sexta-feira, março 5, 2021

Tag: Rosa Parks

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Deixem Rosa Parks em paz: por que todos tentam capitalizar seu legado?

Políticos e movimentos de protesto de todo o mundo tentam capitalizar o legado da icônica ativista que lutou pelos direitos civis Por Amanda Mars, Do EL País Rosa Parks é identificada por um policial depois de ter se recusado a ceder seu lugar em um ônibus a um passageiro de pele branca. UNDERWOOD ARCHIVES / GETTY IMAGES O sociólogo Mike Godwin determinou que à medida que uma conversa se prolonga, as possibilidades de que alguém faça uma comparação com Hitler ou com o nazismo se aproximam de 1. Chega um momento da discussão em que alguém menciona a Alemanha nazista e aquilo descarrila. É a chamada lei de Godwin, e agora está começando a ser necessário que as probabilidades de que alguém se compare com Rosa Parks também sejam reconhecidas. Em 1º de dezembro de 1955, em Montgomery, capital do estado sulista do Alabama, esta mulher marcou o que é considerado o ...

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(Foto: Don Cravens/The LIFE Images Collection via Getty Images/Getty Images)

E como Rosa Parks eu não me levanto.

Na cidade de Montgomery, no estado do Alabama, exatamente em 1 de dezembro de 1955, aconteceria ação que ecoaria em todo mundo. Rosa Parks, uma mulher negra norte-americana e costureira, faria algo que a deixaria ser conhecida como “a mãe do movimento pelos direitos civis.” Ao se negar ceder lugar para um homem branco, Rosa nos ensinou muita coisa que aplicamos todos os dias no combate que travamos contra o racismo. Pelas leis de segregação racial da época, pessoas negras só poderiam se sentar na frente ou no meio dos ônibus se nenhum passageiro branco entrasse, caso contrário, elas se transfeririam para os bancos de trás. Rosa, tinha terminado seu turno e extremamente cansada só almejava descansar os pés sentada no ônibus enquanto fazia seu trajeto de volta para casa. Sentada em um dos bancos da frente, Parks recebe a ordem de sair para ceder lugar a um passageiro branco, ...

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(Foto: Reprodução/As Mina na História)

28 mulheres negras ativistas que você precisa conhecer

As contribuições das mulheres negras para moldar e mudar o mundo para melhor são muitas vezes minimizadas. Reunimos uma lista com algumas das mulheres negras ativistas para as quais devemos ser gratos: Ella Baker (Foto: Reprodução/As Mina na História) Ella Baker começou seu envolvimento com a NAACP em 1940. Ela trabalhou como secretária de campo e, em seguida, atuou como diretora de 1943 até 1946. Em 1957, Baker se mudou para Atlanta para ajudar a organizar nova organização de Martin Luther King, a Southern Christian Leadership Conference (SCLC). Ela também fez uma campanha de registro de eleitores chamados  “A Cruzada para a Cidadania”. Em 1 de Fevereiro de 1960, um grupo de estudantes universitários negros de North Carolina A & T University foram impedidos de almoçar em um restaurante no  Greensboro, Carolina do Norte. Baker deixou o SCLC após esse acontecido. Ela queria ajudar os novos estudantes porque ...

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Rosa Parks reproduzindo a cena que mudou os rumos da História - Getty Images

Há 60 anos, Rosa Parks se recusava a ceder lugar a um homem branco em ônibus

Há 60 anos, a costureira Rosa Parks se tornou referência na luta antirracismo nos Estados Unidos. Na década de 50, em Montgomery, no Alabama, as leis de segregação racial ainda regiam a vida das pessoas. E era comum que uma mulher negra ficasse escondida e em segundo plano quando próxima de uma mulher ou homem branco em algum ambiente público ou até mesmo na rua. Mas em 1 de dezembro de 1955, Parks fez história. Naquela época, as primeiras filas dos ônibus eram, por lei, reservadas para passageiros brancos. Atrás ficavam os assentos permitidos para negros. Rosa Parks utilizava um desses ônibus para ir e voltar do trabalho. Neste dia, ela sentou-se em um dos lugares reservados aos brancos. Quando o motorista exigiu que ela e outros três negros se levantassem para dar lugar a brancos que haviam entrado no ônibus, Parks se negou a cumprir a ordem.Ela continuou sentada ...

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Rosa Parks reproduzindo a cena que mudou os rumos da História - Getty Images

Hoje na História, 4 de fevereiro, há 98 anos, nascia a ativista negra Rosa Parks

Há noventa e oito anos nascia em Tuskegge, no estado do Alabama, Rosa Parks, considerada a mãe dos direitos civis dos norte-americanos. Rosa Louise McCauley, popularmente conhecida por Rosa Parks, era uma simples costureira que se tornou famosa por ter se recusado com veemência a ceder o seu lugar no ônibus a um branco. O incidente foi no dia primeiro de dezembro de 1955. Rosa Parks foi presa, julgada e condenada. Seu ato e sua prisão deflagraram uma onda de manifestações de apoio e revolta que se transformou no estopim do movimento denominado Boicote aos Autocarros de Montgomery. Era o início da luta dos negros norte-americanos contra o preconceito nos Estados Unidos. O boicote aos transportes públicos durou 386 dias e quase levou à falência o sistema urbano de transportes. Rosa cresceu em uma Fazenda no estado do Alabama, no Sul dos Estados Unidos. Devido a problemas de saúde na ...

