quinta-feira, setembro 24, 2020

    Tag: moçambicanos e suas lutas

    Bandeira Moçambique (Getty Images RELACIONADAS Banco Mundial aprova 369 milhões para projeto regional de eletricidade em Moçambique Banco Mundial aprova 369 milhões para projeto regional de eletricidade em Moçambique Risco fiscal é o que mais pesa sobre as projeções de inflação em Moçambique Risco fiscal é o que mais pesa sobre as projeções de inflação em Moçambique Moçambique e EUA assinam memorando para intensificação das trocas comerciais Moçambique e EUA assinam memorando para intensificação das trocas comerciais Moçambique registou 12,9 milhões de eleitores para as eleições gerais de 15 de outubro de 2019, equivalente a pouco mais de 91% da meta inicial, anunciou esta segunda-feira o Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE). "Este recenseamento inscreveu 7,3 milhões que se juntam aos 6,8 registados em 2018, totalizando 12,9 milhões de eleitores, o que corresponde a 91,3% da meta", disse Paulo Cuinica, porta-voz da STAE, em conferência de imprensa realizada esta segunda-feira em Maputo. PUB A meta do STAE era chegar a um total de 14 milhões de cidadãos inscritos para votar nas eleições autárquicas de 2018 e para as presidenciais de 2019. A administração eleitoral diz que em termos de inscrições, o recenseamento eleitoral de 2019 é o segundo maior, depois do processo que a instituição levou a cabo em 2009. Ainda assim, 1,2 milhão de pessoas ficaram fora do processo de recenseamento eleitoral. Os órgãos eleitorais entendem que os ciclones e os ataques no centro e norte do país não tiveram influência negativa no recenseamento eleitoral. O processo de recenseamento foi prejudicado por avarias de máquinas de registo, falta de energia elétrica, falta de tinteiros de impressoras, entre outros constrangimentos e irregularidades, de acordo com organizações não-governamentais moçambicanas que tem feito a respetiva observação. O recenseamento para as eleições gerais em Moçambique terminou no dia 30 de maio. Pela primeira vez, além de escolherem a composição do parlamento e o Presidente da República, os moçambicanos vão eleger os governadores das 11 províncias do país, que deixam de ser nomeados pelo poder central. As eleições gerais - legislativas, presidenciais e provinciais - estão marcadas para 15 de outubro, marcando assim o término do ciclo eleitoral 2018/2019, que começou com as eleições autárquicas a 10 de outubro do ano passado. SAIBA MAIS ALERTAS stae moçambique secretariado técnico da administração eleitoral política eleições frente de libertação de moçambique resistência nacional moçambicana VER COMENTÁRIOS ... PODE GOSTAR DE LER Empresas de ar condicionado irritadas com este novo dispositivo minúsculo Mini Ar-Condicionado Brasileiros Não Pagam Mais TV a Cabo Graças a Esta Antena! MaxTV O Segredo Asiático Que Obriga A Pele A Não Ter Rugas! LiftMax

    Moçambique combate discriminação das mulheres na província mais populosa

    O Governo de Moçambique lança hoje, com o apoio da União Europeia e das Nações Unidas, um programa de combate à discriminação das mulheres na província mais populosa do país, Nampula. Do Notícias ao Minuto  Bandeira Moçambique (Getty Images ) O projeto 'Spotlight' foi apresentado em março na capital, Maputo, e avança agora para os 10 distritos piloto em que vai decorrer nas províncias de Nampula, Manica e Gaza, regiões que têm registado mais casos de violação dos direitos da mulher e da rapariga. A cerimónia de hoje, que visa também difundir os objetivos junto da opinião pública, vai decorrer na cidade de Nampula, capital da província com o mesmo nome, no Norte de Moçambique. Com uma duração de quatro anos, estima-se que a iniciativa vá beneficiar cerca de seis milhões de pessoas através de intervenções ao nível social, com atividades nas comunidades que visam mudar ...

