terça-feira, abril 20, 2021

Tag: Feminista

E se não tivesse havido golpe?

Vejam vocês que ironia. Não tivesse havido golpe, estaríamos agora entrando em uma eleição limpa, tranquila e muito provavelmente, com a saída democrática de 16 anos de governos do PT. Por Gustavo Conde Do Brasil247 Foto: Reprodução/Brasil247 Porque, se Dilma prosseguisse, o PT não despontaria como o favorito de agora. Seria dificílimo, quase impossível, encaixar mais uma vitória. Estaríamos vivendo, neste momento, um cenário de consolidação da democracia. Teríamos várias forças políticas ascendendo e participando do pleito de maneira soberana. Teríamos debate, autoestima e um pouco mais de clareza diante da economia e dos avanços sociais. Teríamos espaço para projetos novos de gestão, para sínteses dos legados deixados pelo PT e mesmo pelo PSDB. Possivelmente, não teríamos a gasolina nesse preço exorbitante, muito menos o gás de cozinha. Não teríamos massacres em presídios, genocídio de índios, escalada de feminicídios, escalada de violência e essa enxurrada de casos ...

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Uma feminista anarquista no alvorecer do século XX

A educadora Maria Lacerda de Moura, mineira de Manhuaçu (1887-1945), formou-se na Escola Normal de Barbacena e viveu também em São Paulo, tendo publicou dez livros. Entre eles, "A mulher é uma degenerada "(1924), cujo título seria uma pergunta, mas foi publicado sem a interrogação; e outro igualmente ousado: "Amai... mas não vos multipliqueis" (1932). Para Maria Lacerda, a liberdade sexual das mulheres seria a "conquista suprema para a remodulação do velho mundo". Do Festival de Historia Macaé Evaristo, Maria do Carmo Ferreira e Carolina Ramkrapes, no 4º fHist (Foto: Reproduzida/festival de historia) Pouco estudadas no meio acadêmico brasileiro, as ideias feministas dessa militante anarquista do início do século XX foram apresentadas no 4º Festival de História em 2017 pela historiadora e professora da rede pública de São Paulo, Carolina Ramkrapes, na mesa "Nossa Luta faz História". A mesa contou, ainda, com relatos de lutas da ...

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Entrevista a Sonia Corrêa: “Em 2018, as feministas vão estar na rua!”

A ativista e investigadora brasileira Sonia Corrêa esteve em Lisboa e conversou com o Esquerda.net sobre a primavera feminista que tem sacudido o Brasil e também sobre os avanços e os recuos, na já tão longa luta pelo fundamental direito ao aborto. Por Sofia Roque Do Esquerda.Net Youtube/imagens Sonia Corrêa é feminista e investigadora em estudos de género, com inúmeras publicações na área dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres. Desde 2002, é também co-coordenadora, com Richard Parker (EUA/Brasil), do fórum global Sexuality Policy Watch(link is external)(Observatório de Sexualidade e Política), e investigadora associada da Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA) e do Departamento de Estudos de Género da London School of Economics and Political Science(link is external). No final de dezembro de 2017, Sonia Corrêa esteve em Lisboa e conversou com o Esquerda.net sobre a primavera feminista que tem sacudido o Brasil, desde 2015, e também sobre os avanços e recuos ...

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Site busca voluntários para atacar feministas com ácido sulfúrico

Administradoras da página Feminismo Sem Demagogia e familiares receberam ameaças de ataque com a substância química Por Victória Damasceno Do Carta Capital Ilustração: Lumi Mae Através de mensagens de seus seguidores do Facebook, Gleide Davis foi avisada de que era alvo de uma ameaça. Dona da página Feminismo Sem Demagogia, a militante feminista, juntamente com as outras duas administradoras, Vera Dias e Jéssica Milaré, receberam ameaças do site Rio de Nojeira, onde o autor da postagem oferece 10 mil reais para quem se oferecer a jogar ácido sulfúrico no corpo das mulheres. O texto foi publicado na tarde de segunda-feira 22 e dá um prazo de trinta dias para que qualquer indivíduo se habilite a cometer o crime. Para a realização do ataque, o site disponibiliza dados pessoais dos alvos, como nome completo, documentos pessoais, número de telefone e até mesmo o endereço pessoal e comercial, além de uma fatura de cartão de crédito. Apresentado ...