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Foto: JIM YOUNG / REUTERS

9 mulheres negras que mudaram o mundo

Conheça aqui algumas dessas mulheres que ajudaram a tornar o mundo um lugar melhor. 1 - Ellen Johnson Sirleaf photo credit: Chip Somodevilla/Getty Images É a atual presidente da Libéria e a primeira mulher a ser eleita chefe de estado de um país africano. Foi eleita pela primeira vez em 2005 e reeleita em 2011, ano em que também ganhou o prêmio Nobel da Paz, pelo seu trabalho como a Primeira Ministra da Libéria. 2 - Oprah Winfrey Getty Images Oprah é apresentadora de televisão e empresária, além de ser uma das pessoas mais influentes do mundo. Ganhou múltiplos prêmios Emmy por seu programa de TV, que é o talk-show com maior audiência da história da televisão norte-americana. 3 - Dandara Zumbi Reprodução Dandara foi mulher de Zumbi dos Palmares e mãe de três filhos. Pouco se sabe ...

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(Foto: AFP / AFP / Getty Images)

50 anos depois da lei de direitos civis nos EUA, veja o que mudou

Em 2 de julho de 1964, o presidente Lyndon Johnson assinava a lei que acabaria com a discriminação de cor, raça, religião ou nacionalidade nos EUA. Cinquenta anos depois da lei dos direitos civis nos EUA, afro-americanos ainda lutam para acabar com a discriminação racial do pais. A maioria ainda sofre ou já sofreu algum tipo de discriminação racial. De acordo com uma pesquisa realizada pelo site CBSNews, três em cada quatro americanos aprovam a lei dos direitos civis de 1964 e afirmam que foi um marco histórico para o pais. A mesma pesquisa diz que apenas 5% dos norte-americanos, acham que todos os objetivos de Martin Luther King foram atingidos, e 52% acreditam que nem todos os objetivos da lei dos direitos civis foram alcançados. Portanto, para a maioria, mesmo tendo um presidente afro-americano, os EUA ainda lutam com o preconceito e a discriminação racial, mulheres ainda recebem menos ...

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Livro traz história real de mulher negra que não cede lugar para branco

Livro traz história real de mulher negra que não cede lugar para branco

O livro "O Ônibus de Rosa" poderia ser o roteiro de um belo filme. Um dos dois personagens centrais teve a oportunidade de estar presente à ação exemplar de Rosa Parks, uma senhora negra de meia-idade, que, nos anos 1950, com um simples "não", desencadeou uma grande transformação no seu país. JOEL ZITO ARAÚJO Essa história é muito conhecida de minha geração. Rosa Parks, trabalhadora como tantas outras no seu tempo, voltava de mais um dia cansativo de trabalho e se recusou a se levantar e ceder o seu lugar no ônibus para um homem branco. Esse ato infringia o apartheid e todas leis racistas dos Estados Unidos na época. Por isso, ela foi arrastada e presa. Mas esse seu ato pacífico de desobediência civil revolucionou o país. E, como em todo bom roteiro de cinema, o personagem que foi só testemunha ocular do gesto heroico de Rosa, exatamente por ...

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Políticas educacionais e racismo

por Ana Maria Gonçalves Divulgação Em recente viagem a Montgomery, no Rosa Parks Museum, encontrei com uma família de New Orleans, também evitando o confronto com o furacão Isaac. Negros, como eu e o guia que nos atendeu. Depois da visita, em resposta ao questionamento se tínhamos alguma pergunta a fazer, o guia se sentiu à vontade para nos contar sobre a presença ainda muito forte do racismo na cidade. Apesar de termos visto várias rodas de negros e brancos conversando amigavelmente no bar e no restaurante do hotel onde nos hospedamos, o guia nos contou que ainda há lugares pelos quais negros não andam; outros, onde negros não entram; e muitas regiões ainda completamente segregadas. Mas o que mais me chocou, e acompanhou durante o resto da estadia, foi a informação de que ainda há um núcleo bastante ativo da Ku Klux Klan que, durante ...

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(Foto: Don Cravens/The LIFE Images Collection via Getty Images/Getty Images)

Rosa Parks

O marco inicial deste movimento se deu no sul eminentemente racista do país, na cidade de Montgomery, estado do Alabama, em 1 de dezembro de 1955, quando a costureira negra Rosa Parks ( “A Mãe dos Direitos Civis”) entrou num ônibus de volta para casa após um dia de trabalho e, estafada, sentou-se nos bancos da frente do ônibus, local proibido aos negros pelas leis segregacionistas do estado. Intimada a dar seu lugar a um passageiro branco e sentar no fundo do veículo, recusou-se, depois de uma vida inteira de submissão, e foi presa, julgada e condenada. Seu ato e sua prisão deflagraram uma onda de manifestações de apoio e revolta, além do boicote da população aos transportes urbanos, dando início, de forma prática, à luta da sociedade negra por igualdade com a sociedade branca perante as leis americanas. Convocado pela liderança negra da cidade e com o apoio de ...

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