segunda-feira, julho 13, 2020

    Tag: sexualidade

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    Nós tantas outras

    Cinco unidades da capital recebem programação que reflete sobre a condição social da mulher em diferentes localidades e realidades, além dos feminismos e os desafios que se apresentam na contemporaneidade. Nas mesas de discussão, estarão presentes pesquisadoras, estudiosas e ativistas do Afeganistão, Argentina, Brasil, China, Equador, Estados Unidos, Guiné-Bissau, Moçambique, Suíça, Uruguai e Venezuela Do Sesc São Paulo Foto: divulgação/Sesc   Abordando a condição social das mulheres em diferentes localidades e realidades, além dos feminismos e dos desafios que se apresentam à elas na contemporaneidade, o Sesc São Paulo realiza, de 28/nov a 2/dez, o Encontro Internacional Nós tantas outras. Nas dez mesas propostas, que acontecem nas Unidades Itaquera, Avenida Paulista, Santana, Campo Limpo e Pompeia , serão abordados temas como a genealogia dos movimentos de mulheres; as concepções e práticas feministas na América Latina e em outros contextos globais; as intersecções com outros marcadores sociais, como sexualidade, raça e ...

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    Marlene Bergamo/Folhapress

    A sexualidade das mulheres nas prisões

    Sexualidade é assunto quilométrico. Freud tem uma coleção de vinte quatro volumes sobre isso, por que nós não teríamos mais de uma ‘Insurgências’, não é? No artigo “A sexualidade nas prisões: o Estado se comportando como avestruz” emergiram muitas ideias e várias pontas para serem puxadas numa conversa mais demorada. Vamos ‘esticar o chiclete’, então. Por Valdirene Daufemback, do Justificando  Marlene Bergamo/Folhapress Mais uma inspeção do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) nos idos de 2010. Nesse estado iríamos visitar um estabelecimento prisional que havia sido projetado para acolher mulheres grávidas e mães acompanhadas de suas crianças com até um ano de idade. Aqui já é preciso uma pausa na história, pois esse tema começa com contradições. Considerando as possibilidades de responsabilização penal diversas da prisão, a importância do vínculo materno e da primeira infância e o perfil das mulheres encarcerados no Brasil, não haveria ...

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    O mal-estar da masculinidade negra contemporânea

    “O problema do negro na América é o problema do homem negro.”  (Glazer and Moynihan 1970:38). Esse texto parte de um sentimento. Um mal-estar, que muito provavelmente não atinge todos os homens negros, mas com certeza uma parcela razoável. Logo, é um texto de homem negro para homem negro, embora todos sejam bem vindos. Existe uma sensação em nós, de falta, uma incompletude existencial, difícil de ser explicada, mas fácil de ser sentida. por Henrique Restier da Costa Souza no Justificando É como se não fôssemos homens integralmente, mas sim negros, e apenas isso, pois segundo Franz Fanon (2008), seríamos reféns da nossa aparição, aprisionados ao nosso corpo melaninado que sempre chega antes de nós, e junto dele, uma torrente de estereótipos. Na verdade, somos em grande medida invisíveis, vivendo em uma linha tênue entre o que somos e o que as pessoas pensam que somos, numa espécie de “encarceramento simbólico”. ...

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    Leonardo Vieira: “Tem gente desonesta por aí e estão se importando com a minha sexualidade?”

    Em um ensaio especial e colorido para a QUEM, Leonardo Vieira abre o coração. Fala sobre a homossexualidade e a lenta aceitação da família. E destaca a dificuldade de viver o preconceito também na carreira de ator. O carioca, criado no Leblon, afirma que as pessoas deveriam se preocupar mais com os rumos da política brasileira do que com quem ele beija na boca e aponta a importância de se falar sobre a diversidade sexual. Aos 48 anos, o ator, que já provou o estrelato na década de 90, vivendo Zé Inocêncio, de Renascer, acha que a TV não está preparada para dar o posto de galã a um gay. Na entrevista a seguir, ele, que namora há cinco anos, afirma que quer adotar um filho. Por Bete Antunes no Revista Quem Você divulgou uma carta falando sobre sua homossexualidade, em janeiro, depois de ser fotografado beijando outro homem. Por ...

