sexta-feira, janeiro 22, 2021

Tag: combate ao racismo

Divulgação

Curso de Combate ao Racismo será oferecido a alunos da UFSM

Já estão abertas as inscrições para o Curso Combate ao Racismo. Já ofertado anteriormente em três edições para servidores da UFSM, o curso, agora, será disponibilizado aos estudantes da Instituição. Visando sensibilizar a comunidade acadêmica sobre os debates em torno do racismo e suas várias formas de manifestação, gerando, assim, ferramentas que facilitem seu enfrentamento, o curso irá trabalhar assuntos como a definição de racismo, dados sobre o tema no Brasil, ações afirmativas, movimento negro e feminismo negro. O curso, além de buscar fazer com que os estudantes entendam a estruturação do racismo e da desigualdade racial no Brasil, proporciona que conheçam as principais referências, personalidades e teóricos do movimento negro nacional. Realizado em parceria com o Departamento de Comunicação da UFSM de Frederico Westphalen, com o Programa Mão na Mídia e com o Observatório de Direitos Humanos da UFSM, o projeto incentiva a difusão de discussões e iniciativas antirracistas ...

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(Foto: Getty Images)

Nova geração usa redes sociais para bater de frente com o racismo sem meias palavras

“Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes”, diz uma parte do hit “AmaRelo”, do rapper Emicida. Ele virou o hino de uma geração que, ao mesmo tempo que não deseja se ver restrita apenas à luta contra o racismo, também vem batendo de frente contra ele sem meias-palavras. Já houve época em que casos como o do entregador Matheus Fernandes, de 18 anos — acusado por dois policiais militares que faziam a segurança privada de uma loja do Ilha Plaza Shopping, na Zona Norte do Rio, de ter roubado um relógio que ele mesmo havia comprado para o pai — não ganhavam tanta notoriedade. Mesmo com a nota fiscal do produto, Matheus foi retirado da loja, agredido e teve até uma arma apontada contra a cabeça. A ação, gravada por testemunhas, tomou as redes e a Polícia Civil irá indiciar os dois PMs por racismo e abuso de autoridade. ...

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Imagem retirada do site IstoÉ

O grande boicote às redes sociais

Importante teórico da comunicação do século 20, o canadense Marshall McLuhan (1911-1980) ganhou notoriedade com seus estudos sobre o “fluxo de informações da aldeia global”. Uma de suas análises mais destacadas é a de que “o homem cria a ferramenta, e a ferramenta recria o homem” – um conceito que considera a interferência do desenvolvimento tecnológico na cultura e nas estruturas econômicas e políticas. A tese foi formulada num momento em que não havia internet, mas que poderia representar com exatidão o cenário vivido nos últimos dias. Na quarta-feira (1º), mais de seis centenas de empresas, entre elas gigantes como Coca-Cola, Unilever, Microsoft, Verizon, Ford, Honda, Starbucks, Pepsi, Diageo, Levi’s, Pfizer e Adidas, colocaram em prática um grande boicote publicitário às redes sociais, principalmente o Facebook. Durante todo o mês de julho, os maiores anunciantes do planeta não colocarão nem um centavo na companhia de Mark Zuckerberg. A razão é ...

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Vários projetos para aumentar o rigor contra o racismo tramitam no Senado (Foto: Rafael Kennedy/ Agência Senado)

No Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, senadores pedem fim do preconceito

Ao lembrar o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, comemorado nesta sexta-feira (3), senadores se manifestaram contra o preconceito e a favor de pautas e a favor de pautas de inclusão. Algumas dessas pautas já são o objetivo de projetos que tramitam no Senado. A data é uma referência à aprovação, pelo Congresso, da Lei Afonso Arinos, que tornou contravenção penal o racismo. A lei, de 1951, é considerada a primeira contra o racismo no Brasil, hoje crime inafiançável. “A lei, proposta por Afonso Arinos de Melo Franco, é de 1951. Estamos em 2020 e o racismo que estrutura a nossa sociedade ainda maltrata e mata diariamente. Precisamos mudar”, disse pelo Twitter a senadora Zenaide Maia (Pros-RN). Também pela rede social, o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) afirmou que é preciso combater a discriminação racial todos os dias. “Hoje, em especial, reiteramos a importância de defendermos um Brasil sem preconceitos. ...

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Políticas brasileiras de combate ao racismo são exemplos mundiais, diz Pnud

 A experiência brasileira na implementação de políticas públicas que visam ao combate ao racismo e à promoção da igualdade racial são exemplos mundiais e devem ser compartilhadas com outros países. A avaliação é do representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) no Brasil, Jorge Chedieck. Do Monica Aguiar Souza Ao discursar no dia (21) dia "Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial",  ele citou como iniciativas bem-sucedidas a adoção das cotas e a aprovação do Estatuto da Igualdade Racial, que prevê punição a quem cometer discriminação baseada na raça. “O Brasil assumiu que tinha uma série de problemas nessa área e está implementando ações . O progresso dos últimos anos, como a adoção das cotas e de novos parâmetros na legislação, mostra que é possível reduzir e até eliminar o passivo em pouco tempo”, disse. Para ressaltar os desafios que o país ...

