segunda-feira, julho 13, 2020

    Tag: Joice Berth

    A arquiteta urbanista Joice Berth Imagem: Priscila Caetano

    Joice Berth: ‘Mobilização de comunidades é resultado do abandono político’

    Além de expor para todos as desigualdades históricas, a chegada da covid-19 ao Brasil e, principalmente, às periferias provocou "um choque de pandemia", avalia a arquiteta e urbanista Joice Berth. Para Berth, também autora do livro "O que é Empoderamento?" (Selo Sueli Carneiro da Editora Polén, 2019), o que vem ocorrendo no Brasil desde março é o encontro de dois vírus: o da covid-19 e o da negligência do poder público. A pandemia destacou um cenário já conhecido: a mobilização popular surge com força nas periferias para suprir demandas não atendidas pelo poder público, mas esse cenário não é o ideal e deve haver cuidado para não romantizá-lo. Uma saída para valorizar essa atuação e gerar mudança, defende a arquiteta urbanista, é uma maior participação de pessoas com experiência de articulação nesses territórios nos espaços de decisão das políticas urbanas. Leia abaixo a entrevista. Como a pandemia tem impactado a ...

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    Stephanie Ribeiro, Joice Berth, Milly Lacombe e Ana Paula Xongani falam sobre militância nas redes

    Haters, saúde mental, likes e aprendizados. Quatro mulheres que usam as redes sociais para sua militância dividem o ônus e o bônus de encarar a arena digital Por Carol Ito e Dandara Fnseca, Da Revista Trip (Foto: Alex Batista) Mesmo sem ter acesso à sua lista de seguidores, podemos afirmar: você provavelmente segue alguma ativista digital ou formadora de opinião que debate questões sensíveis da atualidade no Instagram ou no Twitter. Acertamos? Pois bem: convidamos quatro mulheres que estudam assuntos relacionados a gênero, raça, política e outras temas (hoje considerados) polêmicos para refletirem sobre as dores e delícias de dar a cara a tapa nas redes sociais. Vamos nessa? Stephanie Ribeiro 26 anos, arquiteta e urbanista (Foto: Alex Batista) “Eu sempre falei sobre gênero, raça e assuntos que se interseccionam com essas questões. Não é que eu queira necessariamente influenciar pessoas, são ...

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    Reprodução/Instagram/joiceberth

    Àreas brancas e áreas negras: o redline nas cidades brasileiras

    80 tiros contra um pai de família ocorre onde jovens que comemoravam emprego sofreram 111 disparos. O que isso diz sobre as cidades? Por  JOICE BERTH, da Carta Capital   Foto EBC/Marcelo Horn Há quatro anos, 111 tiros foram disparados sobre um carro onde cinco jovens vinham de uma comemoração de seu primeiro salário. Todos eram negros e jovens. Os culpados aguardam juri popular, depois de muita luta dos familiares por justiça. A mãe de um dos meninos, teve uma parada cardíaca e veio a falecer, em decorrência do sofrimento pela perda do filho. A justificativa da polícia foi de que se confundiram com os suspeitos de um assalto que teria acontecido nos arredores. O local? O bairro de Costa Barros, na região de Guadalupe, Pavuna e outros bairros do subúrbio (periferia) do RJ. Passados esses quatro anos, muitos jovens negros e negras (cabe lembrar, que o ...

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    foto- Daisy Serena

    “O que é empoderamento”?

    “O que é empoderamento”? escrito pelaArquiteta e Urbanista Joice Berth traz reflexões a partir da perspectiva feminista interseccional a respeito do conceito de empoderamento evidenciando as concepções de diversos intelectuais a exemplo de Paulo Freire, bell hooks, Patricia Hill Collins, Angela Davis, na qual compreendem o empoderamentoenquanto prática de transformação não somente subjetiva, como também de caráter coletivo. por Maciana Freitas e Souza enviado para o Geledés O livro é dividido em quatro partes intitulados "Opressões estruturais e empoderamento: um ajuste necessário", "Ressignificação pelo feminismo negro", "Estética e afetividade: noções de empoderamento" e as considerações finais.   foto- Daisy Serena Berth inicia seu percurso a partir de contribuições teóricas afirmadas em Michel Foucault e Hannah Arendt para explicar o que se entende por poder. Nesse sentido, O empoderamento, aqui entendido não como uma tomada de poder para si, em ato individual, mas que se faz necessário ações ...

