Tag: indígenas

    Os índios Wajãpi. VICTOR MORIYAMA

    Judeus em defesa dos povos indígenas

    Os índios Wajãpi. (Foto:VICTOR MORIYAMA) Há mais de vinte anos, a terra do povo Waiãpi, no oeste do Amapá, foi finalmente demarcada. Mesmo assim, na última semana (23 de Julho de 2019) a terra foi invadida por um grupo armado que assassinou brutalmente o líder indígena Emyra Waiãpi. Os invasores tomaram a aldeia dos Waiãpi, forçando-os, sob risco de morte, a se concentrar em uma comunidade vizinha. Por Judeus pela Democracia-SP, enviado para o Portal Geledés  A disposição para invadir um território indígena e assassinar um de seus líderes é alimentada por uma série de discursos e ações realizadas pelo governo federal que deslegitimam a vida e a terra dos povos originários. Como não ver no governo um aliado dessa barbárie, quando um dia antes do assassinato de um líder indígena, o presidente enuncia que a missão que dará a seu filho, Eduardo Bolsonaro, como embaixador ...

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    Alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet. Foto: ONU/Jean-Marc Ferre

    Chefe de direitos humanos da ONU sobre o assassinato de liderança indígena no Amapá

    Pronunciamento da alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, sobre o assassinato de um líder indígena no Amapá, Brasil: Da ONUBR Alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet. Foto: ONU/Jean-Marc Ferre “O assassinato de Emrya Wajãpi, líder do povo indígena Wajãpi, é trágico e repreensível por si só. Também é um sintoma perturbador do crescente problema da invasão de terras indígenas — especialmente, de florestas — por mineradores, madeireiros e fazendeiros no Brasil. A política proposta pelo governo brasileiro, de abrir mais áreas da Amazônia à mineração, poderia levar a incidentes de violência, intimidação e assassinatos do tipo que foi infligido ao povo Wajãpi na semana passada. É essencial que as autoridades reajam rápida e efetivamente para investigar esse incidente e para levar à justiça todos os responsáveis, em pleno acordo com a lei. Além disso, medidas efetivas devem ser tomadas para ...

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    CNBB emite nota sobre situação dos povos indígenas Wajâpi, no Amapá

    A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acompanha atentamente os desdobramentos da crise socioambiental que vem se agravando e atinge de modo fatal os povos da Amazônia, particularmente os indígenas. Por  ANTONIO CARLOS RIBEIRO, do CNBB Imagem retirada do site CNBB A presidência da CNBB manifesta preocupação com a elucidação da morte do líder da etnia Wajãpi, ocorrida no dia 24 de julho, no Estado do Amapá. Reforça, também, o que o episcopado brasileiro indicou na mensagem divulgada em maio deste ano, em sua 57ª Assembleia Nacional: “Precisamos ser uma nação de irmãos e irmãs, eliminando qualquer tipo de discriminação, preconceito e ódio. Somos responsáveis uns pelos outros. Assim, quando os povos originários não são respeitados em seus direitos e costumes, neles o Cristo é desrespeitado: ‘Todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes mais pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer’ ...

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    Os índios Wajãpi. VICTOR MORIYAMA

    Amapá, Urgente! Garimpeiros invadem aldeia Waiãpi e matam indígena

     Conflito pode levar a um banho de sangue Do  Xapuri Os índios Wajãpi. Foto: VICTOR MORIYAMA/El País “Eles estão armados com metralhadoras e estamos em perigo. Precisamos que o Exército e a Polícia Federal nos ajudem, senador. Se não chegar apoio nós vamos agir logo. Estamos com medo“ Conflito na região das terras wajãpi, em Pedra Branca do Amaparí, já tem a confirmação da morte de uma liderança indígena. Conforme relatos iniciais do jornalista Elden Carlos, em matéria publicada no Diário do Amapá, cerca de 50 garimpeiros invadiram terras indígenas da aldeia Mariry, do povo indígena Waiãpi, em Pedra Branca do Amapari, a 200 km de Macapá.  Segundo Elden Carlos, o clima na região é de confronto com ameaças de banho de sangue, uma vez que a invasão acirra o clima de confronto que tomou conta da comunidade nos últimos meses. A Polícia Federal foi ...

