terça-feira, janeiro 26, 2021

Tag: cotas raciais

denis-de-oliveira

Cotas raciais na USP: uma batalha em prol da universidade verdadeiramente pública

Ocupação do coletivo Opa Negra na aula do prof. Fernando Haddad na USP Por Dennis de Oliveira, do Quilombo  A luta pela implantação das cotas raciais na USP cresceu neste ano, na esteira da crise que atinge a maior universidade do país. Coletivos de estudantes negros da universidade tem se organizado e mobilizado e realizado ocupações em salas de aula, colocando o problema. As reações tem sido diversas, desde uma discussão tranquila que fluiu na aula ministrada pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, sobre “Direito a cidade” na pós graduação em Ciência Política, até conflitos mais acirrados, como o que foi registrado em vídeo de uma aula de microeconomia na Faculdade de Economia e Administração – o interessante é que o aluno que se rebelou com a ocupação dos estudantes negros na aula, terminou o vídeo com a frase “fora Dilma”, dando a dimensão do espectro ideológico dos que costumam ...

Leia mais

“O negro não é. Nem tampouco o branco”

O texto publicado pela escritora Cintia Moscovich no jornal Zero Hora do dia 13/04 não me chocou nenhum pouco, pois não é a primeira assertiva preconceituosa que ouço desta escritora. Também não acho que ela quis provocar polêmica e ter seu nome citado, pois ela não precisa por já ter um público que a segue, admira e compra seus livros. A coluna da escritora demonstrou o que ela pensa: “estou onde estou porque trabalhei por isso... quem não está é porque não trabalhou ou trabalhou pouco”. O mesmo pensa o garoto que gravou um vídeo em uma sala de aula da USP ao dizer ao grupo de jovens negros que eles devem estudar e passar na universidade. Diante disso me veio Fanon quando diz: “O negro não é. Nem tampouco o branco”. Em um país colonizado como o Brasil temos “o preto escravizado por sua inferioridade e o branco escravizado ...

Leia mais

Quem tem medo da universidade negra?

Durante consulta aos búzios pedi permissão ao Rei de Oyó, Soberano da justeza das coisas, Senhor de mim, para fazer uma pergunta tola. Estava inquieta com a dúvida seguinte: universidades negras na Bahia não deveriam ser redundância? O Rei dos reis desmanchou o siso, riu o riso bonachão que sempre me anima quando estou prestes a desistir e recomendou-me: pergunte aos universitários, minha filha.  Por Cidinha da Silva enviado para o Portal Geledes  As cotas raciais foram (são) necessárias no país mais negro fora de África para garantir que mulheres e homens negros tivessem vez no ensino superior das universidades públicas brasileiras. Este processo de luta pluralizou rostos, vozes, culturas e saberes no universo acadêmico ao impulsionar também as reivindicações de espaço para estudantes oriundos de escolas públicas, indígenas, portadores de deficiência e pessoas trans. A universidade orgulhosamente branca, em resposta, permite que seus estudantes brancos e endinheirados apliquem trotes humilhantes e ...

Leia mais

Cotas na USP: uma questão ideológica?

"A Faculdade de Economia e Administração da USP assistiu recentemente a intervenções, assembleias, debates e plebiscitos sobre a questão racial na universidade. O Centro Acadêmico de lá (CAVC) escreveu o seguinte texto, em apoio às cotas sociais e raciais, neste momento em que as formas de ingresso estão sendo debatidas entre os conselhos da USP. por Rodrigo Sequerra Mahlmeister, em nome do CAVC via Guest Post para o Portal Geledés O termo “ideológico” com frequência é empregado adjetivando discursos ou manifestações, emprestando-lhes um caráter depreciativo. Nas últimas semanas, essa alcunha foi atribuída a uma intervenção feita por um grupo auto-organizado de alunos negros na USP. Por terem entrado em salas da universidade para provocar a discussão acerca do predomínio de brancos e ricos que assistiam às aulas, foram repreendidos e acusados de interromper o funcionamento normal das faculdades em favor de uma "pregação ideológica". Em uma classe de Engenharia de Produção, enquanto o ...

