Tag: #geledes30anos

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    Geledés passa a integrar o GT da Sociedade Civil para a Agenda 2030

    O Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030 (GTSC A2030) dá as boas vindas ao novo integrante, o Geledés Instituto da Mulher Negra. A entidade, fundada em 1988 e sediada em São Paulo, posiciona-se em defesa de mulheres e pessoas negras em razão das desvantagens e discriminações que esta parcela da população sofre no acesso às oportunidades sociais decorrentes do racismo e do sexismo, tão presentes na sociedade brasileira. A entrada do Geledés no grupo fortalecerá ainda mais as agendas de enfrentamento ao racismo e de promoção dos direitos das mulheres. “Estamos comprometidas com propostas e ações que possibilitem novas configurações sociais, que assegurem o direito à igualdade, equidade, liberdade, democracia e o bem-estar das futuras gerações”, afirma a vice-presidenta do Instituto e representante da entidade no GT, Suelaine Carneiro. O Geledés também se posiciona contra todas as demais formas de discriminação que limitam a realização da plena ...

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    “A luta antirracista e a luta antissexista é uma luta de toda a sociedade”, Maria Sylvia Aparecida de Oliveira

    Na última coluna do ano, Geledés no debate deu voz à sua presidenta Maria Sylvia Aparecida de Oliveira em entrevista que faz um importante resgate dos principais acontecimentos do ano e projeções futuras da organização. Advogada, formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Maria Sylvia iniciou sua militância como estagiária de direito no programa SOS - Racismo, no departamento jurídico do Geledés em 1994, quando trabalhou diretamente com uma das fundadoras da organização, a advogada Sonia Nascimento. Maria Sylvia se tornou sócia efetiva do instituto e ocupará o cargo na presidência até 2021. arquivo pessoal Geledés - Em abril, o Geledés comemorou 30 anos de jornada com um seminário em que foram analisadas as conquistas e os desafios da organização nesse período. Quais foram os principais pontos debatidos e suas conclusões? Sim. O aniversário de 30 anos foi um marco significativo para uma organização feminista e principalmente do ...

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    Sueli Carneiro (Foto- Caroline Lima)

    Sueli Carneiro revê trajetória feminista e de luta contra o racismo em livro – Hoje

    Com um sorriso nos lábios, Sueli Carneiro segura com carinho no braço desta que lhes escreve e deixa claro que o objetivo de nosso encontro, uma longa conversa sobre sua vida, naufragara. “Não considero minha vida pessoal interessante e criativa, mas sou uma ativista e, desse lugar, fico confortável em falar”, diz ela, que dá raras entrevistas, e aceitou receber Marie Claire a pedido de nossa colunista, a filósofa Djamila Ribeiro. “Prefiro focar no meu livro e na proposta de Djamila”, diz Sueli, sobre Escritos de Uma Vida (Letramento, 238 págs., R$ 42). A obra que inaugura o selo Sueli Carneiro, criado por Djamila, é a primeira a reunir artigos escritos pela mais importante feminista negra do país. Com prefácio de Conceição Evaristo, compõe um panorama da jornada dessa filósofa de 68 anos que, ao contrário do que afirma, tem, sim, uma trajetória excepcional. Nascida na Lapa, região oeste de ...

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    FOTOS:MARIANA PEKIN

    Ela transformou sua indignação em luta contra o racismo

     “Indignação sempre foi a palavra que mais me impulsionou. Odeio injustiça”, conta a filósofa Sueli Carneiro, 67, que viu o racismo surgir cedo em sua vida. “Meus pais me educaram dizendo que poderia ter problemas por causa da minha cor e que teria que cuidar disso. Quando era criança, resolvia batendo.” Aos 20 anos, a reação mudou: “Tive meu primeiro contato com os movimentos feminista e negro. Percebi que a luta não precisava ser solitária ou individual. Virou uma questão política”. Há 30 anos, Sueli fundou, ao lado de outras nove mulheres negras, o Geledés – Instituto da Mulher Negra. Primeira organização negra e feminista independente de São Paulo, o Geledés escancara a desigualdade e impulsiona estratégias de inclusão. Na prática, trabalha junto às maiores instituições públicas e privadas no país, combatendo o racismo e o sexismo. Nessa luta, Sueli participou de audiências públicas do Supremo Tribunal Federal (STF) ...

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    imagem: Trip Transformadores

    “Questionar as cotas ou é ignorancia ou é má-fé”

    Sueli Carneiro é uma das principais lideranças do movimento feminista e negro do Brasil. Filósofa, doutora em educação e escritora, ela milita nesta área há mais de três décadas e é uma das fundadoras do Geledés – Instituto da Mulher Negra, organização que comemora em 2018 trinta anos de fundação. Por toda sua contribuição na luta contra o racismo e o sexismo, Sueli foi uma das homenageadas do Trip Transformadores 2018, premiação que aconteceu na ultima quinta-feira, dia 22 de novembro. Na conversa com o Trip FM, Sueli reflete sobre as particularidades do racismo no Brasil.  