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    Adobe Fotos

    O ‘indígena’ africano e o colono ‘europeu’: a construção da diferença por processos legais

    As representações da história medeiam as relações sociais e os processos identitários, sendo instrumentais na criação e gestão identitária, ao determinar, de forma fundamental, que projectos e perspectivas são vistos como legítimos e validados através de actos de memória. As lutas pelas memórias no reconstituir de sentidos e de novos espaços geopolíticos continuam marcadas pelos impactos da fractura abissal colonial moderna. Numa leitura que privilegia Moçambique como espaço de referência, este artigo, que se conjuga na intersecção entre a antropologia e a história, procura questionar continuidades coloniais no presente, revisitando, ao espelho, os complexos debates que formatam a intervenção colonial portuguesa a partir da República. por Maria Paula G. Meneses no e-Cadernos CES Adobe Fotosin 1. Missão: ‘civilizar’? 1 Este texto foi produzido no âmbito de uma reflexão mais ampla realizada no Centro de Estudos Sociai (...) 2 Convém ressalvar que longe de se constituir como ...

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    Ornamentada. Com acessórios típicos, Cris Pantoja toca samba raíz, coco carimbó e músicas de rituais indígenas Foto- Fábio Guimarães : Agência O Globo

    DJs indígenas militam em favor de igualdade racial e de gênero

    Cris Pantoja e Renata Machado caíram na profissão de paraquedas e hoje fazem voos altos em busca da desconstrução de preconceitos contra suas origens por Priscilla Aguiar Litwak no O Globo Ornamentada. Com acessórios típicos, Cris Pantoja toca samba raíz, coco carimbó e músicas de rituais indígenas Foto- Fábio Guimarães : Agência O Globo Elas são mulheres, mães, indígenas e utilizam a música popular brasileira para militar sobre suas raízes. Niteroienses, Cris Pantoja, de 36 anos, e Renata Machado, a Aratykyra, de 29, não se conhecem pessoalmente, mas têm muito em comum. Tornaram-se DJs por acaso e hoje chamam a atenção não só pelo talento, mas pelo ativismo contra preconceitos e esteriótipos acerca da cultura indígena . Da etnia Sateré-mawé, a mãe de Cris morava numa comunidade ribeirinha, na Amazônia, no Pará, e veio a Niterói em busca de uma vida melhor. Cris conta que cresceu ...

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    ‘Filha do Rio Negro’ (Foto: Divulgação)

    Projeto de hip-hop aborda violência contra mulher indígena

     Com a proposta de estimular discussão sobre temáticas socioculturais no Amazonas e região, o projeto Pelabera lança sua segunda produção audiovisual. ‘Filha do Rio Negro’ retrata caso de violência contra mulheres indígenas. Por Patrícia Borges, da  Amazonas Atual   ‘Filha do Rio Negro’ (Foto: Divulgação/ Imagem retirada do site Amazonas Atual) Pontuar a dificuldade de acesso a dados precisos, fomentando o debate sobre a violência específica contra mulher indígena também é objetivo da produção. O rapper Jander Manauara explica que a relação entre mulheres indígenas e colonizadores estimulou, por muito tempo, casos de violência. “Esse estereótipo de disponibilidade sexual das mulheres indígenas foi implantado no período colonial e se perpetuou na historiografia, sendo tido como ‘motivação’ dos abusos sofridos por estas mulheres’, explica Jander. Nesta produção, a equipe formada por Jander Manauara, Denis L.d.O., DJ Otto Bráu, Sereia Dulov e Matheus Crazy contou com apoio de dados ...

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    Glicéria Tupinambá, a voz da mulher indígena na ONU: “Só cabe a nós definir como queremos viver e morrer”

    Contar o fragmento de história recente do povo fez Glicéria levar à comunidade internacional o retrato do que ocorre com os povos indígenas no Brasil POR RENATO SANTANA, DA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO – CIMI, COM A COLABORAÇÃO DE DANIELA ALARCON, DO RIO DE JANEIRO, do Concelho Indigenista Missionário   “Só cabe a nós definir como queremos viver e como queremos morrer. O outro não tem o direito sobre a vida da gente”. Crédito da foto: Genna Naccache Glicéria Tupinambá vive na Serra do Padeiro, uma das 22 aldeias da Terra Indígena Tupinambá de Olivença, no sul da Bahia. De lá partiu no início deste mês e chegou a Genebra, na Suíça, para denunciar um intrincado plano de assassinatos, revelado em janeiro, contra integrantes de sua família. Contar o fragmento de história recente do povo fez Glicéria levar à comunidade internacional o retrato mais bem acabado do que ocorre ...