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Homens cantam ‘lacração’ e esquentam debate sobre letras feministas e ‘lugar de fala’ na música

Letras com tom de empoderamento têm sido criadas e cantadas por eles; sertanejo diz que 'estilo está em alta'. Para pesquisadora, é preciso ir além do lacre. Por Carol Prado, G1 Já que empoderamento se tornou palavra de ordem na música pop, alguns homens decidiram que também querem lacrar. Letras que arriscam tom feminista têm sido criadas e cantadas também por eles. “Esse estilo está em alta no mercado”, diz ao G1 Mariano, da dupla com Munhoz. Os dois lançaram em novembro “Mulherão da porra”, um funknejo com bordão em alta no vocabulário do tombamento. A letra fala sobre uma garota mais interessada na balada do que num relacionamento sério. Ele explica: “Temos que enfiar na cabeça das pessoas que mulherão da porra não é só a siliconada, que vai para a academia. É a mulher guerreira.” A dupla Munhoz e Mariano (Foto: Equipe MW Produções/Divulgação) As bandas Oriente ("Linda, louca e ...

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Debates sobre racismo e branquitude marcam Encontro Feminista Latinoamericano e Caribenho

Três dias, mais de 2.060 mulheres credenciadas, 82 atividades autogestionadas, 30 países, 10 eixos temáticos de debate com suas respectivas assembleias, múltiplas manifestações culturais e um incontável número de reuniões paralelas. Assim foi o 14º Encontro Feminista Latino-americano e Caribenho, ocorrido entre 23 e 25 de novembro em Montevidéu, no Uruguai, com o tema “‘Diversas mas não dispersas”. Pela primeira vez em 36 anos, os debates sobre racismo no interior do feminismo e como os privilégios vivenciados por brancas ou não negras e indígenas são entraves para a efetiva emancipação das mulheres e reforçam as desigualdades sociais compuseram um eixo temático do Encontro. por Luciana Araujo para o Geledés Instituto da Mulher Negra Os principais objetivos do Encontros Feministas (EFLACs) são: contribuir com o fortalecimento da democracia na América Latina a partir da incorporação dos direitos humanos das mulheres nas agendas dos Estados e das sociedades, desde uma perspectiva feminista, e ...

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Caminhos e tropeços de uma velha feminista

Generadas³: feminismos em pauta - Um mosaico abrangente da atual produção cultural feminista que reflete a complexa experiência Do Sesc Palestra com Heloísa Buarque de Hollanda Hoje a onda feminista jovem mostra uma intensidade e um impacto inéditos na historia do ativismo de mulheres. Quais são os diversos formatos e programas das ondas feministas anteriores que apontam possíveis continuidades no "novo ativismo"? A primeira onda feminista com a luta pelo direitos de cidadania iguais para homens e mulheres (fim do séc. XIX e início do séc. XX) e a segunda pelos direitos trabalhistas e individuais (por volta dos anos 60 e 70) foram seguidas por uma terceira onda: a contestação das definições essencialistas da feminilidade e uma reivindicação pelo direito de interpretar, performar os gêneros, momento no qual a vivência e experiência de Heloísa com o feminismo se intensifica (anos 90). A partir desse panorama, a professora pretende mostrar como o ...

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Uma breve história do feminismo africano

Começo este artigo por dizer "enfim". A razão para minha exasperação é a sugestão contínua de que o feminismo não é africano - o que quer que seja ser africano signifique. Pessoalmente,  nunca recebi instruções de como ser um Africana! Por MINNA SALAMI, do Ondjango Feminista  A verdade é que o feminismo é uma necessidade absoluta para as sociedades africanas. Nós ocupamos o mais baixo lugar no índice global da igualdade de género, temos alguns dos números mais elevados de violência doméstica, o número mais elevado de circuncisões e mutilações femininas, e de outras tradições prejudiciais (que não preciso mencionar). No entanto, continuo a ver artigos que começam de forma promissora, mas que fazem afirmações como “... o principal objectivo da mulher nigeriana é o imperativo da construção da família como o primeiro passo na construção da nação” e “as mulheres africanas não sentem a mesma urgência ou necessidade de se ...

