Tag: feministas

    A cientista política e feminista Françoise Verges - Anthony Francin/Divulgação

    Feminismo ocidental nunca questionou privilégios de brancas, diz ativista

    De acordo com Françoise Vergès, a pandemia, embora agrave as desigualdades, não mudará o modo como mulheres brancas se aproveitam da exploração do trabalho doméstico de mulheres que pertencem a minorias. A cientista política, historiadora, ativista e especialista em estudos pós-coloniais francesa lança agora no Brasil seu mais recente livro, “Um Feminismo Decolonial”, no qual aborda movimentos feministas antirracistas, anticapitalistas e anti-imperialistas, em contraste ao feminismo branco europeu, chamado de civilizatório, que se quer universal e acredita poder salvar as mulheres de outros tons de pele do obscurantismo. O termo decolonial, principal conceito do livro, faz referência ao esforço de tornar pensamentos e ações livres do legado das diversas colonizações, e se diferencia, na tradução ao português, de descolonial, que se refere aos processos históricos de desligamento das metrópoles e ex-colônias. Vergès, de uma família de militantes comunistas de origens francesa e vietnamita, cresceu na ilha da Reunião, departamento francês ...

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    Imafem teriradao do site GSHOW

    BBB20: feministas liberais, monstrualização de corpos negros e hierarquização identitária na mídia de massa

    Muito foi falado sobre as ações e comentários racistas voltados ao ator Alexandre da Silva Santana (vulgo Babu Santana), homem negro e favelado, na 20ª edição do reality show Big Brother Brasil (BBB20) realizado pela Rede Globo. Tais falas e atitudes tiveram como protagonistas Marcela Mc Gowan, participante do programa autodeclarada feminista e assim qualificada pela mídia, e suas melhores amigas no reality, Gizelly Bicalho e Ivy Moares -- todas mulheres brancas associadas, sobretudo no começo do programa, com discursos pelo fim da opressão contra mulheres e em prol dos chamados empoderamento e liberdade femininas.   O tema e as análises a seu respeito chamaram nossa atenção por mobilizarem questões que, ao nosso ver, merecem ser ainda mais verticalizadas (o que nos propomos a fazer aqui), considerando: 1) a relação entre Big Brother Brasil, um produto midiático de massa, e a realidade de seus participantes, realizadores e espectadores; 2) a porosidade ...

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    A astuta reprodução do discurso patriarcal nos meios feministas

    É assustador como o feminismo midiático se conforma com migalhas. Como, de alguma forma, a exaltação de corpos negros em situações exclusivamente de hiperssexualização, por exemplo, tem sido vista como uma vitória e que pronto, não precisamos mais de debate. Isso é uma ofensa ao real intento do movimento, para dizer pouco. É mais do que isso, é um desserviço, pois só reforça a ideia de que "tá no sangue", de que ser uma mulher devassa e animalesca sexualmente é algo intrínseco à mulher negra. Isso é tudo menos um elogio. Por Letícia Castor Moura, enviado para o Portal Geledés  Mulheres se comparando umas às outras, buscando superioridade e notoriedade sobre suas irmãs, o que já é ruim o suficiente, baseadas no critério do quanto elas estão agradando o “seu” homem sexualmente. Precisamos redirecionar o nosso foco às pautas que realmente importam. Coisas como “quem está comendo não está reclamando”, ...

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    Diálogos Feministas: Análise de conjuntura e desafios para a defesa da democracia

    Esta publicação traz uma síntese do debate realizado: uma análise da conjuntura a partir de uma perspectiva feminista e quais os temas prioritários para uma agenda que se contraponha às reformas neoliberais e ao avanço do conservadorismo. Do SOS Corpo Capa da análise Analisar o contexto político do Brasil no período recente não tem sido um exercício fácil. Ainda mais complexo tem sido atuar nesse momento para defender direitos e a própria democracia. Pensar uma ação política unitária da esquerda e, dentro dela, das feministas para se contrapor ao avanço do neoliberalismo e dos fundamentalismos é um grande desafio e uma das tarefas prioritárias para esse campo. Refletir sobre essas questões foi o objetivo do segundo debate da série “diálogos feministas”, organizado pela Fundação Friedrich Ebert em parceria com o SOS Corpo Instituto Feminista para a Democracia. Os diálogos são feitos por um grupo de ativistas ...