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    Ministro anuncia abertura de terras indígenas para mineração a estrangeiros durante o Carnaval

    Almirante Bento Albuquerque disse que os povos indígenas serão ouvidos, mas não terão autonomia para vetar a instalação de minas de exploração de minério Da Revista Fórum  (Foto: DANIEL FERREIRA/METRÓPOLES) Com toda a atenção voltada para a maior festa popular do mundo, o ministro de Minas e Energia, o almirante Bento Albuquerque anunciou nesta segunda-feira (4) de Carnaval, a abertura de terras indígenas para empresas privadas de mineração, em evento no Canadá. Bento Albuquerque disse que os povos indígenas serão ouvidos, mas não terão autonomia para vetar a instalação de minas de exploração de minério. Para Albuquerque, o caminho é abrir as terras indígenas para empresas de forma que, segundo disse, “traga benefícios para essas comunidades e também para o país”. Segundo reportagem de Marcos de Moura e Souza, no jornal Valor Econômico desta quarta-feira (6), o almirante participou de um dos principais eventos globais da mineração, ...

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    As memórias de indígenas do Brasil eternizadas para as futuras gerações… na Noruega

    Num país em que o extermínio do seu povo e da sua história já foi naturalizado, o Museu da Pessoa leva para um arquivo mundial digital a história de algumas lideranças dos povos originais. Por que não aprendemos nada com nossas tragédias? Por KAREN WORCMAN, Do El País Povo Krenak. ACERVO PLINIO AYROSA /USP PIB SOCIOAMBIENTAL)   2019 é, segundo a ONU, o ano internacional das línguas indígenas. A justificativa é de que as línguas importam para o desenvolvimento, a construção da paz e a reconciliação. Por incrível que pareça, começamos, no Brasil, esse mesmo ano com um governo eleito que nega a legitimidade das demarcações das terras indígenas no Brasil e com a tragédia de Brumadinho, que repetiu Mariana, ao descarregar resíduos de minério sobre cidades, rios e campos, matando pessoas e todo tipo de vida aquática e terrestre. 2019 pode também ser chamado, no Brasil, de Ano do Esquecimento, pois, ironicamente, ...

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    Danilo Ferreira, da etnia Tupinikim, no Espírito Santo, vive há 8 meses em Brasília — Foto: Marília Marques/G1

    Indígenas e gays: jovens contam como é ser LGBT dentro e fora das aldeias

    Grupo se reúne na UnB para debater o tema; noção de pecado foi 'herança das igrejas', dizem. Nas aldeias, ser homossexual implica mudança em papel social. Por Marília Marques, do G1 Danilo Ferreira, da etnia Tupinikim, no Espírito Santo, vive há 8 meses em Brasília — Foto: Marília Marques/G1 Aos 19 anos, Danilo Ferreira deixou a família na aldeia de 3 mil habitantes – no interior do Espírito Santo – para viver e estudar em Brasília. Na capital há oito meses, o jovem da etnia Tupinikim diz que as mudanças não foram só geográficas, mas de "descobertas e aprendizados sobre si mesmo". Além de indígena, Danilo é homossexual assumido e ativista LGBT. Uma vez por semana, ele se reúne com outros estudantes com o mesmo perfil, na Universidade de Brasília (UnB), para falar sobre identidade e sexualidade – e como atualizar esses conceitos nas próprias aldeias. ...

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    Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

    Declaração de deputado do Rio sobre indígenas causa indignação na Bolívia

    A Bolívia reagiu com indignação, neste sábado, às declarações do deputado estadual do Rio de Janeiro Rodrigo Amorim (PSL), que afirmou que "quem gosta de índio, que vá para a Bolívia, que além de ser comunista ainda é presidida por um índio". por AFP no Folha de São Paulo Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil "Lamentamos o ressurgimento da ideologia de supremacia racista. Perante a intolerância e a discriminação, nós povos indígenas promovemos o respeito e a integração. Temos os mesmos direitos porque somos filhos da mesma Mãe Terra", escreveu o presidente boliviano, Evo Morales, de origem indígena, em sua conta de Twitter, sem citar o deputado. Segundo o jornal O Globo, Amorim, do partido do presidente Jair Bolsonaro e que foi o deputado estadual mais votado do Rio de Janeiro, fez essas declarações ao se referir à Aldeia Maracanã, um terreno onde até 1977 funcionou ...