Leia mais
iStockphoto

A primeira escola exclusiva para negros no Brasil

O professor Pretextato conduziu a primeira escola exclusiva para “pretos e pardos” no século XIX Por Adriana Maria Paulo da Silva, do afrokut iStockphoto O ingresso e a permanência das populações não brancas nas escolas brasileiras mobilizam importantes discussões e esforços há muitos anos. No tempo da escravidão, um grupo de pais de meninos “pretos e pardos” residentes na cidade do Rio de Janeiro enfrentou o desafio de escolher um professor “preto”, Pretextato dos Passos e Silva, para os seus filhos e de ajudá-lo a manter uma escola específica para eles. Em teoria, a partir da lei de 1854, as escolas públicas do Império deveriam aceitar alunos de qualquer cor, desde que fossem livres – incluindo os escravos alforriados –, vacinados e não portadores de doenças contagiosas. As escolas particulares podiam selecionar seu público de acordo com a vontade de seus donos, desde que os interessados fossem saudáveis ...

Leia mais

Meu amigo de redes sociais, precisamos falar sobre cotas. De novo

Bem-vindos ao século 21, parças. Desigualdade racial institucional (com conivência do estado e nossa passividade) terá de ser coisa do passado Por NATÁLIA PAIVA,do El Pais  Antes de tudo, um disclaimer: faço parte do seleto grupo de 0,16% da população brasileira que compõe a elite negra do país (fração negra do 1% mais rico, considerando-se apenas rendimento do trabalho). Sou filha de médicos intelectuais. Estudei em escolas privadas e tive aulas de violino, francês, pintura a óleo e tudo o mais que desejasse. Como era esperado de mim, cursei universidade pública e ganhei bolsas aqui e ali, fiz mestrados, morei fora etc. Continue lendo aqui

Leia mais

Luana Tolentino: Caso de Domingas ilustra bem a oposição às cotas

Domingas Mendes teve seu ingresso negada pela UFRGS, mas Justiça determinou matrícula imediata por Luana Tolentino, especial para o Viomundo Na semana passada, a Justiça Federal determinou a matrícula imediata de Domingas Mendes, 27 anos, estudante de Guiné-Bissau aprovada no vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul pelo sistema de cotas. Domingas teve seu ingresso negado no curso de Serviço Social da UFRGS, sob a alegação de que não havia concluído os estudos em uma escola pública brasileira. Segundo Roger Raupp Rios, juiz responsável pelo caso, a legislação nacional não exclui candidatos estrangeiros, nem diferencia o local de origem do estabelecimento escolar onde foi cursado o ensino médio ou equivalente. O episódio envolvendo a aluna africana é apenas mais um exemplo da oposição que as ações afirmativas enfrentam no país.  Como vem alertando o antropólogo Kabengele Munanga, toda e qualquer iniciativa em benefício da população negra encontrará resistência no ...

Leia mais

Desconstruindo o discurso de Fernando Holiday

Eliane Oliveira e Silvio de Almeida, estudiosos da questão negra no Brasil, confrontam as declarações dadas pelo estudante em vídeos que repercutiram nas redes Por Anna Beatriz Anjos, do Revista Fórum Os vídeos de Fernando Holiday, integrante do Movimento Brasil Livre (MBL), espalharam-se pelas redes na última semana. Nas gravações, ele faz críticas intensas a diversas pautas do movimento negro no Brasil, sobretudo, às cotas raciais. As falas do rapaz, muitas vezes agressivas, geraram polêmica. Enquanto negras e negros tentavam desconstrui-las, inúmeras pessoas brancas as utilizaram para justificar o combate a medidas que tenham como objetivo a igualdade racial. Ninguém conhece o racismo e as lutas dos negros brasileiros como eles próprios. São, consequentemente, os únicos que podem ser protagonistas na discussão dessas questões. Por isso, Fórum entrevistou dois negros estudiosos do tema, que avaliaram o discurso de Fernando em um de seus vídeos mais assistidos (veja abaixo). “O rapaz reproduz um discurso racista ...

