quarta-feira, outubro 21, 2020

    Tag: Feminista

    Feminismo pode começar na infância

    Uma experiência como instrutora de guitarra no Girls Rock Camp Estados Unidos em 2005 acendeu em Flavia Biggs a vontade de trazer o projeto para Sorocaba. "Me apaixonei logo de cara e repeti minhas idas para o camp americano, nos anos seguintes", lembra. Ela conta que por conta da complexidade do projeto, começou aos poucos e o primeiro passo foi a Oficina de Guitarra para Meninas, que acabou crescendo a abrindo as portas para o Girls Camp Rock Brasil, cuja primeira edição ocorreu em 2013. "Hoje nós contamos com uma equipe de mulheres maravilhosas que fazem desse sonho realidade." Do Jornal Cruzeiro do Sul Com idade entre sete e 17 anos, nas três edições realizadas do evento, cerca de 180 meninas foram beneficiadas e ao todo 30 bandas já surgiram através do projeto, todas com músicas autorais. Durante o acampamento, que tem duração de uma semana, com oito horas por dia, ...

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    O Feminismo Tem Pele Negra

    Mulher Negra. Cada uma dessas palavras cria uma realidade para aqueles a quem se referem. Essa realidade não é estática, se materializa em união com todo o contexto social e histórico em que estamos inseridos. Define, sobretudo, o modo como as relações irão se estabelecer neste ambiente. Por Giulia Ebohon e Ana Julia Gennari, do Brasil Post Ser mulher implica em uma série de imposições determinadas por uma sociedade com raízes patriarcais, que relegam, portanto, a nós, um papel secundário ao do homem. Essa realidade revela uma disparidade entre pessoas identificadas pelo gênero masculino e feminino, na qual o primeiro se sobrepõe ao segundo. Ser negra também cria toda uma realidade, que infelizmente é determinada por uma sociedade onde a discriminação racial é institucional e o racismo - embora maquiado pela ideia de democracia - se instaura feroz nas periferias e em ambientes onde a escassez de negros é gritante. ...

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    Práticas Feministas no Meio Popular

    “Olha, Bichona, amo meu companheiro, então criar os filhos dele é extensão desse amor. Para mim são meus também, tenho o mesmo zelo, cuidado e carinho; as mesmas preocupações, educo como educo as minhas filhas. Não me sinto usada faço porque amo. Pra mim não é trabalho e nem sacrifício, a mãe deles morreu, se fosse eu que tivesse morrido, gostaria que alguém cuidasse das minhas filhas. É comum por aqui, você encontrar mulheres cuidando dos meninos e meninas de outras mulheres por morte ou por separação dos maridos.” (Antônia Alves, Zona Rural de São Desidério – Bahia) por Altamira Simões via Guest Post para o Portal Geledés Bichona sou eu. Recebi essa resposta de uma Senhora que acolhi na Unidade Móvel de Atendimento às Mulheres em situação de Violência Doméstica, quando perguntei se não era puxado criar suas filhas e os filhos do marido. Dona Antônia Alves me deu uma lição de ...

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    Almanaque D’Elas leva o feminismo para o dia a dia de brasileiras e brasileiros

    “Ah! Então, sou feminista” essa é conclusão que a leitora e o leitor terão depois de ler o Almanaque d'Elas. A publicação da Rede Nacional Feminista de Saúde, lançada em 30 de março, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina, ganhou versão eletrônica na última semana. Está disponível em www.redesaude.org.br. por Paula Guimarães via Guest Post para o Portal Geledés “Em ciências humanas a gente tem que ter a capacidade de se revoltar com essa desigualdade e opressão dos homens sobre as mulheres” afirmou Eveline Pena da Silva, estudante do Programa de Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas, presente no lançamento do almanaque. O almanaque traça a trajetória do movimento feminista no mundo, suas personagens e lutas em busca de igualdade. Segundo Clair Castilhos, secretaria executiva da Rede Feminista, o almanaque busca quebrar tabus e conceitos antigos que afastam mulheres e homens do movimento em busca de igualdade. “Ao final ...

