terça-feira, dezembro 1, 2020

    Tag: Índia

    'Ninguém pode nos ajudar ou falar por nós. Sofremos mais violência sexual porque não temos nenhum poder', explicou há alguns anos uma mulher Dalit a uma pesquisadora (Foto: Getty images)

    As mulheres Dalit que lutam contra estupros, pobreza e preconceito na Índia

    "Somos vítimas de violência porque somos mulheres, pobres e de casta inferior — tão desprezadas por todos", disse uma mulher Dalit à pesquisadora Jayshree Mangubhai há alguns anos. "Ninguém pode nos ajudar ou falar por nós. Sofremos mais violência sexual porque não temos nenhum poder". Na semana passada, foi relatado que uma mulher Dalit de 19 anos foi estuprada e agredida por um grupo de homens de casta superior no Estado de Uttar Pradesh, Índia. A notícia jogou luz novamente sobre a vulnerabilidade de 80 milhões de mulheres Dalit à violência sexual no país. Elas, como os homens do mesmo grupo, estão na base do rígido e inflexível sistema de castas da Índia. No passado, os Dalit eram chamados de "intocáveis". Essas mulheres, que representam cerca de 16% da população feminina da Índia, enfrentam um "fardo triplo" de preconceito de gênero, discriminação de casta e privação econômica. "A mulher Dalit ...

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    Índia abre primeira escola para transgêneros

    A Índia inaugurou o primeiro colégio interno para transgêneros do país na cidade de Kochi, para ajudar adultos que desistiram da escola antes de terminar o ciclo educacional. Fonte: Terra Kalki Subrahmaniam disse que a abertura da escola marcou um 'dia histórico' Alguns dados mostram que as transgêneros sofrem hostilidade e preconceito na Índia, e, por isso, cerca de metade não consegue terminar a educação formal. A escola Sahaj International é a primeira do estilo no país e vai receber 10 alunos, entre 25 e 50 anos. O objetivo é preparar os estudantes para as provas de conclusão de curso que normalmente são feitas por alunos da rede pública e privada quando eles têm cerca entre 15 e 18 anos. O currículo também vai incluir alguns exames vocacionais. "A escola tem como objetivo ajudar os transgêneros a terem currículo e habilidades para conquistar boas vagas de emprego e viverem dignamente", ...

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    Índia foi o primeiro país a implantar o sistema de cotas

    Brasília – A Índia foi o primeiro país do mundo a adotar o sistema de cotas raciais, o que ocorreu já na década de 30. No país, o processo foi conduzido pelo líder dos Dalits, também conhecidos com intocáveis, a casta mais baixa e discriminada da Índia. Por Irene Lôbo, da Agência Brasil A história está no livro Inclusão Étnica e Racial no Brasil – A questão das cotas no ensino superior, de José Jorge de Carvalho, professor de antropologia da Universidade de Brasília (UnB). O antropólogo foi o autor da proposta de cotas para negros e índios da UnB, primeira universidade federal brasileira a aprovar essa medida de inclusão, em 2003. As cotas na Índia estão presentes desde a Constituição de 1949, funcionam até hoje e são obrigatórias no serviço público, na educação e em todos os órgãos estatais. Uma pesquisa feita em 2005 mostrou que em 1950, o número de ...

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    Na Índia rural, ser mulher não é sinônimo de submissão

    Thimmapuram (Índia), 5 set (EFE).- A rígida sociedade patriarcal, o sistema de castas e os costumes ancestrais geralmente condenam muitas mulheres a uma vida marginalizada na Índia, mas em uma remota aldeia foi possível acabar com estas amarras e conseguir que a mulher passasse a ser respeitada, e inclusive admirada. Por Luis Ángel Reglero Do Uol As moradores de Thimmapuram, uma pequena cidade agrícola e criadora de gado no meio das planícies do estado de Andhra Pradesh, no sul do país, personificam um desses casos de como romper aos poucos com a submissão aos maridos e acabar com a exploração dos fazendeiros para quem elas trabalhavam em troca de uma quase nenhum pagamento. Lakshmi Devi Kasipogulu é uma das participantes dos "sanghams", grupos de mulheres que se organizaram na aldeia através de um programa da Fundação Vicente Ferrer, a ONG que continua a luta contra a pobreza empreendida na região há ...

