiam ser vistas como assédio ou abuso no dia a dia - mas são comuns no Carnaval. Recentemente, porém, grupos de mulheres se uniram para combatê-las e promover uma festa com respeito ao "direito de escolha". "Não é para acabar a pegação. É só para ter respeito", afirma Lia Marques, uma das criadoras da campanha Apito Contra o Assédio, que distribui apitos para mulheres nos blocos de São Luiz do Paraitinga, um dos maiores carnavais do Estado de São Paulo. "Sou super a favor da pegação, desde que as duas pessoas envolvidas ...

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    Musas do Carnaval denunciam conivência de escolas de samba com assédio

    É dura a vida de quem trabalha com a beleza: homens desrespeitam, tocam sem permissão. Além de tudo, organizadores de eventos aconselham modelos a “serem simpáticas” com abusadores por Nana Queiroz de AZ Mina Ela é uma mina boa-praça, calma, cristã – até acredita no princípio de “dar a outra face”. Mas quando o camarada evoluiu de colocar pau de selfie embaixo da saia dela e das colegas de trabalho para tentar tocá-las sem permissão, atingiu o limite de sua paciência. A modelo Pércia Meneses, 30, ajeitou a direita, acertou um golpe no meio da cara do abusado e quebrou o nariz dele sem sentir remorso algum. Algumas pessoas pedem. Desde cedo na vida, Pércia chamou a atenção por suas curvas acentuadas e rosto de boneca. Começou a trabalhar como “musa” em eventos, desfiles e presença VIP em camarotes há 12 anos, mas nunca se acostumou a ser tratada como se ...

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    Denúncias de racismo terão atendimento diferenciado na Ouvidoria Geral durante Carnaval

    As denúncias serão registradas através do Sistema TAG, software criado para o registro e gerenciamento online dos atendimentos realizados pela ouvidoria, e direcionadas. no Sepromi Durante o Carnaval, a Ouvidoria Geral do Estado (OGE) realizará atendimento diferenciado aos cidadãos em casos de racismo e intolerância religiosa. As denúncias serão registradas através do Sistema TAG, software criado para o registro e gerenciamento online dos atendimentos realizados pela ouvidoria, que serão direcionadas à Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) e demais órgãos da Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa. O serviço faz parte das ações do Governo do Estado de enfrentamento ao racismo no Carnaval de Salvador. Os foliões poderão entrar em contato no 0800 284 0011 entre quinta (4), das 8h às 18h, e terça (9), das 12 às 18 horas, e no (71) 3117-7448 entre quinta (4) e terça (9), das 14h às 18h. Também poderão ...

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    9 diferença entre “paquera” e “assédio” para usar neste carnaval

    Beijos à força, puxões no cabelo, passadas de mão e outras investidas sem consentimento não podem ser encaradas como parte do Carnaval. Com o objetivo de acabar com o clima de vale-tudo na folia, a Revista AzMina em parceria com os movimentos ‪#‎AgoraÉQueSãoElas‬, Vamos Juntas? e Bloco das Mulheres Rodadas e com o Catraca Livre lançaram um guia didático com as diferenças entre "paquerar" e "assediar". A ação faz parte da campanha #CarnavalSemAssédio. Por Líria Jade no EBC Creative Commons - CC BY 3.0 - Guia didático da diferença entre paquera e assédio 01 AzMina A diretora-executiva da Revista AzMina, Nana Queiroz, explica que a campanha é um grito por mudança e tem várias frentes, desde a conscientização virtual até ações no mundo real. “A campanha é uma parceria entre várias mulheres incríveis de vários grupos e coletivos que cansaram de ter que passar raiva e medo durante o Carnaval e decidiram agir. ...

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    Angolana é a primeira estrangeira à frente da bateria da Pérola Negra

    Ninguém pode dizer que ela não se impõe. “Deixe-me ser eu. Assim lhe dou um rosto até mais bonito”, diz ela em forte sotaque lusitano –incomodada com o “faz pose, desfaz pose”–, ao fotógrafo da *Folha* Eduardo Knapp. Por EMILIO SANT’ANNA, do BLOG ALALAÔ “Tá bom, mas deixa eu ser o fotógrafo e a gente chega a um acordo”, responde ele. Ninguém pode dizer, pelo menos, que a angolana de Benguela não está sempre tentando. Do alto do seu 1,63 m, Carmen Mouro, 38, é dona de um temperamento forte e –mais importante e lucrativo– de seis lojas de grife e do maior spa de Angola. É também o que se pode  chamar de “self-made woman”, alguma coisa como uma mulher que se deu bem  graças ao próprio esforço. Quando entrar na passarela do Anhembi, às 23h15, da sexta-feira (5), será a primeira estrangeira a desfilar como rainha de bateria de uma ...