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    Debate enfoca gênero e pós-colonialismo

    O curso de Pedagogia e o Núcleo de Políticas de Gênero e Sexualidades da Unilab (NPGS/Propae) promovem na próxima terça-feira (14) debate sobre “Gênero e Pós-Colonialismo”, com as professoras convidadas Karina Bidaseca (Universidade de Buenos Aires) e Caterina Rea (Unilab/Campus dos Malês-BA). Será às 16h, no auditório do Campus da Liberdade, em Redenção/CE. No UNILAB Caterina Alessandra Rea é professora adjunta A na Unilab, Campus dos Malês, em São Francisco do Conde/BA. É graduada em Filosofia pela Universitá Cattolica de Milão (Italia) e tem doutorado em Filosofia pela Université Catholique de Louvain – Belgica e Master 2 em Clinique du Corps et Anthropologie Psychanalytique pela Université Denis Diderot – Paris VII. Tem experiência na área de Filosofia, Estudos de gênero, Feminismo, Estudos Etnico-raciais e Estudos pos-coloniais. Karina Bidaseca é professora da Universidade de Buenos Aires, com doutorado em Ciências Sociais. Pesquisadora adjunta do Conicet, no Instituto de Altos Estudos Sociais. ...

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    Resistências epistemológicas feministas: subjetivações emergentes como estéticas do existir

    Introdução Parece que não há lugar para o novo. Parece que todas as respostas já foram dadas, sobretudo as que dizem respeito aos modos de agir, pensar e sentir. Os regimes normalizadores hegemônicos balizam não apenas os lugares, mas também as formas de movimentar-se nos espaços, compondo repertórios codificados de onde e como devemos estar. Colocar-se diante do desafio de questionar essas delimitações passa pela avaliação contínua das próprias subjetividades, buscando a abertura de outros contornos para a vida e para a prática da liberdade. Por Jenniffer Simpson, do eces Olhar para essa realidade é ir além da mera ênfase nas relações assimétricas de poder, mormente no quadro da procura de direitos e justiça; é, sobretudo, apreender fatos e processos diferentes dos que são habitualmente oferecidos como único caminho de aspirar à justiça. Trata-se de considerar a dimensão ética e estética dessa luta, a quem não basta reivindicar visibilidade – é preciso ...

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    Dá para ser feminista e cristã? Dá sim!

    Desde que me assumi feminista e comecei a escrever sobre, muitos questionamentos guiados pela desinformação são feitos. Uns perguntam sobre depilação, outros sobre começar a odiar homens, outros perguntam até se eu me tornei lésbica. Mas um dos maiores questionamentos que eu enfrento é como eu vou me manter cristã e feminista ao mesmo tempo. Por Lika Sagi, do Lugar de Mulher  Nascida e criada na igreja católica, me tornei espírita há 3 anos e, desde então, minha fé é construída com base em diversas religiões. Eu simplesmente não me sinto confortável seguindo uma doutrina só, eu gosto de encontrar o meu caminho na fé com base no que eu acredito. Eu meio que “monto” minha própria religião sem deixar de respeitar as outras e sem desconsiderar também os ateus pois acredito que cada um sabe o que é melhor para si. Como seguir meus caminhos na fé sem deixar de ...

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    Feministas que amam homens, as desventuras de príncipes e bruxas

    Sofia era feminista, ela conheceu Henrique. Eles formavam um casal bonito, todos congratulavam aquele amor. Ela passava por algumas saias justas por amar Henrique, nos almoços de família dele, por exemplo, ela tinha que segurar um pouco a língua para não criar indisposições. Ela não podia ir com o batom muito vermelho, era preciso maneirar no decote, não mostrar as tatuagens ou a depilação que ela fazia só quando tinha vontade. A família dela adorava Henrique, afinal, ele, corajoso, gostava dela mesmo tendo um gênio difícil e uma aparência nada convencional. por Debora Sá no Cabine Privada Cláudio era comunista e não-monogâmico, ele conheceu Bruna. Ela não ficava tão à vontade em abandonar os projetos monogâmicos, mas fez vista grossa para as próprias necessidades afetivas e tentou por amor, não deu certo, eles romperam. Bruna ficou conhecida como possessiva, insegura, retrógrada, Cláudio, ficou conhecido como um cara sensível, de incrível ...