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Onjango feminista: o centro da emancipação e desalienação feminina

Os homens, por meio das religiões monoteístas, construíram na memória colectiva de quase todo mundo a imagem de um ‘Deus-Pai’ de quem somos imagem e semelhança e que com suas leis ‘inquestionáveis’ silenciou e subjugou a mulher ao homem. Com o surgimento da colonização cristã e do ideário expansionsta islâmico, em muitas culturas africanas, para além do modo de ser e estar endógeno, a mulher passou a ser vista como um ser inferior, de segunda categoria, sem estirpe e expressão. A figura da mulher viu-se alienada e oprimida. E em Angola não se fugiu à regra. Por: Lourenço Mussango, do Jovens da Banda  Passaram-se anos, mulheres como Nzinga Mbandi, Kimpa Vita e Deolinda Rodrigues fizerem eco no seu tempo e emanciparam-se. Mas o eco foi efémero e muito cedo caiu por terra. Porém, depois de muito tempo de silêncio, em Junho do ano passado, duas jovens cultas (Sizaltina Cutaia e ...

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WASHINGTON, DC - SEPTEMBER 28: Author Chimamanda Ngozi Adichie reads from one of her novels during the Washington Ideas Forum at the Harman Center for the Arts September 28, 2016 in Washington, DC. Adichie said she would have a very difficult time writing about racism and the recent shootings of unarmed black men in America, saying, "I almost feel that language has failed me." (Photo by Chip Somodevilla/Getty Images)

‘Mulheres, parem de tentar agradar. Não é sua função’: Chimamanda N. Adichie

Chimamanda Ngozi Adichie não se importa se não gostam dela. Muitas mulheres se importam com isso, diz ela, e isso não é apenas desaconselhado, é prejudicial. “Não é seu trabalho agradar. Seu trabalho é ser você mesma”, diz ela. “Alguém gostará de você mesmo assim.” no Estadão Milhões de pessoas como Chimamanda Ngozi Adichie ao menos. Ela é a autora dos best-sellers Americanah (mesmo título no Brasil) e Half of a Yellow Sun (Meio Sol Amarelo). Ela é o rosto de uma empresa de maquiagem. O título de sua palestra TED de 2013, We Should All Be Feminists (Devemos ser todos feministas), está estampado em camisetas de designer usadas por celebridades como Rihana, Natalie Portman e Jennifer Lawrence. Beyoncé sampleou sua fala numa canção. Ela ganhou um prêmio “gênio” da MacArthur, um National Book Critics Circle Award – e tem estado na lista das mais bem-vestidas de Vanity Fair. [caption ...

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Toda feminista é mal amada

E ela só é mal amada porque é mulher. Sou uma delas e posso dizer que sou, sim, muito mal amada. por Luíse Bello no HuffPost Brasil O título alarmante é pra chamar atenção mesmo e dizer que eu concordo com este que é o argumento mais batido daqueles que querem atacar o feminismo. É verdade. Toda feminista é mal amada. E ela só é mal amada porque é mulher. Sou uma delas e posso dizer que sou, sim, muito mal amada. Sou mal amada desde criancinha quando me ensinaram que o meu mundo era um tanto quanto limitado. Na escolinha onde estudei até a quarta série (não sei o equivalente no mundo atual), o único brinquedo que havia no pátio era uma mesa de totó. Muito velha, muito capenga, mas era um sucesso - e exclusiva para os meninos. Eu já não gostava de futebol, mas tinha tanta vontade ...

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23 formas de uma mulher empoderar a outra indicadas por ONGs e coletivos feministas

Atitudes e ações práticas para que empoderamento seja mais do que uma palavra da moda. Por Susana Cristalli, do BuzzFeed Pedimos para mulheres à frente de ONGs, coletivos e publicações feministas dar dicas práticas de como mulheres podem empoderar umas às outras. A Viviane Duarte do Plano Feminino, a Maíra Liguori do Think Olga, a Monique Evelle do Desabafo Social, a Nathalia Parra da Frente Feminista Casperiana Lisandra (coletivo de alunas faculdade paulistana Fundação Casper Líbero), a Letícia Bahia da revista AzMina, a Raquel Marques da ONG Artemis e as meninas da revista teen feminista Capitolina responderam com estas sugestões. 1. Seja a amiga que você gostaria de ter. Revista Capitolina / Instagram / Via instagram.com Valorize as qualidades de suas amigas e faça elas acreditarem que podem fazer acontecer. E sempre dê apoio a uma amiga que precisa de colo. 2. Não veja outra mulher como rival só por ...

