quinta-feira, abril 22, 2021

Tag: Feminista

No Facebook, as páginas “Feminismo sem Demagogia” e “Jout Jout Prazer” são derrubadas

Fanpages disseminadoras de discursos de ódio podem ter articulado um “derrubaço” de páginas feministas, pró-LGBT e anti-racismo Por Helô D’Angelo, da Revista Fórum  No domingo (1), a página “Orgulho de ser hetero”, notória por compartilhar conteúdo misógino, machista e homofóbico para mais de 2 milhões de seguidores, foi tirada do ar.  A derrubada foi comemorada por usuários e por outras páginas na rede social. “Racistas, misóginos, preconceituosos e todos aqueles que inferiorizarem e discriminarem as pessoas baseados em suas características, também como etnia, orientação sexual, religião, entre outras: não passarão”, postou a página Dilma Bolada. A resposta veio no mesmo dia. Além do retorno da “Orgulho de ser hetero” com a descrição “renascemos das cinzas, livres das cicatrizes, mais fortes e renovados”, grupos alinhados à ideologia machista dsseminada pela fanpage uniram-se e tiraram do ar duas das páginas mais famosas entre os militantes feministas e LGBT: “Feminismo sem demagogia” e “Jout ...

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Nísia Floresta: A feminista brasileira que você não encontrará nos livros de história

Pouco estudada, a escritora nordestina que viveu no século XIX foi uma das precursoras de conceitos feministas no país; ao longo de sua vida, participou de campanhas abolicionistas e republicanas mas militou, principalmente, pelos direitos das mulheres, tendo escrito o livro “Direitos das mulheres e injustiça dos homens”; conheça  Por João Telésforo, no Revista Fórum Um dos traços evidentes da herança colonial brasileira é o quanto desconhecemos ou menosprezamos intelectuais do Brasil, da América Latina e do “Sul” global. Como consequência, o vício eurocêntrico de reproduzir acriticamente modelos, projetos e discursos pouco enraizados na história do nosso país.  Sem consciência do sangue negro, indígena e feminino que escorre do “moinho de gastar gentes” que formou o capitalismo e o Estado no Brasil, nos perderemos enfrentando moinhos de vento. Sem conhecimento das lutas e dos pensamentos que se articularam para enfrentar esse “moinho” real, dificilmente teremos capacidade de formular um projeto alternativo, ...

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Falar de feminismo não é ideologia: é direito!

Só em 2014, a Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180) realizou 485.105 mil atendimentos. No primeiro semestre de 2015 este serviço já contava com 360 mil denúncias de violência ou pedidos de ajuda. Por Tatiana Moura, do Brasil Post  Segundo o IPEA (2014), estima-se que cerca de 527 mil pessoas sejam estupradas ou sofram tentativas de estupro no Brasil por ano, embora apenas 10% cheguem a ser oficialmente denunciadas. Das denúncias efetivamente registradas em 2011, 88,5% das vítimas eram do sexo feminino, 50% destas com menos de 13 anos e 70% eram crianças e adolescentes. A polêmica que se gerou nos últimos dias em torno da questão do Enem que usou a célebre frase de Simone de Beauvoir, "Não se nasce mulher, torna-se" em uma questão para abordar a lutas pela igualdade de gênero desde o século XX, coloca novamente em evidência a perigosa cultura machista e patriarcal que ainda ...

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stephanie ribeiro, feminista, negra, silenciada

no facebook, é permitido: ser masculinista, racista, misógino. não é permitido: uma mulher negra falar contra o racismo. Por alex castro, do Outrofobia stephanie ribeiro, 21 anos, aluna de arquitetura na PUC-Campinas, é uma das militantes mais ativas do feminismo negro na internet. mas, segundo o facebook, stephanie não é uma boa menina: ela está um mês de castigo, seu perfil bloqueado. não pode fazer posts: só reproduzir fotos do instagram e usar o bate-papo. seu crime: racismo. isso mesmo: uma das principais vozes do feminismo negro na internet brasileira foi silenciada por acusação de racismo. contra mulheres brancas! por ter escrito sobre a solidão das mulheres negras. por ter escrito sobre o fenômeno da chamada “palmitagem”, ou seja, o fato de homens negros muitas vezes saírem ou namorarem com mulheres mais brancas, e assim sucessivamente, até que, na dança das cadeiras do mercado matrimonial brasileiro, quem acaba sobrando são sempre ...