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    Girl dancing in carnival, Rio de Janeiro, Brazil

    Assédio é tão comum no Carnaval quanto confete e serpentina

    Do fiu fiu à misoginia: desfilando pelo Carnaval, os homens que não amavam as mulheres Tem alguns temas que são muito chatos. por Mariana Mazzini no HuffPost Brasil "Vocês, feministas, não se cansam de falar de violência?", provocava um conhecido, em um desses dias que correm soltos por aí. "Sim, a gente se cansa", respondi. "Eu acho muito chato falar de violência. Mas pior ainda é sofrer calada. Legal vai ser quando a gente puder parar de falar dela, porque não tem mais nenhum homem praticando uma violência contra uma mulher", completei, visivelmente mal-humorada. É mais ou menos assim que me senti quando vi circulando o material da campanha "‪#‎CarnavalSemAssédio", ‬parceria da revista AzMina, do #AgoraÉQueSãoElas, Vamos Juntas?, dentre outras mulheres e coletivos feministas. Me lembrou um pouco a campanha "Chega de Fiu Fiu", criada pela Think Olga. Em ambos os casos, uma mulherada tão bacana envolvida que eu não preciso nem conhecer, ...

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    “Ativismo que cola”: jovens vendem tatuagens feministas para o carnaval do DF

    Estampas trazem frases como "Meu corpo, minhas regras" e "Não é não" Por  Marianna Holanda, do Correio Braziliense  Nos blocos de pré-carnaval em Brasília deste fim de semana, duas garotas passavam com um quadro de tatuagens temporárias e um spray d’água. O objetivo das designers Gabriela Alves e Luciana Lobato com o "ativismo que cola" era vender 14 tipos diferentes de estampas feministas. "No Carnaval, as pessoas bebem e acham normal ficar puxando pelo braço, pelo cabelo, e não é. Álcool não é desculpa para tudo. E no momento em que você coloca uma tatuagem com mão falando que não é obrigada, de alguma forma, você está coibindo isso", explica Carolina Ferrare, a produtora e terceira idealizadora. As tatuagens da Conspiração Libertina trazem frases como "Meu corpo, minhas regras" e "Não é não". Há também algumas do movimento LGBT, como o unicórnio com a legenda "boy magia". ...

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    Silas de Oliveira: o compositor de alguns dos mais belos sambas-enredo de todos os tempos

    Sambista fundador da escola de samba Império Serrano, freqüentava rodas de samba desde pequeno, em Madureira, apesar da resistência do pai, que era pastor protestante. no Radio Batuta e CliqueMusic Fez amizades com sambistas da região e acabou se firmando como um dos grandes nomes do samba principalmente nas décadas de 50 e 60. Notadamente, Silas de Oliveira foi peça fundamental para a consolidação do formato de samba-enredo utilizado até hoje. Compôs diversas músicas em parceria com Mano Décio da Viola, companheiro de fundação da Império (que antes era Prazer da Serrinha), escola para a qual escreveu 16 sambas-enredo, 14 dos quais cantados no desfile oficial. Silas de Oliveira compôs alguns dos mais belos sambas-enredo de todos os tempos (casos de Aquarela brasileira e Heróis da liberdade) e se firmou como o mestre maior do gênero. O Império Serrano desfilou 14 vezes com composições suas. E ele também era bom em outros tipos de ...

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    Bloco Rolezinho das Crioulas ocupa Vila Madalena

    Em sua terceira edição, bloco leva cultura negra para as ruas com marchinha homenageando o multi-artista e produtor negro Paqüera, presidente do Samba da Vela Enviado por Juliana Gonçalves para o Portal Geledés  O bloco Rolezinho das Crioulas está pronto para ocupar mais uma vez as ruas da Vila Madalena com muito samba de exaltação à cultura negra. Em sua terceira edição, no dia 31 de janeiro, o bloco vai homenagear José Alfredo Gonçalves, conhecido como Paqüera, multi-artista e produtor que tem sua história marcada por passagens em diferentes atividades artísticas e militantes. A concentração do bloco será a partirdas 12h, no Jongo Reverendo, na Rua Inácio Pereira da Rocha, 170, esquina com a Rua Fradique Coutinho. A saída está prevista para 13h. “A Vila Madalena se tornou um importante pólo cultural paulistano e tem aberto cada vez mais espaço para manifestações carnavalescas. ORolezinho das Crioulas surgiu para ocupar as ruas com a estética e cultura negra, inspirado nos movimentos de ocupação da juventude negra em espaços privados”, ...