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    ‘Lálá’, novo clipe de Karol Conka, tem uma mensagem que não deixa dúvidas

    "Direitos de prazer iguais, mais compreensão." Por Ana Beatriz Rosa, do HuffPost Brasil Muitos já se perguntaram sobre os quereres de uma mulher... E Karol Conka tem um recado simplesmente direto sobre o desejo e o prazer feminino. No clipe de LáLá, divulgado nas redes sociais nesta quinta-feira (8), a rapper traz um ~hino~ em defesa ao sexo oral em mulheres. Em seu Facebook, ela explicou a ideia: "Escrevi essa música na intenção de informar as pessoas da necessidade da prática e da técnica do sexo oral na mulher. Tive a ideia de fazer um clipe com uma equipe toda formada por mulheres de forte posicionamento." Depois, de ter colaborado com a MC Carol em 100% feminista, o novo single de Conka traz a discussão para o mesmo universo. Frases como "Mal sabe a diferença de um clitóris pra um ovário"; "Fazer um lalá por várias horas"; "Quero ser bem atendida" e ...

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    Por que a sexualidade da mulher é tratada como questão de saúde?

    Tabus e mitos colocam o prazer feminino constantemente no consultório médico. Entre exames desnecessários e falta de informação, uma nova ginecologia vem ganhando espaço Por  LAIS MODELLI, do AzMina  Getty Images A rotina é conhecida de muitas mulheres: após a perda da virgindade, inicia-se o ritual anual da visita à ginecologista. Pouca conversa e exames invasivos, muitas vezes marcados por dor, passam a ser considerados naturais, uma parte essencial  de garantir não só a saúde, mas também o bem estar sexual. No entanto, um novo movimento de ginecologia tem questionado esse padrão que coloca o espéculo e a maca como parte essencial da sexualidade da mulher. Antes de conhecer essa nova ginecologia, é preciso porém, olhar para trás para entender porque a sexualidade é tratada da forma como a conhecemos. É preciso olhar bem para trás, para o que seria o “início” da humanidade. Tanto na Bíblia, com a figura ...

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    Retrocessos da agenda de gênero na educação serão discutidos em Seminário de sociedade civil

    Com o objetivo de discutir estratégias que contribuam para fortalecer o lugar da agenda de gênero – em suas intersecções com sexualidade e raça – nas políticas educacionais, o Seminário Nacional Gênero nas Políticas Educacionais ocorrerá nos dias 2 e 3 de maio em São Paulo. Enviado para o Portal Geledés O evento é uma realização da Ação Educativa, Geledés – Instituto da Mulher Negra, Ecos – Comunicação em Sexualidade e Cladem – Comitê Latino-americano e do Caribe dos Direitos da Mulher, com apoio da Secretaria de Políticas para as Mulheres e ONU Mulheres. Para as/os interessadas/os, as inscrições podem ser feitas aqui . Seminário Nacional Gênero nas Políticas Educacionais: ameaças, desafios e ação política Data: 2 e 3 de maio de 2016 Local: Ação Educativa (Rua General Jardim, 660, Vila Buarque, São Paulo/SP) Promoção: Ação Educativa, Geledés – Instituto da Mulher Negra, Ecos – Comunicação em Sexualidade e Cladem – ...

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    Couple looking at blueprints.

    Sapiossexualidade : Quando a libido é estimulada pela admiração intelectual

    O prefixo da palavra tem origem do latim sapien, que significa inteligência. Inclusive temos uma palavra em nosso vocabulário que já podia dar noção do que se tratava, mas infelizmente nem é tão utilizada assim: sapiência. No Portal Raízes A sapiossexualidade é a atração sexual que uma pessoa sente pela inteligência , visão de mundo e toda a bagagem cultural de outra pessoa. É importante dizer que uma pessoa sapiossexual não se importa, portanto, com o gênero da pessoa pela qual ela está atraída. Ela sente atração pela inteligência e conhecimento que a pessoa tem, independente do sexo da pessoa. Isso não significa que todos os sapiossexuais repudiem beleza ou não achem seus parceiros bonitos. A atração vem da inteligência, o que não elimina outros aspectos da pessoa. A terminologia foi supostamente criada por Darren Stalder, que afirma ter inventado a expressão em 1998. O termo só pegou mesmo, no entanto, a partir ...