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    Amelinha Teles: “Refletir sobre o cotidiano nos faz feministas”

    A feminista defende que feminismo é a luta pela igualdade, para que as pessoas possam protagonizar suas vidas, seus trabalhos Por Isabella D'Ercole Do Claudia Foto: Reprodução/Claudia Maria Amélia de Almeida Telles, conhecida como Amelinha, militava clandestinamente no PCdoB, em plena ditadura militar (1964-1985), quando se compreendeu feminista. “Militei muitos anos só com homens. Trabalhei na imprensa clandestina e, ali, só trabalhavam homens. Eu sentia falta das mulheres. Percebia a desigualdade dentro e fora do partido”, relatou à CLAUDIApor telefone. Ao tomar contato com obras como a da ativista e filósofa negra norte-americana Angela Davis, foi solidificando sua posição, entendendo seu lugar no que chama de “coletivo de mulheres que se rebelam frente à discriminação histórica contra elas”. Na mesma época em que a Assembleia Geral da ONU declarou 1975 como o Ano Internacional das Mulheres, Amelinha começou a escrever para o jornal Brasil Mulher, um dos primeiros direcionados às mulheres ...

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    Carta de principios feministas para as feministas africanas

    O Fórum Feminista Africano (African Feminist Forum, AFF) é uma plataforma feminista independente. Desde o seu início, o fórum tem sido organizado pelo Fundo de Desenvolvimento para as Mulheres Africanas (African Women’s Development Fund, AWDF). Da Awdflibrary.org Membros do Grupo de Trabalho do AFF em 2006 Ayesha Imam (Nigéria/Senegal) Bene Madunagu (Nigéria) Muthoni Wanyeki (Quénia) Sarah Mukasa (Uganda) Jessica Horn (Uganda/Reino Unido) Sylvia Tamale (Uganda) Codou Bop (Senegal) Everjoice Win (Zimbabwe) Demere Kitunga (Tanzânia) Mary Rusimbi (Tanzânia) Alice Karekezi (Ruanda) Bisi Adeleye-Fayemi (Nigéria/Reino Unido) Hope Chigudu (Zimbábue) Shamillah Wilson (África do Sul) Publicado pela primeira vez pelo African Women’s Development Fund em 2007 Reimprimido pelo African Women’s Development Fund em 2016 No espírito de partilha de conhecimento feminista, esta carta é distribuída sob licença Creative Communs que permite a distribuição não-comercial na forma original com todo o crédito dado aos autores. O Fórum Feminista Africano realizou-se entre 15 e 19 ...

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    “Eu quero ouvir Maria!” no próximo sábado, no Galpão Cultural Humbalada

    Do Nosotras Feministas 25/03: Lançamento do documentário “Eu quero ouvir Maria! Relatos de uma maternidade solo” No próximo sábado, dia 25 de março, às 20h, ocorre o lançamento do documentário “Eu quero ouvir maria! Relatos de uma maternidade solo” no Galpão Cultural Humbaladai, situado próximo ao Terminal Grajaú, na Zona Sul de São Paulo. Idealizado pelo Coletivo Sasso de audiovisual que atua na região do Grajaú, esse projeto lança um olhar feminista sobre as questões relacionadas à maternidade, com foco na maternidade solo. Tendo como território o bairro do Grajaú e seu entorno, o documentário nos traz o relato de oito mulheres que contam sua experiência pessoal de criar os filhos e as filhas sozinhas. Muitas dessas mulheres deixaram de ser mulheres quando se tornaram mães. Anularam suas vidas, seus sonhos e seus desejos para se dedicar a outras vidas e sofreram preconceitos por serem mães solo. De acordo com Cristiane Rosa, ...

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    Da revolução feminista e o problema do futuro. Bruxas de todos os mundos: distribuí-vos!

    Como narrar um mundo no qual nós, mulheres, fomos continuamente exiladas, expulsas, condenadas? A história é, sobretudo, o terreno dos vencedores – e a metáfora uma arma de neutralizar o acontecimento. Buscamos por isso a matéria prima da fala, pausas, gestos, silêncios, o grito. Somos o fim da possibilidade interpretativa e sua autoridade significadora. É assim que contamos nossas histórias. É do mangue, da espessura anônima que recebe tudo que morre e tudo que nasce. É da rua sem saída, das encruzilhadas, das cozinhas abafadas e dos segredos que fabricamos nossa poética e nossas alianças. Por Alana Moraes, do URUCUM Talvez seja necessária uma ruptura com a própria linguagem. Essa é uma fala de evocação, portanto. Porque é urgente destruir o sentido metafórico em nome do qual, durante séculos, a história das bruxas foi congelada. Uma fala de evocação é também o esforço de corporificação do discurso – em feitiçaria as palavras ...

