Tag: escravo

    'Fantasia' de escravo de menino de 9 anos causou repercussão na internet — Foto: Reprodução

    Mãe ‘fantasia’ filho de escravo para festa de Halloween em escola de Natal: ‘vamos abrasileirar esse negócio’

    Mulher publicou fotos de menino de 9 anos nesta segunda-feira (29), nas redes sociais, e causou repercussão negativa na internet. Por G1 'Fantasia' de escravo de menino de 9 anos causou repercussão na internet — Foto: Imagem retirada do G1 Uma mãe fantasiou o próprio filho de 9 anos como escravo para a festa de Halloween de uma escola de classe média alta em Natal, nesta segunda-feira (29). Ela mesma publicou fotos do garoto nas redes sociais, durante a tarde, e as imagens causaram grande repercussão na internet. A maior parte dos comentários é de críticas à fantasia, que foi considerada racista. A publicação foi apagada do perfil dela. Além de pintar o garoto, a mulher maquiou ele com "marcas" de chicotadas e o cobriu com roupas brancas e correntes. "Quando seu filho absorve o personagem! Vamos abrasileirar esse negócio! #Escravo", escreveu ela no Instagram. [caption ...

    Leia mais
    blank

    Tom Fuller: A Calculadora da Virgínia era um escravo analfabeto

    Tom Fuller, também conhecido como a Calculadora da Virginia ou Tom, o Negão, foi um escravo dos muitos que foram levados para o EUA para trabalhar nas plantações de algodão nos Estados do Sul.   Do Mdig Em 1724, com 14 anos, foi capturado na costa da Libéria e vendido a Elisabeth Coxe para trabalhar em sua plantação de Alexandria (Virgínia). Trabalhou toda sua vida na plantação, mas todos os que lhe conheciam falavam de sua facilidade para o cálculo mental. O movimento abolicionista, nascido no EUA no final do século XVIII, utilizou-o como estandarte para jogar por terra a estúpida ideia de que os negros eram intelectualmente inferiores aos brancos. À idade de 70 anos, e após muito tempo escutando os prodígios de Tom, dois respeitáveis cidadãos de Virgínia, William Hartshorne e Coates Samuel, decidiram colocar a prova o escravo com perguntas difíceis ou impossíveis de calcular mentalmente: Quantos ...

    Leia mais
    blank

    Racismo: youtuber é chamado de “macaco” e “escravo” após postar vídeo em canal de rede social

    Luan Custódio faz comentários sobre universo adolescente há cerca de um ano Do Patrocinio Online Um jovem foi alvo de racismo na internet após criar um canal em uma rede social. Luan Marcos Custódio, de 20 anos, criou o canal Flopou há cerca de um ano e começou a gravar vídeos sobre assuntos do universo adolescente, como música, relacionamentos e internet. Em uma das gravações em que o youtuber falava sobre puberdade, um internauta com perfil anônimo xinga o jovem. Entre as ofensas, o usuário chama Luan de “macaco” e “preto escravo”. — No começo, eu me senti muito mal, me senti meio que um lixo. Chorei bastante, mas depois eu parei e respondi a ele também. Minha primeira intenção era xingar ele de tudo quanto era nome, mas eu decidi não ser igual a ele, não fazer o que ele fez comigo, mostrar que eu sou uma pessoa diferente ...

    Leia mais
    blank

    ‘Escravo reprodutor’ teve mais de 200 filhos e viveu 130 anos, afirma família

    'É uma história verdadeira, não é uma lenda', diz neta de São Carlos (SP). Para pesquisador, memória de Roque José Florêncio precisa ser resgatada. Por Stefhanie Piovezan Do G1 "É uma história verdadeira, não é uma lenda", diz Maria Madalena Florêncio Florentino enquanto segura a foto do avô. Nascido em Sorocaba na primeira metade do século XIX, Roque José Florêncio foi comprado por um fazendeiro de São Carlos (SP) e escolhido para ser "escravo reprodutor" no distrito de Santa Eudóxia. Familiares e um estudo afirmam que ele teve mais de 200 filhos e, segundo a certidão de óbito, morreu com 130 anos. O documento, lavrado em 17 de fevereiro de 1958, aponta que Roque morreu por insuficiência cardíaca, miocardite, esclerose e senilidade. A quantidade de filhos estaria contabilizada em um antigo livro da Fazenda Grande. Mas a família diz que não tem documentos que comprovem os nascimentos e procura os descendentes nas ...