Leia mais

Políticas brasileiras de combate ao racismo são exemplos mundiais, diz Pnud

 A experiência brasileira na implementação de políticas públicas que visam ao combate ao racismo e à promoção da igualdade racial são exemplos mundiais e devem ser compartilhadas com outros países. A avaliação é do representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) no Brasil, Jorge Chedieck. Do Monica Aguiar Souza Ao discursar no dia (21) dia "Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial",  ele citou como iniciativas bem-sucedidas a adoção das cotas e a aprovação do Estatuto da Igualdade Racial, que prevê punição a quem cometer discriminação baseada na raça. “O Brasil assumiu que tinha uma série de problemas nessa área e está implementando ações . O progresso dos últimos anos, como a adoção das cotas e de novos parâmetros na legislação, mostra que é possível reduzir e até eliminar o passivo em pouco tempo”, disse. Para ressaltar os desafios que o país ...

Leia mais

Querido universitário branco

Desculpe a inconveniência. Interromper a sua aula não foi a intenção, nem tampouco gastar alguns minutos do seu precioso tempo. Na verdade pouco me interesso pelos dois – você e seu tempo. Estamos mais preocupados em criar um ambiente de aula mais inclusivo e menos racista. Como você demonstrou pouco interessado nisso, ficamos quites. #flw #vlw Por Leopoldo Duarte, do Revista Fórum  Pelo que pudemos ver no seu vídeo – que zerou a timeline negra do meu Facebook, diga-se de passagem -, um grupo de militantes do movimento negro se uniu para debater racismo com alunos durante uma aula na USP. Felizmente, no caso, a sua aula de microeconomia. Porque se não fosse por você, não teríamos essenada feliz exemplo, bastante recente e ilustrativo, da ignorância e descaso brancos no circuito universitário. Também através do vídeo, ficamos sabendo que a sua branca professora – aquela numa aula anterior liberou a turma ...

Leia mais

Quem é Fernando Holiday, o negro que odeia negros adotado por um movimento golpista

O que leva um garoto negro a gritar diante das câmeras contra a implantação de cotas raciais nas universidades e em concursos públicos? Fiquei com a dúvida após ver o vídeo de um tal Fernando Holiday, no qual ele critica a ação de militantes negros durante uma aula da USP. Por Marcos Sacramento do DCM  “Nós negros e pobres podemos sim vencer na vida através do mérito, não precisamos ficar como vermes, como verdadeiras parasitas atrás do estado, querendo corroer cada vez mais e mais, com esse discurso de merda, com esse discurso lixo. Vocês fazem dos negros verdadeiros porcos no chiqueiro, que ficam fuçando a lama através do resto que o estado tem a nos oferecer. Pobres da periferia, negros da periferia, não se submetam a esse discurso”, vocifera. Senti um certo mal estar durante os pouco mais de cinco minutos de discurso, em que ele agiu como o pior dos ...

Leia mais

“Vítimas”, “macacos”, “coitadistas…”: o pessoal contra as cotas precisa mudar os argumentos

A rapper Azealia Banks deu a resposta perfeita a quem condena a implantação de cotas para negros. Em entrevista à Playboy americana de abril, disparou: “Meus fãs brancos dizem ‘por que você exige reparações por um trabalho que você nem fez?’. Bem, vocês herdaram as propriedades de seus avôs e tiveram o direito de ficar com os diamantes e pérolas das suas avós”. por : Marcos Sacramento, do DCM Ela sintetizou um dos principais motivos  do abismo social entre brancos e negros, seja na América do Norte ou do Sul. Lacrou, como diriam os seus fãs. Por coincidência, o depoimento da primeira rapper a ser capa da Playboy veio a público na mesma semana em que o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, assinou a resolução que reserva 20 % das vagas para negros nos concursos do Conselho Nacional de Justiça e do próprio STF. O anúncio provocou ...