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Comunicação é central para o combate ao racismo, diz ministra Nilma Lino Gomes

"Fizemos avanços na luta pela promoção da igualdade racial e pelo enfrentamento ao racismo. No entanto, ainda há muito trabalho pela frente para realizarmos uma completa superação", declarou Nilma Lino Gomes, ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir/PR), em entrevista ao Portal Áfricas, ao falar sobre a importância de se aprimorar as ferramentas de ação da Secretaria. Dentre os assuntos tratados pela ministra está a questão da mídia. Segundo ela, as chamadas mídias negras ocupam um importante lugar no processo de comunicação e circulação de informação sobre a temática racial no Brasil. "Meu desejo é conhecer um pouco mais estes veículos, compreender seus objetivos, visão política e midiática e formas de abordagem para depois pensarmos juntos propostas de fortalecimento dentro dos objetivos, missão institucional e condições da SEPPIR. Para se fortalecer, o trabalho das mídias negras deverá ser conhecido não só pela população negra e militante, ...

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rede

Sepromi: Rede de combate ao racismo e a intolerância religiosa se reune hoje 27

Integrantes da Rede de Combate ao Racismo e a Intolerância Religiosa discutem, nesta terça-feira (27), sobre o plano de ação para o ano corrente, que inclui a construção de uma plataforma on-line para a convergência de informações sobre casos registrados nos órgãos competentes. O encontro será realizado às 14h, na Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Estado (Sepromi). no Igaldade Racial O documento foi construído, de forma participativa, em reuniões de grupos de trabalho e oficinas. Nesses espaços de debate foi possível diagnosticar os problemas, identificar as oportunidades e traçar estratégias, algumas já implementadas ao longo do processo. Este será o primeiro contato do grupo com a nova titular da Sepromi, Vera Lúcia Barbosa, quando também serão abordadas ações para o Carnaval. A Rede  A Rede tem o objetivo de aumentar o grau de resolutividade dos casos de combate ao racismo e à intolerância religiosa, promover a igualdade racial ...

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Precisamos criar já o Fundo Nacional de Combate ao Racismo

O Brasil está vivendo um momento singular: cresce, dia a dia, o número de pessoas que se engajam na defesa de causas sociais que vão desde a defesa do meio ambiente, o uso consciente dos recursos hídricos, até a promoção dos direitos humanos, o que inclui as questões de gênero e um vigoroso redirecionamento na luta contra toda forma de discriminação racial e suas perversas consequências para a autoestima de populações historicamente vulneráveis. É como se tivéssemos passado tempo demais atento a posturas comportamentais ditadas pelo espírito do politicamente correto. Essa forma de proceder em sociedade tem sido exitosa em ocultar visões deformadas sobre a real natureza humana, concedem um fugaz verniz de civilidade a ocultar pensamentos, gestos, atitudes e ações eivadas de discriminações raciais. E, assim meio que de repente, vemos irromper na superfície da sociedade selvagens atos de irracionalidade. Atos públicos – e também privados - colocam em ...

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Audiência aborda a igualdade e o combate ao racismo

Uma nova audiência foi marcada para dia 26 de novembro Uma audiência no Ministério Público Estadual (MPE) nesta quinta-feira, 9, abordou a Defesa do Direito Fundamental da Igualdade e Combate ao Racismo. A audiência serviu para ouvir a sociedade e discutir sobre a atuação em defesa dos direitos dos povos e comunidades tradicionais. A audiência toma como base a Lei nº 12.288/10 que trata do Estatuto da Igualdade Racial. O Estatuto institui a correção de desigualdades por meio do estabelecimento de políticas de educação, saúde, cultura e trabalho para a população negra, bem como defesa dos direitos das comunidades quilombolas e proteção de religiões de origem afrodescendentes. “Existe um projeto do Conselho Nacional do Ministério Público. A audiência foi para conclamar a população, entidades e instituições para tratar das angústias e as sugestões quanto ao combate ao racismo, o que seria racismo e injúria racial. Na audiência, foi sugerida a ...

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Ativistas querem R$ 3 bilhões para combate ao racismo

Ativistas lançam na próxima quinta-feira (14), às 20 horas, no auditório do Sindicato dos Jornalistas, em Brasília (SIG Quadra 2, lote 420 - City Offices) a campanha pelo projeto de iniciativa popular para criar o Fundo Nacional de Combate ao Racismo (FNCR). A proposta é captar 1,4 milhão de assinaturas a fim de apresentar ao Congresso Nacional um projeto legislativo para aprovar o fundo. A estimativa é que esse instrumento venha a contar com um patrimônio financeiro de cerca de R$ 3 bilhões até 2030. O montante será usado para apoiar ações e programas de promoção da igualdade racial em todo o país. Um dos slogans cunhados pelos mentores do projeto é “racismo se combate com recursos”, explica Mário Theodoro, que coordena a campanha. A estratégia de marketing está montando peças com fotos de personalidades da cultura, do esporte, da militância de igualdade racial, de universidades e outras áreas que contém ...

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Quartas de final terá combate ao racismo

Capitães lerão mensagens da Fifa contra a discriminação antes do início das partidas Por:Marcos Paulo Lima A campanha foi apresentada nesta quinta-feira, no Maracanã, pelo chefe da força-tarefa contra o racismo, Jeffrey Webb Rio de Janeiro – Pela quarta Copa do Mundo consecutiva, as quartas de final serão usadas pela Fifa para uma campanha contra a discriminação. Antes das partidas, os capitães de cada uma das oito seleções lerão ao microfone textos da ação "Say no to racism" (Diga não ao racismo). A campanha foi apresentada nesta quinta-feira, no Maracanã, pelo chefe da força-tarefa contra o racismo, Jeffrey Webb, e o pelo presidente do Comitê Disciplinar da Fifa, Claudio Sulcer. "A propósito, eu quero aqui elogiar o Daniel Alves pela atitude tomada no Campeonato Espanhol quando uma banana foi atirada em direção a ele. A reação dele foi uma das mais incríveis e inteligentes que eu já vi", disse Sulcer. ...

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