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    Unicamp inicia viagem de 3,5 mil km para ampliar inclusão de indígenas com vestibular inédito

    Pela 1ª vez uma universidade pública paulista vai tão longe com processo seletivo específico de cotas. G1 acompanha comissão até São Gabriel da Cachoeira (AM), cidade mais indígena do país. Por Lana Torres Do G1 Foto: G1 Uma comitiva da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) embarcou nesta terça-feira (27) no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), para uma viagem histórica até o município de São Gabriel da Cachoeira (AM), o mais indígena do Brasil. A cidade amazônica e outras cinco pelo Brasil receberão no próximo domingo (2) o primeiro vestibular indígena da universidade. O G1 e a EPTV acompanham a jornada para uma série de reportagens especiais sobre o tema, que serão publicadas no decorrer da semana. Pela primeira vez, a Comvest percorre a distância física de 3,5 mil quilômetros em busca de reduzir distâncias sociais que impossibilitam o acesso mais inclusivo e plural aos bancos da ...

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    Adriana Moura/Divulgação

    “Somos índios, resistimos há 500 anos. Fico preocupado é se os brancos vão resistir”

    Há 30 anos, em plena Assembleia Constituinte, pintou o rosto de negro, declarou guerra aos políticos brasileiros e venceu. Ailton Krenak tem agora 65 anos, já viu muito e o que não viu, recorda-se, numa memória que lhe foi legada pelos antepassados. Líder indígena, assume-se e ao seu povo como sobreviventes de um genocídio. Mas teme pelo futuro dos brancos, aqueles que nunca aprenderam a pisar com leveza a “Mãe Terra” e que por isso poderão acabar “enterrados no próprio vómito” Por Christiana Martins, no Expresso Foto: Adriana Moura/Divulgação Quando uma criança krenak nasce, não vai para a creche, fica com a mãe, as avós e as tias. Partilham um quotidiano e um modo de estar na vida. As crianças indígenas não são educadas, mas orientadas. Não aprendem a ser vencedores, porque, para uns vencerem, outros têm de perder. Aprendem a partilhar o lugar onde vivem e ...

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    APIB COMUNICAÇÃO

    Bebê morto com tiro na cabeça é um cruel símbolo da situação dos povos indígenas no Brasil

    Relatório do Conselho Indigenista Missionário critica "sucateamento" da Funai, comandada por interesses "anti-indígenas" Por GIL ALESSI, do El Pais  APIB COMUNICAÇÃO O pequeno Cirleudo Cabral Monteza Manchineri, de um ano de idade, dormia no colo da mãe confortavelmente apesar do balanço da pequena embarcação a motor. A viagem já durava horas. A família da etnia Manchineri havia partido da aldeia São Paolino, localizada na Boca do Acre, Amazonas, descido o rio Purus e entrado em um dos seus braços, o Iaco. Por volta das 22h eles se aproximavam do pequeno porto de Feira dos Colonos, na cidade acreana de Sena Madureira. O pai do bebê apontava uma lanterna para a barranca quando recebeu ordens para apagar a luz. Sem ter como atracar na escuridão, ele ignorou o comando. O barco foi recebido à bala. Uma delas acertou a cabeça de Cirleudo, que foi socorrido, mas chegou morto ao hospital. ...

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    A emergência da esquerda indígena contra o fascismo

    Candidatos do movimento indígena enfrentam a crescente onda reacionária Por Felipe Milanez Do Carta Capital Foto: Anne Vilela/Divulgação Estamos vivendo o período eleitoral mais turbulento na democracia. Pela primeira vez na história do Brasil, um candidato com propostas características do fascismo - como a militarização, autoritarismo, ideologia oficial, nacionalismo, culto da personalidade, e falas escancaradas de ódio às “minorias” - tem chances de chegar ao poder pelo voto democrático. É uma contradição assustadora: a democracia que prega o seu próprio fim. Ao se autodestruírem, quererem, sobretudo, destruir o “outro”: negros, quilombolas, indígenas, LGBTTQI, comunistas, qualquer pessoa que possa ganhar o rotulo de “vagabundo”, “malandro”, “indolente”, e vir a ser executado pela polícia impunemente. É assustador como o futuro pode ser sombrio. Resultado de um processo complexo de erosão do contrato social marcado pela hegemonia do neoliberalismo, do sacrifício da democracia em favor do capitalismo, o novo “fascismo social”, como ...

