quarta-feira, setembro 23, 2020

    Tag: Viviane Ferreira

    20200127 - TIRADENTES/MG - 23ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES - SEMINÁRIO ENCONTRO COM OS FILMES Local: CINE-TEATRO SESI Bate-papo do filme UM DIA COM JERUSA, com a presença da diretora e convidados. • Crítica convidada: Letícia Bispo | DF Mediadora: Lila Foster – curadora | DF- Foto Netun Lima/Universo Produção

    O Aniversário é de Jerusa, Mas o Presente é Nosso

    Um Dia Com Jerusa abriu a Mostra Imaginação Como Potência, tema central da 23a. Mostra de Cinema de Tiradentes.  Dirigido pela cineasta Viviane Ferreira o longa é um compromisso poético com um cinema político de oralidade que não quer nem precisa fazer  concessão à crítica. Por isso mesmo já nasce histórico: Fruto do primeiríssimo e até agora único edital de Longa B.O. Afirmativo da Ancine, de 2016; o longa traz uma equipe feminina e majoritariamente negra que teve a primeira oportunidade na tessitura de um longa estrelado por Lea Garcia, referência histórica do cinema nacional. Vale destacar que do alto de seus 86 anos, dos quais 68 como atriz, é a primeira vez Léa  que protagoniza uma história concebida e executada por mulheres negras. Um filme para ser celebrado.  Por Viviane Pistache para o Portal Geledés  23ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES - SEMINÁRIO ENCONTRO COM ...

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    REPRODUÇÃO/TVT

    Para produtores e diretores negros, fazer cinema no Brasil ainda é ‘uma guerra’

    Exemplo do problema é personificado em Viviane Ferreira, segunda cineasta negra, à frente da direção solo de um longa de ficção no Brasil. "A gente não tem referência", disse, no programa "Entre Vistas", da TVT Da Rede Brasil Atual  Viviane Ferreira afirma que negros têm mais dificuldades em acessar recursos para fazer cinema (REPRODUÇÃO/TVT) Um debate profundo sobre a realidade da produção audiovisual feita por negros no Brasil. Assim foi a participação da cineasta Viviane Ferreira no programa Entre Vistas, da TVT, na última terça-feira (7), apresentado pelo jornalista Juca Kfouri. Diretora dos documentários Dê sua ideia, debata, Festa da Mãe Negra e Marcha Noturna e Peregrinação, Viviane trouxe à tona mais uma faceta do racismo existente na sociedade brasileira: a dificuldade de pessoas negras fazerem cinema. Seu próprio caso é exemplo desta realidade. Ela é apenas a segunda cineasta negra, à frente da direção solo de um longa de ficção no Brasil. Ainda ...

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    #Geledés30anos – Negros e Mulheres no Processo Constituinte

    Resgate do momento político que permitiu a emergência de organizações da sociedade civil como Geledés Instituto da Mulher Negra e outras iniciativas dos movimentos de mulheres e negros no Brasil. Análise ancorada no processo que resultou na Constituição Federal de 1988, consagrando os novos direitos para negros e mulheres. Diálogo com as novas gerações de militantes sobre o legado de lutas e conquistas dos movimentos das mulheres e negros nas últimas três décadas.   Palestrantes: Edson Cardoso  Coordenador do ÌROHÍN – Centro de Documentação, Comunicação e Memória Afro-brasileira; doutor em educação pela USP; jornalista e mestre em Comunicação pela Universidade de Brasilia. Helena Theodoro Doutora em filosofia (UFG), Mestre em Educação (UFRJ), Pós-Graduação em Tecnologia Educacional – Fundação Konrad Adenauer (Alemanha); Especialista em Cultura Negra e Carnaval; foi Vice-presidente do Conselho Estadual dos Direitos do Negro – CEDINE. Hélio Santos  Mestre em Finanças e doutor em Administração pela FEA-USP. Presidente ...

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    Ações Afirmativas: um espinho na coluna dorsal do setor audiovisual?

    As alas, conservadora e progressista, do setor audiovisual concordam de maneira uníssona que esta é uma área que tem crescido economicamente e garantido um número indiscutível de emprego, além de ampliado a presença do conteúdo nacional nas janelas do Brasil e do mundo, construindo, assim, a imagem do “Brasil de todas as telas”.   Por Viviane Ferreira enviado para o Portal Geledés    Calma, vamos voltar algumas casinhas...   Primeiramente, é impossível um país que vive sob a égide do racismo institucional promover um crescimento real e fidedigno de qualquer que seja o setor sem considerar a presença e participação da maioria da população. No caso do Brasil, o IBGE aponta que a população negra constitui mais de 53% da população brasileira, sendo ela a maioria populacional, ainda que, no âmbito das elaborações de políticas públicas, insistam em classificá-la como “minoria”. É importante não dissociar crescimento econômico de desenvolvimento social ...

