terça-feira, dezembro 1, 2020

    Tag: cesariana

    Janis Christie/Getty Images/Photographer's Choi

    Cesarianas desnecessárias refletem baixo nível de conscientização das mulheres

    O medo da dor no parto vaginal e possíveis danos ao corpo da mãe levam a um aumento no número de cesáreas no País Do Jornal USP   Foto: Janis Christie/Getty Images/Photographer's Choi A preferência de mulheres pela cesariana em detrimento do parto normal é o tema da coluna “Saúde Feminina” desta semana, de Alexandre Faisal, médico do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP. Segundo o doutor, 6,2 milhões de cesarianas desnecessárias são realizadas por ano no mundo. Isso representa, além de um custo alto, um aumento no risco de complicações para a saúde da mãe e do bebê. Trata-se, portanto, de uma questão de saúde pública. Na tentativa de inverter essa tendência, desmistificando a questão da dor do parto normal e possibilidades de danos físicos ao corpo da mãe, estão em discussões estratégias inovadoras para conscientização das mulheres, principalmente as mais ...

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    “Nós mulheres, fêmeas, nascemos para parir”, diz Bela Gil em nova série sobre maternidade

    Sucesso na TV e na web com receitas e dicas de alimentação saudável, Bela Gil iniciou uma nova empreitada: em seu canal no YouTube, a apresentadora lançou na última quarta-feira, 17, a série Bela Maternidade, que abordará, em 12 episódios, a gestação, a amamentação e a introdução alimentar do bebê. No primeiro vídeo (ao vivo), Bela falou sobre o nascimento de seus dois filhos - Flor, de 7 anos, e Nino, de dois meses e meio - e apontou as diferenças entre os dois partos, mesmo ambos sendo normais. "Hoje eu tenho muito mais informação do que quando eu tive a Flor e sei que houve muitas intervenções desnecessárias. Na época, pra mim, existiam apenas dois tipos de parto: o vaginal e o cirúrgico", afirmou. Por Nathália Florencio Do MSN Bela revelou que, na primeira gravidez, a obstetra que a acompanhava quis induzir o parto quando ela completou 40 semanas de ...

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    Médico que fizer parto normal terá remuneração 3 vezes maior, diz Justiça

    A Justiça Federal determinou que a remuneração dos profissionais de saúde em caso de parto normal seja três vezes maior do que em relação ao pagamento feito para fazer uma cesárea. A decisão vale apenas para os partos feitos pelos planos de saúde. Por Giovanna Balogh Do Mães de Peito A determinação faz parte de uma ação civil pública para que a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) tome medidas para os planos reduzirem o número de cesáreas que, na rede privada, chegam a ser superiores a 80%. Procurada pela reportagem, a ANS enviou nota onde diz que assim que receber a notificação judicial irá analisar e se manifestar quanto às medidas cabíveis. A ANS tem 60 dias para elaborar as resoluções normativas para cumprir a determinação judicial. Em caso de descumprimento, haverá multa diária no valor de R$ 10 mil. A remuneração pelas cesáreas será menor mesmo ela sendo necessária justamente para não haver ...

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    Parto humanizado: o que explica a sede da imprensa por sangue?

    O caso da morte da professora de enfermagem defensora do parto humanizado evidencia um confronto mal dissimulado contra o parto vaginal Por Ricardo Palacios, da Carta Capital  Professora morre depois de tentar parto humanizado por 48h A professora de enfermagem da Ufscar (Universidade Federal de São Carlos), Mariana de Oliveira Fonseca Machado, de 30 anos, morreu na terça-feira (21) após tentar fazer um parto humanizado em sua casa, em São Carlos, no interior de São Paulo”. (Estadão, 24 de julho de 2015).   Quando li a chamada da matéria acima, minha primeira impressão foi um sentimento de solidariedade para com os familiares, amigos, colegas e estudantes da professora falecida. Pensei nessa situação contraditória de receber o recém-nascido e despedir de sua mãe. Mas logo depois pensei porque estou lendo isso? Por que essa tragédia privada virou uma notícia? Leia Também: Mulheres recorrem ao SUS para ter parto normal Para que um ...