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    © DW/N. Issufo Elísio Macamo, sociólogo

    “Os ODS são parte duma máquina de infantilização dos nossos países” – Elísio Macamo

    Elísio Macamo nasceu e cresceu em Moçambique. Professor catedrático de sociologia e estudos africanos, na Universidade de Basileia, na Suíça. Já leccionou na Universidade de Cabo Verde. Por NUNO ANDRADE FERREIRA, do Expresso das Ilhas © DW/N. Issufo Elísio Macamo, sociólogo Ao Expresso das Ilhas, critica os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) enquanto programa de acção e defende que a chave para o desenvolvimento não passa apenas por fazer bem, mas por saber lidar com as consequências das decisões que se tomam. Os ODS são apresentados como metas a cumprir até 2030. O professor defende que as metas estabelecidas fazem sentido mas que os Objectivos não devem ser vistos como um plano de acção. Porquê?  Na verdade, o que digo é que, como manifestação de compromisso com a dignidade humana, portanto, com aquilo que nos dá autoridade moral para falarmos de humanidade e universalismo, estes Objectivos ...

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    O samurai negro

    Aceitamos o samurai branco de Tom Cruise, mas custa-nos imaginar um negro. O racismo é construção ideológica bem-sucedida por José Eduardo Agualusa no O Globo Shumon Basar, 'Journal 66' (2015). Detail from No Man's Land IV (2015) Uma produtora americana, a Lionsgate, está a preparar um longa metragem de ficção, com roteiro de Gregory Widen, o criador de “Highlander”, sobre Yasuke, o samurai negro, um herói afro-nipônico que alguns historiadores defendem ter nascido na Ilha de Moçambique. Em França, foi lançado em janeiro um livro sobre Yasuke, da autoria de Serge Bilé, um jornalista da Costa do Marfim que se especializou na história esquecida dos negros. Escreveu, por exemplo, sobre os negros nos campos de concentração nazis. O livro é interessante. Quanto ao filme, não espero muito. O interesse por Yasuke no Japão cresceu na sequência de um documentário para televisão, realizado em 2013. Uma equipa japonesa ...

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    Reprodução/ Os Pestinhas

    Filme de animação moçambicano em destaque na África do Sul

    Os Pestinhas, uma longa metragem animada, criada e produzida em Moçambique, mereceu recentemente um destaque especial no website da Gauteng Film Comission (África do Sul). Esta é a primeira longa metragem animada feita por e em Moçambique. Do MAPUTO FAST FORWARD Reprodução/ Os Pestinhas A equipe por detrás de “Os Pestinhas” é a FX Lda, um estúdio de produção cinematográfica fundado por Nildo Essá e composto por arquitectos, animadores e artistas gráficos. O estúdio especializa-se maioritariamente em spots comerciais, séries de TV e longas-metragens.   “Nos finais de 2010, eu e a minha equipa tivemos a ideia de criar os nossos próprios personagens, com a intenção de produzir material educacional que não fosse tedioso (…) Pensámos que poderíamos repassar estas mensagens de uma forma mais interessante e apelativa através de bonecos animados.” diz Nildo, ao falar da motivação em criar personagens animados para o contexto Moçambicano.   O Tio Xixiteiro, ...

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    FUTEBOL - Lee festeja. Trofense vs Academica, jogo a contar para a Taca de Portugal, realizado no Estadio do Trofense, na Trofa. Sabado, 21 de Novembro de 2015. (PEDRO TRINDADE/ASF)

    Filha de Samora Machel perde a visão após agressão do namorado

    Josina Machel, filha do antigo presidente da República Popular de Moçambique, Samora Moisés Machel, defende que os crimes de violência doméstica devem ser divulgados e não podem ficar impunes, de modo a desencorajar a sua prática e estimular as vítimas, sobretudo as mulheres, a denunciarem quem os comete. no A Bola Jo Machel, como é conhecida, é neste momento ativista contra a violência doméstica e acredita que a exposição destes casos pode ajudar a sociedade a compreender a dimensão e gravidade do problema, levando a uma ação conjunta contra a sua prática. A filha de Samora Machel foi vítima de um crime desta natureza, protagonizado pelo seu companheiro, que resultou na perda da visão devido a uma lesão grave contraída no olho direito. «Decidi contar a minha história porque sou ativista contra a violência doméstica e, infelizmente, isso aconteceu comigo. Por achar que este tipo de crime não pode ficar ...