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O feminismo das poderosas atrapalha as mulheres comuns?

Atrizes que ganham milhões bradam por igualdade salarial com os homens. Mas há quem as critique por tratar do problema de forma elitista Por MARCELO MOURA E HARUMI VISCONTI, do Época “Por que eu recebo menos que os meus colegas homens?”. A pergunta é o título de um artigo publicado em 13 de outubro pela atriz americana Jennifer Lawrence, a mais bem paga de Hollywood. A renda da atriz de 25 anos atingiu a marca de US$ 52 milhões em apenas um ano. Mesmo assim, não ultrapassou o salário dos colegas de Trapaça (2014). Jennifer soube disso por acidente, graças ao vazamento de e-mails sigilosos do estúdio responsável pelo filme, a Sony, em 2014. A própria Jennifer, no texto, explica que não precisa de mais milhões. O que ela lamenta, por meio de uma autocrítica, foi ter negociado mal e ter se esforçado demais para agradar, diferente do que seus colegas ...

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10 artistas feministas que devemos celebrar

A escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie se preocupa com o aspecto pejorativo que a palavra “feminismo” acumulou nos últimos anos. A real é que esse “palavrão” ainda causa desconforto em que não quer ver as injustiças cometidas em todo o mundo em relação ao sexo feminino. Na arte não é diferente. Do Revista o Grito Seja no rock, no rap ou na literatura, as mulheres ainda possuem baixa representatividade. Grupos como Sleater-Kinney, Pussy Riot e a rapper brasileira Flora Matos chamam atenção para o machismo na arte. No Oscar deste ano, a atriz Patricia Arquette denunciou a diferença salarial entre homens e mulheres durante seu discurso ao receber a estatueta. Já Chimamanda, militante da igualdade racial e de gênero, advoga que é um dever de toda a humanidade promover a igualdade. A Revista O Grito! fez uma lista com as mais incríveis feministas na arte e cultura que todo mundo ...

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Aventuras de uma feminista no engate online

O que é que pode acontecer quando uma mulher se descreve como “feminista” no seu perfil do Tinder (para os que ainda não ouviram falar, é uma popular ‘app de encontros’ atualmente na berra)? Quando me colocaram esta questão achei, no cúmulo da minha ingenuidade, que a resposta masculina não poderia ser assim tão agressiva e idiota quanto isso. Talvez umas quantas piadas de mau gosto, mas pouco mais. Estava redondamente enganada. Laura Nowak, uma canadiana de 24 anos, decidiu fazer a experiência e o resultado é de deixar qualquer pessoa pasmada. Valem as suas respostas acutilantes, que tanto dão que pensar, quanto provocam umas belas gargalhadas a quem tem acompanhado a sua jornada nesta aplicação. Por PAULA COSME PINTO, do Expresso Descobri a aventura de Laura durante as minhas férias e desde aí faço parte dos muitos que seguem essa jornada e que não resistem aos print screens de algumas ...

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O que está por trás do termo “feminazi”

A popularização do termo em discussões na rede e no mundo real revela um impulso para calar a manifestação de mulheres tentando ser ouvidas Por: Mari Messias*, do ZH A edição de 2012 do Oxford English Dictionary incluiu o termo “Lei de Godwin”, com a seguinte definição: “A teoria de que a progressão de uma discussão online torna inevitável que alguém ou alguma coisa seja eventualmente comparada com Adolf Hitler ou os nazistas, independentemente do tópico original”. Disto derivou-se um conhecimento tácito entre os internautas mais dedicados de que se referir ao nazismo e suas possíveis derivações é uma medida argumentativa desesperada, que deveria fazer o usuário de tal recurso automaticamente “perder” um debate. Mas, assim como a maioria das leis do mundo off-line, também a legislação informal da internet nem sempre é capaz de garantir os direitos das minorias – e isso permitiu a popularização do termo “feminazi”. O ...

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Você é feminista e não sabe com Lívia de Souza

Série de entrevistas do projeto Você é feminista e não sabe. Lívia de Souza é advogada e mestra em Ciências Criminais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS). É assessora jurídica e coordenadora de projetos na ONG Themis – Gênero, Justiça e Direitos Humanos, advogada voluntária do Grupo G8- Generalizando: Direitos Sexuais e de Gênero do Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (SAJU) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e integrante do Grupo Assessor da Sociedade Civil da ONU Mulheres Brasil.

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Como envelhecem as feministas?