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    Declaración de la CSW 59: Pronunciamiento da sociedade civil da America Latina

    DECLARACIÓN DE LA CSW59: UN DOCUMENTO DÉBIL FRENTE A LOS DESAFÍOS PARA LAS MUJERES Y LAS NIÑAS Posicionamiento de organizaciones de mujeres, feministas y otras de la sociedad civil de América Latina y el Caribe Las organizaciones firmantes vemos con preocupación la Declaración Política de los Estados aprobada el lunes 9 de marzo en Naciones Unidas, en el marco del 59 periodo de sesiones de la Comisión de la Condición Jurídica y Social de la Mujer (CSW); discutida sin la participación de la mayoría de organizaciones de mujeres, feministas y otras de la sociedad civil, atentando contra el principio de transparencia. Expresamos nuestro desacuerdo con el procedimiento de discusión de la Declaración, el cual constituye un cambio en la metodología de trabajo de la CSW, desconociendo que desde Beijing han sido las organizaciones feministas y de mujeres las que lograron la incorporación de nuestros derechos, dieron seguimiento a la Plataforma ...

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    ‘Moça, você é machista’: trans criam maior página feminista do país

    Irmãos descobriram identidade de gênero ao lado de militantes em MG. Página criada em Poços de Caldas é a maior da internet atualmente. Por Jéssica Balbino Do G1 Com mais de 463 mil curtidas nas redes sociais até a publicação desta reportagem, a página ‘Moça, você é Machista’, criada em Poços de Caldas (MG), lançou o desafio “Campanha Pelo Dia da Mulher”, lembrando a importância da luta não apenas durante a data. Desde então, a página tem recebido fotos dos seguidores que respondem à pergunta: “Pelo quê ainda é preciso lutar?”. Na rede social, essa luta é protagonizada pelas duas pedagogas Andréa Benetti e Marília Freitas Rossi, mas ainda por dois irmãos transexuais,Victor e Erick Vasconcellos. Apesar de terem deixado para trás os nomes civis femininos, os cabelos longos e as roupas de mulher - que já eram pouco usadas - eles trouxeram consigo a vontade de buscar a igualdade entre os ...

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    Não me deem flores no Dia Internacional da Mulher

    Não me dêem flores no Dia Internacional da Mulher. Ser mulher é um fardo que carregamos durante a vida, de cabeça erguida, mesmo nos momentos que parecem que não vamos aguentar carregar nossos próprios corpos em situações extremas, vividas ou presenciadas, de violência, morte, perseguição, estupro, assédio. Mas no fim de tudo, nós sempre nos carregamos. Por Maynara Fanucci Do Brasil post E às vezes, carregamos outras pessoas com a gente e tiramos forças de onde nem sabíamos que existia. Porque somos fortes, embora muitas ainda não tenham descoberto isso. Sexo frágil é uma ova. E ao longo da militância feminista, é muito comum ouvirmos mulheres dizerem que não precisam do feminismo. Eu não posso culpá-las, porque eu um dia também achei que não precisava. Até eu ter consciência de tudo o que eu sei hoje. Hoje foi um dia cheio. Estava saindo de casa, e olharam para o meu vestido. ...