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    Racismo é origem do atual formato das cidades brasileiras, dizem especialistas

    Especialistas apontam o racismo como o grande responsável pela divisão das cidades brasileiras da maneira como elas estão hoje: pobres e negros morando nas periferias e brancos ricos morando em bairros melhores. Do Folha Nobre O racismo como divisor das cidades foi tema de audiência pública realizada pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (5/7). A arquiteta Joice Berth afirma que o racismo é o estruturador social (Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados) A arquiteta Joice Berth lembrou que o problema começou justamente após a abolição da escravatura, no século XIX, quando foi editado o código de postura, com regras que proibiam a posse de terra por negros e uma legislação que facilitava a aquisição de terras por imigrantes europeus. “O estruturador social é o racismo. Então, a gente tem que trabalhar a partir dele para pensar nessas desigualdades sociais que vão sendo espelhadas, produzidas e reproduzidas ...

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    magem: Reprodução/Instagram/joiceberth...

    Embranquecimento e Colorismo: estratégias históricas e institucionais do racismo brasileiro

    (na foto abaixo, 4 dos diversos personagens negros históricos que foram embranquecidos para o bem da aceitação branca. veja a matéria completa em http://www.vermelho.org.br/noticia/284391-1 ) Por Joice Berth, no Medium  “Políticas de incentivo a imigração de alemães, italianos e espanhóis foram intensas no decorrer do século XIX e XX. Com o branqueamento da nação pretendia-se atingir uma higienização moral e cultural da sociedade brasileira. Clarear a população para progredir o país passou a ser um projeto de nação defendido no século XIX, mas que avançou pelo século XX. Projeto que envolvia eugenização e a higienização social enquanto políticas públicas”(Antonio Carlos Lopes Petan, 2013) O racismo estrutural tem feito um trabalho de eliminação da população preta de diversas formas: pelo genocídio, pela exclusão territorial, pela fome, pelo apagamento e silenciamento, pela apropriação cultural, pelo epstemicidio, entre outros métodos. O branqueamento é também um dessas estratégias. Existem diversas figuras negras que foram embranquecidas pela história ...

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    Sobre futilidades que não cabem dentro de uma luta

    Existem mulheres feministas incríveis e que eu sou muito grata(Lélia Gonzalez, Sueli Carneiro, Saffioti, Amelinha Teles, Glória Anzaldua, Maria Lugones, Patrícia Hill Collins, Bell hooks, etc.). No entanto, com a popularização do feminismo como nomenclatura, que foi desproporcional a sua importância enquanto prática, bem como pautas, alguns alarmes soam de maneira estridente, embora alguns medos pautados pelos ganhos individuais e não pelo significado inicial e a extrema necessidade da luta, estão sendo silenciados. Por Joice Berth, no Medium  imagem: Reprodução/Instagram/joiceberth... Há rompimentos a serem feitos e eles serão dolorosos. Faz parte do processo de emancipação. Um deles é a insistente dependência da aprovação do macho alfa, de sua opinião, de sua visão, de sua presença, de suas posturas. Eles aliciaram profundamente a mentalidade de muitas mulheres que se posicionam publicamente como feministas. E justamente essas precisam se conscientizar disso. Nenhuma mulher é obrigada a ser feminista. Feminismo ...