Mulheres que ajudaram a construir o movimento feminista no Brasil nos últimos 40 anos comentam suas vivências do envelhecimento e os efeitos da maturidade sobre a militância Por Carolina de Assi, do Opera Mundi os 38 anos, a filósofa francesa Simone de Beauvoir começou a escrever uma das obras mais importantes do pensamento feminista ocidental. Entre exposições sobre diferentes narrativas sobre a entidade “mulher” (biológica, histórica, mitológica, psicanalítica…), “O segundo sexo” traz também capítulos sobre diferentes fases das vidas das mulheres (brancas, ocidentais e de classe média, é bom salientar). No capítulo “Da Maturidade à Velhice”, Simone escreve sobre como em certo momento da vida a mulher “é bruscamente despojada de sua feminilidade; perde, jovem ainda, o encanto erótico e a fecundidade de que tirava, aos olhos da sociedade e a seus próprios olhos, a justificação de sua existência e suas possibilidades de felicidade: cabe-lhe viver, privada de todo futuro, cerca de metade ...

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Foto: Gabo Morales/TRËMA

Deixem as feministas serem amadas

Que feministas são perseguidas por machistas, ameaçadas, xingadas, todo mundo sabe.  Que se criou uma idéia de que feministas são “mal amadas”, odeiam homens, justamente para afastar mais mulheres do feminismo, também.  Mas esse texto não é sobre isso. É sobre o constante incômodo que feministas causam em outras feministas. por Djamila Ribeiro no Lugar de Mulher Gabo Morales/TRËMA Antes de qualquer coisa, quero deixar bem claro que sou super a favor que feministas recebam críticas sobre suas atitudes, não podemos de forma alguma passar pano para atitudes preconceituosas e equivocadas e sabemos muito bem que há várias feministas com posições equivocadas. Na verdade, pessoas equivocadas existem em todos os lugares, não é exclusividade do feminismo. Eu mesma critico, aponto quando necessário, da mesma forma que estou aberta para quando recebo críticas construtivas. Ninguém nasce sabendo, é um processo longo de desconstrução. Porém, ultimamente uma coisa tem me chamado a ...

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16 imagens que mostram por que o feminismo é importante

Você já deixou de usar saia porque teve medo? Não se sentiu à vontade ao usar um biquíni? Já se sentiu mal por ouvir que "isso não é coisa de mulher" ao escolher sua profissão? Você precisou ir para um local privado ao amamentar seu filho em público? Infelizmente, a maioria das respostas para perguntas como estas ainda é sim. Mas a designer mineira Carol Rossetti, de 27 anos, de forma depretensiosa e leve, quer ajudar a desconstruir o machismo impregnado em cada um e mostrar com suas ilustrações que é possível dar lugar ao amor-próprio e ao empoderamento. No começo a ideia era só dar sentido aos rabiscos despretensiosos que fazia nos momentos de inspiração fora do trabalho. Mas um ano após publicar as ilustrações no Facebook, elas colecionam mais de 240 mil fãs nas redes sociais, foram traduzidas para o inglês e espanhol e, neste mês, ganham o livro "Mulheres" ...

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18 feministas africanas para conhecer e celebrar

O que é feminismo Africano? Muitas feministas de todo o mundo têm contestado se a idéia de se as concepções modernas do feminismo são Africano ou não-Africano. Na verdade, o feminismo tem existido na África desde os tempos da rainha Nzinga de onde é hoje Moçambique e Yaa Asantewaa de Gana. Essas mulheres têm inspirado as feministas africanas contemporâneas, que têm contribuído significativamente para o feminismo de várias formas, seja através da arte, da música, da escrita ou da política. Elas estão comprometidas a trazer as vozes das mulheres africanas para os espaços onde trabalham, e elas são de fato agentes de mudança, não apenas no continente Africano, mas também em toda a Diáspora Africana. Por Moiyattu Banya, no Negra Soul blog Theo Sowa – CEO do Fundo de Desenvolvimento das Mulheres Africanas Theo Sowa é Diretora Presidente do Fundo de Desenvolvimento das Mulheres Africanas. Ela já trabalhou como consultora independente para ...