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    Newborn baby's feet in parent hand

    Menos cesárea, mais parto normal! Começaram a valer novas regras para diminuir o número de cesarianas no Brasil

    A partir desta segunda (6), entram em vigor uma série de medidas para diminuir o número de cesáreas realizadas por meio de plano de saúde. Por  Ione Aguiar Do Brasil Post  Com a nova resolução normativa da ANS (agência que regula os planos de saúde), os planos de saúde serão obrigados a divulgar os percentuais de cesáreas e partos normais por médico e por maternidade sempre que solicitados. Os médicos também serão obrigados a registrar todas as informações do pré-natal no Cartão da Gestante, o que permite que qualquer profissional de saúde tenha conhecimento do histórico da paciente. Isso facilita o atendimento por múltiplas equipes. Da mesma maneira, todos os dados do parto deverão ser registrados em um partograma, o que é importante para casos em que há troca de médicos durante o trabalho de parto. Para terem o reembolso dos planos de saúde, as gestantes que optarem por cesarianas ...

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    Parto em pauta

    Acredito que como eu, várias feministas ativistas da maternidade estejam felizes com a Resolução Normativa 368/2015, recentemente publicada pelo Ministério da Saúde em conjunto com a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), com o objetivo de estimular o parto normal. Por Beatriz Beraldo  Do Blogueiras Feministas A elaboração da Resolução Normativa contou com a participação de toda a sociedade, que teve oportunidade de enviar contribuições para a consulta pública, realizada no período de 24/10 a 24/11/2014. Entre as propostas, que ampliam o acesso à informação pelas consumidoras de planos de saúde, a resolução exige que médicas e médicos apresentem um relatório esclarecendo a real necessidade de uma cesárea, quando houver justificativa clínica para a não utilização do partograma. Atualmente, no Brasil, o percentual de partos cesáreos chega a 84% na saúde suplementar. Na rede pública este número é menor, de cerca de 40% dos partos. Entretanto, tenho observado, como consequência deste anúncio, que muitas ...

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    Bloco de Carnaval de ativistas protesta contra alto número de cesáreas

    Maternidades particulares do Rio e de São Paulo estiveram lotadas nos últimos dias com cesáreas agendadas para antes do feriado de Carnaval. O Maternar ligou em duas que são referência em São Paulo e ambas foram unânimes em afirmar: não há vagas. Por GIOVANNA BALOGH, do Maternar  A mulher que chega em trabalho de parto demora horas para conseguir um quarto após o seu bebê nascer. Mesmo as com cesárea previamente agendadas demoram para conseguir um quarto devido à lotação. “Deixamos as pacientes na enfermaria por um tempo e só quando vaga um quarto elas sobem”. Conforme o  Maternar  já mostrou, o número de cesáreas, assim como de internação na UTI neonatal devido à prematuridade,  é bem maior no pré-feriado do que nas datas comemorativas. Foi pensando em protestar contra as cesáreas agendadas, que ativistas do parto normal criaram marchinhas de Carnaval com letras como “olha o obstetra da mulher, será que ele é? ...

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    Conheça os recordistas da cesárea desnecessária em São Paulo

    Maternidades VIP estão entre as campeãs da cesariana desnecessária em SP por Ione Aguiar no Brasil Post É fato que vivemos uma epidemia de cesarianas no Brasil. De acordo com uma pesquisa da Fiocruz, 52% dos brasileiros nascem por meio de cirurgia. Os números são alarmantes, levando em conta a porcentagem de cesáreas recomendada pela OMS (Organização Mundial da Saúde), que é de no máximo 15% do total de partos. No setor privado, porém, a situação é calamitosa: o índice nacional de cesáreas chega a 88%. Em São Paulo, o cenário é semelhante. Uma planilha obtida pelo Brasil Post mostra que alguns dos hospitais mais luxuosos da capital paulista estão entre os grandes responsáveis pelo quadro. Veja, abaixo, quais são as maternidades campeãs da faca: É preciso esclarecer que a cesariana é uma conquista da obstetrícia moderna. Muitas mães e filhos dependem dela para sobreviver. "Mas também acontece o contrário: quando começa a aumentar muito a taxa de cesariana, ...