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    Moçambique descriminaliza homossexualidade e aborto

    O Moçambique descriminalizou a homossexualidade, ao aprovar reformas a um código de leis que datava de 1886, época que o país - independente desde 1975 - ainda era uma colônia portuguesa. Por Gabriela Bazzo, do Brasil Post De acordo com o site Pink News a homossexualidade podia ser punida no país com três anos de trabalhos forçados, internação em uma instituição psiquiátrica ou afastamento das atividades profissionais. A lei que estava em vigor até esta segunda, previa nos artigos 70 e 71, pena "aos que se entreguem habitualmente à prática de vícios contra a natureza". Com a medida, o Moçambique se torna a 21ª nação africana a legalizar as relações entre pessoas do mesmo sexo, segundo o International Business Times. Segundo a publicação espanhola El Mundo, tais penas não eram aplicadas desde 1975. O novo código penal, que entra em vigor nesta segunda-feira (29), foi articulado pelo presidente Armando Guebuza, que ...

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    Homossexualidade vai deixar de ser crime em Moçambique

    A Homossexualidade tem sido um dos assuntos mais controversos em relação ao direito das minorias em Moçambique. Em artigos, previamente publicados no Global Voices, destacamos a luta incansável da organização Lambda em prol da sua legalização. A Lambda pretende ser uma associação de cidadãos moçambicanos que advogam pelo reconhecimento dos Direitos Humanos das pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transexuais (LGBT). Por Dércio Ernesto Tsandzana no Global Voices Esta organização luta pela sua própria legalização e reconhecimento pelo Estado há sete anos. Até à data, não lhes foi concedido esse direito. Mas, à luz do novo Código Penal, que vai entrar em vigor a partir de 29 de Junho, a homossexualidade deixará de ser considerada como crime. A revisão do Código Penal (CP) moçambicano ocorreu no passado mês de Dezembro e entrará em vigor a 29 de Junho. Na revisão do CP, promulgada pelo Presidente Filipe Nyusi, são revogados artigos que levantavam dúvidas sobre medidas a aplicar no ...

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    Os 40 anos de independência de Moçambique

    Os moçambicanos comemoram hoje o fim do período colonial. Do Rede Angola Cada veterano uma causa, a causa era comum, em cada ruga do rosto uma memória e até estas são semelhantes, a mesma motivação e um passado repartido entre guerrilheiros da Frelimo ouvidos pela Lusa a propósito dos 40 anos da independência de Moçambique, assinalados hoje. Os primeiros a sair para o mato foram os pais, depois Félix Nkumi, quando os padres da Missão do Sagrado Coração de Jesus, em Nangololo, província de Cabo Delgado, abandonaram em 1964 a região tornada teatro de guerra, deixando o então jovem moçambicano sem escola para estudar. “Não consegui sair com os padres, mas consegui localizar os meus pais, e juntei-me a eles na luta de libertação”, relata o antigo combatente da Frelimo, que atravessou em Cabo Delgado os dez anos de guerra colonial e que, depois da independência, serviu no exército contra as ...

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    Moçambique: Competência de nova Governadora posta em causa por machismo

    Recentemente em Moçambique teve lugar atomada de posse do novo presidente eleito nas eleições gerais de 15 de Outubro de 2014. O Presidente tem a competência legal de formar o seu governo bem como de nomear governadores para as 11 províncias do país. Foi nessa perspectiva que Filipe Nyusi, Presidente de Moçambique,nomeou Stela Pinto, para ser governadora da província de Gaza. Stela Pinto é uma jovem docente universitária que, até à data da sua nomeação, ocupava na Universidade Pedagógica-Quelimane o cargo de directora pedagógica. Por Dércio Ernesto Tsandzana no Global Voices   Gaza é uma província do Sul de Moçambique com cerca de 1 milhão e 230 mil residentes. A região nunca teve no seu historial politico uma governadora mulher. É uma província tipicamente “machista” e conservadora dos seus costumes. Ficando a competência da recém-nomeada governadora posta de parte. Várias notícias circularam pelo país dando conta de algum descontentamento da população de Gaza sobre esta ...

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