quinta-feira, maio 28, 2020

    Tag: Feminista

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    Movimento feminista: Ela fica linda quando está com raiva

    O documentário “She’s Beautiful When She’s Angry” revela algumas das dificuldades e contradições do movimento feminista por Joanna Burigo, da Carta Capital  She’s Beautiful When She’s Angry ("Ela fica linda quando está com raiva", em tradução livre) é um documentário de 2014 que resgata a história do movimento feminista dos Estados Unidos nas décadas de 1960 e 1970. Dirigido por Mary Dore e estrelado por figuras fundamentais da construção da episteme feminista moderna, como Kate Millet - autora do clássico Política Sexual - e Eleanor Holmes Norton, primeira mulher a presidir o Comitê de Igualdade de Oportunidades de Emprego nos EUA, o filme está atualmente disponível na Netflix. O documentário é balizado por manifestações recentes sobre direitos reprodutivos que se deram em Austin, no Texas, e apesar de situado em um contexto geográfico e histórico específico, é possível encontrar semelhanças entre o desenvolvimento da “segunda onda” do feminismo estadunidense e a recente ...

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    Os Gêneros e as Cores da Justiça – Porto Alegre recebe Seminário Feminista Latino- Americano

    Nos dias 23, 24 e 25 de maio, Porto Alegre será palco de um importante debate. Lideranças feministas do Brasil, Costa Rica e Argentina estarão na capital gaúcha para participar do “Seminário Latino- Americano: Os Gêneros e as Cores da Justiça”, organizado pela Themis – Gênero, Justiça e Direitos Humanos. A Conselheira de Direitos Humanos das Organizações das Nações Unidas (ONU) Alda Facio estará na abertura do evento, que ocorrerá no Auditório da Escola Superior da Magistratura (Celeste Gobatto, 229). As vagas são limitadas e os interessados podem realizar sua inscrição até o dia 20 de maio pelo e-mail [email protected] Não há valor predeterminado para as inscrições, os inscritos podem fazer uma contribuição espontânea no dia do evento. no Themis De acordo com a presidente do Conselho Diretor, Fabiane Simioni, a ideia do seminário é abordar a forma como leis e direitos são tratados pelos sistemas de Justiça contemporâneos, em ...

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    Jovens feministas reunidas em Lisboa. E não é para queimar sutiãs

    Há feminismos e feministas. De várias cores, origens sociais e idades. Este fim de semana, mais de cem encontram-se para debater uma nova agenda de reivindicações. Marcada pela crise, precariedade, redes sociais e as vozes das minorias Do Expresso Raquel, Tiago e Anya têm encontro marcado para este sábado e domingo, em Lisboa. Vão juntar-se a mais de uma centena de jovens para debater a causa da igualdade de direitos para homens e mulheres. Têm menos de 35 anos e trazem para o palco das reivindicações feministas novas palavras de ordem. Defendem as minorias étnicas, a participação dos homens ao lado das mulheres e trazem sotaques até agora pouco ouvidos nestas reuniões em Portugal. O Encontro Nacional de Jovens Feministas pretende juntar jovens ativistas, preocupados com a transformação social, e todos os que estiverem interessados na igualdade de género. Eles são de todo o país, segundo a organização, e trazem ...

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    12 livros feministas que você precisa conhecer

    Lista traz um conjunto de leituras feministas que colaboram para entender o mundo contemporâneo e os desafios para a construção de uma sociedade mais justa, mais igualitária e mais livre Por Flávia Biroli e Luis Felipe Miguel Do Revista Fórum As reflexões produzidas pelo feminismo – numa economia expressiva, já que se trata na realidade de feminismos, no plural – colocam questões fundamentais para a análise da opressão às mulheres nas sociedades contemporâneas. Mas não é só da posição relativa das mulheres que trata a crítica feminista. O conjunto cada vez mais volumoso dos estudos feministas expõe os limites das democracias quando estas convivem com a exploração e a marginalização de amplos contingentes da população. Analisam, assim, mecanismos que operam para silenciar alguns grupos e suspender a validade das suas experiências – eles operam de maneira específica sobre as mulheres, mas não se reduzem a uma questão de gênero. Tratam das conexões entre ...