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    feminista

    Sobre o dia em que saí do armário…

    Anos atrás em um bate-papo com uma amiga de longa data fui confrontada por ela, com um certo desprezo, sobre o “quando foi que eu teria me tornado uma feminista”, estando o termo feminista acompanhado de uma quase mordida-careta no lábio bastante pejorativa. Quase um “nojinho”. Prontamente respondi: “não sou feminista, apenas acho que isso (objeto da nossa conversa há época!) não é justo!” por Tayná Leite no Self Desenvolvimento Humano Hoje, ao refletir sobre o como o feminismo ainda é visto com desdém-irritação-preguiça por uma importante parcela da nossa sociedade, passou um filme na minha cabeça sobre como eu “saí do armário” para primeiro me tornar e, bem depois, me assumir como feminista. De todos os preconceitos enraizados na sociedade e no inconsciente coletivo, o machismo certamente é o mais presente e o mais letal e sem dúvida o mais difícil de extirpar, até por contar com opressores e oprimidas advogando em ...

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    Movimento feminista se reúne com ministro e defende regulamentação da mídia

    A Rede Mulher e Mídia defendeu dia 26, durante encontro com o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, um marco regulatório para o setor de comunicação. Segundo a militante Bia Barbosa, que participou do encontro, a conversa foi positiva e o ministro mostrou disposição de abrir um debate com a sociedade sobre o assunto. por Aline Leal no Agência Brasil O movimento alega que, na atual conjuntura, o espaço público das rádios e das televisões tem sido usado fundamentalmente para atender a interesses privados, “muitas vezes estritamente comerciais”, segundo carta entregue ao ministro pelas ativistas. Elas ressaltam que o rádio e a TV são concessões públicas e, por isso, devem servir aos interesses da sociedade. “Temos questionado a invisibilidade seletiva, sobretudo das negras, dos indígenas, das lésbicas e mulheres transexuais, mas também de nossas reivindicações sociais e políticas e de nossa pluralidade”, diz o texto. O documento acrescenta que o efeito mais danoso ...

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    Grupo de publicitárias lança Cerveja Feminista

    Ideia nasceu em resposta às propagandas de cervejas, mas objetivo é fomentar discussão sobre o assunto No Carta Capital A cerveja se posiciona como "para homens e mulheres" em busca de desfazer mitos sobre o feminismo Inspiradas pelas recentes polêmicas envolvendo anúncios de cerveja em função do cunho machista, um grupo de publicitárias resolveu lançar a Cerveja Feminista. Isso porque, durante o Carnaval, a Skol divulgou uma campanha publicitária que gerou críticas por tratar as mulheres sem opinião própria e à mercê dos homens. “A partir da polêmica com a Skol, a gente tem falado muito sobre propagandas machistas de cerveja. É claro que isso tudo não começou na semana passada. São décadas vendo mulheres sendo tratadas como objeto em propagandas. Por isso mesmo, o assunto não pode acabar só porque a Skol se retratou”, explica Maria Guimarães, publicitária que junto com Thais Fabris e Larissa Vaz criaram o produto. ...

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    ‘Por que eu, homem, não sou bem-vindo no movimento feminista?’

    Existem debates que batem cartão nos grupos sobre feminismo na internet. Além do clássico "por que vocês não pedem alistamento militar obrigatório para mulheres, hein, suas hipócritas", há o recente "por que eu, homem, não sou bem vindo no movimento feminista?". Ana Rossato no Brasil Post Partindo de uma definição rápida do movimento, aquele que busca igualdade entre os gêneros perante a sociedade, é quase automático que a gente bote a mão na cintura e fale que sim, não aceitar homens está de fato errado. Estamos fazendo com eles o que eles fazem com a gente, não? Então... Não. Um espaço que acomoda homens e mulheres dentro de um movimento social precisa que, no mínimo, a sociedade a ser discutida já esteja em um nível de equidade satisfatório. Nessa hipótese, não haveria ainda a distinção marcada dos papeis masculinos e femininos e a opressão de um sobre o outro seria inexistente. ...