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    O assombro que vaza da simples existência…

    Sou dessas pessoas fissuradas pela ideia de cruzar a linha do tempo da vida em diálogo com as diferentes gerações. Adoro o rito de passagem de uma etapa da vida para outra: curti ser criança, me esbaldei sendo adolescente, me nutri da petulância juvenil, vivi o medo dos 30 e estou super apaixonada por essa coisa que chamamos de fase adulta. Sim, mega sonho em ser uma velhinha, de pele reluzente e cabelos alvos... a única dúvida é se os terei em coque como os da avó paterna ou Black Power curto como os da avó materna. O grande lance de dialogar com as mais diferentes gerações, enquanto cumprimos nossos ritos de passagem, é a possibilidade indispensável em nos aprimorarmos a cada experiência que acumulamos sobre nossa existência. Por Viviane Ferreira para o Portal Geledés  Foi do  lugar de quem entende o cinema, dentre tantas outras coisas,  também como um espaço ...

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    Convite à Laís Cruz: uma negra jovem feminista

    Não é novidade para ninguém que “assumir o próprio lugar de fala” é um dos principais ensinamentos dos feminismos negros.  Atenta às minhas origens e formação política completamente engendradas no feminismo negro, não me canso de contar para o mundo que falo do lugar de quem nasceu no paraíso, o Coqueiro Grande, bairro fincado em terras remanescentes quilombolas nas entranhas da Estrada Velha do Aeroporto. Refiro-me ao berço como paraíso, não como metros quadrados que compunha a ideia trazida pela anedota do Éden, mas como espaço que me possibilitou existir em plenitude, sem estranhar as contradições humanas por mim vivenciadas ou se furtar a enfrentar as tensões em função das assimetrias raciais e sociais a nós endereçadas. Lugar que alicerçou meu lugar social de fala a partir da consolidação da minha múltipla identidade: mulher negra feminista, religiosa de matriz africana e ativista do cinema negro.  Dali não há um só ...

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    “Não dá para equiparar a experiência de ser mulher negra no Brasil e de ser branca”

    A ativista e realizadora Viviane Ferreira veio ao Ciclo de Cinema Afro-brasileiro do festival de cinema Queer Lisboa apresentar duas curtas-metragens e debater sobre a condição das mulheres. Ao Delas.pt revelou um Brasil a preto e branco, onde a cada dia as mulheres negras têm de lutar pelo direito de existirem. Aos 31 anos faz do racismo e do feminismo a sua luta e a sua arte. Do Delas É cineasta e ativista. Alguma das áreas predomina na sua vida? Não consigo hierarquizar essas duas características porque não concebo a arte sem política. Toda a expressão artística é uma expressão de convicções políticas. O cinema é um sonho de menina? Quis ser muitas coisas: piloto de avião, e a minha mãe colocou-me numa escola para crianças que queriam seguir carreira na aeronáutica; música, queria aprender cavaquinho para tocar samba, e a minha mãe deu-me o instrumento; atriz, e a minha ...

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    Racismo, machismo e capitalismo: um triângulo amoroso

    Hoje quem escreve neste espaço é a cineasta Viviane Ferreira. Tenho grande admiração pela Vivi e acompanho seu trabalho há algum tempo. Para mim, é uma enorme satisfação ter uma pessoa forte, solidária e talentosa como a Viviane no conselho político do nosso mandato, e também no Coletivo Racial do PT e na juventude do Garantia de Luta. Por Paulo Teixeira, do Brasil 247 #AgoraÉQueSãoElas Viviane nasceu na Bahia e vive em São Paulo. É advogada e cineasta, preside a Associação Mulheres de Odun e é sócia-fundadora da Odun Formação & Produção. Entre outros trabalhos, dirigiu o documentário "Festa da Mãe Negra" e o curta "O dia de Jerusa", que integrou a seleção oficial do Festival de Cannes em 2014. Convidei Viviane para escrever aqui por duas razões: a primeira razão é que ela aborda de forma muito lúcida e bela o assunto tratado neste texto, um tema que eu considero ...

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    Viva a nós e as águas: representação das mulheres negras no cinema

    Hoje gostaria de começar a dispor dos meus 15 minutos de fala desejando boa tarde com um viva à nós e às aguas!  Na sequência quero agradecer à Ana Flávia, por não me deixar esquecer nos últimos 365 dias, aproximadamente, da importância de nós mulheres negras do audiovisual escrevermos sobre nossa experiência de fazer cinema… quero dizer a Ana que os juros dessa dívida se alimenta da dor que sinto ao me deparar com o papel em branco para impregná-lo de realidade sem ficção. Por Viviane Ferreira Do Correio Nago Na pessoa de Bruna Pereira, quero agradecer ao Latinidades pela oportunidade e espaço para partilha de lampejos reflexivos. À Chaia (Dechen) e Jaqueline (Fernandes), quero brindar a realidade de partilharmos sonhos. Na figura de Jana Damasceno, gostaria assumir a minha felicidade, tremedeira nas pernas e satisfação de partilhar uma mesa com mulheres que são minhas referências. Caço na plateia as figuras ...

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