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    A vila indiana onde se celebra o nascimento de cada menina plantando mais de 100 árvores

    Na Índia, assim como em diversos países orientais, o nascimento de um bebê do sexo femininonem sempre é celebrado. Culturalmente, a mulher é vista com pouco valor e quase não tem funções além de engravidar. Contudo, na pequena vila de Piplantri, que não tem mais de 8 mil moradores, as coisas estão mudando. Há oito anos, Shyam Sundar Paliwal, um dos moradores, perdeu sua filha ainda jovem e decidiu que o mesmo não aconteceria com as outras famílias. Ele criou um programa que garante que meninas e árvores cresçam de forma saudável. Do Hypeness Agora, toda vez que nasce uma menina na vila, os moradores precisam plantar 111 árvores e criar um fundo de US$ 520, ao qual a garota terá direito quando completar 20 anos, caso conclua sua educação básica e não se case antes da idade legal. As regras propostas por Paliwal tiveram um grande impacto na pequena ...

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    Índia: Suicídio de jovem pesquisador dalit gera onda de protestos contra discriminação por castas

    Sem terra, escola ou respeito, 'os intocáveis' são discriminados de todas as formas e, na maior parte das vezes, impedidos de buscar qualquer ascensão Luis A. Gómez  por Opera Mundi Na centenária cidade de Hyderabad, antiga capital de reinos muçulmanos e hoje núcleo da indústria da tecnología na Índia, na noite do dia 17 de janeiro Rohith Vemula decidiu escrever suas últimas palavras. “Amava a ciência, as estrelas, a natureza, e depois amava as pessoas sem saber que as pessoas se divorciaram faz muito tempo da natureza”, escreveu o jovem doutorando da Universidade de Hyderabad. “O valor de um homem foi reduzido à sua identidade imediata, à sua mais próxima possibilidade ”. Rohith organizou suas coisas, se despediu pedindo não perturbar seus amigos e inimigos e se enforcou no pequeno quarto da residência estudantil onde um amigo estava lhe dando alojamento. Aos 26 anos, pobre e com seus direitos ...

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    “Os antropólogos contam tudo errado! Nós somos as autoras das nossas falas.”

    Entrevista com Nelly Duarte (Marubo) e Sandra Benites (Guarani) Por Oiara Bonilla e Bruna Franchetto, do DR Nelly Duarte: “Sou Marubo, nasci na aldeia Posto Indígena Curuçá, no vale do rio Javari, Amazonas. Surgi dos meus pais, Ranẽ Tupanë e Tamã Shëta. Cursei Bacharelado em Antropologia na Universidade Federal do Amazonas e hoje sou aluna do curso mestrado no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional/UFRJ. Moro em Icaraí – Niterói/RJ”. Sandra Benites: “Nasci na aldeia Porto Lindo, no Mato Grosso do Sul, onde aprendi a ler e escrever. Já casada fui morar no Espírito Santo e cursei o Magistério Indígena na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Hoje moro no Rio e, em março de 2016, começo o curso de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional/UFRJ”. Nelly Sou neta de João Tuxaua, liderança Marubo, considerado um ser especial entre seu povo. Desde que comecei ...

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    Maíra Yawanawá, de 27 anos, tem origem indígena do povo Yawanawá e amazonense (Foto: Arquivo pessoal)

    Índia formada em medicina em Cuba quer levar conhecimentos a aldeias

    Maíra sonha com a revalidação do diploma; ela fez 1ª prova em Rio Branco. 'Ouvia piadas que eu andava entre cobras e onças', diz ela sobre faculdade. Por Iryá Rodrigues, do G1 O sonho de cuidar da saúde de seu povo na aldeia deu força para a índia Maíra Yawanawá, de 27 anos, passar sete anos longe de casa para estudar medicina. Ela começou o curso em 2009, como cotista indígena da Escola Latino Americana de Medicina, em Cuba, e se formou em julho deste ano. Hoje, o maior desejo de Maíra é validar o diploma e poder unir os conhecimentos adquiridos da faculdade com o da cultura indígena. "Quero atender as comunidades indígenas e ribeirinhas. Nada melhor do que uma índia, que já conhece essa realidade, para trabalhar junto com eles. Acho que a gente conhece a nossa casa. Eu sei como meu povo funciona. Tenho os conhecimentos que adquiri ...

