quarta-feira, maio 12, 2021

Tag: Maternidade

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Reflexões de uma mãe preta sobre os dias das mães

Há 02 dias, Hakim, meu primeiro filho, completou 07 anos e por causa deste evento muitos sentimentos chegaram com força em meu coração. Hakim é meu primeiro filho, mas não ó único. Depois dele houveram mais 02 filhos amados que permaneceram pouco tempo conosco e não puderam nascer. Eles também fazem parte da nossa família e estão eternizados em nossa história, em nossos corações e no meu corpo em forma de tatuagem. Quanto minha experiência com o Hakim, posso afirmar com toda certeza que sou uma mãe orgulhosa e feliz, mas minha inauguração no mundo materno foi bastante difícil. Circunstâncias difíceis de eminente risco de morte envolveram meu parto, roubaram a alegria e leveza que eu imaginava que deveriam estar presentes naquele momento. Eu já ouvi uma vez que deveria esquecer esta página difícil da minha vida e da história do meu filho, mas não tem como falar do milagre ...

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(Foto: Getty)

Pandemia pode prejudicar acesso de mulheres a contraceptivos, alerta UNFPA

O isolamento social provocado pela pandemia de COVID-19 pode prejudicar o acesso de mulheres do mundo todo ao planejamento reprodutivo, o que deve ocasionar gestações não intencionais, alertou o Fundo de População da ONU (UNFPA) nesta quarta-feira (29). O organismo das Nações Unidas também alertou para um aumento nos próximos meses dos casos de violência de gênero e de outras práticas nocivas contra mulheres. O isolamento social provocado pela pandemia de COVID-19 pode prejudicar o acesso de mulheres do mundo todo ao planejamento reprodutivo, o que deve ocasionar gestações não intencionais, alertou o Fundo de População da ONU (UNFPA) nesta quarta-feira (29). O organismo das Nações Unidas também alertou para o aumento da violência de gênero e outras práticas nocivas contra mulheres nos próximos meses. O estudo revela o enorme impacto que a COVID-19 está tendo entre as mulheres, enquanto os sistemas de saúde ficam sobrecarregados, as unidades de saúde ...

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Foto: PeopleImages/E+/Getty Images

Maternidade e culpa

Quando o povo negro foi assimilado na cultura ocidental a concepção de maternidade africana foi destruída e os cacos que sobraram viraram conceitos de acesso da classe média alta. Não pode ser normal que uma mãe ao ser perguntada pelo filho, tenha que imediatamente responder com quem e onde ele está. O correto não deveria ser apenas se está bem ou não? Mas por que as pessoas perguntam na maioria das vezes 'cadê seu filho' e não apenas 'como está seu filho?' Percebam que a semântica condiciona a resposta A resposta não pode pertencer as mulheres negras, porque em nosso legado ancestral Osun fez guarda compartilhada com Oxóssi e nunca deixou de ser mãe por isso. Oyá teve 9 filhos e depois decidiu ir pra mata, não deixou de ser mãe por isso. Nanã deixou Obaluayê na praia porque era o costume da época, as crianças doentes serem entregues ao ...

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Foto: Nappy

Brasileiras têm filhos mais tarde, mas 430 mil mulheres até 19 anos deram à luz em 2018, mostra IBGE

Levantamento mostra que na última década diminui a proporção de mães com menos de 30 anos. Maior aumento no número de nascimentos foi de mães com idade entre 35 e 39 anos. Por Daniel Silveira, do G1 Foto: Nappy As mulheres brasileiras estão esperando mais tempo para serem mães, priorizando a gestação após os 30 anos de idade. É o que sugerem as Estatísticas do Registro Civil, divulgadas nesta quarta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, entre 2008 e 2018, diminuiu o número de mulheres que tiveram filho com menos de 30 anos de idade, enquanto aumentou o daquelas que se tornaram mãe após essa idade. Também diminui a proporção daquelas que têm filhos após os 45 anos. O levantamento foi feito com base nos registros de nascidos vivos realizados pelos Cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais ...