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    “Eu sei parir e meu filho sabe nascer”

    A “epidemia de cesáreas” que acomete o Brasil deixa claro que a mulher não tem sido protagonista de seu parto, e que o nascimento é encarado por aqui como um evento médico, e não fisiológico e natural. Na contramão, cresce o número de gestantes que aderem ao parto humanizado como forma de buscar uma experiência menos fria e mecânica Por Anna Beatriz Anjos e Maíra Streit | Foto de capa: Reprodução/Facebook na Revista Fórum “Fiquei mais de 20 horas em trabalho de parto e cheguei a oito centímetros de dilatação. Teve toque de hora em hora, tomei soro, não pude comer, beber água, me movimentar. Até que o meu médico chegou, o que fez meu pré-natal, e falou que não iria mais esperar, que iria fazer a cesárea. Eu protestei, disse que queria um parto normal e iria até o fim, e ele falou que era ele quem ...

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    ‘Se benefício existe, temos que usar’, diz viúvo que ganhou direito a salário-maternidade

    Catarinense que perdeu mulher horas após nascimento de seu filho teve que acionar Justiça pelo direito e desabafa POR LEONARDO VIEIRA, do O Globo  RIO — Marcos Antônio Denke era um jovem de 19 anos quando conheceu Adriana Matias, de 18, em uma festa do colégio, em Joinville (SC). Foram 15 anos de um relacionamento tranquilo e feliz, até que, em novembro do ano passado, ela morreu, horas depois de dar à luz a primeira filha do casal, em decorrência de complicações da cesariana. A triste história foi parar na Justiça e, agora, pode acabar ajudando outros pais Brasil afora. Na semana passada, Denk foi um dos primeiros viúvos a ganhar o direito ao salário-maternidade, assim como aos 120 dias de licença. Mesmo que ainda raros, casos em que o marido recebe o benefício da mulher morta são assegurados pela Lei 12.873, em vigor desde 2013. Mas o que aconteceu ...

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    parto-normal

    ‘Fugi do hospital e viajei 30 quilômetros para ter parto normal’

    Três mulheres que não queriam se submeter à cesárea contam como resistiram à cultura desse tipo de cirurgia no Brasil. Governo lançou medidas para tentar conter modalidade por Talita Bedinelli e Heloísa Mendonça no Tribuna Hoje Ana Carolina Elvevio, 36, fugiu do hospital em pleno trabalho de parto depois de a médica insistir que sua única opção era a cesárea. Andréa Nunes, 37, esteve em cinco consultórios até achar um obstetra que concordasse em fazer parto normal. Érica Jabour, 29, ouviu durante as contrações que não aguentaria a dor e o melhor seria optar pela cirurgia. Elas não queriam dar à luz em uma sala cirúrgica e precisaram lutar para evitar isso. Nem todas conseguiram. Em um país imerso na cultura da cesárea, o parto normal deixou de ser o normal. De cada dez grávidas que têm filhos em maternidades particulares brasileiras, em média duas têm parto normal. Outras oito ...

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    Mulheres recorrem ao SUS para ter parto normal

    Em busca de um procedimento mais humanizado na hora do parto, com menos intervenções, mulheres têm recorrido à rede pública de saúde Por Isabela Vieira  No Portal Fórum Em busca de um procedimento mais humanizado na hora do parto, com menos intervenções, mulheres têm recorrido à rede pública de saúde. Preocupadas com o alto índice de cesarianas na rede privada (84%) e incapazes de contratar uma equipe de saúde completa, elas têm optado por hospitais de referência em saúde maternoinfantil. Esse é o caso de professora de matemática Camille Ramalho, 33 anos, que deu à luz no Hospital Maternidade Maria Amélia Buarque de Hollanda, no centro do Rio. “Fiz todas as consultas de pré-natal pelo plano de saúde, mas na hora do nascimento preferi o SUS ”, contou. Ela disse que se informou sobre o assunto antes de tomar sua decisão. “Li muito, conversei com muitas mães ...