    Leia mais
    blank

    Carta de uma senhora a seu ex-escravo, e a resposta indignada de um homem livre

    Em 1834, Jarm Logue, então com 21 anos (a foto acima é de alguns anos mais tarde), conseguiu roubar o cavalo de seu mestre e escapar da vida de escravidão em que havia nascido. Do Tokaoki Infelizmente, sua mãe, irmão e irmã ficaram para trás. 26 anos depois, ele havia se estabelecido em Nova York, aberto inúmeras escolas para crianças negras, começado a sua própria família e se tornado um reverendo e famoso abolicionista, além de autor de uma autobiografia, quando recebeu uma carta da esposa de seu antigo dono,  exigindo US$ 1000. Essa carta, e sua resposta furiosa, podem ser lidas abaixo. Nota: depois de escapar da escravidão, Logue mudou seu nome para Jermain Wesley Loguen. (Fonte: A escravidão nos Estados Unidos; Imagem: JW Loguen, via.) Maury Co., Estado do Tennessee, 20 de fevereiro de 1860. Para Jarm: ​​- Tomo  minha caneta para escrever-lhe algumas linhas, para que você saiba o quanto estamos bem. Eu estou aleijada, mas ...

    Leia mais
    blank

    Do Valongo à Favela: Exposição conecta passado escravo com favelas nos dias de hoje

    A principal exposição do Museu de Arte do Rio (MAR) de 2014 “Do Valongo à Favela: O Imaginário e a Periferia” abriu suas portas em maio para expor a história da zona portuária do Rio de Janeiro. A exposição que ia se encerrar ontem, agora foi estendida até 10 de maio de 2015. Por Elma Gonzalez Do Racismo Ambiental O curador Rafael Cardoso explica a exposição em um vídeo no canal do YouTube do MAR: “Do Valongo a Favela: O Imaginário e a Periferia é uma grande exposição tocando nesse conceito de periferia a partir do fato que o MAR se localiza numa área do Rio de Janeiro que eu considero a primeira periferia do Brasil”. Curadores Cardoso e Clarissa Diniz selecionaram cerca de 200 obras de arte, incluindo objetos históricos, iconografia e obras contemporâneas a serem exibidos na exposição. Vários artistas brasileiros como Ayrson Heráclito, Carlos Vergara e Lucia Rosa colaboraram com o ...

    Leia mais
    blank

    Africanos fazem parte da alma carioca

    por Larissa Altoé O Brasil recebeu, do século XVI ao XIX, aproximadamente quatro milhões de cativos. A principal região brasileira importadora de africanos escravizados era o Sudeste, e nela se destacava a praça comercial do Rio de Janeiro, onde eles chegavam do Congo, Angola e Moçambique. Não havia lugar que se comparasse com a nossa cidade no início do século XIX em relação ao aumento da população africana e afrodescendente. Na década de 1820, havia na corte 86.323 habitantes, dos quais 40.376, ou 46,7%, eram escravos, majoritariamente africanos (dados do livro A Vida dos Escravos no Rio de Janeiro, de Mary Karasch). Ao longo daquele século, esses números só aumentaram, caracterizando a cidade como a que mais abrigava escravos e negros livres em todas as Américas. Em 1849, eles já somavam 48% de uma população de quase 206.000 habitantes. Desempenharam papel fundamental no cotidiano urbano. Os chamados “escravos de ganho” faziam ...