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‘Meninas são ensinadas a ficar caladas e sorrir quando discordam’, diz autora feminista que estourou na voz de Beyoncé

Durante a infância em Nsukka, no sudeste da Nigéria, a escritora Chimamanda Ngozi Adichie, de 39 anos, era quem tinha de ajudar nos afazeres domésticos. Seu irmão sequer era chamado. Da mãe, ouvia sempre como era importante saber cozinhar para o marido, ou sobre como se comportar em uma discussão: "é melhor ficar calada, fingir. Se você não concorda, sorria, é assim que as mulheres fazem". Por Renata Mendonça, da BBC 'Eu queria um mundo onde pudéssemos criar crianças sem pensar em gênero', disse Adichie (Foto: Ivara Esege) Algumas décadas depois, Adichie acabou se tornando uma das mais consagradas escritoras da Nigéria, referência do feminismo no mundo inteiro - seu ensaio Sejamos Todos Feministas foi bestseller em vários países - e autora de livros premiados e adaptados para o cinema nos Estados Unidos. Ela vive desde os 19 anos nos EUA, onde sua obra e seu engajamento ...

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Mostra de cinema feminista chega a BH com mais de 40 sessões e rodas de conversa

O dia 8 de março, data símbolo das lutas das mulheres contra o machismo celebrada na próxima quarta-feira, também marca o início da “3ª Mostra de Cinema Feminista”. Nesta edição, o evento acontece no Sesc Palladium, de 8 a 12 de março. Serão exibidos mais de 40 filmes dirigidos por mulheres. Durante todo o evento, a entrada é gratuita. Por Érica Santos, do BHAZ Além disso, serão realizados debates com diretoras convidadas e mesas redondas com temáticas relacionadas às questões do feminismo contemporâneo. Os filmes são exibidos entre 17h e 22h. Exceto domingo, quando as exibições começam às 16h. O evento tem organização do Coletivo Malva. As exibições são distribuídas em sessões que trazem em seus nomes os gritos ecoados pela luta feminista ao longo dos anos. Na abertura da mostra, 8 de março, dia “Internacional da Mulher”, a abertura é com as sessões “O corpo é meu” e “Mexeu com uma mexeu com todas”. Os ...

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O depoimento dessa mãe é mais do que um debate: é uma aula essencial sobre feminismo

Ser mãe é daquelas coisas difíceis de explicar, gente: sempre tem alguém prontinho para atirar uma pedra. Não amamentou? Nooossa, que irresponsável! Amamenta em público? Despudorada… E por aí vai! Agora imagina o fuzuê quando essa mãe feminista decidiu comprar um fogãozinho rosa para sua filha. Fonte: Hypeness Rogéria Rizette Linares escreveu um depoimento no Facebook sobre como uma amiga teria reagido ao fato de ela comprar o fogãozinho para a filha, uma menina de três anos. “Você deu um fogão e panelas pra sua filha? Deve ter doído no seu feminismo.“, teria dito a amiga. Diante disso, Rogéria sentiu que precisava esclarecer algumas coisas sobre o que significa feminismo. E o depoimento dela é simplesmente inspirador. “Sou feminista e dei um fogãozinho rosa pra minha filha. Porque quero que ela brinque com suas panelinhas, com suas filhas de brinquedo, suas maquiagens coloridas, que se imagine sendo uma princesa coberta de ...

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2017 será um ano feminista

As reviravoltas de 2016 prepararam o terreno para o florescimento da resistência das mulheres em um Brasil ainda mais conservador Fonte: Carta Capital por, Debora Diniz Os últimos dias do ano são de retrospectiva. Os analistas gostam de lembrar o vivido para antecipar o que nos espera. Há os analistas econômicos, os políticos, até os religiosos. Os homens de batina, por exemplo, mostram que 2017 será um ano difícil para o Papa Francisco: há muita gente de olho nas mudanças liberais do Papa sobre aborto ou casamento. Minha retrospectiva será feminista e começo com uma sentença: 2016 foi um ano preparatório para a reviravolta feminista em 2017. Primeiro, porque se golpeou a primeira mulher presidenta da história do país. Foi golpe e ela foi golpeada. É isso mesmo – a sacaram do poder por uma artimanha, e os autores do golpe mais parecem personagens de comédia malfeita. O fatídico 17 ...