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    O pesadelo de ser negro na Índia

    Nova Délhi - As recentes revistas noturnas nas casas dos subsaarianos em Nova Délhi, lideradas por um membro do governo da capital e sem permissão judicial, trouxeram à tona a discriminação e o preconceito praticados na Índia contra a comunidade negra. Do Exame "Para mim, é muito difícil viver aqui porque somos negros. Quando alguém te vê na rua te taca pedras. Sair depois das oito da noite é complicado. Além disso, as mulheres negras são perseguidas", explicou à Agência Efe Mek, um estudante nigeriano. "Por que isso acontece? Não sei! No meu país perguntamos (à numerosa população indiana) se é difícil para eles viver na Nigéria e respondem que não. Por que para nós é difícil viver aqui?", questionou. O relato de Mek, que estuda gestão de negócios na capital indiana, se repete com frequência entre os negros que se arriscam a falar, pois desde que as casas começaram ...

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    Jovem indiana luta contra molestador e arrasta homem para delegacia pelos cabelos

    Estar em um local público, cercada de pessoas, em plena luz do dia, não é garantia de estar a salvo. A universitária indiana Pradnya Mandhare, de 20 anos, sentiu isso na pele quando foi molestada por um homem bêbado em uma das estações de trem mais movimentadas de Mumbai, na Índia, no meio da tarde, e ninguém se ofereceu para ajudar a jovem. Do Extra  Por volta de 14h30min da última quarta-feira, Mandhare voltava para casa após uma aula, quando precisou desembarcar na estação Kandivli e trocar de composição para continuar viagem para Borivli. “Quando eu estava esperando na plataforma por outro trem, essa pessoa visivelmente alterada veio até onde estava e me tocou de forma inapropriada. Quando tentei evitar ele, ele me agarrou. Eu fiquei congelada por alguns segundos, mas aí eu comecei a bater nele com a minha bolsa”, contou Pradnya em entrevista ao canal New Delhi Television ...

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    Transexual é eleita prefeita de Raigarh, na Índia

    Uma cidade na região central da Índia elegeu uma transexual para o cargo de prefeita. O momento histórico acontece nove meses após a Suprema Corte estabelecer que os transexuais devem ser reconhecidos como um terceiro gênero.  Madhu Kinnar, 35, venceu a eleição em Raigarh no domingo (4), após derrotar o Partido Bharatiya Janata com uma diferença de 4.537 votos . Kinnar, filiada a um partido independente, é da casta “intocável” Dalit. Ela estudou até o 8º ano, e passou a sobreviver cantando e dançando em trens. Now, a trans-gender Mayor. Meet Madhu Kinnar http://t.co/z32l03QXGh pic.twitter.com/38bBmv5RaA — NDTV (@ndtv) January 5, 2015 “As pessoas mostraram confiança em mim. Eu considero essa vitória como amor e bênçãos do povo, e empenharei todos os meus esforços para alcançar os sonhos dos eleitores”, afirmou. Entre as prioridades da candidata eleita estão a construção de sistemas de esgoto e o restabelecimento da política de cartões de alimentação para cidadãos de baixa renda. Kinnar ...

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    Indianos protestam pela morte de mulheres após esterilização

    Segundo a imprensa local, as 83 mulheres que participaram do programa em foram operadas no sábado por um cirurgião e o seu assistente Manifestantes pediram hoje (12) a demissão do chefe do executivo do estado de Chhattisgarh, no centro da Índia, depois da morte de 13 mulheres na sequência de um programa de esterilização em massa realizado no sábado (8). Além das mortes, 14 mulheres continuam em estado grave, com complicações devido à cirurgia. Elas receberam uma indenização do Estado de 1.400 rupias (cerca de R$ 60). Na capital de Chhattisgarh, Raipur, dezenas de manifestantes exigiram a demissão do chefe do governo do estado, Raman Singh, e danificaram viaturas. “Análises preliminares sugerem que um choque séptico pode estar na origem das mortes”, disse um responsável do executivo local, Amar Thakur. “Parece que o material clínico utilizado poderia estar infectado. Aguardamos o relatório” do inquérito, disse. As mulheres foram submetidas a ...