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    Intelectuais e ativistas feministas publicam chamado à greve geral das mulheres

    O manifesto "Por uma greve internacional militante no 8 de março" é assinado por mulheres de todo o mundo Do Brasil de Fato Greve internacional contra a violência e em defesa dos direitos reprodutivos das mulheres é o primeiro passo, dizem ativistas / Reprodução O feminismo precisa reconhecer as falhas que cometeu para avançar na luta em prol dos direitos das mulheres. Essa é parte da defesa apresentada no texto publicado por um conjunto de intelectuais e ativistas feministas chamando uma greve geral internacional das mulheres neste 8 de março. Assinado por importantes teóricas, como Angela Davis e Nancy Fraser, ele analisa que a Marcha das Mulheres contra o recém-empossado presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve ser apenas o pontapé inicial da revisão de um movimento feminista que se pretenda plural e que reconheça a relevância de relacionar constantemente as condições de gênero, raça e classe das mulheres. Ou seja, ...

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    15 coisas que você já ouviu sobre feminismo, mas que não passam de mentiras

    'O feminismo é odiado porque mulheres são odiadas' A frase acima é da escritora e feminista radical, Andrea Dworkin. Por ser um movimento revolucionário que se propõe a questionar, criticar e quebrar de vez com a estrutura patriarcal dominante que oprime mulheres, é esperado que o feminismo incomode. E tem que incomodar mesmo. Por Ana Júlia Gennari, para Huffpost Brasil Porém, é comum que pessoas distorçam o real significado da luta feminista e a classifique de forma equivocada -- por desconhecimento ou por desinformação -- o que é contraproducente para o movimento e para as conquistas que ele quer alcançar. Ainda que o feminismo tenha ganhado força nos últimos tempos, até mesmo dentro de espaço midiáticos, a demonização de mulheres feministas é gritante. Pensando nisto, aqui está uma lista com as 15 mentiras que provavelmente você já ouviu sobre o movimento feminista -- e que precisam ser esclarecidas. 1. 'Feminismo é ...

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    Quando a igreja não discute gênero, ela nega direitos humanos”, diz evangélica

    "O que precisa ser entendido é que gênero e religião combinam", afirma Valéria Vilhena De berço evangélico pentecostal, Valéria Vilhena se incomodou na juventude com as restrições ao corte de cabelo, ao modo de se vestir e de se comportar impostos pela igreja. "Me vi feminista muito cedo", diz a teóloga, que é mestre em ciências da religião e doutora no programa Educação, História da Cultura e Artes, da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Por Marcelle Souza, para UOL Ao longo da vida, frequentou diferentes templos cristãos, percebeu outras restrições às mulheres e, sem encontrar o seu lugar, decidiu abandonar a igreja, mas não sua fé. Em 2015, fundou, ao lado de outras mulheres, o EIG (Evangélicas pela Igualdade de Gênero), movimento para discutir temas relacionados à violência contra a mulher e à igualdade de oportunidades nas estruturas religiosas. Em novembro de 2016, Vilhena viu sua pesquisa virar notícia, sem crédito, em ...

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    7 artistas feministas e não-brancas para você deixar Clarice Falcão em paz

    Caso não tenha ficado claro o suficiente, este texto começa com um apelo: ESQUEÇAM CLARICE FALCÃO. Fonte: Medium por, Iyara Vidal Clarice é feminista. Branca. Filha de um cineasta e uma escritora famosa. Mora num apartamento. Como feminista branca de apartamento, ela fala sobre o que entende: suas vivências brancas de apartamento em músicas brancas de apartamento para ouvintes brancos de apartamento. E não há problema nenhum em falar e cantar sobre suas vivências. Designar a um intérprete branco a atividade de falar com propriedade de algo que ele não conhece é cruel. Cruel com o público, que não receberá conteúdo sincero, cruel com o artista, que, mesmo empático, sabe que não pode lidar com esta missão, e cruel com todos os artistas negros e negras, que já fazem isso com louvor há tempos, mas não têm a devida projeção. Representatividade é necessária nos clipes, afinal mais da metade da ...