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    Mulheres escrevem no corpo o que o feminismo significa para elas

    O feminismo não é uma simples ideia, mas uma ideologia que muda percepções, aumenta a autoestima, empodera e transforma vidas. Como forma de provar isso, a fotógrafa Maria Ribeiro deu início ao projeto fotográfico Nós, Madalenas, uma série de retratos em que mulheres escrevem em seus próprios corpos o que o feminismo significa para cada uma delas. no Hypeness Em preto e branco e sem qualquer tipo de tratamento digital, significados particulares da ideologia aparecem ao lado de rostos, histórias, marcas, celulites e estrias. Essas mulheres não aceitam as regras de beleza ou de vida impostas por uma sociedade que tem o homem como centro e descobriram-se ainda mais poderosas e plenas dentro do feminismo. “O projeto tem por objetivo expressar, através da arte, o que a luta pelo direito de ser mulher representa e o que os movimentos que têm unido as mulheres para criar força e transformar esse quadro representam na vida de cada uma – ...

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    Feminismo e a ideia radical de que mulheres são gente

    Durante muito tempo, o meu quarto foi uma bagunça. Uma zona nem sempre aparente, porque com o passar do tempo, conseguimos guarda-roupas cada vez maiores para entulhar tudo lá dentro, até não caber mais. Acumulamos coisas que nem sempre fomos nós que escolhemos, possivelmente presentes que nos foram dados, e temos dificuldade de nos livrar do velho, mesmo que seja absolutamente inútil e nos tome muito espaço. Quando eu morava na casa da minha vó, a bagunça era magicamente arrumada todos os dias, e eu não tinha tempo de perceber a sua existência. Mas aí a gente cresce, e temos que arrumar a nossa bagunça por conta própria. E se você não tem experiência com isso, pode realmente ser uma tarefa bem difícil e chata. por Maynara Fanucci  no BrasilPost As coisas que aprendemos quando nascemos são as bagunças. Elas vão se acumulando, e você vai jogando pra dentro de si ...

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    Está difícil criar filhos e filhas? Que bom

    Quero aproveitar o início do ano, quando a mente, a motivação e a esperança ainda estão fresquinhas, para conversar com você sobre criação de filhos e emancipação. Sobre como criar filhos e filhas pode ajudar o mundo a se emancipar ou mantê-lo preso na mesma corrente massificadora de sempre... Eis uma conversa de fundamental importância para um novo início. por Ligia Moreiras Sena no Brasil Post Eu era uma partidária daquele discurso que diz que criar crianças com amor, presença, empatia e consciência crítica é a chave mestra para mudar o futuro, para termos sociedades mais conscientes, mais atuantes social e politicamente, para promover a mudança de paradigma tão desejada, necessária e urgente. Não penso mais assim. Não acho mais que, destinando mais atenção, problematização e questionamento à criação das nossas crianças - filhos/filhas ou alunos/alunas - teremos um mundo melhor no futuro. Não é isso que tenho visto. Não é isso o ...

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    Feminista ou pró-feminista?

    Sobre o termo “pró-feminismo” (ou poderia ser qualquer outra coisa, como pró-transfeminismo). Eu não vejo nenhuma “utilidade” política relevante no uso desse termo. Ao contrário, eu vejo o uso desse termo como algo sintomático sobre a forma como lidamos com os movimentos sociais, em especial, os feminismo e os “sujeitos políticos”. Texto de Bia Pagliarini, no Blogueiras Feministas Primeiro, cabe aqui uma observação sobre a linguagem. A escolha de um termo, dada a identificação do sujeito com um discurso, não revela uma verdade escondida atrás das palavras, nem uma posição fixa e inequívoca. Não é porque algum homem se diz “pró-feminista” que necessariamente eu concordo com a forma como este homem entende o feminismo (incluindo aqui a questão do protagonismo). Não é porque um homem se identifica como “pró-feminista” que ele vai ser um “cara legal pro feminismo”. Não existe segurança ou verdade primordial na escolha de palavras. As escolhas ...

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