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    Telejornal da Índia tem primeira âncora transgênero

    Apresentadora no horário nobre diz que venceu infância difícil e 'tabu social' e pela primeira vez é tratada com 'respeito' Um telejornal na Índia virou o primeiro do país a ter uma apresentadora transgênero. Desde 15 de agosto, Dia da Independência indiano, Padmini Prakash apresenta o telejornal diário em horário nobre (7h da noite) na Lotus TV. O programa é transmitido na língua tâmil a partir da cidade de Coimbatore, no Estado de Tamil Nadu. Padmini, que relatou à BBC sua infância de dificuldades, diz que além de se orgulhar de sua posição profissional, também a vê como sinal de importantes avanços no país. "Estou muito feliz", diz a apresentadora. "A mensagem está se espalhando por toda a Índia e pela internet." Cerca de dois milhões de pessoas são transgênero na Índia, segundo algumas estimativas. A maioria vive à margem da sociedade, normalmente na pobreza e no ostracismo, ganhando a ...

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    Índia: jovem cria sutiã elétrico para proteger mulheres contra estupro

    Índia: jovem cria sutiã elétrico para proteger mulheres contra estupro

    Junto de colegas engenheiros, a jovem de 22 anos desenvolveu a peça para evitar os abusos sexuais tão recorrentes nos país Índia: jovem cria sutiã elétrico para proteger mulheres contra estupro Nos últimos anos, a Índia ganhou a infeliz fama de ser um dos lugares mais perigosos para as mulheres por conta da violência sexual corriqueira contra elas. Alguns casos notórios que repercutiram pelo mundo todo envolveram o estupro coletivo seguido do assassinato de uma jovem estudante em Nova Délhi, em dezembro de 2012;  a sentença de ser uma indiana de 20 anos a ser estuprada por 12 homens sob ordem de um conselho comunitário e até mesmo um político indiano afirmando que as vítimas de estupro deveriam ser enforcadas. A enorme irracionalidade nesses exemplos motivou Manisha Mohan, de 22 anos, estudante de engenharia aeronáutica  e mais dois colegas –Niladhri Basu Bal e Rimpi Tripathi, a criarem um sistema de defesa contra agressão sexual: um ...

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    Ensaio de moda criticado por ‘glamurizar estupro’ causa polêmica na Índia

    EO ensaio de Raj Shetye foi considerado 'nojento' por alguns usuários de redes sociais Um ensaio fotográfico de moda provocou polêmica na Índia ao mostrar um mulher sendo apalpada por homens dentro de um ônibus. As imagens foram interpretadas por muitos como uma tentativa de glamurizar o estupro coletivo que chocou o país em 2012. O fotógrafo Raj Shetye afirmou que o ensaio são "apenas um retrato da situação das mulheres no país". No entanto, nas mídias sociais elas foram classificadas como "nojentas" e "horríveis", entre outros termos pejorativos. O ensaio acabou sendo retirado do site Behance, em reação aos protestos irados no Twitter e no Facebook. O estupro de uma estudante de fisioterapia de 23 anos, que foi apelidada pela imprensa indiana de Nirbhaya (destemida) em 2012, provocou dias de protestos e levou à criação de novas leis anti-estupro. 'Caminho errado' Quatro pessoas foram condenadas à morte. Um quinto ...

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    Estudantes criam sutiã elétrico contra estupro na Índia

    O terrível estupro coletivo e assassinato de uma estudante em Nova Délhi, em dezembro de 2012, gerou grande indignação na Índia. Dezenas de milhares de pessoas por todo o país expressaram seu choque com o crime, e o Legislativo, enfim, tornou mais rígidas as leis contraestupro. O ocorrido também foi a motivação que faltava para a estudante de engenharia Manisha Mohan, de 22 anos, criar um novo, e incomum, sistema de defesa para mulheres: um sutiã elétrico. Com a ajuda de mais dois colegas, ela fez pesquisas e trabalhou em diversos modelos antes de criar um protótipo de lingerie que reage quando provocado. - Eu comecei trabalhando com pessoas que tinham relação com o campo eletrônico, tive discussões e aí (o projeto) começou a evoluir – disse Manisha à agência alemã de notíciasDeutsche Welle (DW). “(A ideia) foi para um outro nível quando tivemos reconhecimento no mundo todo.” Poder feminino Antes de o ...