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    Sonia Correa: “A categoria mulher não serve mais para a luta feminista”

    “Eu tenho muitos problemas com a categoria ‘mulher’.” Foi com essa ressalva crítica que a pesquisadora brasileira Sonia Correa, fundadora de algumas das organizações mais importantes na luta pelos direitos sexuais e reprodutivos do Brasil, como a SOS Corpo – Instituto Feminista para a Democracia, concordou em ser entrevistada para a SUR 24. Fonte: Conectas Por Laura Daudén e Maria A.C. Brant Para ela – que hoje co-coordena o Observatório de Sexualidade e Política (SPW, na sigla em inglês), um projeto sediado na ABIA (Observatório Nacional de Políticas de AIDS) – a temática da publicação deveria superar o modelo dos dois sexos, descolando o feminismo do corpo feminino. “É sempre importante retornar a Butler, nas primeiras páginas de seu livro Problemas de Gênero, quando elabora sobre como ‘mulher’ é uma construção cultural, ideológica e filosófica. É uma ficção representacional”, afirmou. A partir daí, seguiu-se uma aula sobre como o ...

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    ‘Feministas merecem tortura’, ouve candidata à Câmara Municipal em SP

    Blazer, calça social, cabelo preso, sapatilha confortável e panfleto na mão. Marina Helou (Rede), 29, uma das 389 candidatas a vereadora de São Paulo, quer falar sobre suas propostas e sobre representatividade. Na última semana da campanha eleitoral, ela aborda um homem de meia-idade no largo da Batata. Ele olha bem no fundo dos olhos dela e diz: "Você me dá um beijo se eu votar em você?". Por Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo  Cantadas e comentários machistas não são surpresa na rotina de campanha de Marina e de outras candidatas que tentam espaço na Câmara Municipal –hoje dominada por homens: cinco dos 55 vereados de SP são mulheres. Paulistana, de família de classe média, Marina concorre à Câmara pela primeira vez e encontrou resistência até da avó. "Ela me disse: 'Minha filha, por que você vai entrar na política em vez de ter um filho?'", conta, rindo, à ...

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    12 ativistas trazem esperanças para futuros feministas sem … Certas formas de fundamentalismos

    Todas as pessoas que trabalham em questões que rodeiam os temas de gênero e fundamentalismos religiosos são confrontadas com um problema de representação. Por Isabel Marler, do awid Não que não haja cobertura suficiente para estas questões. De fato, o oposto pode ser verdade; frequentemente somos bombardeadas/os por notícias sobre atrocidades cometidas contra mulheres em nome da religião e contra as pessoas com não conformidade de identidade de gênero e sexualidade. O problema com o que vemos e ouvimos sobre gênero e fundamentalismos é tanto a invisibilidade como a hipervisibilidade. Certas formas de fundamentalismos são supervisíveis, enquanto outras permanecem largamente desconhecidas. Mulheres e pessoas queer têm se tornado supervisíveis como vítimas, enquanto o papel que desempenham como agentes de mudança e as soluções progressistas que oferecem frequentemente permanecem invisíveis. Os corpos das mulheres e das pessoas cujas sexualidades e identidades de gênero não se encaixam na “norma” são desproporcionalmente afetados por ...

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    Candidato a vereador em Natal ameaça feministas em sua campanha

    O candidato a vereador Jaufran Siqueira, do Partido da Mobilização Nacional, usou sua página no Facebook para demonstrar seu posicionamento contra as feministas de uma maneira bem assustadora. Uma verdadeira ameaça. Patrícia Guimarães, do Ondda Ao usar as imagens de um meme bastante recorrente na internet, em que o rosto de uma garotinha aparece diante de uma casa pegando fogo (cena retirada do filme “Disaster Girl” ou “Garota Desastre”), a frase colocada pelo candidato é “Isso é o que vai acontecer com as feministas quando Jaufran 33123 for eleito vereador.” Surpreendentemete, a postagem recebeu muitas curtidas, mas não deixou de receber críticas. Houve até quem declarasse ter feito denúncia ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) sob alegação de crime de ódio. Diante da repercussao negativa, o candidato Jaufran Siqueira usou novamente a sua página para afirmar que Natal é uma cidade “em que as piadas precisam ser explicadas”. Com as imagens ...