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Amar homens e ser feminista, eis a questão

Essa semana o universo e a Deusa combinaram de me grilar e simplesmente tudo o que eu buscava ler, assistir ou debater me levava ao mesmo dilema: eu amo homem, socorro! Diversos textos bons sobre o assunto brotaram na minha frente, com boas bases e argumentos e eis que eu cometi aquele erro clichê de refletir nos extremos. Reflexão essa que me levou à seguinte conclusão: eu estou vivendo uma contradição, sou feminista e amo um homem que por mais esforçado, esquerdamigo, mente aberta e disposto que seja, é homem e nasceu pra agir como tal, logo, machista. Por Terumy Reybaud, do Lugar de Mulher  Entrei na crise existencial, me descabelei, berrei mentalmente. Um extremo me sussurrava ao pé do ouvido direito que “ah, mas homem é assim mesmo, tem que ter paciência, educar, entender que eles também não tem toda a culpa”. Do outro lado outra voz sussurrava que “não ...

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Cineclube Feminista debate o tema “estupro”

O Coletivo de Mulheres Matilde Magrassi é formado por mulheres da periferia de São Paulo e Guarulhos. Mensalmente é realizado na Biblioteca Monteiro Lobato, em Guarulhos, o Cineclube Feminista, que visa abordar o universo feminino, através da linguagem artística do audiovisual. As sessões têm entrada Catraca Livre. Do Catraca Livre  No mês  de agosto - dia 22 às 15h -, o evento exibirá a obra cinematográfica "Flores do Oriente" (The Flower of Wall). O chamado Massacre de Nanquim, mesmo passados mais de 70 anos, ainda causa indisposições entre China e Japão. O episódio foi um crime de guerra cometido pelo Exército Imperial Japonês quando da invasão da então capital da República da China, em 1937. Historiadores estimam que cerca de 200 mil pessoas foram dizimadas pelos japoneses, que cometeram inúmeras atrocidades contra militares e civis indiscriminadamente, incluindo o estupro coletivo de milhares de mulheres. Para os chineses, o número de vítimas foi bem ...

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chimamanda-adichie

Este discurso me ensinou o que é ser mulher no século XX

Domingo eu passei o dia lendo o necessário livro da Chimamanda Ngozi Adichie, Sejamos Todos Feministas, publicado pela Companhia das Letras. O livro é baseado em uma conferência da TEDxEuston dada pela autora e o vídeo encontra-se disponível na internet, tendo cerca de mais de um milhão de acessos. por Aina Cruz no Brasil Post As palavras de Chimamanda são inspiradoras e nos levam a uma reflexão profunda. Cada página, cada palavra, cada frase traz a verdade irremediável de que precisamos mudar essa perversa lógica social que enquadra o feminino em um lugar subalterno. Com exemplos que vão desde sua infância até os dias atuais, ela demonstra de forma pragmática e simples, o que é ser mulher no século XXI. Claro, é bem melhor do que era no século XIX, mas ainda não é tranquilo, porque ainda não é igual a ser homem. Em outras palavras, porque não somos vistas como sendo tão seres humanos ...

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PaguFunk, do ‘pancadão’ feminista às ameaças de morte

Elas usam o funk para falar em feminismo, mas letra polêmica gera represálias “O medo da morte é uma companhia constante”, diz MC Lidi Do El Pais  Elas usam o funk como ferramenta para falar sobre feminismo na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, com composições que abordam desde o racismo e a luta pela igualdade de direitos à violência contra as mulheres e a homofobia. Mas foi com uma letra polêmica – em que falam em "cortar a pica" de quem "chega na favela com papo de machista" – que as meninas do PaguFunk sentiram o que é a fúria da internet. O proibidão feminista (que foi pensado como uma paródia de outro funk) acabou viralizando no YouTube, tornando o grupo conhecido na web. O preço da fama foi alto: ameaças de mortes e de estupro, agressões físicas na rua e xingamentos frequentes durante os shows. “O medo da morte é ...

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Sem pressão! Você que, quer ter uma penca de filhos, vamos dar as mãos com quem não quer e ir numa festa

Depois de pedir uma sugestão de tema para serem discutidos JoutJout Prazer recebeu inúmeras postagens para discutir mulheres que não querem ter filhos. por JoutJout Prazer Como sempre, didática e divertida, Jout Joput mostra sua visão na polêmica e da uma solução bem simples para quem não quer e sofre pressão para ser mãe. Ah É???  Você que, assim como eu, quer ter uma penca de filhos, vamos dar as mãos com quem não quer e ir numa festa :) você ja leu:  10 frases que NUNCA se deve dizer a uma mulher que não tem filhos! Não tire o batom vermelho: Os sinais de um relacionamento abusivo

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