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Foto Marta Azevedo

Dê licença (maternidade)

A divisão equânime das atribuições familiares é agenda importante Por FLÁVIA OLIVEIRA, do O Globo    FLÁVIA OLIVEIRA - Foto Marta Azevedo A licença-maternidade no Brasil é tão antiga quanto a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Nasceu em 1948 e, sete décadas depois, o país ainda não se livrou do debate que relaciona a desigualdade de gênero no mercado de trabalho ao período de afastamento das mulheres por darem à luz. Até o então candidato à Presidência Jair Bolsonaro usou o argumento para justificar o salário maior dos homens. Pois um estudo recém-concluído praticamente sepulta a polêmica. Há pouca diferença no número de dias em que elas e eles se afastam do emprego por problemas de saúde, acidentes de trabalho e/ou licença-maternidade/paternidade. Num ano, homens se ausentam 13,5 dias; mulheres, 16. As pesquisadoras Adriana Carvalho, gerente dos Princípios de Empoderamento e Programa Ganha-Ganha da ONU Mulheres ...

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Como reduzir mortes maternas?

Hipertensão e eventos cardiovasculares são as principais causas de morte Por Julio Abramczyk, Da Folha de S.Paulo (Foto: Imagem retirada do site Pexels.com ) As mortes maternas não deveriam acontecer, mas estão sempre presentes. Um bom atendimento e um bom controle pré-natal poderiam identificar eventuais problemas de saúde da gestante e também controlar condições crônicas. Anita Slomski relata na revista médica Jama, da Associação Médica Americana, que nos Estados Unidos morrem cerca de 700 mulheres anualmente até 42 dias depois do parto. Ana Schuchat, diretora-adjunta do CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças do EUA), destaca que grande parte dessas mortes é evitável e ocorre nas mulheres no período da gravidez associadas às suas gestações. O Sistema de Vigilância da Mortalidade na Gravidez do CDC registrou 3.410 mortes relacionadas à gravidez entre 2011 e 2015: 30% por eventos cardiovasculares e 60% relacionadas à hipertensão. De ...

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Sintomas como fadiga, esquecimento, insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração e dores de cabeça são mais comuns entre mulheres com alta sobrecarga de trabalho doméstico Foto: Arte de Paula Cruz

Por que as mães estão exaustas? Entenda o impacto da carga mental na vida das mulheres

Divisão do trabalho doméstico permanece a mesma há duas décadas e ainda sobrecarrega mulheres, sobretudo as mães, que são empurradas a assumir toda a responsabilidade de planejar, organizar e tomar decisões relacionadas à casa e aos filhos Por Leda Antunes, do O Globo Sintomas como fadiga, esquecimento, insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração e dores de cabeça são mais comuns entre mulheres com alta sobrecarga de trabalho doméstico Foto: Arte de Paula Cruz   "Sou eu que tomo todas as decisões em casa. Meu marido participa, mas se eu não pedir, ele não faz", diz Gabriela Domingues, 33 anos. Ela e o marido Eduardo moram em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro, com os filhos Guilherme, de 5 anos, e Maria Eduarda, de 10 meses. Como em inúmeros lares brasileiros, é Gabriela quem organiza e executa todas as tarefas da rotina da casa e das ...

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Foto: Nappy

Uma mulher grávida ou bebê morre a cada 11 segundos no mundo, diz Unicef

Motivo é a falta de cuidados na atenção primária à saúde. Mas essa situação é a melhor já registrada, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira pela agência da ONU e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Do G1 Foto: Nappy Melhorias no acesso e na qualidade de serviços de atenção primária à saúde permitiram que as mortes de crianças recém-nascidas diminuíssem pela metade desde o ano 2000, enquanto as mortes de mães caíram cerca de 30%, de acordo com um relatório publicado nesta quinta-feira (19) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Apesar disso, a cada 11 segundos, uma mulher grávida ou bebê ainda morrem em algum lugar do mundo. "Em países que oferecem a todos serviços de saúde de alta qualidade e com preços acessíveis, as mulheres e os bebês sobrevivem e prosperam", diz o diretor-geral da ...

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‘Achei que isso nunca aconteceria comigo’: o que leva mães a matarem seus bebês

Várias dezenas de mulheres são julgadas todos os anos na Rússia acusadas de matarem seus próprios filhos. Elas têm perfis que ​​variam de donas de casa a gestoras de negócios de sucesso. Olesya Gerasimenko e Svetlana Reiter, Da BBC  Esse não é um problema exclusivamente russo, é claro. Nos Estados Unidos, pesquisadores na área de Psicologia estimam que 1 em cada 4 mães tenha pensamentos ligados à morte de seus bebês. Mas na Rússia, como em muitos outros países, tem prevalecido a cultura de que você precisa ser firme para sobreviver e que é melhor não falar sobre problemas de saúde mental - você deve apenas seguir em frente. Essas histórias mostram que a depressão pós-parto com frequência não é diagnosticada ou não é tratada a tempo, e por vezes nem mesmo parentes próximos conseguem perceber ou entender o que está acontecendo até que, em alguns casos, seja tragicamente tarde ...

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Alysia Montaño denunciou a marca após o nascimento de sua filha " Apesar das minhas vitórias, a Nike queria me pagar 70% menos do que antes."

Nike muda política de maternidade para atletas após chuva de críticas

Esportistas reclamaram da falta de proteção em caso de gravidez Do Metrópoles  Allyson Felix foi uma das diversas atletas que  deninciou a politica da empresa "Apesar das minhas vitórias, a Nike queria me pagar 70% menos do que antes." (Allyson Felix, em 2017, em Birmingham CORDON PRESS) Visando responder as críticas que vêm recebendo por penalizar atletas que tiram licença-maternidade, a Nike decidiu eliminar “por 12 meses” as reduções na remuneração relacionada ao desempenho das esportistas que decidem engravidar. Nos últimos dias, diversas atletas relataram a falta de proteção em caso de gestação nos contratos firmados com a empresa norte-americana. “A Nike pode fazer mais e esta é uma oportunidade importante para a indústria de esportes evoluir e apoiar as atletas”, informou a marca. Na quarta-feira (22/05/2019), em um artigo publicado no jornal The New York Times, a velocista norte-americana Allyson Felix foi uma das diversas atletas ...

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Paola Deodoro (Foto: Caroline Lima)

Grávida (aos 42): Paola Deodoro fala sobre a decisão pela maternidade

Em um texto emocionante, a editora sênior Paola Deodoro narra as aventuras da gestação depois dos 40, escolha cada vez mais comum no Brasil Por PAOLA DEODORO, da Revista Marie Claire  “Tenho 42 anos e estou entre o quinto e o sexto mês de gravidez (depende do dia em que você estiver lendo esse texto!) do meu primeiro filho. Não tive muito enjoos, mas tenho muito sono, fico louca tentando achar uma roupa para vestir de manhã, passo uns 12 tipos de hidratantes diferentes para evitar estrias, estou viciada em frutas, sinto falta daquele vinhozinho desestressante sem dia certo, quando chego em casa, sigo fazendo aulas de dança, pratico ioga e acho que até aqui estou indo bem na tarefa de preparar uma pessoinha. Pode ser que você não tenha percebido (provavelmente percebeu, né), mas lá no iniciozinho eu digo que tenho 42 anos, com chances de comemorar 43 na ...

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Claudia Santos saiu do emprego quando engravidou e só conseguiu carteira assinada dois anos depois

Metade das mulheres grávidas são demitidas na volta da licença-maternidade

Muitas se deparam com demissão e dificuldade em voltar para o mercado. Empregadores focam nas perdas que terão com as futuras mães Por Vera Batista, Do Correio Brazilense Claudia Santos saiu do emprego quando engravidou e só conseguiu carteira assinada dois anos depois (foto: Vinicius Cardoso Vieira/Esp. CB/D.A Press ) A maternidade permanece polêmica para empregadas e empregadores. Quando uma trabalhadora engravida, o foco das empresas continua sendo nas “perdas” que terá nos próximos anos. O tempo passa, mas os empecilhos são os mesmos: receio de a mãe faltar ao trabalho, caso o filho passe mal; de ela pedir para chegar mais tarde para ir a uma reunião escolar; ou de se atrasar, devido à exaustão da rotina. Os benefícios da maternidade para as empresas e até para a economia do país, mesmo comprovados por diversos estudos, ainda são ignorados. Na contramão do senso comum, especialistas ...

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Evento MC - Isis VergÍlio (Foto: Alexandre Virgilio)

Mês das mães: mulheres ainda são penalizadas, sejam elas casadas ou não

Uma leitura rápida de dados divulgados em pesquisas números deixa claro: não é possível afirmar que homens e mulheres são iguais em direito e obrigações quando se trata de filhos Por ISIS VERGÍLIO, da MARIE CLAIRE Evento MC - Isis VergÍlio (Foto: Alexandre Virgilio) Maio, mês das mães. Embora muitas mulheres guardem este segredo "a sete chaves", todas temos algum tipo de dificuldade com essa função: a de ser mãe. Mas só as que passaram por processos de separação e por disputas judiciais sabem o quanto a desigualdade entre homens e mulheres pesa também nessas questões. Vivemos em uma sociedade estruturada pelo racismo, machismo, misoginia, lgbtfobia. A ideia de que homens e mulheres são iguais em direito e obrigações, embora esteja na lei, é algo a ser conquistado e que está bem distante da realidade. Mais de 80% das crianças brasileiras são criadas por mulheres como ...

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O capital invisível investido na maternidade

Impor judicialmente à mulher quase que exclusivamente os custos de tempo e financeiros pelos cuidados na vida dos filhos é uma violência Por  Ana Lucia Dias da Silva Keunecke, Do CartaCapital   (Foto: Imagem retirada do site Pexels.com ) Quando falamos em educação de crianças, a Constituição Federal atribui que os cuidados com a mesma são obrigação – além do Estado, daqueles que detém o poder familiar. Grande parte da sociedade acredita que está incutido no estereótipo da mulher mãe que ser mãe não tem preço e que o amor deve ser incondicional, e que assim, a maior parcela dos cuidados fica com a mãe, genitora, madrasta ou outra figura feminina. Mas, cuidar de uma criança é atribuição de gênero? Acredito que não. Mais ainda, as horas de cuidado que se tem com o filho tem um custo invisível que é pago. Maternagem, na minha opinião, ...

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mother-to-be prepares to deliver her baby in birthing tub

Por que precisamos de mais doulas negras

A crise da mortalidade materna negra não está diminuindo. As doulas podem ajudar. Por Catherine Pearson e Lena Jackson, Do HuffPost  Doulas negras podem ajudar a evitar mortalidade materna. (Foto: HUFFPOST LIFE)   Nos últimos anos vimos uma enxurrada de artigos sobre a crise da saúde materna negra nos Estados Unidos. Todos destacam a realidade difícil enfrentada pelas gestantes não brancas no país. De fato, as mulheres negras nos EUA têm chances 3 ou 4 vezes maiores que as brancas de morrer de problemas ligados à gravidez. O índice de mortalidade de bebês negros no país é duas vezes maior que o dos bebês brancos. Para resolver uma crise de saúde pública tão urgente e persistente é preciso lidar com uma teia de forças sociais, políticas e de saúde que convertem o parto em uma questão de vida ou morte para muitas mães negras. Mas pesquisadores ...

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Esther Vivas: “A sociedade é um meio hostil às mães e à criação dos filhos”

Jornalista e escritora espanhola defende que a maternidade seja feminista e abraçada por políticas públicas. Ao EL PAÍS, autora do livro 'Mamá Desobediente' reflete sobre os desafios que as mães de hoje enfrentam Por DIANA OLIVER, do El País  (Foto: Pexels) “O ideal materno oscila entre a mãe sacrificada, a serviço da família e das crianças, e a superwomancapaz de conseguir tudo conciliando trabalho e criação dos filhos.” Com essa frase lapidar a escritora Esther Vivas inicia seu livro Mamá Desobediente. Una Mirada Feminista a la Maternidad (Na tradução literal “Mãe Desobediente. Um olhar feminista para a maternidade”, publicado na Espanha e ainda inédito no Brasil), em que a jornalista espanhola analisa os desafios das mães de hoje. Faz isso com seu habitual estilo reivindicativo e sem esquecer de onde vamos e para onde vamos, baseando-se em interessantes referências que vão das sufragistas às associações que dão visibilidade a fenômenos como a amamentação e o parto. ...

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A declaração de Maju sobre não querer filhos levanta um debate necessário

Maju Coutinho, apresentadora de meteorologia e jornalismo da TV Globo, disse que não pretende ter filhos. A declaração foi feita no programa Papo de Almoço, da Rádio Globo. Do Hypeness “Eu não tenho vontade de ser mãe. Mas gosto de crianças, porque, às vezes, tem essa ideia . Não tem nada a ver. Eu gosto delas e elas gostam de mim. Mas é outro lance, não sei explicar muito bem o que é. Não sinto vontade de ser mãe. É de dentro”, revelou. A revelação causou surpresa e isso diz muito sobre o papel da mulher na sociedade. Como a própria Maju pontuou, não se trata de gostar ou não de crianças. Na verdade, a jornalista casada há oito anos com o publicitário Agostinho Paulo Moura, se despiu de obrigações impostas por uma cultura machista. A fala de Maju é importante para acabar com a ideia ...

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@BRIT/Nappy

Mulheres têm cada vez menos filhos e escolhem pela maternidade tardia, aponta IBGE

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (31) aponta que houve aumento de nascimentos no grupo de mulheres com mais de 30 anos. Por Andréa Martinelli, do HuffPost Brasil As mulheres brasileiras têm cada vez menos filhos e escolhem cada vez mais pela maternidade tardia, entre os 30 e 39 anos. Este é um dos dados apontados pela pesquisa "Estatísticas do Registro Civil 2017", divulgada nesta quarta-feira (31), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística), que confirma uma constante na sociedade brasileira. Desde 2013, o instituto aponta que, a cada ano, cresce o número de mulheres que contemplam este perfil no País. O total de nascimentos cujas mães possuíam menos de 30 anos caiu de 74,3% para 64,9%, entre 2016 e 2017. Segundo a pesquisa, a taxa de fecundidade entre as mulheres mais jovens vem caindo expressivamente nos últimos 10 anos. Entre 2007 e 2017, a proporção dos filhos de mães que tinham até 19 anos de idade passou de ...

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“Em 2018, a contratação de uma mulher grávida não deveria ser algo extraordinário”, diz Grazi Mendes

Empregar uma mulher grávida de nove meses é uma raridade. Mas não deveria ser, segundo Grazi Mendes, integrante do "hire team"  no processo de contratação de Marcela Caldeira, de 35 anos, para o escritório de Belo Horizonte (MG) da multinacional de tecnologia Thoughtworks. Marcela foi contratada nesta situação e acaba de deixar a empresa em licença maternidade de seis meses. Antes de entrar na multinacional, Marcela trabalhou durante três anos em uma startup e fez o processo seletivo para ingressar na multinacional, conhecida mundialmente por suas políticas de inclusão das mulheres no mercado de trabalho, com sete meses de gestação. Nesta entrevista à coluna Geledés no debate, Grazi, que tem o cargo People Partner (pessoa que amplia a atuação do time de Gestão de pessoas), destaca a necessidade “urgente de se interromper uma lógica sutil e perversa, que considera pessoas como recurso, que cria barreiras com justificativas focadas apenas em ...

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“É de pouquinho em pouquinho que a gente vai construindo o mundo melhor, o mundo que a gente acredita", afirma Luciana. | Creditos: Reprodução Youtube/Divulgação: Scaramella Press

Mãe cria blog sobre maternidade e racismo após vivências da gestação

Negra e mãe de duas meninas, ela decidiu criar um blog que aborda a maternidade sob o ponto de vista de mães negras, dando vida ao “A Mãe Preta” que vem crescendo cada dia mais Do  Jornal Rosa Choque “É de pouquinho em pouquinho que a gente vai construindo o mundo melhor, o mundo que a gente acredita", afirma Luciana. | Creditos: Reprodução Youtube/Divulgação: Scaramella Press Luciana Bento cansou de procurar na internet um lugar para compartilhar experiências como mãe de duas meninas negras e de ir a fóruns tentar em vão discutir sobre o racismo na maternidade, pois esse parecia não ser um assunto que interessava a muitos. Por isso, decidiu criar ela mesma esse espaço de trocas, de conversas e de debates sobre a maternidade e a negritude. Foi aí que em 2014 criou o “A Mãe Preta”, um blog em que escrevia sobre como ...

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