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    A Feminista Espantalho e a Propaganda Antifeminista na Cultura Pop

    A feminista espantalho é uma criatura imaginária que incorpora todos os estereótipos negativos sobre o feminismo – e a cultura pop está cheia delas.  Por Lara Vascouto Do Nó de oito Na noite de 23 de junho de 1993, a norte-americana Lorena Bobbitt foi até a cozinha, pegou uma faca afiada, cortou fora o pênis de seu marido, John, enquanto ele dormia, e o atirou em um descampado. Percebendo, no entanto, a gravidade do que havia feito, ela ligou para o serviço de emergência logo em seguida, que acabou conseguindo encontrar o pênis de John e reconectá-lo após uma cirurgia de nove horas. O julgamento de Lorena foi tumultuoso, mas no fim o júri a declarou inocente por insanidade temporária quando foi provado que o seu crime foi resultado de anos de violência física, sexual e psicológica nas mãos de John. O estupro sofrido na noite em que ela cortou o seu pênis não havia sido o ...

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    “Vazamentos são seletivos e oportunistas”, diz Dilma após delação da Andrade

    Nesta quinta-feira, o jornal "Folha de S.Paulo" revelou que o ex-presidente da empreiteira disse, em delação, que realizou doações para as campanhas eleitorais de Dilma Rousseff Do Ultimo Segundo A presidente Dilma Rousseff defendeu nesta quinta-feira (7) um pacto pelo entendimento nacional para superar as crises política e econômica. “O Brasil hoje precisa de um grande pacto. O Brasil já superou momentos difíceis fazendo pactos, mas nenhum pacto ou entendimento prosperará se não tiver como premissa o respeito à legalidade e à democracia”, disse a petista. A presidente discursou para uma plateia de mulheres representantes de movimentos sociais e sindicais, como as marchas das Margaridas, Mundial das Mulheres e das Mulheres Negras e a Central Única dos Trabalhadores (CUT), que foram ao Palácio do Planalto para apoiar o mandato de Dilma. Em meio a gritos de "Dilma fica, Cunha sai", a presidente criticou a publicação "Isto É". A edição mais recente da revista trouxe uma ...

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    Como grupos do Facebook contribuem para o feminismo

    Nossa repórter, Nathalia Levy, participou de grupos feministas do Facebook e conta sua experiência aqui. Por Nathalia Levy, do MdeMulher  Ser ativista é exercer uma atividade política com grande empenho. Segundo o dicionário Michaelis, é também direcionar toda a criação espiritual, como a arte e a teoria científica, a uma meta específica. Nas ruas ou atrás de um computador, é possível, sim, discutir ideias, aumentar o debate e contribuir para a causa na qual você acredita. E como eu percebi isso? Em grupos no Facebook! No meu caso, minha meta é o fim da desigualdade de gênero. Sou feministae, quando me falam de forma pejorativa sobre o tal "ativismo de sofá", só consigo pensar em como esses espaços virtuais de discussão me ajudaram arepensar tantos preconceitos, que, no fim, refletiu em tudo o que faço offline. Isso não é exclusividade do feminismo. Há grupos que abordam racismo, orientação sexual e identidade de ...

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    5 coisas sobre a sua vida que as feministas não querem controlar

    stou um bocado cansada de ouvir asneiras e invencionices pipocando pela internet sobre o que as feministas dizem que uma mulher pode ou não pode fazer. Não é assim que funciona, gente. Feminismo não é sobre controle, é sobre liberdade.  Por Clara, do Lugar de Mulher    São escolhas exclusivamente suas: 1. O que você faz com os seus pelos. Quer tirar? Tire. Ninguém vai confiscar a sua carteirinha por isso. Quer deixar? Amiga, parabéns, você se livrou dessa imposição cultural desagradável. Imagino que seja uma libertação incrível. Sim, a depilação faz parte de um padrão de beleza opressor, mas não são todas que estão prontas ou dispostas a abrir mão desse padrão. Está tudo bem. Você não é uma má feminista porque não quer parar de se depilar. Agora, que não venha nenhum homenzinho querer dizer o que devemos fazer com os pelos que vai escutar, pois aqui não tem o que? Otária. 2.  Suas preferências sexuais ...

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