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    18 textos essenciais para estudos e pesquisas sobre gênero e sexualidade

    Angie C. Bautista Silva, Caio Castro, Cássio Oliveira, Cícera Amorim, Katarina Vieira, Maria Eduarda Barbosa, Suênia Azevedo Por Julieta Jacob Do Uol Seja você pesquisador(a) ou apenas uma pessoa curiosa sobre o assunto, vale a pena dar uma olhada nas sugestões a seguir. Todos os textos já estão com link para download. E se você tiver outras dicas para indicar, é só deixar nos comentários. A gente agradece! 1- Problemas de Gênero – Feminismo e Subversão da Identidade. Autoria: Judith Butler Judith Butler propõe observar, de maneira geral, o modo como as fábulas de gênero estabelecem e fazem circular sua denominação errônea de fatos naturais. Os textos estão reunidos de modo a facilitar uma convergência política das perspectivas feministas, gays e lésbicas sobre o gênero com a da teoria pós-estruturalista. A filósofa pós-estruturalista norte-americana Judith Butler CLIQUE AQUI PARA LER Problemas de Gênero 2- História da Sexualidade – A Vontade de Saber – Vol. 1. Autoria: Michel ...

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    22 de agosto de 2015. Encontro de Mídia Independente com foco em gênero e sexualidade no Centro Cultural São Paulo. Promovido pelo coletivo Generx e pela Revista Geni.

    Mídias independentes, gênero e sexualidade

    No sábado passado, dia 22 de agosto de 2015, aconteceu o 1º Encontro de Mídia Independente com foco em Gênero e Sexualidade, organizado pelos coletivos Generx e Revista Geni, no Centro Cultural São Paulo (CCSP). Mediado pela Lia Urbini, o evento reuniu dezenas de coletivos que respondem pelo trabalho de diversos blogs, sites e canais de vídeos. Embora com propósitos distintos, esses coletivos se uniram pelo interesse em debater gênero e sexualidade em um tempo em que essa pauta tem sido seriamente ameaçada. por or Adriano Senkevics no Ensaios de Gênero 22 de agosto de 2015. Encontro de Mídia Independente com foco em gênero e sexualidade no Centro Cultural São Paulo. Promovido pelo coletivo Generx e pela Revista Geni. Por isso, o encontro parece ter vindo em boa hora. Vivemos, na atualidade, uma ascensão conservadora que tem procurado não apenas enfrentar os movimentos sociais, como ainda criminalizar seus instrumentos de denúncia e mobilização, como ...

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    ‘Viagra feminino’: veja 7 perguntas sobre o remédio aprovado nos EUA

    Venda de flibanserin foi autorizada nos Estados Unidos nesta terça-feira (18). Apesar de apelido, funcionamento é diferente do Viagra; entenda. Do G1 A Food and Drugs Administration (FDA), órgão governamental que regula alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, deu sinal verde nesta terça-feira (18) para a comercialização do flibanserin, medicamento apelidado de "Viagra feminino" que é destinado às mulheres na pré-menopausa que sofrem de falta de desejo sexual. Com o nome comercial de Addyi, o medicamento deve começar a ser vendido em outubro nos Estados Unidos. Veja perguntas e respostas sobre o medicamento: Para quem é indicado? Às mulheres na pré-menopausa que sofrem de uma condição específica conhecida como "distúrbio de desejo sexual hipoativo generalizado adquirido (HSDD na sigla em inglês)", que provoca a perda súbita e severa da libido. O HSDD “adquirido” se refere à falta de desejo sexual em uma mulher que não tinha problema com isso antes ...

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    Anatomia do prazer: clitóris e orgasmos

    Anatomia é um conhecimento básico, que aprendemos de maneira mais intensiva no primeiro ano da faculdade de medicina, apesar de retornarmos ao tema o tempo todo durante o curso. Era a matéria que eu mais odiava, muito técnica, milhares de nomezinhos de origem grega ou latina pra criar todo um novo vocabulário e entendimento sobre o corpo que eu sabia que ia usar muito pouco na minha carreira de psiquiatra. Digo isso para me desculpar de antemão por alguma imprecisão ou dificuldade de passar o conhecimento. Não sou uma especialista e também não espero que esta pequena contribuição seja capaz de esclarecer toda a questão da anatomia feminina, já que com livros cheios de descrições e desenho, professores do lado, mesas com cadáveres e peças anatômicas dissecadas já era difícil entender o que ficava onde e para que. por Érika Pellegrino no Blogueiras Feministas Bom, então para que me proponho a ...