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    Revista AzMina quer patrocinar 13 grandes reportagens feministas

    O jornalismo feminino pode ser tão bom e empoderador quanto a gente quiser! Colabore em nossa vaquinha on-line Do Azmina Agente é revista feminina, sim, mas vamos falar de bolsas muito mais importantes do que essas de levar os badulaques: as Bolsas de Reportagem d’AzMina. Queremos produzir 13 grandes reportagens investigativas sobre temas que combatam o preconceito, empoderem mulheres, ampliem o acesso a direitos das mulheres negras, indígenas, mães, lésbicas e trans e construam um mundo em que a gente é mais feliz e mais livre. Pra isso, porém, dependemos de sua doação! O jornalismo feminino pode ser tão bom e empoderador quanto a gente quiser! Mas não podemos nos deixar enganar: nenhuma informação na internet é de graça. Há sempre alguém pagando por ela e, na maioria dos casos, são grandes marcas para quem interessa muito mais que as mulheres estejam inseguras e alienadas para compensarem sua falta de ...

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    Jornalistas lançam campanha de financiamento coletivo para criação de portal feminista

    No Dia Internacional de Luta das Mulheres, um coletivo formado por duas jornalistas e uma estudante de ciências sociais vai lançar a campanha de financiamento colaborativo "Catarinas". O evento de lançamento que será realizado em Florianópolis/SC conta ainda com o bate-papo “Vamos falar sobre feminismos?” com participação de Clair Castilhos, secretária executiva da Rede Nacional Feminista de Saúde. Por Paula Guimarães Enviado para o Portal Geledés A exemplo de outras iniciativas de interesse público apoiadas por meio desse tipo de financiamento, Catarinas é um projeto para o desenvolvimento de um portal de notícias sobre gênero, feminismos e direitos humanos. A jornalista Clarissa Peixoto acredita que existam iniciativas importantes na área de comunicação e gênero no estado, porém, segundo ela, ainda há uma demanda represada na produção de conteúdo jornalístico especializado. “Temos consciência de que as mulheres ainda precisam avançar para garantir direitos humanos equivalentes ou equânimes aos dos homens e buscamos ampliar o debate para ...

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    Quando me descobri feminista

    Devido a algumas percepções do meu cotidiano que me afetavam indiretamente, debrucei-me sob leituras que julguei pertinentes e necessárias a fim de entender o que me cerceava como mulher, e o que me rotulava por ser mulher e negra. Lembro que esse foi o pressuposto para eu pensar minha condição social no mundo no qual estava inserida, e, de posse dessas leituras, meu inconsciente retomou algumas situações do meu passado e da minha memória afetiva que delineou meu posicionamento político diante de determinadas fronteiras. Por Paula Libence Do Escrevivencia A princípio, devo recordar uma situação que me ocorreu quando eu tinha oito anos de idade, e que me fez pensar por que e de qual lugar eu tomava para mim a condição de ser feminista (por mais que eu não reivindicasse esse rótulo para mim completamente). Certo dia, meu pai chegou do trabalho, foi ao banho, e minha mãe, atrelada ...

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    Roxane Gay: “Prefiro ser uma má feminista a não ser uma feminista”

    Autora de "Bad feminist" fala a ÉPOCA sobre como a piada que fazia sobre visões estreitas do feminismo acabou virando um conceito e título de livro Por PAULA SOPRANA, do Época  Tão atual quanto a nova geração empunhar a bandeira do feminismo é o debate em torno do significado de o que é ser feminista. De forma superficial, a definição, para muitos, ainda é sinônimo de uma sequência de estereótipos que vão desde uma militante sempre raivosa à mulher que jamais pode desenvolver gosto por arrumar a casa e ter filhos. A escritora americana Roxane Gay (que também escreve colunas de opinião no New York Times e no britânico The Guardian) é uma voz central diante da polarização sobre o tema. No seu best seller Bad feminist (Má feminista, sem tradução no Brasil), que reúne ensaios de não ficção, ela começa citando a frase de uma australiana que define de forma sucinta ...