    Leia mais
    blank

    Mostra traz registros fotográficos da dinâmica da escravidão no Brasil

    Escravos em terreiro de uma fazenda de café – Vale do Paraíba, c. 1882 A dinâmica da escravidão no Brasil A Galeria Fiemg, em Ouro Preto, recebe a exposição ‘Emancipação, inclusão e exclusão. Desafios do Passado e do Presente – fotografias do acervo do Instituto Moreira Salles’, com fotografias de Marc Ferrez, Victor Frond e George Leuzinger, entre outros. A exposição tem curadoria de Lilia Schwarcz, Maria Helena Machado e Sergio Burgi e faz parte do evento Fotógrafos em Ouro Preto, que reúne mostras, oficinas, palestras e atividades voltadas para a fotografia, suas técnicas e suas particularidades. A Galeria Fiemg é parceira do evento. A mostra é composta por imagens fotográficas de negros livres ou escravos, no Brasil, ocupados com seus trabalhos, seja na área rural ou nas cidades. São carregadores, vendeiros, barbeiros, lavradores. As novas técnicas de fotografia e impressão possibilitaram a ampliação das imagens originais e a descoberta de gestos, ...

    Leia mais
    Quitandeiras

    10 raras fotografias de escravos brasileiros feitas 150 anos atrás

    Esta publicação é uma pérola, verdadeira uma raridade, creio que todos os brasileiros deveriam ter conhecimento disso. Quando estudamos a escravidão no ambiente escolar não estamos habituados a ver imagens reais de escravos do Brasil. A fotografia é um elemento que aproxima o leitor da realidade, e por conta disso, é muito importante estabelecer este tipo de contato na hora de aprender sobre algum tema. Uma vez que o Imperador Pedro II era um entusiasta da fotografia, o Brasil se tornou um ambiente favorável à prática da fotografia muito cedo. Durante a segunda metade do século XIX diversos fotógrafos, alguns patrocinados pela Coroa, fizeram valiosos registros da realidade vivida no país. As imagens abaixo são do acervo do Instituto Moreira Salles, algumas delas foram feitas há mais de 150 anos. A qualidade do material, tanto no sentido gráfico quanto em detalhes de comentários nas suas legendas, impressiona e aproxima aqueles que querem entender o cenário escravocrata brasileiro. ...

    Leia mais
    crianças negras foram retratadas no período pós-abolição dos escravos

    Crianças negras retratadas no período pós-abolição dos escravos

    Uma pesquisa desenvolvida na UFSCar mostra como crianças negras foram retratadas no período pós-abolição dos escravos. Com imagens produzidas entre os anos de 1880 e 1940, o trabalho inovador, tanto no Brasil quanto no exterior, reúne fotos da vida cotidiana e escolar de uma infância quase esquecida pela história. Foram pesquisados museus e acervos históricos do Brasil, em São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, Paraná, São Carlos e Dourados, e também no exterior, em Paris e Portugal. Anete Abramowicz, docente do Departamento de Teorias e Práticas Pedagógicas (DTPP) da UFSCar e responsável pela pesquisa “Representações da Criança e da Infância na iconografia brasileira dos anos 1880-1940”, conta que houve grandes dificuldades para reunir as imagens, já que fotos de crianças negras no século XIX e início do século XX, são bem raras, apesar de sua importância social. “As crianças ocupam um lugar aparentemente periférico na história em geral e isso ...

    Leia mais
    slavery2

    História “embeleza” questão do tráfico de escravos, diz arquiteta portuguesa

    Sofia Castelo é uma das candidatas a um concurso das Nações Unidas para a construção de um monumento permanente em memória das vítimas da escravidão e do tráfico transatlântico; são 12 candidatos de nove países. Mônica Villela Grayley As Nações Unidas devem anunciar em setembro a proposta vencedora para a construção de um monumento permanente em memória das vítimas da escravidão e do tráfico transatlântico de escravos. O monumento será exposto na sede da ONU em Nova York a partir de 2014. Ao todo, concorrem 12 candidatos de nove países: Colômbia, China, Estados Unidos, Finlândia, França, Grã-Bretanha, Itália, Romênia e Portugal. Relação Distante Única participante lusófona, a arquiteta-paisagista, Sofia Castelo, de Portugal, contou à Rádio ONU o motivo de sua proposta: um monumento batizado de "Middle Passage" ou passagem do meio, numa tradução livre. "Criar um monumento do século 21 que promova uma relação direta, individual porque os monumentos do ...