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    4 vídeos que prometem desmistificar o que você pensa sobre o parto normal

    Das parteiras tradicionais e "comadres" ao obstetra altamente especializado, com o passar do tempo e a evolução da medicina, o parto foi saindo da esfera familiar, deixando de ser visto como um processo natural, e aos poucos passou a ser encarado como um ato médico, muitas vezes com intervenções traumáticas e desnecessárias. Durante esse processo, o parto normal passou a ser alvo de preconceito. Por Andréa Martinelli no Brasil Post  O parto natural, feito em casa ou em centros médicos assistidos por enfermeiras obstetras, é melhor para mães e, na maioria das vezes, mais seguro para os bebês. É o que diz um estudo britânico divulgado pela BBC e o que o governo brasileiro pretende incentivar a partir de agora nos hospitais pelo país. O problema é complexo e rende muitas discussões, mas o ponto é que qualquer passo nesse sentido pode ser considerado um avanço, já que enquanto a Organização Mundial ...

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    Portuguesas já pensam duas vezes antes de fazer cesariana

    O número de partos por cesariana, nos hospitais públicos, está a diminuir, conta o jornal i. Médicos e especialistas querem reduzir ainda mais este valor e preparam novas medidas. No Notícias Ao Minuto O coordenador da Comissão Nacional para a Redução das Taxas de Cesarianas, Diogo Ayres de Campos, revelou ao jornal i que a taxa de cesarianas ficou abaixo dos 30% nos hospitais públicos. Esta é a primeira vez que se regista uma taxa tão baixa em 10 anos. Incentivos financeiros os hospitais e mais informação às grávidas são as duas causas que se acreditam estar a contribuir para esta situação. Em breve haverá também novas normas clinicas e a publicação de mais panfletos informativos. Os médicos acreditam que criar um protocolo com as seguradoras para tornar o parto normal mais atrativo também seria uma boa solução. Os resultados positivos no sistema de saúde público, não se refletem no setor ...

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    Se fosse minha filha, eu faria cesárea’

    Mais essa agora! Acabo de desligar o telefone após longa conversa com um amigo meu, médico-obstetra. Ele está revoltado com os desmandos desse governo. Pois agora, depois da absurda medida que trouxe médicos estrangeiros para nossa pátria amada Brasil, querem acabar de vez com seu ganha-pão: criaram novas normas para estimular o parto normal. Como primeira atitude, os planos de saúde poderão deixar de pagar por cirurgias cesarianas desnecessárias. Por Cauê Madeira, Do Brasil Poste  Desnecessário, para o governo, é todo parto cirúrgico agendado. Caramba, e como fica o meu amigo? E o obstetra que fez o parto da minha primeira filha? Coitados, eles também são gente. Qual é a medida agora? Respeitar as regras do corpo da mulher? Esperar um trabalho de parto por horas e horas? Como fica a vida social do meu amigo? Não dá, isso vai prejudicar a atribulada agenda dele, com dez a quinze partos agendados ...

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    Ministério da Saúde e ANS publicam regras para estimular parto normal na saúde suplementar

    Operadoras terão que disponibilizar informações para a gestante e orientar médicos para uso do partograma Do Portal Saúde O Ministério da Saúde e Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicam nesta quarta-feira (7/1) resolução que estabelece normas para estímulo do parto normal e a consequente redução de cesarianas desnecessárias na saúde suplementar. As novas regras ampliam o acesso à informação pelas consumidoras de planos de saúde, que poderão solicitar às operadoras os percentuais de cirurgias cesáreas e de partos normais por estabelecimento de saúde, por médico e por operadora. As informações deverão estar disponíveis no prazo máximo de 15 dias, contados a partir da data de solicitação. Atualmente, 23,7 milhões de mulheres são beneficiárias de planos de assistência médica com atendimento obstétrico no país, público-alvo dessas medidas. As regras foram apresentadas pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, e os diretores da ANS nesta terça-feira (6/1), em Brasília, e passam a ...