Leia mais

Confissões de um cotista

Desde que o Brasil é Brasil – e a construção histórica deste país não faz jus à verdade – os negros foram colocados à margem da sociedade. Porque é mentira quando dizem que não existe mais racismo. O racismo está estampado nas mais banais ações da publicidade; está escancarado no discurso hegemônico que sempre encontra espaço para afastar o negro de seu orgulho; está mascarado nas ‘boas’ ações dos programas sensacionalistas da TV. E poderia recordar muitos outros equívocos da sociedade quando o assunto é refutar a dignidade de alguém por causa da sua cor. por Mailson Ramos via Guest Post para o Portal Geledés Quando as cotas se firmaram como políticas de igualdade e afirmação racial nas universidades públicas deste país, abriu-se uma esfera de reconhecimento pelas injustiças cometidas contra os negros. Não que a desigualdade tenha sido suprimida por completo, mas aquela era uma abertura essencial para a inclusão de muitos jovens ...

Leia mais

Conselho Nacional do Ministério Público reconhece cotas raciais em concurso

O Plenário do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) reconheceu como legal uma resolução do Ministério Público do Estado da Bahia que reservou 30% das vagas para negros em um concurso para promotores de Justiça da Bahia. A decisão do órgão foi tomada, nesta terça-feira, na 5º Sessão Ordinária do CNMP por decisão unânime dos conselheiros. Do Correionago Na votação, o Conselho julgou improcedente o (PCA) 1283/2014-11, que requeria a suspensão de concurso público para promotor de Justiça substituto do Ministério Público do Estado da Bahia (MP/BA) e questionava previsão, em regulamento, que destina 30% das vagas a candidatos que se autodeclarem negros ou pardos. A discussão teve início após questionamento por um cidadão da resolução do edital em relação à reserva de vagas. De acordo com o relator do processo, conselheiro Fábio George, a adoção de política afirmativa, antes de mera autorização constitucional, resulta de imperativo. Em seu voto, ...

Leia mais
cotas

Cotas sim! Porque é justo

Estava eu, me preparando para dormir, quando resolvo dar aquela “última passada” no FB e me deparo com uma postagem que dizia: “Sou negra, e para mim, em vez de cotas, deveriam dar passagens de volta pra África para aqueles que choram pelo passado que nem viveram”. por Priscilla Bezerra via Guest Post para o Portal Geledés Tá, e daí? E daí que eu simplesmente não consegui dormir e quase sucumbi ao ímpeto de me levantar à 1h da madruga, para tentar escrever num texto tudo aquilo que eclodia em minha mente após ler tamanha prova do que, eu humildemente, chamaria de pura ignorância histórica, falta de identidade, falta de conhecimento e reconhecimento sobre a nossa própria história. Eu queria muito, muito mesmo, ter alguma competência intelectual para produzir algo que colaborasse para o esclarecimento sobre o quão positiva, necessária e justa é a implantação de cotas raciais num país como o Brasil, onde ...

Leia mais

Radicalismo e Cidadania

Ser radical é ir às raízes que estruturam e justificam as coisas. É também preocupar-se com a força da realidade dos fatos. Por Helio Santos no Brasil de Carne e Osso  O radical, ao contrário dos sectários, pensa e considera como positivas as soluções negociadas quando elas vão ao âmago da questão e apresentam uma possibilidade efetiva de mudança. O sectário; não. Ele ainda não lhe ouviu, mas esteve desde sempre contra as suas ideias, pela simples razão delas não serem as dele! A justeza de suas ideias nada importa para ele. As cotas raciais discutidas a partir de meados dos anos 1990 se enquadram inteiramente nesse contexto de radicalidade versus sectarismo. Sectários vários perfilaram contra as cotas e perderam feio. No ainda tímido campo das políticas públicas relevantes do nosso país, as cotas raciais e o subproduto que sua emergência trouxe – as cotas sociais -, são o maior sucesso porque ...