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    As feministas não precisam ser perfeitas

    Algumas feministas se digladiam por causa de suas divergências. Seria bom que não fosse assim, mas é por Joanna Burigo, da Carta Capital  O feminismo nem sempre é a Sororidade Segura 100% que gostaríamos que fosse. Mas eu também gostaria de ser amiga da Rihanna, e não sou, e nem por isso deixo de requebrar quando toca Pon de Replay. Desde o final da infância a gente sabe que nem tudo é exatamente como a gente gostaria. Pensando assim, é possivel entender que o feminismo não é, nem nunca vai ser, exatamente como a gente gostaria. E isso não invalida sua existência. Conheço uma pá de feministas que já declararam estar cansadas de tretas com outras feministas, e simpatizo – já li relatos de violência (verbal e/ou simbólica) dentro do movimento, e conheço bem algumas das acusações que costumam voar nas rodinhas: acadêmica demais ou de menos, militante demais ou ...

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    O que significa o inconformismo de alguns diante do bom desempenho das feministas no ENEM. Por Nathali Macedo

    O caos criado quando do anúncio do tema da redação do Enem voltou a instalar-se nas redes sociais – desta vez em razão da divulgação das notas no portal do MEC. Por Nathali Macedo, do DCM  Assisti, radiante, muitas das minhas amigas feministas felizes com suas notas altas. Em contrapartida, muitos homens reclamaram do sistema de avaliação. Ouviu-se de tudo: a redação é corrigida por sorteio (???), as mulheres foram privilegiadas pelos corretores (??????), feministas tiraram notas baixas porque – acostumadas com os ‘textões’ do facebook, não foram capazes de produzir uma redação nos moldes exigidos pelo exame, notadamente diferentes – em forma e em linguagem – dos textos publicados e compartilhados nas redes sociais. A despeito dos argumentos tão isentos de sentido que sequer são dignos de menção, vamos aos fatos: Ninguém se prepara para o Enem – ou pra qualquer concurso que seja – no facebook. O sistema avaliativo ...

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    2015: a primavera das mulheres que floresceu

    A solidariedade entre as mulheres que faz com que campanhas contra o silenciamento ganhem espaço e se tornam importantes armas contra o machismo, as opressões e a misoginia, nas redes sociais e fora delas. Por Norma Odara no Brasil de Fato O ano de 2015 foi, definitivamente, um ano de lutas para as mulheres, sobretudo no Brasil. Já em 9 de março de 2015 a presidenta Dilma Rousseff sancionou a Lei do Feminicídio, que torna crime hediondo o assassinato de mulheres apenas por serem mulheres. Além disso as principais capitais do Brasil protagonizaram atos em defesa do direito das mulheres e contra o retrocesso. Brasília recebeu em agosto a Quinta Marcha das Margaridas, que reuniu agricultoras, sindicalistas, indígenas e quilombolas; a Primeira Marcha das Mulheres Negras – Contra o Racismo, a violência e pelo bem viver, que reuniu 10 mil mulheres em Brasília buscando dar voz às mulheres negras, que ...

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    “Você é feminista demais!”

    Depois que comecei a olhar o mundo de uma perspectiva, inicialmente de gênero e posteriormente de raça, classe e etnia percebi que trazer à consciência o funcionamento excludente da sociedade pode ser extremamente dolorido. O que iniciou com o desvelar dos discursos e atitudes machistas, hoje se mostra como um modo de pensar desconstrucionista. Isso significou que como mulher e pertencer – no que se refere a privilégios culturais e materiais em relação ao masculino – a uma minoria, acabei por me sensibilizar com as lutas de outras. Por  CÁSSIA R G, do Os Entendidos  Quer dizer, percebi recentemente, ao me desafiar a aprender novas atividades distantes da minha área de trabalho, que muitas ideias que eu fazia de certas tarefas antes de praticá-las se baseava em uma imagem superficial, essencialista e etnocêntrica do trabalho que ela realmente demanda. Percebi, ao aprender corte e costura, que confeccionar as roupas que ...