    Leia mais
    blank

    Inventário dos Lugares de Memória do Tráfico Atlântico de Escravos e da História dos Africanos Escravizados no Brasil

    O trabalho de organização do Inventário dos Lugares de Memória do Tráfico Atlântico de Escravos e da História dos Africanos Escravizados no Brasil foi coordenado pelo Laboratório de História Oral e Imagem (LABHOI) da Universidade Federal Fluminense, em parceria com o Comitê Científico Internacional do Projeto da UNESCO “Rota do Escravo: Resistência, Herança e Liberdade”. Reúne 100 Lugares de Memória e foi construído a partir da indicação e contribuição de diversos historiadores, antropólogos e geógrafos do país, após consultas e intensas trocas de informações. Sem essa generosa contribuição, inclusive na redação preliminar dos verbetes e indicação da bibliografia ou fontes de referência, não teria sido possível a reunião desse amplo material. O avanço da pesquisa histórica sobre o tráfico e a escravidão em nosso país permitiu a reunião dessas 100 indicações, mas temos certeza que estamos longe de esgotar o Inventário. Esse trabalho deve ser entendido como um ponto de ...

    Leia mais
    Escravos na Justiça

    Escravos na Justiça

    Entre as várias preciosidades do Arquivo Nacional do Rio estão as Ações de Liberdade. Fui passar uma tarde, na última terça-feira, com esses processos que escravos moveram contra seus proprietários. Na comunidade do Desterro, hoje Florianópolis, em 1813, uma mulher de nome Liberata iniciou uma ação contra José Rebello, seu dono, que a violentava sistematicamente desde os 10 anos. por Míriam Leitão Depois de muitos anos, idas e vindas, brigas e ameaças, ela conseguiu a liberdade. Em 1835 seus filhos José e Joaquina entraram também na Justiça, alegando que tinham nascido depois que Liberata foi libertada, portanto, eram livres, e que tinham sido escravizados ilegalmente. Eles também venceram. No Arquivo, eu manuseei com luvas e respeito alguns desses documentos. Hoje estão todos digitalizados, e os pesquisadores estudam nos arquivos digitais. Mas foram mostrados na reportagem que fiz para o programa da Globonews. Quando a historiadora Keila Grinberg, ainda uma estudante de ...

    Leia mais
    Ramatis Jacino

    Ramatis Jacino: O negro no mercado de trabalho em São Paulo pós-abolição 1912/1920

    Ramatis Jacino fala sobre sua tese de doutoramento O negro no mercado de trabalho em São Paulo pós-abolição - 1912/1920. Orientado pela Professora Doutora Vera Ferlini, no Departamento de História da FFLCH-USP, Ramatis pesquisou boletins de ocorrências lavrados entre os anos de 1912 e 1920, para constatar que diversos trabalhos exercidos por escravos não se mantiveram como ocupação de ex-escravos ou seus descendentes na segunda década do século XX. Fonte: Univesptv

    Leia mais
    blank

    Alforriados, negros ainda foram explorados como escravos

    No século 19, entre os anos 1830 e 1888, os escravos compravam o direito à liberdade com o próprio trabalho, o que tornava precária a entrada de negros no mundo dos homens livres, e fazia perdurar o domínio senhorial. Sem recursos para pagar aos senhores a indenização exigida para a liberdade, os escravos contraíam dívidas com terceiros, e os pagavam por intermédio de contratos de locação de serviço. Estes contratos significavam, em muitos casos, um prolongamento da exploração do trabalho, uma vez que os libertos ainda eram submetidos a condições similares à escravidão. A historiadora Marília Ariza analisou contratos de locação de serviço registrados, entre os anos de 1830 e 1888, no Primeiro Cartório de Notas de São Paulo, e no Primeiro Tabelionato de Notas de Campinas — entre 1830 e 1888 — e sua relação com a luta dos escravos em processo de alforria. A dissertação de mestrado O ofício ...