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    No fio de Maria Navalha: mulheres negras, liberdade e Carnaval

    Nota pós-publicação: a autora da música "To nem aí" é Luka e não Kelly Key, ao que tudo indica pelas fotografias disponíveis uma mulher negra. Uma compositora da qual nunca mais ouvimos falar... Agradeço a Giovani Rocha pela informação. Por Giovana Do Preta dotora Entre uma infinita agenda de atividades, dentre elas a conciliação das férias de verão (um verão chuvoso e duvidoso!) do Peri e do Álvaro com o trabalho pós-greve na UFRJ, tenho tido vontade de escrever sobre três temas: 1. “Por que mulheres estrangeiras se indignaram TANTO com o vídeo da Globeleza?”; 2. Por que Viviane Araújo causou no ensaio técnico do Salgueiro fantasiada de Maria Padilha? e 3. Por que Val, “a empregada doméstica de Que horas ela volta é vista como fantasia na Europa?”. E hoje, nas poucas horas que bravamente conquistei para ficar a sós com meu laptop, comecei a pensar que, apesar de aparentemente ...

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    Elza Soares se apresentará às 20h, na Praça da República / Divulgação

    Bloco afro homenageia e recebe Elza Soares em SP

    Junto com a cantora, grupo de mulheres se reunirá na Praça da República no início de fevereiro Do Diário SP Online O Bloco Afro Ilú Obá De Min, composto apenas por mulheres, homenageará em seu Carnaval de 2016 a cantora Elza Soares. O grupo sairá da Praça da República, no próximo dia 5 de fevereiro (sexta-feira), às 21h, e passará pela Avenida São Luiz e Rua Xavier de Toledo, até chegar à Praça das Artes. Antes disso, às 20h, a cantora eleita como a voz do milênio pela BBC de Londres fará uma participação especial no show do bloco montado na Praça da República, onde as componentes se concentram, e em seguida participará de parte do cortejo, formado por danças e cantos em Yorubá dos terreiros de Candomblé e de diversas manifestações da cultura afro-brasileira e africana. Cinco composições contando a trajetória de Elza também serão interpretadas pelas cantoras do bloco. ...

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    Momo já era, na folia manda a Globeleza

    Fofo, inofensivo, adorado por todos, o Rei da Folia está sendo destronado: de mansinho, à vista de todos. Quem assume o lugar de Momo é a criatura eletrônica, divina, esguia, inefável, inebriante, indizível, absolutamente pelada, algo assexuada, poderosa e etérea. Por Alberto Dines, do Observatório da Imprensa Globeleza, descendente das cabrochas, é símbolo da apropriação do carnaval pela Rede Globo. Justiça seja feita – não faltam ao grupo empresarial competência, imaginação, recursos e audácia. Mas ao obter a exclusividade da cobertura dos desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro – ponto alto do carnaval brasileiro –, a maior rede televisiva do país integrou-a à sua grade de programas tal como fez com as transmissões de futebol em dias úteis que só começam quando acaba o capítulo da novela das 9. Nosso Carnaval agora é plim-plim, platinado – mesmo padrão de qualidade (e mesmosdelays), mesmo esmero e mesmíssima aposta na ...

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    Olivia Santana: “ A mulher negra continua sendo marginalizada no carnaval de Salvador”

    A Secretária Estadual de Políticas para as Mulheres, Olivia Santana (PC do B) declarou ao “O Jornal da Cidade”, nesta segunda – feira (16), que apesar dos avanços, as mulheres negras continuam marginalizadas no carnaval baiano, e até mesmo excluídas da festa. Por: Danilo Souza Do O jornal da Cidade “A mulher negra continua sendo periferia no carnaval de Salvador. São as catadoras de latinhas, o pessoal do subemprego, etc. Nós da secretaria estamos buscando conceder assistência a essas minorias, que durante muito tempo foram esquecidas pelos poderes competentes”, declarou a secretária. Quando indagada sobre a cápsula do sexo, que foi instalada em um camarote na Barra, Oliva Santana disse não concordar com a iniciativa. “Não concordo com isso, o carnaval é um festa que tem dinheiro público investido, não se pode permitir essas coisas. O nosso foco é cuidar e valorizar as mulheres, quem quiser fazer sexo está livre para ...

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    Dinheiro de ditador africano é detalhe num Carnaval bancado pela pilantragem há 40 anos

    O financiamento do samba-enredo da Beija-Flor por um ditador africano é só mais uma particularidade de uma festa que é montada em cima de um esquema corrupto há muito tempo. Por Kiko Nogueira, no DCM “Um griô conta a história: um olhar sobre a África e o despontar da Guiné Equatorial” é o nome da música feita para homenagear Teodoro Obiang Nguema, “presidente” daquele país há 35 anos. Fã do carnaval carioca, Nguema é assíduo da Marquês de Sapucaí. Segundo a Forbes, é o oitavo governante mais rico do mundo, apesar do sua nação ser uma das mais pobres. Observadores nacionais e internacionais consideram seu regime corrupto, etnocêntrico e opressivo. Há apenas um partido. O jornalista americano Peter Maas definiu Obiang como “o pior ditador da África”. Comparações com Idi Amin Dada são comuns. Ele mesmo espalhou os boatos de que é canibal, como fazia Idi Amin, para aterrorizar seus adversários. Obiang ...

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