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    NOVAS BANDEIRAS A historiadora Margareth Rago. "Gosto deste movimento bem-humorado. O mundo é muito chato.Temos de alegrá-lo" (Foto: Letícia Moreira/ÉPOCA)

    Margareth Rago: “O feminismo está na moda. Virou pop”

    A historiadora da Unicamp diz que a luta feminina ganhou novas questões Por SERGIO GARCIA, do Época  A historiadora paulista Margareth Rago, 65 anos, esquadrinha o movimento feminista há mais de três décadas e encara com otimismo a torrente de manifestações que tem varrido o país com uma pauta tão cara às mulheres. Professora da Unicamp, Margareth se diz surpresa com a adesão maciça à campanha #primeiroassedio, em que as internautas relatam abusos sexuais que sofreram. Afirma que esses relatos a puseram a pensar em questões que, antes, não identificava como motivos para luta feminina. “É muito legal as jovens estarem exigindo o direito de não ter que amarrar o moletom na cintura para não serem chamadas de ‘boazudas’. Eu me acostumei a ter um moletom na bunda para disfarçar”, diz. A historiadora diz que o feminismo não é perfeito, mas é um caminho para criar novos modos de existência “mais ...

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    Feminismo entra de vez na pauta por meio de artistas na internet

    Conjunto amplo de movimentos e teorias, o feminismo tem sido cada vez mais introduzido em debates populares. Pelas ruas, termos como misoginia e patriarcado são ouvidos com frequência. Em parte porque artistas, pensadoras e influenciadoras digitais ganham consciência do potencial de transformação social e cultural do movimento, difundindo-o e levantando bandeiras para além das fronteiras acadêmicas ou políticas, onde se situou desde o início, na década de 1960, na luta por direitos iguais. Do Pbagora Presente no cotidiano feminino de forma mais constante — e também no masculino, por homens que defendem o fim do machismo —, o movimento é heterogêneo e tem diferentes faces. Conheça-as melhor e entenda por que, culturalmente, o termo está tão pop. #meuprimeiroassédio A atriz Letícia Sabatella e a apresentadora Paola Carosella foram algumas das artistas que entraram na campanha virtual #meuprimeiroassédio, promovido pelo coletivo feminista Think Olga em resposta aos ataques pedófilos sofridos por ...

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    Marcha do Orgulho Crespo, julho de 2015, São Paulo

    A presença colorida do feminismo negro

    Com rodas de samba, saraus, plenárias e manifestações, pretas costuram amplas alianças e, recordando Zumbi e Lélia Gonzalez, preparam-se para desaguar sua força em Brasília Por Inês Castilho | Imagem: Larissa Isis, do Outras Palavras “Estamos em marcha!” Com esse grito de guerra, milhares de mulheres negras brasileiras realizarão no dia 18 de novembro, em Brasília, a “Marcha das Mulheres Negras –e Contra o Racismo, a Violência e Pelo Bem Viver”. Passados vinte anos do reconhecimento oficial de Zumbi, que originou a comemoração de 20 de novembro, e da morte de Lélia Gonzalez,  teórica pioneira do feminismo negro, as pretas retomam em 2015 a ação política nas ruas. Com sua presença marcante, demandam o empoderamento político da mulher negra, o fim do machismo, do racismo e da discriminação racial, da lesbofobia, bifobia e transfobia, e do preconceito e discriminação de qualquer natureza. Colocam-se contra a intolerância religiosa, pelo respeito e ...

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    “Feminismo é uma outra palavra para igualdade”, diz Malala Yousafzai à atriz Emma Watson

    Em Londres, a atriz entrevistou a militante de direitos humanos, vencedora do Nobel da Paz de 2014, sobre o peso da palavra “feminismo” e ambas destacaram a importância do apoio de homens à luta por igualdade de direitos no Revista Fórum A atriz inglesa Emma Watson entrevistou a ativista paquistanesa Malala Yousafza após o lançamento do documentário “He Named Me Malala” (“Malala”, em português), no Into Film Festival, em Londres. Emma fez perguntas sobre a luta da paquistanesa contra o machismo. A ativista disse esperar que o documentário ajude a espalhar sua mensagem: “Este não é só um filme, é um movimento”. Malala, que ganhou o Prêmio Nobel da Paz 2014, ficou famosa por lutar para que as meninas pudessem frequentar a escola. Aos 15 anos, em 2012, ela levou um tiro na cabeça – um atentado por ter se colocado contra a forma de educação feminina do Talibã – mas conseguiu se recuperar ...