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    Entre seus livros estão O Karaíba, que fala sobre os indígenas antes da chegada dos europeus ao Brasil (foto: arquivo pessoal)

    Escritor indígena é reconhecido em prêmio de literatura infantojuvenil

    Escritor indígena é reconhecido em prêmio de literatura infantojuvenil Da Revista Educação  Entre seus livros estão O Karaíba, que fala sobre os indígenas antes da chegada dos europeus ao Brasil (foto: arquivo pessoal) O Brasil ainda possui grandes barreiras em relação à valorização e reconhecimento de suas raízes indígenas. A História contada é voltada para o olhar europeu e no dia a dia não faltam estereótipos sobre os povos indígenas. É costume um professor, antropólogo e jornalista, por exemplo, falarem sobre determinada etnia, e raramente, o indígena tem a oportunidade de espalhar a visão dele, a visão de seu povo sobre eles mesmos. O indígena Daniel Munduruku – o segundo nome é a designação de seu povo étnico – nasceu em Belém, Pará, e vem se destacando por trazer esse outro olhar por meio de livros e em palestras em universidades no Brasil e mundo. O Prêmio ...

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    ‘Nïïma‘: histórias de travestis indígenas serão contadas em documentário

    No país que mais mata LGBTs no mundo, o preconceito não está presente apenas nas cidades. Do Hypeness Para mostrar uma face pouco conhecida dessa história, o próximo filme da cineasta Flávia Abtibol irá contar as histórias de travestis indígenas, falando sobre a sensação de pertencimento nas aldeias sob o olhar das questões de gênero. O documentário “Nïïma” ainda está na fase de roteiro e já foi selecionado para financiamento pelo Itaú Cultural Rumos 2017-2018. O projeto aborda a história de índios da etnia Tikuna que vivem na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Bolívia. Foto: Flávia Abtibol/Reprodução Facebook “Durante dois meses do ano (junho e julho), eles animam as festividades religiosas locais através de espetáculos de canto e dança. Nos outros dez meses, são subjugados pela família e pela comunidade“, descreve o texto do projeto enviado ao Rumos. Em entrevista ao site Amazônia Real, Flávia diz nunca ter vivenciado nenhum caso explícito ...

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    Edson denuncia exploração ilegal de madeira no rio Amazonas, na região de Breves, no Pará. Foto: Arquivo pessoal

    ‘Índio, nome dado pelos europeus, não representa nossa diversidade’, diz historiador Edson Kayapó

    A militância e o trabalho de escritores, educadores e artistas indígenas têm sido fundamentais para combater o preconceito e o desconhecimento da sociedade brasileira sobre esses povos, cuja história foi contada principalmente sob o ponto de vista de não indígenas. Da ONU No momento em que ocorre na sede da ONU, em Nova Iorque, a 17ª Sessão do Fórum Permanente sobre Assuntos Indígenas, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) entrevistou quatro intelectuais de diferentes etnias indígenas brasileiras sobre formas de garantir direitos e valorizar a cultura e os conhecimentos dessas populações. A militância e o trabalho de escritores, educadores e artistas indígenas têm sido fundamentais para combater o preconceito e o desconhecimento da sociedade brasileira sobre esses povos, cuja história foi contada principalmente sob o ponto de vista de não indígenas. No momento em que ocorre na sede da ONU, em Nova Iorque, a ...

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    Campus Binacional da Universidade Federal do Amapá, em Oiapoque (Foto: Unifap/Divulgação)

    Unifap lança processo seletivo diferenciado com 88 vagas para indígenas e quilombolas

    Inscrições seguem até segunda-feira (25). A universidade federal atendeu a recomendação do MPF de abrir seleção especial para comunidades tradicionais da região Norte do Amapá. Por Jorge Abreu, do G1 Campus Binacional da Universidade Federal do Amapá, em Oiapoque (Foto: Unifap/Divulgação) A Universidade Federal do Amapá (Unifap) lançou um Processo Seletivo Extraordinário, diferenciado para ingresso de estudantes de comunidades indígenas e quilombolas no ensino superior. Foram disponibilizadas 88 vagas em sete cursos no campus Binacional, localizado em Oiapoque, a 590 quilômetros de Macapá. O processo seletivo extraordinário é para o segundo semestre. As inscrições são gratuitas e estão abertas desde o dia 12 de junho e seguem até o dia 25 de junho. Elas podem ser feitas pela internet e também no modo presencial. O novo modelo de seleção da Unifap segue uma recomendação feita, em maio, pelo Ministério Público Federal (MPF). O pedido era para ...

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