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    O Encontro das Águas

      Quem já teve a oportunidade de assistir, seja presencialmente ou até pela televisão, o Encontro das Águas, na Amazônia, sabe do encantamento e da força de quando o Rio Negro se une ao Rio Solimões para formar o imenso Rio Amazonas. São rios distintos: o Negro, com suas águas mais escuras (devido ao pH mais alto e mais alta temperatura), e o Solimões, com suas águas mais barrentas e uma velocidade menor. Correm juntos e, em alguns trechos, formam potentes redemoinhos que torna o fenômeno ainda mais encantador. O Geledés - Instituto da Mulher Negra também tem seu Encontro das Águas. Duas de suas grandes líderes, que se tornaram ícones no país da luta contra o racismo e o sexismo, a filósofa e educadora Sueli Carneiro e a advogada Sônia Nascimento, na mesma noite, na quinta-feira 22, foram premiadas em palcos diferentes. A coluna Geledés no debate faz nessa ...

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    Foto- Silvana Martins

    Sônia Nascimento faz parte da história do empoderamento negro

     Em abril, o instituto fez 30 anos. O nome Geledés reverencia o poder feminino das deusas, na cultura ioruba. É uma ong feminista, sim, combate o sexismo e a objetificação da mulher. Mas com seu vigoroso fôlego briga por uma sociedade justa. Sem exceção, todos os avanços recentes que pretos e pardos conquistaram têm o empurrão do Geledés – e da advogada Sônia Nascimento, 66 anos, parceira da filósofa Sueli Carneiro na fundação da organização sediada em São Paulo. A dupla começou antes. Era o ano de 1972, ditadura militar, quando se conheceram trabalhando na Secretaria da Fazenda. Sônia ia ao clube dos negros, gostava na música negra, mas ainda não havia politizado o discurso. “Sueli já falava da necessidade de criarmos um grupo para discutir os problemas específicos da raça, o preconceito, as dificuldades que para nós eram muito maiores”, lembra. O raciocínio fazia sentido. Sua mãe ficou viúva ...

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    Foto: MNU

    #Geledes30anos: Ações do Movimento Negro Unificado e Geledés contra o racismo

    O Debate CEDEM deste dia 27 de junho, intitulado Ações do Movimento Negro Unificado e Geledés contra o racismo, celebra os 40 anos de fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) e os 30 anos do Geledés Instituto da Mulher Negra. São décadas de ação das duas entidades pelo reconhecimento do negro em sua plenitude. O MNU nasceu com o nome Movimento Unificado Contra a Discriminação Racial para desmascarar o racismo velado da sociedade nacional, foi também um marco na resistência contra a ditadura militar. Em 1978, em pleno regime de exceção, um ato público ocorreu na escadaria do Teatro Municipal, em São Paulo, para denunciar manifestações de racismo. As gotas d’água foram o assassinato, por policiais, do trabalhador negro Robson Silveira da Luz, em Guaianazes, zona Sul da cidade, além da segregação de atletas negros, jogadores de vôlei do Clube de regatas Tietê, impedidos de entrar na piscina. Segundo seus fundadores, ...

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    geledes 30 anos politicas

    #Geledes30anos: 30 anos de trajetória política e social

    Geledés Instituto da Mulher Negra, em parceria com o SESC Vila Mariana, celebrou seus 30 anos de trajetória política e social com uma série de seminários realizados entre os dias 05 e 19 de abril de 2018. Participaram da celebração ativistas, pesquisadoras(es), gestoras(es) de políticas públicas, formadoras(es) de opinião e artistas, que compartilharam com a organização as lutas, conquistas e os desafios persistentes pela efetivação de direitos e dignidade para mulheres e negros. Os seminários refletiram sobre as questões de gênero e raça na sociedade brasileira, os desafios da conjuntura para a permanência e avanços destas agendas. Este vídeo é uma parceria Alma Preta e Geledés

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    Escritora Cidinha da Silva (Foto: Elaine Campos)

    Geledés: 30 anos de História! Por Cidinha da Silva

    por Cidinha da Silva no Jornalistas Livres Foto: Elaine Campos Poema do desterro Os dias de abril vão acabando com a gente 17 em 2016 04 em 2018 07 em 2018 Dias que lembram o abaixo de tudo a que nos relegam. Para que gargalhem as hienas, abutres  e vermes Não aguento mais o dia seguinte Não tenho mais coração Arrancaram-no com o Power-point  da desfaçatez As balas do ódio O  jejum manipulador de mentes A colheita das provas necessárias  à condenação política Os twittes dos milicos ameaçadores em cadeia nacional Não, não me peçam um coração para refazer o mundo Só tenho flecha Machado Alforje e cabaça Chamem os Orixás  à Terra À guerra e seus infindáveis começos Após saudar o tempo, esse tempo tumultuado em que vivemos e que nos é tão denso, tão pesado, saúdo Geledés-Instituto da Mulher Negra, seu nome e sobrenome, neste aniversário de três décadas.  Reverencio ...

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    30 anos de Geledés: Três décadas de resistência e luta pelos direitos das mulheres negras

    O Geledés- Instituto de Mulheres Negras, nesses trinta anos de existência, vem reafirmado os direitos das mulheres negras e da população negra como fundamental para o enfrentamento do raciamo patriarcal e para a transformação do mundo em um lugar melhor. Criola parabeniza o Geledés por essa trajetória e se solidariza com todas as companheiras da instituição, no sentido de fortalecer mutuamente a luta pelos direitos das mulheres negras. Que venham mais 30 e que as mulheres negras possam desfrutar de todos os direitos e continuar contribuindo para a a construção de um mundo sem racismo, sem machismo, sem sexismo e sem desigualdades.

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