    Leia mais
    Censo 1872

    População negra escravizada no Brasil é detalhada em Censo de 1872

    Marcado por um cenário de conflitos e protestos pelo fim da escravidão, o século XIX no Brasil foi o único do período colonial a ter um censo completo da população de escravizados. Os dados deste censo foram disponibilizados pelo Núcleo de Pesquisa em História Econômica e Demográfica da Universidade Federal de Minas Gerais (NPHED/UFMG) e pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado (Fapemig).  O Censo de 1872, foi realizado com sucesso como parte das políticas inovadoras de D. Pedro II. O resultado foi o registro de 10 milhões de habitantes, onde a população escrava correspondia a 15,24% desse total. Os 10 milhões de pessoas estavam distribuídos em 21 províncias, sendo cada uma subdividida em municípios que, por sua vez, eram divididos em paróquias. Ao todo, eram 1.440 paróquias, as unidades mínimas de informação, que serviram de base para o mapa disponibilizado. O recenseamento é considerado bastante completo por trazer o único ...

    Leia mais
    Fotografias Africanas

    Nos rastros de uma Manaus Negra e Africana

    Fotografias de africanos, negros e mestiços retiradas em um prédio antigo na Rua da Instalação no Centro de Manaus pela expedição de Luiz Agassiz e Elizabeth Agassiz em 1865. Outras podem ser encontradas no livro organizado por Maria Helena Machado e Sasha Huber intitulado “Rastros e raças de Louis Agassiz: fotografia, corpo e ciência, ontem e hoje”. São Paulo: Capacete, 2010. Manaus Negra A história da cidade de Manaus padece comdiscursos laudatórios e recortes preconceituosos que pouco esclarecem sobre os processos de construção espacial, cultural e socioeconômico de sua urbanidade. Ora retratada como uma entidade, quase um espirito da floresta, “encantada pelas iaras e uirapurus”; ora como “Paris dos trópicos” – experimentando o fausto da economia gomífera, dos costumes europeizados, cujo palco principal para a encenação do “ethos aristocrático daBelle Époque” é o Teatro Amazonas  –, a trajetória da cidade assim narrada oculta vivênciasimportantes. No máximo fala-se sobreas contradições entre costumes ...

    Leia mais

    Achados arqueológicos do Cais do Valongo estão abandonados em terreno no Porto

    Considerado um dos mais ricos e completos acervos sobre negros escravos já descoberto no país, o material recolhido ano passado pela equipe de arqueólogos do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) nas escavações do Cais do Valongo, na Zona Portuária, está há pelo menos três meses depositado em contêineres, sem maiores cuidados, na Rua Camerino. Como informou a coluna Gente Boa, do GLOBO, o trabalho de limpeza e catalogação das peças, que seria feito no Museu Nacional, sequer começou. O local de campo, transferido da Rua Sacadura Cabral para a Praça dos Estivadores, na Rua Camerino, encontra-se cercado por tapumes e trancado. Na área, que não é totalmente coberta, há pelo menos quatro esteiras e sete contêineres repletos de material recolhido no subsolo da Rua Sacadura Cabral e adjacências. Dentro desse espaço, que parece um canteiro de obras, ainda há peças guardadas em sacos, deixados no ...

    Leia mais
    escravos

    Murucutu mantinha 50 escravos em famílias

    Em 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, que pretendia libertar todos os escravos, cuja força de trabalho tanto enriqueceu senhores de engenho e a elite cafeeira. Desde 1834 já era proibido o tráfico negreiro transatlântico entre o Grão-Pará e a África. Em 1850, esse tráfico passou a ser proibido entre o Brasil como um todo e a África. Uma exceção, conhecida e estudada em pesquisas desenvolvidas pelo Museu Paraense Emílio Goeldi, é o Engenho Murucutu, localizado na cidade de Belém. Mais de 30 anos após a proibição do tráfico negreiro no Grão-Pará, ele ainda mantinha uma média de 50 escravos. É o que apontou estudo da bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Museu Goeldi, Juliana Brandão, estudante de História da Universidade Federal do Pará (UFPA). Orientada pelo arqueólogo pesquisador do MPEG, Fernando Marques, ela desenvolveu a pesquisa "Força negra a ...

    Leia mais
    Página 1 de 2 1 2

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Instagram

    Twitter

    Facebook

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist