terça-feira, dezembro 1, 2020

    Tag: Maternidade

    ‘Achei que isso nunca aconteceria comigo’: o que leva mães a matarem seus bebês

    Várias dezenas de mulheres são julgadas todos os anos na Rússia acusadas de matarem seus próprios filhos. Elas têm perfis que ​​variam de donas de casa a gestoras de negócios de sucesso. Olesya Gerasimenko e Svetlana Reiter, Da BBC  Esse não é um problema exclusivamente russo, é claro. Nos Estados Unidos, pesquisadores na área de Psicologia estimam que 1 em cada 4 mães tenha pensamentos ligados à morte de seus bebês. Mas na Rússia, como em muitos outros países, tem prevalecido a cultura de que você precisa ser firme para sobreviver e que é melhor não falar sobre problemas de saúde mental - você deve apenas seguir em frente. Essas histórias mostram que a depressão pós-parto com frequência não é diagnosticada ou não é tratada a tempo, e por vezes nem mesmo parentes próximos conseguem perceber ou entender o que está acontecendo até que, em alguns casos, seja tragicamente tarde ...

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    Alysia Montaño denunciou a marca após o nascimento de sua filha " Apesar das minhas vitórias, a Nike queria me pagar 70% menos do que antes."

    Nike muda política de maternidade para atletas após chuva de críticas

    Esportistas reclamaram da falta de proteção em caso de gravidez Do Metrópoles  Allyson Felix foi uma das diversas atletas que  deninciou a politica da empresa "Apesar das minhas vitórias, a Nike queria me pagar 70% menos do que antes." (Allyson Felix, em 2017, em Birmingham CORDON PRESS) Visando responder as críticas que vêm recebendo por penalizar atletas que tiram licença-maternidade, a Nike decidiu eliminar “por 12 meses” as reduções na remuneração relacionada ao desempenho das esportistas que decidem engravidar. Nos últimos dias, diversas atletas relataram a falta de proteção em caso de gestação nos contratos firmados com a empresa norte-americana. “A Nike pode fazer mais e esta é uma oportunidade importante para a indústria de esportes evoluir e apoiar as atletas”, informou a marca. Na quarta-feira (22/05/2019), em um artigo publicado no jornal The New York Times, a velocista norte-americana Allyson Felix foi uma das diversas atletas ...

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    Paola Deodoro (Foto: Caroline Lima)

    Grávida (aos 42): Paola Deodoro fala sobre a decisão pela maternidade

    Em um texto emocionante, a editora sênior Paola Deodoro narra as aventuras da gestação depois dos 40, escolha cada vez mais comum no Brasil Por PAOLA DEODORO, da Revista Marie Claire  “Tenho 42 anos e estou entre o quinto e o sexto mês de gravidez (depende do dia em que você estiver lendo esse texto!) do meu primeiro filho. Não tive muito enjoos, mas tenho muito sono, fico louca tentando achar uma roupa para vestir de manhã, passo uns 12 tipos de hidratantes diferentes para evitar estrias, estou viciada em frutas, sinto falta daquele vinhozinho desestressante sem dia certo, quando chego em casa, sigo fazendo aulas de dança, pratico ioga e acho que até aqui estou indo bem na tarefa de preparar uma pessoinha. Pode ser que você não tenha percebido (provavelmente percebeu, né), mas lá no iniciozinho eu digo que tenho 42 anos, com chances de comemorar 43 na ...

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    Claudia Santos saiu do emprego quando engravidou e só conseguiu carteira assinada dois anos depois

    Metade das mulheres grávidas são demitidas na volta da licença-maternidade

    Muitas se deparam com demissão e dificuldade em voltar para o mercado. Empregadores focam nas perdas que terão com as futuras mães Por Vera Batista, Do Correio Brazilense Claudia Santos saiu do emprego quando engravidou e só conseguiu carteira assinada dois anos depois (foto: Vinicius Cardoso Vieira/Esp. CB/D.A Press ) A maternidade permanece polêmica para empregadas e empregadores. Quando uma trabalhadora engravida, o foco das empresas continua sendo nas “perdas” que terá nos próximos anos. O tempo passa, mas os empecilhos são os mesmos: receio de a mãe faltar ao trabalho, caso o filho passe mal; de ela pedir para chegar mais tarde para ir a uma reunião escolar; ou de se atrasar, devido à exaustão da rotina. Os benefícios da maternidade para as empresas e até para a economia do país, mesmo comprovados por diversos estudos, ainda são ignorados. Na contramão do senso comum, especialistas ...

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    Evento MC - Isis VergÍlio (Foto: Alexandre Virgilio)

    Mês das mães: mulheres ainda são penalizadas, sejam elas casadas ou não

    Uma leitura rápida de dados divulgados em pesquisas números deixa claro: não é possível afirmar que homens e mulheres são iguais em direito e obrigações quando se trata de filhos Por ISIS VERGÍLIO, da MARIE CLAIRE Evento MC - Isis VergÍlio (Foto: Alexandre Virgilio) Maio, mês das mães. Embora muitas mulheres guardem este segredo "a sete chaves", todas temos algum tipo de dificuldade com essa função: a de ser mãe. Mas só as que passaram por processos de separação e por disputas judiciais sabem o quanto a desigualdade entre homens e mulheres pesa também nessas questões. Vivemos em uma sociedade estruturada pelo racismo, machismo, misoginia, lgbtfobia. A ideia de que homens e mulheres são iguais em direito e obrigações, embora esteja na lei, é algo a ser conquistado e que está bem distante da realidade. Mais de 80% das crianças brasileiras são criadas por mulheres como ...

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    O capital invisível investido na maternidade

    Impor judicialmente à mulher quase que exclusivamente os custos de tempo e financeiros pelos cuidados na vida dos filhos é uma violência Por  Ana Lucia Dias da Silva Keunecke, Do CartaCapital   (Foto: Imagem retirada do site Pexels.com ) Quando falamos em educação de crianças, a Constituição Federal atribui que os cuidados com a mesma são obrigação – além do Estado, daqueles que detém o poder familiar. Grande parte da sociedade acredita que está incutido no estereótipo da mulher mãe que ser mãe não tem preço e que o amor deve ser incondicional, e que assim, a maior parcela dos cuidados fica com a mãe, genitora, madrasta ou outra figura feminina. Mas, cuidar de uma criança é atribuição de gênero? Acredito que não. Mais ainda, as horas de cuidado que se tem com o filho tem um custo invisível que é pago. Maternagem, na minha opinião, ...

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    mother-to-be prepares to deliver her baby in birthing tub

    Por que precisamos de mais doulas negras

    A crise da mortalidade materna negra não está diminuindo. As doulas podem ajudar. Por Catherine Pearson e Lena Jackson, Do HuffPost  Doulas negras podem ajudar a evitar mortalidade materna. (Foto: HUFFPOST LIFE)   Nos últimos anos vimos uma enxurrada de artigos sobre a crise da saúde materna negra nos Estados Unidos. Todos destacam a realidade difícil enfrentada pelas gestantes não brancas no país. De fato, as mulheres negras nos EUA têm chances 3 ou 4 vezes maiores que as brancas de morrer de problemas ligados à gravidez. O índice de mortalidade de bebês negros no país é duas vezes maior que o dos bebês brancos. Para resolver uma crise de saúde pública tão urgente e persistente é preciso lidar com uma teia de forças sociais, políticas e de saúde que convertem o parto em uma questão de vida ou morte para muitas mães negras. Mas pesquisadores ...

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    Esther Vivas: “A sociedade é um meio hostil às mães e à criação dos filhos”

    Jornalista e escritora espanhola defende que a maternidade seja feminista e abraçada por políticas públicas. Ao EL PAÍS, autora do livro 'Mamá Desobediente' reflete sobre os desafios que as mães de hoje enfrentam Por DIANA OLIVER, do El País  (Foto: Pexels) “O ideal materno oscila entre a mãe sacrificada, a serviço da família e das crianças, e a superwomancapaz de conseguir tudo conciliando trabalho e criação dos filhos.” Com essa frase lapidar a escritora Esther Vivas inicia seu livro Mamá Desobediente. Una Mirada Feminista a la Maternidad (Na tradução literal “Mãe Desobediente. Um olhar feminista para a maternidade”, publicado na Espanha e ainda inédito no Brasil), em que a jornalista espanhola analisa os desafios das mães de hoje. Faz isso com seu habitual estilo reivindicativo e sem esquecer de onde vamos e para onde vamos, baseando-se em interessantes referências que vão das sufragistas às associações que dão visibilidade a fenômenos como a amamentação e o parto. ...

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    A declaração de Maju sobre não querer filhos levanta um debate necessário

    Maju Coutinho, apresentadora de meteorologia e jornalismo da TV Globo, disse que não pretende ter filhos. A declaração foi feita no programa Papo de Almoço, da Rádio Globo. Do Hypeness “Eu não tenho vontade de ser mãe. Mas gosto de crianças, porque, às vezes, tem essa ideia . Não tem nada a ver. Eu gosto delas e elas gostam de mim. Mas é outro lance, não sei explicar muito bem o que é. Não sinto vontade de ser mãe. É de dentro”, revelou. A revelação causou surpresa e isso diz muito sobre o papel da mulher na sociedade. Como a própria Maju pontuou, não se trata de gostar ou não de crianças. Na verdade, a jornalista casada há oito anos com o publicitário Agostinho Paulo Moura, se despiu de obrigações impostas por uma cultura machista. A fala de Maju é importante para acabar com a ideia ...

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    @BRIT/Nappy

    Mulheres têm cada vez menos filhos e escolhem pela maternidade tardia, aponta IBGE

    Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (31) aponta que houve aumento de nascimentos no grupo de mulheres com mais de 30 anos. Por Andréa Martinelli, do HuffPost Brasil As mulheres brasileiras têm cada vez menos filhos e escolhem cada vez mais pela maternidade tardia, entre os 30 e 39 anos. Este é um dos dados apontados pela pesquisa "Estatísticas do Registro Civil 2017", divulgada nesta quarta-feira (31), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística), que confirma uma constante na sociedade brasileira. Desde 2013, o instituto aponta que, a cada ano, cresce o número de mulheres que contemplam este perfil no País. O total de nascimentos cujas mães possuíam menos de 30 anos caiu de 74,3% para 64,9%, entre 2016 e 2017. Segundo a pesquisa, a taxa de fecundidade entre as mulheres mais jovens vem caindo expressivamente nos últimos 10 anos. Entre 2007 e 2017, a proporção dos filhos de mães que tinham até 19 anos de idade passou de ...

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    “Em 2018, a contratação de uma mulher grávida não deveria ser algo extraordinário”, diz Grazi Mendes

    Empregar uma mulher grávida de nove meses é uma raridade. Mas não deveria ser, segundo Grazi Mendes, integrante do "hire team"  no processo de contratação de Marcela Caldeira, de 35 anos, para o escritório de Belo Horizonte (MG) da multinacional de tecnologia Thoughtworks. Marcela foi contratada nesta situação e acaba de deixar a empresa em licença maternidade de seis meses. Antes de entrar na multinacional, Marcela trabalhou durante três anos em uma startup e fez o processo seletivo para ingressar na multinacional, conhecida mundialmente por suas políticas de inclusão das mulheres no mercado de trabalho, com sete meses de gestação. Nesta entrevista à coluna Geledés no debate, Grazi, que tem o cargo People Partner (pessoa que amplia a atuação do time de Gestão de pessoas), destaca a necessidade “urgente de se interromper uma lógica sutil e perversa, que considera pessoas como recurso, que cria barreiras com justificativas focadas apenas em ...

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    “É de pouquinho em pouquinho que a gente vai construindo o mundo melhor, o mundo que a gente acredita", afirma Luciana. | Creditos: Reprodução Youtube/Divulgação: Scaramella Press

    Mãe cria blog sobre maternidade e racismo após vivências da gestação

    Negra e mãe de duas meninas, ela decidiu criar um blog que aborda a maternidade sob o ponto de vista de mães negras, dando vida ao “A Mãe Preta” que vem crescendo cada dia mais Do  Jornal Rosa Choque “É de pouquinho em pouquinho que a gente vai construindo o mundo melhor, o mundo que a gente acredita", afirma Luciana. | Creditos: Reprodução Youtube/Divulgação: Scaramella Press Luciana Bento cansou de procurar na internet um lugar para compartilhar experiências como mãe de duas meninas negras e de ir a fóruns tentar em vão discutir sobre o racismo na maternidade, pois esse parecia não ser um assunto que interessava a muitos. Por isso, decidiu criar ela mesma esse espaço de trocas, de conversas e de debates sobre a maternidade e a negritude. Foi aí que em 2014 criou o “A Mãe Preta”, um blog em que escrevia sobre como ...

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    Foto: Carla Raiter / Projeto 1:4

    Uma em cada quatro mulheres é vítima de violência obstétrica no Brasil

    Não há dúvidas, ser mulher no Brasil é uma missão arriscada. Morar em dos países mais machistas do mundo é conviver diariamente com todos os tipos de agressões. Entre elas está uma prática comum, mas silenciosa e que atinge cada vez mais mulheres. Do Hypeness  Foto: Carla Raiter / Projeto 1:4 Um levantamento feito pela pesquisa Mulheres Brasileiras e Gênero nos Espaços Público e Privado, comandado pela Fundação Perseu Abramo e o Sesc, aponta que uma em cada quatro mulheresjáfoi vítima de violência obstétrica. Parte dos costumes de uma sociedade acostumada com métodos opressivos, ela atinge a paciente por meios e formas diversas e caracteriza-se pela apropriação do corpo e processos reprodutivos da mulher pelos profissionais da saúde. Desumanização, abuso de medicamentos, ofensas e até mesmo abusos sexuais, são tipificados como violência obstétrica. Foto: Carla Raiter / Projeto 1:4 Para jogar luz sobre o assunto, as advogadas Maria ...

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    Mulher grávida. Foto: Wikimedia Commons

    Empresa é condenada a pagar indenização por duvidar de gravidez de funcionária

    Uma analista de recursos humanos receberá R$ 12 mil por ter sido obrigada a apresentar dois exames para comprovar a sua gravidez. A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho considerou proporcional e razoável o valor da condenação a ser pago por uma empresa de Brasília (DF), que, suspeitando da veracidade do atestado apresentado pela empregada, exigiu um segundo exame comprovatório e, horas depois, a dispensou. Do Extra  Mulher grávida. Foto: Wikimedia Commons Na reclamação trabalhista, a empregada afirmou que, ao receber o comunicado de aviso-prévio, apresentou o primeiro exame ao setor de Recursos Humanos. A empresa, no entanto, solicitou a realização de novo exame para comprovar a veracidade do primeiro. O Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF-TO), ao julgar o pedido de indenização por danos morais, considerou que o ato de dispensa de funcionária grávida, mesmo tendo ciência do fato, causou constrangimento à ...

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    imagem: Pixabay

    Mortalidade Materna volta a subir no Brasil

    Pesquisa Datafolha registra que planos de saúde interferem na autonomia dos médicos. 94% dos ginecologistas e obstetras denunciaram esta interferência por SOGESP no UOL imagem: Pixabay "O vídeo é uma importante peça da campanha #EUVALORIZO, que também conta com peças em emissoras de rádio, TV, jornais, revistas e na Internet" Imagine-se enfrentando as ondas de calor do climatério, enquanto aguarda infinitamente por uma consulta. Ou coloque-se no lugar de uma paciente com suspeita de câncer de mama que tem os pedidos de exames negados pelo plano de saúde. Ou tente se ver na situação de precisar de retornos mais frequentes durante o pré-natal e eles não serão autorizados. São momentos pelos quais ninguém deseja passar nem em pensamento. Porém, grande parte das mulheres usuárias do sistema de saúde suplementar são submetidas diariamente a situações como estas ou ainda piores, segundo os resultados de pesquisa Datafolha divulgada em ...

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    Jang Yun-hwa prefere focar na sua carreira a formar uma família

    Por que as mulheres do país com natalidade mais baixa do mundo não querem ter filhos?

    Um número crescente de mulheres sul-coreanas prefere não se casar, não ter filhos e nem relações românticas com homens. Com a menor taxa de fertilidade do mundo, a população do país começará a declinar, a menos que algo reverta esta tendência. Por Simon Maybin, da BBC Jang Yun-hwa prefere focar na sua carreira a formar uma família (Reprodução/BBC) "Eu não tenho planos de ter filhos, nunca", diz Jang Yun-hwa, de 24 anos, enquanto conversávamos em um café badalado no centro de Seul. "Não quero sentir a dor física do parto. Isso também prejudicaria minha carreira". Como muitos outros jovens adultos no extremamente competitivo mercado de trabalho do país, Yun-hwa, uma cartunista, trabalhou muito para chegar à posição em que se encontra hoje. "Mais do que fazer parte de uma família, eu gostaria de ser independente, viver sozinha e realizar meus sonhos", diz ela. Yun-hwa não é a única ...