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    Responsabilidade afetiva x Amor preto: as exclusões que se repetem

    Tenho pra mim que, responsabilidade afetiva é discutir os ideais perigosos e excludentes de amor romântico que circulam em nossos meios, impregnando o já torturado imaginário de meninas negras, com esperanças cruéis de relações impossíveis de acontecer em um mercado afetivo racista, sexista e elitista como o nosso. Por Joice Berth, no Medium imagem extraída da internet Discutir colorismo dentro das relações amorosas, também faz parte do roll de responsabilidades afetivas, pois ninguém quer falar por exemplo que “ AFROCENTRAR” é e tem sido majoritariamente para mulheres negras de pele clara, com características negras ~suavizadas~ pela miscigenação como lábios mais finos e cabelos cacheados, ou seja, mulheres negras estilo Beyoncé,Taís Araújo, Sheron Menezes… Para além da sexualização que essas negras recebem pelo estereótipo da “mulata exportação”, elas são a preferência absoluta quando homens negros resolvem agradar a militância e/ou fazer o radical para a branquitude exquerdista. E não só porque tem a ...

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    Pra 2018 começar

    Milhares de pessoas se dirigem às águas, evocando paz e proteção para a Orixá Africana, e portanto negra, Yemanjá. Inclusive aqueles que passam o ano todo, há anos, rejeitando tudo e todos os focos de negritude e africanidade presentes na nossa história, no nosso dia-a-dia. Por Joice Berth, no Medium É lindo o mar de gente de todas as cores, comemorando e exaltando a chegada da esperança de um novo tempo, de uma nova possibilidade que possa esgotar em si, nossos sofrimentos pessoais. Todos vestidos de branco, que dizem simbolizar a pureza e a paz. Ninguém se dá conta de que o branco é de Oxalá e significa a neutralidade que devemos desenvolver para limar a repulsa e o uso hierarquizante das diferenças humanas. O ano será regido pela deidade africana Xangô, juntamente com mais duas forças ancestrais africanas: Yansã, a deusa dos raios e Exu, o dono de todos os caminhos. Todos falam a respeito, independente das ...

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    A vulnerabilidade das crianças negras no enfrentamento ao ódio racial

    O mês de novembro, que deveria ser de conscientização das nossas fissuras sociais causadas pelo racismo, a partir da morte do grande líder quilombola Zumbi dos Palmares, não poderia ter sido mais grotesco. Por Joice Berth, do Justificando  Imagem: Reprodução/Instagram/joiceberth... A ocorrência de muitos episódios lamentáveis deixam claro que o momento exige uma discussão séria e o esforço de toda a sociedade no entendimento do que significa, de fato, o racismo e quais as implicações desse problema histórico na continuidade do desiquilíbrio social geral da nossa pátria mestiça. O caso da vez e que choca a opinião pública, uma vez que deixa explícito a amargura e o sentimento mesquinho que o racismo implanta nas pessoas brancas, levanta uma questão preocupante: a criança negra e sua real vulnerabilidade no enfrentamento do ódio racial. Se é verdade que o racismo é problema estrutural e estruturante da sociedade brasileira, também ...

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    Racismo: branquitude deveria se reconhecer como herdeira de um legado ultrajante

    É fato que o racismo brasileiro tem um jeitinho próprio de ser e agir. É regado de malícias e gingas que permitem ao racista, se safar do confronto com a própria consciência que deveria questionar incessantemente, seu lugar de dentro da hegemonia supremacista branca. Por Joice Berth, do Justificando  E é fato também, que ao longo da história, a tradicional covardia do povo brasileiro em momentos de enfrentamento de suas questões mais urgentes, foi ficando mais e mais visível, gerando inclusive, a reação que o habitual complexo de vira-latas mais teme: o questionamento internacional já que, no ranking de piores lugares para uma pessoa negra viver, o Brasil se destaca entre as primeiras posições. Mas algumas mudanças, ínfimas para a estrutura embora muito significativas para a população negra, foram conquistadas, tardiamente é verdade. Nas últimas semanas, mapas e estatísticas circularam em grandes e respeitáveis veículos de comunicação, deixando matematicamente claro o ...