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Karol Conká e MC Carol em show no Lollapalooza (Foto: Divulgação/I Hate Flash)

MC Carol une forças com Karol Conka para falar de feminismo em single

A relação entre MC Carol e Karol Conka, fortes figuras femininas no funk e no rap brasileiro, começou neste ano, quando Conka convidou a funkeira niteroiense para participar de seu show no festival Lollapalooza — na ocasião, Carol apresentou “Toca na pista” e fez dobradinha com a anfitriã no hit “Tombei”. Agora, a parceria ganha força em “100% feminista” (ouça abaixo, em primeira mão), single que tem produção dos renomados Leo Justi e Tropkillaz e estará no próximo disco de MC Carol, a ser lançado nas próximas semanas. Depois de “Delação premiada”, música em que criticou a violência policial nas comunidades e fez um contraponto com o “tratamento diferenciado” que políticos e membros da elite recebem da Justiça e das próprias forças policiais, Carol volta a falar do feminismo, tema que já tinha abordado no hit “Meu namorado é mó otário”, de 2014, mas em tom diferente. — Eu não ...

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Feministas se elegem vereadoras em busca de representatividade para mulheres

Em 2016, um grupo de vereadoras se elegeu prometendo a eleitores levar representatividade feminina às câmaras municipais, um espaço tradicionalmente composto por maiorias masculinas. Num ano em que as redes sociais impulsionaram questões como violência contra mulheres e inclusão, candidatas de cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Niterói e Belo Horizonte encontraram terreno fértil para divulgar suas propostas. Do Extra    No Rio, Marielle Franco (PSOL) foi a quinta vereadora mais votada e está entre as oito mulheres eleitas — em um total de 51 cadeiras da Câmara. Em seu perfil no Facebook, a vereadora fala da importância da representatividade feminina. “Sempre precisamos disputar o nosso lugar na sociedade. Seja na luta pela vida nos nossos lugares de moradia como na favela, subúrbio e espaços populares, seja pela falta de representatividade na política. Nós mulheres estamos historicamente disputando nosso lugar no trabalho, na vida pública e na política, que ...

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Teologia feminista: Deus tem gênero?

Se procurarmos por teologia feminista na wikipédia surge-nos a descrição “um movimento encontrado em várias religiões, como budismo, cristianismo e judaísmo, que reconsidera as tradições, práticas, escrituras e teologias dessas religiões a partir de uma perspetiva feminista.” Talvez a forma mais simples de explicar o que é isto da teologia feminista, seja dizer que se trata do estudo feito por mulheres, no sentido de serem livres no universo da religião. No fundo, este movimento surgiu como uma forma das mulheres reagirem com eficácia à unilateralidade da teologia dominante e à prática eclesial, que se apresenta como uma contribuição incompleta da teologia já que exclui quase por completo as mulheres. O objetivo é claro: fazer existir uma teologia da integridade, onde os gêneros coexistem e se completam. Por CLÁUDIA LUCAS CHÉU, do Delas Woman`s Bible Comecemos por explicar, então, a sua génese: no final do século XIX, um grupo de mulheres cristãs ...

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‘Véu também é liberdade’: a vida de uma muçulmana feminista no Brasil

Dana Albalkhi, 27, veste uma jaqueta de couro, brincos dourados de bolinha e jeans quando encontra a reportagem da BBC Brasil. Formada em literatura inglesa, ela dá aulas num colégio particular de São Paulo e quer voltar a estudar. Sozinha no Brasil, onde chegou há três anos, fez vários amigos brasileiros, e sente saudades da família que deixou na Síria. Dana é muçulmana, mas sua religião - e o véu florido que usa sobre a cabeça - não são o que melhor a definem. Por Ingrid Fagundez Do BBC Feminista, a professora diz que, para ela, o hijab é uma forma de liberdade, e não de opressão, como costuma ser encarado. Em agosto, 30 cidades do litoral francês proibiram a utilização do burquíni (traje de banho islâmico,) porque alguns o consideravam uma provocação contra os valores ocidentais. Há duas semanas, a principal instância administrativa francesa, o Conselho de Estado, suspendeu os ...

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