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    No Facebook, as páginas “Feminismo sem Demagogia” e “Jout Jout Prazer” são derrubadas

    Fanpages disseminadoras de discursos de ódio podem ter articulado um “derrubaço” de páginas feministas, pró-LGBT e anti-racismo Por Helô D’Angelo, da Revista Fórum  No domingo (1), a página “Orgulho de ser hetero”, notória por compartilhar conteúdo misógino, machista e homofóbico para mais de 2 milhões de seguidores, foi tirada do ar.  A derrubada foi comemorada por usuários e por outras páginas na rede social. “Racistas, misóginos, preconceituosos e todos aqueles que inferiorizarem e discriminarem as pessoas baseados em suas características, também como etnia, orientação sexual, religião, entre outras: não passarão”, postou a página Dilma Bolada. A resposta veio no mesmo dia. Além do retorno da “Orgulho de ser hetero” com a descrição “renascemos das cinzas, livres das cicatrizes, mais fortes e renovados”, grupos alinhados à ideologia machista dsseminada pela fanpage uniram-se e tiraram do ar duas das páginas mais famosas entre os militantes feministas e LGBT: “Feminismo sem demagogia” e “Jout ...

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    Nísia Floresta: A feminista brasileira que você não encontrará nos livros de história

    Pouco estudada, a escritora nordestina que viveu no século XIX foi uma das precursoras de conceitos feministas no país; ao longo de sua vida, participou de campanhas abolicionistas e republicanas mas militou, principalmente, pelos direitos das mulheres, tendo escrito o livro “Direitos das mulheres e injustiça dos homens”; conheça  Por João Telésforo, no Revista Fórum Um dos traços evidentes da herança colonial brasileira é o quanto desconhecemos ou menosprezamos intelectuais do Brasil, da América Latina e do “Sul” global. Como consequência, o vício eurocêntrico de reproduzir acriticamente modelos, projetos e discursos pouco enraizados na história do nosso país.  Sem consciência do sangue negro, indígena e feminino que escorre do “moinho de gastar gentes” que formou o capitalismo e o Estado no Brasil, nos perderemos enfrentando moinhos de vento. Sem conhecimento das lutas e dos pensamentos que se articularam para enfrentar esse “moinho” real, dificilmente teremos capacidade de formular um projeto alternativo, ...

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    Falar de feminismo não é ideologia: é direito!

    Só em 2014, a Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180) realizou 485.105 mil atendimentos. No primeiro semestre de 2015 este serviço já contava com 360 mil denúncias de violência ou pedidos de ajuda. Por Tatiana Moura, do Brasil Post  Segundo o IPEA (2014), estima-se que cerca de 527 mil pessoas sejam estupradas ou sofram tentativas de estupro no Brasil por ano, embora apenas 10% cheguem a ser oficialmente denunciadas. Das denúncias efetivamente registradas em 2011, 88,5% das vítimas eram do sexo feminino, 50% destas com menos de 13 anos e 70% eram crianças e adolescentes. A polêmica que se gerou nos últimos dias em torno da questão do Enem que usou a célebre frase de Simone de Beauvoir, "Não se nasce mulher, torna-se" em uma questão para abordar a lutas pela igualdade de gênero desde o século XX, coloca novamente em evidência a perigosa cultura machista e patriarcal que ainda ...

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    stephanie ribeiro, feminista, negra, silenciada

    no facebook, é permitido: ser masculinista, racista, misógino. não é permitido: uma mulher negra falar contra o racismo. Por alex castro, do Outrofobia stephanie ribeiro, 21 anos, aluna de arquitetura na PUC-Campinas, é uma das militantes mais ativas do feminismo negro na internet. mas, segundo o facebook, stephanie não é uma boa menina: ela está um mês de castigo, seu perfil bloqueado. não pode fazer posts: só reproduzir fotos do instagram e usar o bate-papo. seu crime: racismo. isso mesmo: uma das principais vozes do feminismo negro na internet brasileira foi silenciada por acusação de racismo. contra mulheres brancas! por ter escrito sobre a solidão das mulheres negras. por ter escrito sobre o fenômeno da chamada “palmitagem”, ou seja, o fato de homens negros muitas vezes saírem ou namorarem com mulheres mais brancas, e assim sucessivamente, até que, na dança das cadeiras do mercado matrimonial brasileiro, quem acaba sobrando são sempre ...

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