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    gravidas

    Da rede pública à particular, cesarianas quase triplicam no Rio

    Mães com planos de saúde vão a hospital do município para tentar parto normal POR FERNANDA DA ESCÓSSIA, do  O Globo   Foto: Antonio Scorza / O Globo RIO - Quando começou a acompanhar uma amiga ao obstetra, Andrea Peil ouviu o que ele cobraria pelo parto, caso fosse normal: R$ 18 mil. Ao engravidar, meses depois, mesmo tendo plano de saúde, Andrea não teve dúvidas de que queria parto normal, mas sem pagar tanto. A advogada Genilma Salles, grávida pela primeira vez aos 40 anos, ouviu dos médicos de seu plano que o parto normal seria muito difícil. Para as duas, a opção foi a mesma: buscar a rede pública. Se o assunto é desigualdade na hora do nascimento, a realização de cesarianas é um bom retrato da cidade do Rio. Na rede particular, 92,7% dos bebês deixaram a barriga da mãe graças à cirurgia. Na rede pública, a taxa fica ...

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    Brasileiras têm menos filhos e engravidam cada vez mais tarde, diz pesquisa

    As brasileiras estão tendo menos filhos. E estão tendo filhos cada vez mais velhas. Essas são as conclusões da pesquisa "Saúde Brasil", divulgada nesta quarta (29) pelo Ministério da Saúde. Desde 2005, a taxa de fecundidade brasileira caiu 13,3% e não supera 2,1 filhos por mulher. Isso indica que daqui a duas décadas, nossa população deve começar a diminuir. O número de mães de primeira viagem com mais de 30 anos vem crescendo: em 2000 elas eram 22,5%. Em 2012, foram 30,2%. Entre mulheres de maior escolaridade, o índice é maior. Entre as mulheres com mais de 12 anos de estudo, 45,1% têm o primeiro filho depois dos 30 anos. Entre as mulheres com menos tempo de estudo (de quatro a sete anos), a situação é inversa: 69,4% têm filhos antes dos 20. Mães jovens também estão mais raras: o índice de mães com menos de 19 anos caiu de 23,5% para 19,2% no mesmo período. POR QUÊ? “O Brasil segue uma ...

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    Por que somos campeões em cesarianas?

    Brasil ultrapassa em larga escala a quantidade de cesarianas recomendada pela Organização Mundial de Saúde. Mais grave: há uma Indisfarçada intenção de aumentar as cesarianas Por:Conceição Lemes Anualmente, realizam-se no Brasil cerca de 3 milhões de partos. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), no máximo, 15% – 450 mil – deveriam ser cesarianas. Mas passamos longe dessa recomendação. Em 2013, dos 1,9 milhão de partos realizados no Sistema Único de Saúde (SUS), 58% foram normais e 41,9%, cesarianas. O estudo Nascer no Brasil, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o maior já feito no País sobre parto e nascimento, (portal.fiocruz.br/pt-br/content/pesquisa-revela-numero-excessivo-de-cesarianas-no-pais), confirma o abuso. No SUS, as cesarianas representam 52% dos partos; na rede privada, chegam a 88%. A Casa de Saúde Santos, no litoral paulista, foi além. Extrapolou todos os limites. Em março, a sua direção comunicou ao corpo clínico a desativação do pronto-atendimento em Ginecologia e Obstetrícia. Também determinou ...

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    Nos hospitais privados brasileiros, 88% dos partos são cirúrgicos, diz estudo

    Porcentagem na rede privada é superior à taxa nacional, de 52%, a maior em todo o mundo. Organização Mundial da Saúde recomenda que somente 15% dos nascimentos ocorram por cesáreas por Cida de Oliveira, De cada 100 mulheres que dão à luz em hospitais particulares no país, 88 são submetidas a cesarianas. A proporção é bem maior do que a média nacional de partos cirúrgicos, de 52%, a maior do mundo, segundo a pesquisa Nascer no Brasil, divulgada na quinta-feira (29) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A Organização Mundial da Saúde recomenda que somente 15% dos nascimentos ocorram por procedimento cirúrgico – percentual no qual devem estar incluídas intercorrências que podem colocar em risco a vida da mãe ou do bebê. É o caso de primeira gestação em que o feto é muito grande, pesando mais de 4,5 quilos. Quando ele não está posicionado adequadamente, de cabeça para baixo, e ...

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