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    @_WILLPOWER_

    Precisamos falar sobre a saúde mental das mães

    "Filhos são as criaturas que mais amamos no planeta, mas que drenam cada gota de energia que temos", diz a colunista Cinthia Dalpino Por Cinthia Dalpino, da Revista Crescer  Foto @_WILLPOWER_ Já se passaram cinco anos, mas sempre me lembro como se fosse ontem. Eu, uma recém-nascida no colo e uma filha de 3 anos, sentadas no consultório do pediatra por causa de um assunto relacionado à saúde das meninas e o olhar deste mesmo pediatra direcionado a mim. Um olhar que me salvou, que me perguntou o que eu precisava naquele momento, que me fez perceber o quanto eu estava exausta. O que me fez perceber que, até então, eu mal conseguia pensar. Aquela cena se repetiu na última semana, enquanto eu estava na poltrona diante da tela de cinema, assistindo ‘Tully’, um filme que mostra um assunto sobre o qual não damos a menor atenção: a saúde mental das mães. Todos sabemos como é exaustivo ...

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    Serena Williams deixou uma mensagem a todas as mães. “Se eu consegui, elas também conseguem”

    Depois de ter perdido contra Angelique Kerber no torneio de Wimbledon, Serena Williams disse a todas as mulheres que foram mães que, se quiserem, conseguem voltar às suas carreiras profissionais. Por Catarina Gonçalves Pereira Do Observador Serena Williams perdeu frente à alemã Angelique Kerber no torneio de Wimbledon. AFP/Getty Images “Só queria dizer a todas as mães que tive de lutar muito para voltar e foi algo realmente difícil e, honestamente, sinto que se eu consegui, elas também conseguem”. Foi esta a mensagem que Serena Williams deixou a todas as mães depois de ter perdido a partida contra a alemã Angelique Kerber, no torneio de Wimbledon, no sábado. Em conferência de imprensa depois do jogo, a tenista norte-americana falou a todas as mulheres que foram mães e que tiveram dificuldades em regressar às suas carreiras profissionais, explicando a influência que a maternidade teve na forma como encara a vida desportiva. A minha ...

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    @BRIT

    Ovodoação: Por que algumas mulheres recorrerem ao procedimento

    A ovodoação consiste em fertilizar óvulos de mulheres com idade igual ou inferior a 35 anos e transferi-los para mulheres que apresentam falência ovariana. Por Thais Domingues, do HuffPost Brasil @BRIT Dentre os possíveis fatores da infertilidade, a baixa quantidade e a qualidade dos óvulos podem ser determinantes diante da dificuldade da concepção natural e, assim, levarem um casal a adiar os planos de uma gestação. A capacidade reprodutiva da mulher vai diminuindo progressivamente com o avanço da idade, mas não é a única causa da infertilidade. Algumas mulheres mais jovens têm a reserva diminuída por falência ovariana prematura, endometriose e tratamentos oncológicos. Para estes e outros casos, a ovodoação desponta como uma das alternativas para a mulher que sonha com uma gravidez. O procedimento é mais comumente realizado pelas mulheres que postergaram a maternidade para depois dos 40 anos, pois é nessa faixa etária que mais de 40% delas ...

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    Foto: Marta Azevedo

    Chefia feminina ainda predomina em lares sem cônjuge

    Mas já há sinais de mudança nos arranjos familiares por Flávia Oliveira no O Globo Foto: Marta Azevedo Uma frase varreu as redes sociais a partir da publicação de um conjunto de reportagens, “El País” à frente, sobre seis titulares da seleção brasileira na Copa 2018 terem sido criados sem os pais biológicos. Família tradicional brasileira é uma mãe negra sem cônjuge e uma criança cuidada pela avó, resumia a sentença. Faz sentido, porque quatro em cada dez famílias brasileiras são chefiadas por mulheres. Ao todo, são 28,8 milhões de lares, e mulheres negras estão à frente de quase 16 milhões, segundo estudo dos demógrafos Suzana Cavenaghi e José Eustáquio Alves para a Escola Nacional de Seguros. Os pesquisadores têm uma lista de motivos para explicar o que chamam de “despatriarcalização”. Por oportunidade, fatalidade ou conveniência, “a dominação masculina absoluta não é mais a regra”. O Brasil ...

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