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    Jovem indiana é estuprada como punição de crime sexual cometido por irmão

    A justiça local determinou que a jovem fosse estuprada pelo marido da mulher agredida Uma jovem de 14 anos foi estuprada por ordem de um conselho local e como parte da punição aplicada ao seu irmão, que teria abusado de outra mulher no estado de Jharkhand, no leste da Índia, informou nesta quarta-feira (9) à Agência Efe uma fonte oficial. Os fatos ocorreram no último domingo (6), quando um homem foi denunciado ao conselho local pelo estupro de uma mulher na cidade de Gulgulia Dhora, informou o delegado Virender Kumar. A partir desta denúncia, o conselho "panchayat", um sistema de justiça paralela, determinou que a irmã do agressor fosse estuprada pelo marido da mulher agredida, acrescentou a fonte. Primeiro-ministro estabelece proteção da mulher como meta da Índia Estupro e morte de duas adolescentes na Índia pode ter sido "crime de honra", diz polícia local Mulheres sob ameaça: indianas são vítimas ...

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    Deputado indiano pede desculpas após prometer estuprar mulheres

    Um parlamentar indiano se desculpou após ter prometido matar oposicionistas e estuprar mulheres. Tapas Pal, do partido Trinamool Congress (TMC), detentor da maioria dos assentos no estado de Bengala Ocidental, leste da Índia, reconheceu que seu comentário "não tem justificativa" e foi "um grande erro de julgamento". O parlamentar, um ator premiado que está no seu segundo mandato, fez as declarações há três semanas durante um discurso a correligionários. No entanto, o vídeo da sessão foi transmitido na última segunda-feira em um canal de televisão. No vídeo, ele diz: "Se qualquer membro do CPM (Partido Comunista da Índia) estiver presente aqui, ouça-me. Se vocês encostarem em um trabalhador do Trinamool Congress, vocês vão pagar por isso". "Se qualquer rival tocar uma mulher do partido, pai ou filho, eu vou arruinar suas gerações. Eu vou deixar os meus garotos à solta e eles vão cometer estupro. Sim, eles vão cometer estupro", ...

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    Menino de 10 anos é estuprado por 8 homens na Índia

    Mais um episódio de violência sexual choca o país Mais um abuso sexual de criança choca a Índia. Dessa vez, um menino de 10 anos foi estuprado por oito homens em Nova Déli, capital do país, informou a agência de notícias Pti. A polícia de Geeta Colony, onde a denúncia foi registrada, informou que "o menino foi abordado no dia 27 de maio quando estava entrando em uma loja". Já um dos homens que participou do abuso, contou que ele "havia convidado o garoto para ver uma gaiola de pássaros em sua propriedade, mas quando a criança chegou ao local, oito homens estavam prontos para abusar dele". Ameaçado de sofrer graves consequências se contasse para alguém o que aconteceu, o menino ficou quieto até ontem (02), quando o irmão dele viu pessoas caçoando da criança e o forçou a contar o que havia ocorrido. As investigações preliminares da polícia apontam ...

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    Duas adolescentes são enforcadas depois de um estupro em grupo na Índia

    A polícia prende um suspeito e busca outros quatro pelo ataque às vítimas O crime ocorreu no Estado de Uttar Pradesh A polícia da Índia prendeu uma pessoa e busca outros quatro suspeitos pelo suposto estupro coletivo de duas adolescentes que foram encontradas penduradas em uma árvore no Estado de Uttar Pradesh, no norte do país. As duas vítimas, de 14 e 15 anos de idade, eram primas e faziam parte da casta intocáveis. Ambas foram sequestradas na terça-feira à tarde em sua aldeia, Budaun. Na manhã seguinte, os próprios residentes localizaram os dois corpos pendurados em uma horta próxima. As autópsias confirmaram que as duas vítimas sofreram abusos sexuais antes de morrer enforcadas. As equipes médicas também extraíram amostras de DNA para tentar determinar a identidade dos agressores. O superintendente da polícia de Budaun, Man Singh Chouhan disse que o caso foi aberto pela suposta ocorrência de vários delitos, ...

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