Leia mais

Com ações afirmativas, OAB registra 1.300 advogados negros por mês

O presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, afirmou nesta sexta-feira (6), na posse da Comissão Nacional da Verdade da Escravidão Negra no Brasil, que a busca por reparação histórica passa pelo sucesso de ações afirmativas, “tratando de forma igual os iguais e de forma desigual os desiguais”. “Nos últimos 30 meses, 39 mil advogados negros ingressaram nos quadros da OAB, ou seja, uma média de 1.300 novos advogados negros por mês. Isso demonstra que a política inclusiva de acesso à educação vem funcionando, sendo esta uma grande conquista para a classe e para o Brasil. É uma conquista emancipatória da raça negra, pois teremos mais advogados, juízes e promotores negros”, disse. No Olhar Jurídico  Marcus Vinicius lembrou que a OAB foi ao Supremo Tribunal Federal defender a constitucionalidade das cotas raciais nas universidades e, agora, dá mais um passo no sentido de resgatar a história do país. “Essa ...

Leia mais

Ruth Pinheiro, administradora de empresas: ‘Disseram: agora vem essa negra ser nossa chefe’

Uma das principais articuladoras do movimento negro, militante vê na democratização da cultura o caminho para a reparação POR CELIA COSTA, do O Globo  “Nasci no Engenho Novo, na Zona Norte do Rio, tenho 66 anos e sou militante na luta pela reparação aos povos africanos. Meu engajamento começou em 1968, quando fui vítima de preconceito no trabalho. Depois, passei a lutar para mudar isso e a atuar em causas sociais” Conte algo que não sei. Existe um movimento cultural imenso no Brasil que precisa de recursos, que é o afrobrasileiro. Quando falamos em reparação, a sociedade não consegue entender que isso é um direito. É preciso saber o contexto e o motivo de os negros ainda serem maioria nas favelas, nos prostíbulos e no tráfico de drogas. O que fazer para mudar essa situação? É preciso haver democratização do acesso à cultura. Lamentavelmente, apenas uma pequena parcela do orçamento ...

Leia mais

Hoje, eu sou negro, pois me convém

“Imagine que seu bisavô teve todos os bens confiscados. Ele perdeu o lugar onde nasceu, terra, família, cultura e outras coisas que não podemos imaginar. Tudo isso foi realizado por meio do governo. Mas quais seriam os motivos para que seu avô fosse levado, junto com outras pessoas, para trabalhar em um lugar que ele nunca havia visto? A resposta é simples: a economia, o capitalismo, e usaram a diferença que ele tinha com as outras pessoas, como uma forma de legitimar a escravidão, um estigma a ser carregado, como uma mancha vermelha na testa.  por Naomi Faustino no The Black CupCake Depois que seu bisavô foi levado, ele acabou constituindo uma outra família, mesmo vivendo com diversas pressões e não sendo mais visto como ser humano. Seu bisavô teve um filho, a mesma marca e o mesmo destino foram passados para seu avô.  Até que um dia, seu avô foi liberto, ...

Leia mais
“Quem não reagiu está vivo”, diz o governador Geraldo Alckmin a repórteres

Alckmin cria sistema de pontuação diferenciada para negro em concurso

Medida vale também para pardos e indígenas, segundo governo. Governador diz que pontuação diferenciada estimula a meritocracia. Por Letícia Macedo Do G1 O govenador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), sancionou nesta quinta-feira (15) o sistema de pontuação diferenciada para negros, pardos e indígenas em concursos do governo do estado no executivo, legislativo e judiciário. A regulamentação feita pela Secretaria da Justiça deve acontecer em 90 dias. A nova regra será aplicada já nos próximos processos seletivos. No município de São Paulo, em dezembro de 2013, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), sancionou o projeto de lei que cria cotas para a comunidade negra no serviço público municipal. Diferentemente do programa municipal, o projeto estadual optou por estabelecer um percentual diferenciado, e não cotas, a fim de garantir, no entender do governador, a meritocracia. “Tem que fazer prova, tem que ter nota mínima, tem que ter mérito, mas a ...

Leia mais
Página 9 de 40 1 8 9 10 40

Últimas Postagens

Artigos mais vistos (7dias)

Twitter

Welcome Back!

Login to your account below

Create New Account!

Fill the forms bellow to register

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Add New Playlist