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    Branquidade e Privilégio: O Lacre social

    A liberação da identidade racial faz parte tanto da luta contra o racismo como da eliminação da discriminação racial e da desigualdade. Essa liberação envolverá uma revisão da política racial e uma transformação da diferença racial. Tornará a própria democracia muito mais radicalmente pluralista e a identidade muito mais um problema de escolha do que de atribuição. A medida que as lutas para alcançar esses objetivos forem reveladas, reconheceremos gradualmente que a racialização da democracia é tão importante quanto a democratização das raças.”(Howard Winant, Racial Condition, 1994. p. 169) Por Joice Berth, do Revista Subjetiva Você pode achar, caro leitor, que o lacre ou lacry, expressão muito usada pelo feminismo negro para elogiar ou manifestar grande admiração, é tão somente isso, uma rasgação de seda entre pessoas deslumbradas que se acham as últimas bolachas do pacote. Mas creio que estão enganados…o termo ou expressão é do feminismo negro, mas o conceito de ...

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    Intolerância religiosa: a livre expressão do racismo brasileiro

    No Rio de Janeiro, umbandistas do Centro Espírita Irmãos Frei da Luz foram agredidos com pedradas pelos frequentadores de uma Iurd situada ao lado desse Centro, na Abolição. Uma adepta da Tenda Espírita Antônio de Angola, no bairro do Irajá, foi mantida por dois dias em cárcere privado numa igreja evangélica em Duque de Caxias, com o objetivo de que esta renunciasse à sua crença e se convertesse ao evangelismo. Em Salvador, , uma iniciada no candomblé teve sua casa, no bairro de Tancredo Neves, invadida por trinta adeptos da Igreja Internacional da Graça de Deus, que jogaram sal grosso e enxofre na direção das pessoas ali reunidas durante uma cerimônia religiosa Em São Luís, capital maranhense, alguns fiéis da Assembleia de Deus residentes no bairro acusaram os chefes do Terreiro do Justino, localizado na Vila Embratel, de sequestro de um bebê, filho de um casal de frequentadores da ...

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    Charlottesville é aqui: por que o brasileiro acha que é diferente do americano?

    O Brasil é um país de exaltação escancarada da brancura. Ama-se e exalta-se a Europa como berço imaculado da civilidade, porque é branca, caucasiana no estado mais puro, com pessoas de cor e traços reproduzidos o tempo todo nos meios de comunicação e que pautam o padrão de aceitabilidade social vigente. Por Joice Berth, do Justificando   Odiamos o Brasil. Porque o Brasil é negro. O segundo maior contingente de pessoas negras fora do continente africano. A pequena África dos povos primitivos e de modos rudes e grotescos que tanto criticamos por aqui. Coibimos todo e qualquer resquício de africanidade expressa, exceto aqueles que são convenientes ou pitorescos, aqueles que corroboram com o exotismo tão alardeado como característica inerente ao povo negro. exótico adjetivo 1. não originário do país em que ocorre; que não é nativo ou indígena; estrangeiro. 2. que é esquisito, excêntrico, extravagante. Não gostamos de ver pessoas negras, ...

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    ‘Eu, mulher negra, não posso frequentar certos espaços’

    Foi numa mesa de um boteco, ali no bairro Bela Vista, que eu bati um papo com Joice Berth. Nós resolvemos ter mais uma companhia pra essa conversa: um bom copo de cerveja, já que os assuntos eram tensos. Relembrar, resgatar e vivenciar alguns momentos da nossa vida — principalmente quando se é mulher e negra — nunca é tão fácil. Não que a gente só beba uma gelada quando precisa tratar alguma ferida, longe disso, mas assuntos como direito à cidade, feminismo, afetividade, racismo, infância e maternidade foram colocados na mesa. Por Patrícia Gonçalves, do Catraca Livre  Créditos: Reprodução/Facebook A arquiteta e urbanista Joice Berth O bairro do Mandaqui, zona norte de São Paulo, era o fluxo de uma criança que hoje nada tem a ver com a arquiteta e urbanista que bota a boca no trombone, ou melhor, no feed de notícias das redes sociais; pesquisa o direito ...