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    Por um feminismo erótico

    “Desejo que sejamos capazes de re-erotizar os corpos e a natureza, ampliando os espaços de sexualidade para além de nossas próprias identidades e corpos” Por Marília M. Pisani* | Imagens: Rafia Santana, do Outras Palavras A primeira diretriz de escritura deste corpo que se faz texto é a não formalização ou harmonização pelo pensamento das percepções contraditórias de minha vivência. A segunda é escrever para estabelecer pelas palavras um espaço de encontro entre corpos vivos: a vida é quem fala; é ela que coloca o sentido deste texto, como pulsão, como afeto e como tensão. A terceira diretriz é que esse corpo vivo que possuo e que sou – como conjunto de órgãos e tecidos, músculos e vísceras, suportes da vida psíquica – sofre as pressões do social como realidade vivida na relação com o mundo: de fora pra dentro, de dentro para fora; na pele, marcas de tatuagens invisíveis; na ...

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    A vida sexual de Dilma e a saúde mental da Época. Por Paulo Nogueira

    Como se uma Veja não fosse suficiente para destruir qualquer crença em jornalismo decente, temos agora duas Vejas. Por Paulo Nogueira, do DCM  A revista Época, da Globo, tornou-se um espelho da Veja. Os sinais da vejização apareceram quando a Época publicou na capa, no início do segundo turno, uma pesquisa de um certo Instituto Paraná que dava Aécio virtualmente eleito. Era um disparate, coisa de amadores malintencionados. Sequer a TV Globo respeitou a pesquisa. Depois, veio a promoção de um Veja-boy à chefia de redação, Diego Escosteguy, conhecido como o Kim Kataguiri das semanais. Formado pela tenebrosa escola da Veja – que combina canalhice, desonestidade e miopia editorial –, Escosteguy completou o salto no abismo da revista. Até receber um calaboca dos Marinhos, Escosteguy todos os dias vinha no Twitter com revelações “espetaculares” que acabariam com o mundo tal como o conhecemos. No futuro, os estudiosos do jornalismo creditarão a ...

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    O racismo e a sexualidade: o caso de Nick Minaj e a desumanização da mulher negra

    De Diana Ross a Nick Minaj, a mulher negra é puro estereótipo sexual no imaginário de homens negros e brancos. É o mito da “morena brejeira”, da negra fogosa que tudo topa e cujo fôlego não acaba nunca. Aquela que está sempre pronta. O suporte de esperma do senhor de engenho de ontem e de hoje, ainda. Não sou tuas negas, diz a expressão racista de cunho sexual e origem escravocrata. A cada dez homens que são aceitos(quando e se são aceitos e não necessariamente nessas quantidades é óbvio!) em nossas alcovas fetichizadas e aparentemente permissivas, vinte terminam dizendo da maneira mais nojenta possível, considerando que a capacidade de um homem ser nojento é infinita: “Sempre quis ter uma negra”.  Por Joice Berth, do Imprensa Feminista. Há alguns anos atrás, uma famosa marca de cerveja, conseguiu expressar da maneira mais porca o pensamento que ilustra o a hiperssexualização cravada em nossa pele ...

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    Elza Berquó: “O sexo é um direito das mulheres na velhice”

    A demógrafa identifica um novo comportamento nas mulheres acima dos 60 anos. Elas dançam, viajam, fazem ginástica – e algumas iniciam relacionamentos homossexuais Por GRAZIELE OLIVEIRA, do Época  A população brasileira vem envelhecendo e, entre os que ultrapassam os 60 anos, as mulheres são maioria. A demógrafa Elza Berquó, de 83 anos, uma das fundadoras do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), é uma estudiosa desse contingente da população. Em um de seus estudos, a pirâmide da solidão, ela mostra que existem muitas mulheres sem parceiros na faixa acima dos 60 anos, e atribui isso à regra cultural segundo a qual as mulheres se relacionam principalmente com homens mais velhos. Nesta entrevista, ela diz que nessa faixa etária existem também muitas mulheres homossexuais, como as personagens de Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg na novela Babilônia. ÉPOCA – Mulheres bissexuais ou lésbicas, que esconderam isso durante a vida toda, podem ...