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    As dinâmicas das sub opressões

    Falo de milhões de homens em quem deliberadamente inculcaram o medo, o complexo de inferioridade, o tremor, a prostração, o desespero, o servilismo. (Aimé Césaire, Discurso sobre o colonialismo). Por Loice Bert, para Justificando O argumento que sempre salta nas discussões sobre machismo e racismo é: Negros são racistas entre eles mesmos. Mulheres são mais machistas que os homens. Estamos em um período da história onde a impaciência em se debruçar com mais critério sobre os assuntos mais complexos e se aprofundar antes de emitir opiniões ou formar argumentos, acaba por gerar conflitos e entendimentos duvidosos e incompletos, que impossibilitam a coerência em assuntos onde ela é fundamental e abre as portas para as manipulações lamentáveis que se consolidaram como modus operandi de nossos meios de comunicação. Devemos considerar que essas afirmações, na verdade derivam de percepções que acabam por se apresentar nas nossas (com)vivências cotidianas, embora tenha uma linha ...

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    Quando o racismo sai pela culatra, ou por que a esquerda deve rever posturas, por Joice Berth

    O racismo, como bem frisou a escritora moçambicana Paulina Chiziane em sua última passagem pelo Brasil, é um problema que existe em todos os lugares onde há negros. Mas as características da expressão do racismo mudam e se moldam de acordo com as características do lugar em que se está. Por Joice Berth Do Revista Lingua de Trapo Nos EUA, por exemplo, o ódio ao negro nunca foi disfarçado. Já no Brasil, o mito da democracia racial se acomodou suavemente à displicência natural do povo brasileiro e ao nosso mundialmente famoso complexo de vira-latas. Isso faz com que as expressões do ódio racial sejam diferenciadas e que os mecanismos que se aplicam na propagação desse ódio sejam sofisticados, a ponto de confundir as próprias vítimas (sim, vítimas, posto que se trata-se de um crime). As peculiaridades e especificidades do racismo à brasileira criam uma categoria curiosa e intrigante, os subopressores, ou ...

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    White people: the normative social standard

    Note from BW of Brazil: Over the past few years I’v noticed numerous articles and interviews posted online discussing discrimination against persons around the world who are classified as white. Imagine that. After centuries in which persons with white skin have raped, pillaged and plundered the resources and bodies of people of color the world over, now descendants of those same people are complaining about a tendency in which they see a sort of reverse discrimination against them in lands of their forefathers or lands in which their forefathers stole and colonized.  Do Black Women of Brazil You know what? If you follow some of the happenings around the world in places such as Europe and the United States, one could actually see and agree with some of the actions that are being taken that put whites at certain (not absolute) disadvantages. That’s actually a longer discussion beyond the scope of ...

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    Image processed by CodeCarvings Piczard ### FREE Community Edition ### on 2015-10-09 14:29:05Z | http://piczard.com | http://codecarvings.com

    As barreiras causadas pelo racismo limitam os afetos verdadeiros

    Se você é uma pessoa branca e não se interessa por assuntos referentes a questões raciais, pode considerar isso um sintoma óbvio do racismo que você confortavelmente esconde (ou acha que esconde). Por Joice Berth Do Justificando Se te causa desconforto ler e ouvir pessoas negras falarem sobre os efeitos causados pelo problema que seus antepassados criaram e que você mantém por conivência e conveniência (privilégios!!!) também é um alerta vermelho falando sobre seu comportamento opressor. Se você se motiva a falar sobre racismo e o faz de maneira superficial, evidenciando a sua ausência de autocrítica diante do quadro social que te beneficia tremendamente, pense bem sobre o significado da palavra HIPOCRISIA. O indivíduo, sozinho, não tem poder de desmonte da estrutura que o cerca, e é comum pessoas brancas que se dão conta da necessidade de trabalhar para eliminação dos ranços racistas que mantém, questionarem qual o seu papel nessa ...

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