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    Sapiossexualidade: ser inteligente é o mais novo fator de atração sexual

    Isso já deve ter acontecido com você: não achar alguém atraente de imediato, mas depois que ela abre a boca e você descobre o quão boa de papo ela é… Fica muito mais interessante! Por Natasha Romanzoti, do Hypescience Agora tem uma palavra que pode descrever isso: sapiossexualidade. Esse termo relativamente novo se refere a ser sexualmente atraído à inteligência. Se você está pensando: então isso se refere a maioria das pessoas, não? Afinal, quem gosta de gente burra? Bom, a ideia não é bem essa. O sapiossexualidade vai além de achar inteligência sexy. Sapiossexuais não apenas pensam que a esperteza é atraente; elas a ligam diretamente à atração carnal. Embora essa palavra não seja tão comum no vocabulário cotidiano, é uma definição de orientação sexual como “heterossexual,” “homossexual” ou “bissexual”. A terminologia foi supostamente criada por Darren Stalder, que afirma ter inventado a expressão em 1998. O termo só pegou mesmo, ...

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    “Já fiquei com um Negro” é o argumento mais furado para se defender de acusações de racismo

    A torcedora do Grêmio Patrícia Moreira, acusada de injúria racial contra o goleiro Aranha, teve uma reação comum a quem é chamado de racista. Em entrevista ao Jornal Zero Hora, apelou para as relações pessoais entre negros e brancos. “Eu sei que não sou racista. Já fiquei com um cara negro”. por : Marcos Sacramento  do: noticias e sociedade Ela usou expediente parecido com o do ex-presidente gremista Luiz Carlos Silveira Martins, o Cacalo. Em entrevista à Rádio Gaúcha, ele lembrou que tem amigos negros para minimizar as ofensas sofridas pelo goleiro do Santos. O racismo sutil do Brasil tem tantas nuances que o fato de ter amigos negros não abona ninguém do preconceito. A pessoa pode andar com negros e mesmo assim apresentar comportamentos racistas. O mito da democracia racial criou formas de discriminação tão sofisticadas que até mesmo negros cometem atos preconceituosos contra pessoas da mesma cor. Torcedores negros ...

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    Um amor que não precisa ser à primeira vista

    Um amor que não precisa ser à primeira vista

    “Hoje eu quero voltar sozinho”, primeiro longa de Daniel Ribeiro, conta a história de um adolescente cego que se descobre gay Por Marcelo Hailer O cineasta Daniel Ribeiro, 31, ganhou notoriedade logo no início de carreira com o curta-metragem Café com leite, que conta a história de um casal gay que se torna responsável por criar uma criança. O curta foi exibido no Festival de Berlim (2008) e o ganhou o prêmio Urso de Cristal (Teddy Bear), destinado a obras que tratem da diversidade sexual. Um amr que não precisa ser à primeira vista Dois anos depois, Ribeiro voltaria com um novo curta-metragem. Eu não quero voltar sozinho (2010) conta a história de Leandro (Guilhermo Lobo), jovem com deficiência visual que se descobre gay ao conhecer Gabriel (Fabio Audi), aluno novo que chega à escola. O filme fez um sucesso estrondoso e foi premiado em vários festivais ...

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    Reflexões sobre a sexualidade e sensualidade negra

    Reflexões sobre a sexualidade e sensualidade negra

    Pedaço de um papo instigado por amigas negras que buscam viver suas vidas sem os mitos eróticos que aprisionam as mulheres e os negros, nas fantasias eróticas dos brancos: por marcos romão “Estou gostando demais destas reflexões, cara Maria Julia Ferreira. Sexualidade e sensualidade da negra e do negro. Bom saber que tem isto no mundo. Imagino a Europa Vitoriana e a fantasia sexual dos brancos e brancas sobre o que se passava na África, na Ásia, no Oriente e nas Américas. Imagino a Casa Grande no Brasil pudico português e a fantasia sexual do branco e da branca, sobre o que se passava nos batuques da Senzala… Os castigos, torturas e castrações que as mulheres brancas infligiam às mulheres negras pecaminosas, os estupros que os homens brancos praticavam nas mulheres negras que eram o próprio pecado e luxúria incorporados numa pele. Imagino. Os castigos, torturas e castrações que os ...

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